I.M.possible Future :: From viral normosis to Viral Metamorphosis (II)
- maria-tudo

- 5 de nov. de 2020
- 27 min de leitura
Omni Fractal

Postal Circular #11 | collage 4 peças | 2012
Frase bilingue é parte integrante no verso do postal
Juntos por uma Missão - Metamorfose Planetária - Conversa sobre isto
Together for a Mission - Planetary Metamorphoses - Converse about this
.
.
.
:: H i g h L i g h t s P l u s ::

TRUTH is NOT altered by perspective
Outer perception dissociated from inner Knowing
may be reduced, fragmented, distorted,
the partial TRUE acting as a trap.
Encontrei há dias esta imagem numa publicação noutro contexto, reconhecendo-a como o tipo de imagem usada para exprimir a visão holística na relação entre o todo e as partes. Aqui, vi nela um auxílio, perante a dificuldade que sinto em apontar a VERDADE a quem não a REconhece no seu todo antes de a compreender verbalmente nas suas partes, e, na procura antecipada da compreensão, apreende uma parte de cada vez, esquecendo a parte que apreendeu antes. Assim funciona a mente concreta-analítica de base masculina quando dissociada da sua fonte totalizante imutável de base feminina. Em dissociação, o sentido externo da visão confirma essa mútua exclusão das partes. Daí vir fazendo referência contínua ao estereograma. O mesmo tipo de auxílio sinto na visão fractal que associei a esta sequência I.M.possible Future. Em vídeo, vemos um movimento aparente produzido pelo zoom-in e zoom-out, infinitos em ambas as direcções, mas em verdade nada se move no fractal. E no entanto podemos sentir nele a Matriz Viva, infinito no finito, quietude em movimento, imutabilidade mutante. A natureza do PARADOXO como SINAL da Presença de Espírito, dissolvendo qualquer noção de contradição dissociativa face ao TODO.
Recapitulando:
A visão do todo é dada pelo princípio Feminino.
A visão das partes é dada pelo princípio Masculino.
Ambos os princípios fazem igualmente parte da Criação Original.
O cérebro dá-nos ambas, via hemisférios direito e esquerdo, respectivamente.
A dificuldade surge da dissociação entre ambos, com prevalência do esquerdo, automaticamente validado como aquele que sabe, via linguagem verbal.
Do Coração é emitida a frequência que unifica o Cérebro e activa a Visão Central.
Aí, dá-se o encontro com a VERDADE que se basta a si mesma,
que não carece de linguagem para SER.
A ponte para apreendê-la é o Silêncio INterno, que põe em primeiro plano a conexão com a Fonte da Existência, inerente à Matriz Humana e Terrestre.
Como auxílios, imagem e linguagem elevam-se acima do ruído dissociativo e dispersivo.
Repondo a Ordem Original:
Há poucas semanas fiquei chocada ao ouvir um conhecido autor concluir uma exposição sobre a actual situação afirmando que Yang prevalecerá sobre Yin, assim como a luz prevalecerá sobre as trevas. Uma aspiração indubitavelmente válida na sua segunda parte, mas inválida como paralelo com a primeira parte, revelando um desconhecimento da essência deste símbolo do Tao.

De imediato se evocou uma peça e citação dela retirada, ambas partilhadas na mensagem IMpossible Planet Earth :: ReConnecting, da qual voltei a reler partes que convergem antecipadamente aqui. Aqui e agora, gostaria de repor a Ordem Original que este símbolo emite na sua profundidade além dualidade, além síntese dos opostos, desfazendo essa ideia de negatividade associada ao preto, e portanto ao Feminino, que, como todo o Universo criado emana na sua escuridão primordial pré-cores, está na base de TUDO, e por isso está como fundo em todo este espaço digital que o evoca. Recapitulando:
"Darkness born from Darkness,
the beginning of all understanding"
"Know the Masculine, but keep to the Feminine"
"Know the white, yet keep to the black"
"The Master understands that when something reaches its prime,
it will soon begin to decline."
Tao Te Ching completo, Lao Tzu
Então, quantos e quais pontos de vista importa salientar na actual conjuntura terrestre?
Se há 1 ponto de vista Superior, é o Interno, que Vê o TODO, no espaço e no tempo.
Pairando no alto, essa Presença de Espírito mensageira vem para apontar a
VERDADE CENTRAL, que dissolve as inverdades e alinha as verdades parciais
à sua Matriz Original.
Este é o apelo a que todos os Mensageiros se unam nELA,
para que as mini gotas de todos os mini beija-flores possam fazer chover PAZ
em Raios e Trovões de VERDADE com a precisão e exactidão do Fogo Celeste
sobre esta Terra e sua Humanidade prestes a renascerem no N*OVO.
::
§
Espelho, Espelho Meu ::
Se no passado remoto os Voluntários foram literalmente mortos e no passado recente foram operativamente amortecidos na sua Função latente, no presente estão a ser estimulados a rever minuciosamente a sua noção de identidade como parte da activação pós-latente para assumir o seu potencial integral, liberto de aquisições supérfluas, dentro e fora. Deste processo, que inerentemente à sua Função repercute em ONDA Metafórmica sobre toda a Humanidade, vamos dando o nosso invocador testemunho individual:
From the black background, TRUTH emerges.
When the outer finally matches the inner,
the one recognisable as quintessence is unveiled.
UNdo ::
"One who seeks knowledge, learns something new every day.
One who seeks the Tao, UNlearns something new every day."
Décadas atrás, quando usar computador em contexto empresarial era uma constante, a função "undo" transportou-se para a minha dinâmica interpessoal com um certo sentido de humor, como linguagem-código para anular ou neutralizar afirmações e actos meus e alheios. Esse uso literal e simbólico era tão recorrente e espontâneo que muitas vezes sentia, e ainda sinto, uma tendência a 'fazer undo' em certos actos não digitais, como se fosse uma extensão natural. Na realidade comum em que vivemos isso não é possível, mas na minha memória I.M.possible não só é possível como é natural, se subtrairmos o tempo, pelo menos o tempo linear. Mesmo mantendo o tempo é possível editar o registo que temos de cada acto ou acontecimento em qualquer altura da vida, à medida que crescemos em maturidade tridimensional e ampliamos em maturidade multidimensional. Isto é válido para a aprendizagem e não tem necessariamente a ver com apagar memória, mas com libertar a memória de associações retentivas no tempo-espaço. Há muitos anos constatei retrospectivamente que "aprendi o que necessitei e o resto estudei". E tudo o que estudei basicamente evadiu-se de mim, permanecendo um registo cognitivo onde houve síntese, mas poucos registos concretos do que não estabeleceu vínculo significativo. Ou seja, academica-profissionalmente falando, além de não sentir inclinação para estudo e profissão como meios de integração dentro-fora, sinto-me bastante vazia de conteúdos além competências irreversíveis, mas enriquecida em experiência e vivência externas, especialmente como referencial de auto-descoberta retrospectivamente auto-revelada sob a lente de uma consciência ampliada pela minha Função interna Aqui. Na minha percepção dessa progressão, a consciência interna criou e cria perante a consciência externa o equivalente a artefactos manifestos em pontos cruciais do meu percurso, os quais actuam como gatilhos-código da memória anímica (equiparável a biblioteca viva) em associação à memória humana. Onde não houve ou não haja esta associação, não há registo no consciente. E uma vez que tenho uma ampla memória significativa do meu percurso de vida, sou testemunho vivo da presença de espírito como existência anímica indissociável da humana.
Espelho disso é o meu testemunho de que a apreensão do-todo-para-a-parte é a forma natural de aprender, para ser-fazer-agir em coesão, como algumas pedagogias holísticas reflectem. O inverso induz um processo forçado e contra-producente que sempre me desorientou e bloqueou, na sua incapacitante tendência para a fragmentação resultante na alternância de mútua exclusão, típica do recurso à memorização, que continua na base da avaliação no modelo de ensino convencional-instituído, virado para aquisição, próprio da era industrial orientada para a mecânica do consumo e do descarte. Bem, quem preste atenção, há muito reparou que o lado finito da memória está em vias de extinção. Num instinto de auto-preservação transferido para a máquina, a mente tecnológica vem criando mais e mais sistemas de armazenamento de memória, finita, também ela entretanto subtilizada em nuvens, finitas, com pretensão de ligar artificialmente esse e outros mecanismos ao cérebro humano. Uma falsa fusão entre o dentro e o fora que, em verdade, ainda reflecte apenas a transferência para o exterior, própria do ciclo anterior de base masculina. Onde o ciclo seguinte de base feminina está em prática, e nunca deixou de estar em prática na sua própria dimensão, acedemos ao lado infinito da memória via consciência interna.
Daí nos chegarem cada vez mais testemunhos de EQM | NDE, como o bem conhecido caso que partilhei em REmissão, que desvelou a verdadeira missão de vida daquela pessoa a partir de um estado de coma cerebral, onde a consciência externa e respectiva memória finita estão desligadas. REconectada à natureza contínua do seu Ser, o UNdo retrospectivo foi instantâneo, revertendo toda a desfuncionalidade orgânica que o seu veículo tridimensional manifestou como reflexo extremo da desconexão. Neste retorno, constata-se que o TODO realmente É mais do que a soma das partes. Por isso, o REdo que ocorre a seguir ao UNdo não é repetição de uma programação anterior nem resulta de uma nova programação. É a expressão pura do Ser.
O estado de coma revela que o cérebro não é fonte, é processador eléctrico, por isso a actividade cerebral pode ser medida e observada externamente via scanner. Evoco mais uma vez o já partilhado sonho que tive anos atrás, em que tinha removido o cérebro do meu crânio e o observava nas minhas mãos, sem precisar dele para essa observação e avaliação, porque nessa dimensão o scanner é a consciência interna. O foco incidia sobre o intervalo de separação entre os dois hemisférios como sendo o problema inerente a este órgão devido à atrofia do seu centro glandular. É a activação desse centro, via frequência magnética emitida pelo Coração, que unifica o cérebro e permite o acesso consciente à Consciência de Unidade. Nunca me senti atraída por técnicas de reprogramação mental ou neuro-linguística como via de acesso. Essa abordagem dirige-se aos circuitos programáveis e torna a pessoa permeável a programadores externos. Pode ser uma etapa transitória, experimental, mas se for encarada como meta, pode tornar-se retentiva, equiparável ao mecanismo de adicção. Substituir uma adicção 'pior' por uma adicção 'melhor' continua a manter a consciência externa aprisionada no modo adictivo. Neste modo não chega a haver uma entrega à consciência interna, ainda é a consciência externa a dirigir o processo: no anseio de alcançar o êxtase, se não o alcançar por uma via vai procurar alcançá-lo por outra, então, nesse modo, meditação, substâncias psico-activas, práticas yoga e afins, práticas sexuais, terapias, workshops, seminários . . . all ends up being the-next-fix, still the same mindset, just reprogrammed toward a 'higher goal'. All programming is not yet the Golden Goal, it is still half path to the pure expression of Human Being.
In Zero Point Consciousness, We UNdo to REdo A*New.
No machine will ever be or must ever be expected to be this.
This is our Full Human potential to be fulfilled-embodied from within.
And this is why the success of A.I. is also its own demise. - I say, and so said he:
"There is a fundamental difference between
a mechanism and an organism."
If Seeing is Knowing and Knowing is Acting,
a change in path is bound to happen.
Quem tenha uma visão do mundo apenas baseada em partes e partículas (= bits), assim se examina e examina o outro, assim tende a projectar-se na ordem que procura criar. E quando o acto de criar é transferido para a tecnologia e a visão é globalista, manifesta-se uma civilização normalizadora via controlo de tudo e todos rumo a uma falsa ordem de (in)finitude, em vez de uma Civilização universalmente assente na Mestria derivada da e conducente à Ordem Matricial Original, onde partículas finitas e ondas infinitas são inseparáveis perante a Consciência Una.
Micro ::
Ao longo dos anos, ao ilustrar o Garimpo civilizacional, fui dando a imagem da peneira, cuja malha vem ficando progressivamente mais fina, passando a membrana filtrante, literalmente usada em ambiente de laboratório, como tive oportunidade de conhecer ao vivo, com recurso a sistema de vácuo, para obter água purificada ou destilada a ser usada na diluição de amostras para análise, por sua vez introduzidas em diferentes aparelhos com diferentes técnicas de detecção e identificação gráfica e percentual de componentes. Tais aparelhos vêm evoluindo em precisão e exactidão e rapidez de resposta. Este aprimoramento acelerado reflecte o estágio final da etapa de Purificação em curso na humanidade terrestre. Não é, pois, de se estranhar que a crise que remete para a crisálida esteja ligada à saúde e seja sentida como algo microscópico. Mas como a obra Auto-Retrato ilustrou, é preciso corrigir a óptica externa pela óptica interna, é preciso rever ao microscópio anímico tudo o que foi adquirido, dentro e fora. O conhecimento é uma grande parcela dessa aquisição a rever, especificamente na área da cons-ciência médica, que solicita agora a nossa atenção num imperativo incontornável à recuperação responsável da nossa integralidade e Autoridade de Ser - tal como na execução de um auto-retrato, que não pode ser transferida para ninguém, sob o risco de se tornar uma máscara permanente de falsa identidade.
Num período recente, a face deste actor e seu personagem aqui retratado tem surgido persistentemente na minha tela interna. De súbito, surgiu um vídeo com essa imagem na capa. De imediato vi nela a síntese no âmbito desta mensagem face à presente conjuntura. Suponho que a maioria de nós que conheceu este personagem foi pela série fílmica, em 5. Curiosamente, reparei que, ao evocá-lo, me vinha o nome David Bourne, que reflecte a dupla identidade do personagem - a original David Webb + Jason Bourne por colagem alheia - consciente no passado, mas tornada inconsciente após a sua perda de memória. O enredo é bastante complexo e cada um poderá pesquisar e explorar até onde se sentir motivado a tal, no meu caso desta vez indo um pouco além do conteúdo fílmico para tomar conhecimento por alto da obra literária que o inspirou.
O foco central não se alterou.
Perante a perda de memória, e na busca por a recuperar, tudo o que ele tem como referencial próprio é a extraordinária habilidade de avaliação e resposta instantânea derivada dos seus sensores apuradíssimos, que o deixam em permanente estado de alerta ao sentir-se continuamente exposto a um perigo cuja origem desconhece. Vimos a saber que ele recebeu um treino intensivo como agente operativo numa acção dupla, treino que não desapareceu com a perda de memória. Questões cerebrais à parte, coloca-se a questão central de em que medida aquelas habilidades são inatas ou são adquiridas, quando se revelam indissociáveis como sua primeira natureza. O que é originalmente identitário pode ser levado ao seu expoente máximo via prática, assim como pode ser direccionado para actos coesos quando o comando é interno ou para actos dissociativos quando o comando é externo, resultando respectivamente num Agente ao Serviço de Sua Majestade Interna ou num agente ao serviço de terceiros. A agência que o contratou e treinou detectou o potencial original nele e explorou-o na segunda direcção, mas a colagem a Bourne só funcionou antes da perda de memória. Na ausência desta, a memória interna dizia-lhe que essa não era a sua verdadeira identidade, o que ele veio a confirmar. No final, ele não pôde fazer UNdo nos actos que cometeu como Bourne no passado, mas no seu REdo sentiu necessidade de pedir perdão a alguém, e fê-lo. A sua IDentidade tornou-se Presente.
No mundo fílmico não posso evitar a comunhão que me leva a sentir a IDentidade do actor dentro de cada personagem que representa. Neste caso, Good Will Hunting (1997) e Adjustment Bureau (2011) salientam-se e triangulam-se a Bourne - Identity, Supremacy, Ultimatum, Legacy . . . Self. Afinal que A/agências e A/agentes comandam a nossa vida? Quem conhece o nosso verdadeiro Desígnio e Destino? Ele, o homem-actor, não pode evitar o que É, que transparece nos micro contornos dos seus personagens. Ele, conhecido como Bourne, não pode ser outro senão o actor que o corporificou. Ele é o Agente que temos a resgatar, no brilho liberto da carga cármica do passado, com os dons disponibilizados para a Tarefa em frente a nós, munidos da Mira que nos coloca em precisão onde somos necessários ao Plano Evolutivo dentro da Matriz Viva.
Falta agora adicionar a outra componente paralela a esta evocação: a semelhança facial que encontro entre este actor e o biólogo alemão que vem dando voz à chamada Nova Medicina Alemã, questionando e esclarecendo factos falsos e verdades parciais retentivas e equivocadoras. Até o facto da série fílmica ser uma produção germano-americana, o que eu desconhecia, parece reforçar esta ponte, que não vejo como identitária, mas simbólica. Na imagem acima vemos Bourne a mirar um alvo à distância através da lente de uma espingarda de alta precisão, que nas suas mãos é infalível. O paralelo que senti converte essa lente em Microscópica. Não mais apontada para um alvo externo distante com o objectivo de o exterminar, mas para a ecologia interior que nos revela a Verdade intrínseca à orgânica que dá suporte à existência humana-planetária. Nessa conversão de lente, proponho que olhemos simbolicamente para a imagem acima como o Novo Agente Alemão, liberto da colagem 'Heil Leader' e genuinamente investido num contributo para a medicina moderna, pondo os seus dons de exactidão e precisão ao serviço da Agência Única, como REdo após o UNdo do passado. Passado que não pode ser apagado da História, mas pode e deve ser transcendido por todos, sob a mesma Luz que lhe pôs fim. De contrário, a humanidade continuaria a eleger eternos vilões para se sentir justificada na sua imatura e irresponsável auto-vitimização, num infindável combate ao outro, seja nação seja indivíduo, seja orgânico seja inorgânico, seja micro-biologia humana seja animal e vegetal, seja terrestre seja extra-terrestre. Isto TERMINOU. Só ainda o vemos porque ainda estamos Looking Back, a fazer o UNdo retrospectivo que precede o REdo na instância seguinte, inconfundível e incompatível com qualquer "reset" arquitectado pela cúpula de poder operando em baixa frequência.
Em verdade, a nova medicina é um resgate da antiga medicina milenar de natureza holística e universal praticada no Oriente, como a Ayurveda indiana e a Acupunctura chinesa, centrada em cada indivíduo como um todo singular e tendo por base a manutenção da saúde pelo retorno ao equilíbrio original, intervindo apenas como facilitadora da auto-reparação pelo ajuste alimentar e práticas de correcção dos circuitos energéticos. Na medicina milenar, como na nova medicina, e diria, em qualquer medicina real, a noção de doença transmissível por contágio entre indivíduos não faz parte da realidade orgânica. O ponto básico comum entre esses princípios ancestrais e universais e essa nova medicina centra-se na identificação das causas, não no tratamento farmacológico de sintomas e doenças manifestas por falta de abordagem dos conflitos nas suas instâncias pré-físicas. O que esta medicina propõe é uma nova sistematização do antigo conhecimento, dissolvendo a distância entre Oriente e Ocidente, que tem sido a orientação de toda a medicina alternativa à convencional instituída pela mesma cúpula de poder propagadora da normose. Mas o que tem faltado a estas alternativas e que esta proposta salienta é a auto-responsabilização no apuramento das causas como tarefa interior intransferível, essencial à activação do processo de auto-reparação, no qual o cérebro tem papel intermediário na re-conexão à matriz orgânica original. Em suma, podemos reconhecer nesta proposta um retorno a Si.
.
Visualizei o documentário The 5 Biological Laws of Nature (2009) em velocidade 0.75, com legendas inglesas e fazendo várias pausas e retrocessos para apreensão e anotação.
Na parte final é dito o seguinte:
"When you start searching the Internet for the credibility of all this, then you haven't understood this. New Medicine is only for those who are prepared to learn the Biological Laws, to understand and to verify them, and to take responsibility for all symptoms himself. When someone attributes every little aching to external factors, some alleged causative agents, carcinogenic substances, a wrong diet, lack of physical activity, the immune system, just all of this bubble, then, while this person's behaviour may be subject to our analysis based on the Biological Laws, this person is definitely not prepared for New Medicine. There is no alternative to taking self-responsibility."
- localização no vídeo: 4:01:18 > 4:02:57
O escapismo a essa alternativa auto-responsável culmina naquele lugar de onde poucos costumam escapar, apesar de lhe chamarem Unidade de Cuidados Intensivos, um 'cuidado' basicamente entregue a máquinas monitorizadas à distância.
O testemunho que anotei:
"When i was working in the Intensive Care Unit, there were considerations
to close the unit, because actually no one escaped from there.
I saw only one who survived - in six years!"
- localização no vídeo: 3:02:23 > 3:02:32
Ninguém tem de chegar a esse ponto. Cons-ciente de Si, cada conflito é reconhecido na sua respectiva instância. Um dos exemplos que anotei:
"The more severe the conflicts, the harder are the tissues affected. The smaller conflicts of self-devaluation affect such tissues as tendons, cartilage, connective tissue, adipose tissue, etc., while severe conflicts of self-devaluation affect bones.
- localização no vídeo: 1:47:19 > 1:47:30
.
Isto não tem a ver com seguir esta ou aquela linha de medicina. Isto tem a ver com CURAR corpos humanos, corpos nações, Corpus Terra, incluindo a própria Medicina como auxiliar. Porque, mais do que a saúde, é a própria medicina que está a ser posta em causa na actual situação, particularmente pelo facto da ciência médica ter sido corrompida e dominada pela cúpula de poder, que a transformou num lucrativo e prepotente instrumento de controlo da população mundial, que se evidencia quando a suposta prioridade de 'salvar vidas' é pretexto justificativo conducente à perda de vidas. Esvaziada de CURA e investida em tecnologia e farmacologia, a saga anti-morte da medicina moderna vem prolongando a vida quantitativamente e debilitando-a qualitativamente. Uma abordagem ontologicamente redutora que culmina na transferência do final da vida para lares de terceira idade, onde as pessoas são separadas dos seus referenciais identitários em variados graus de negligência e/ou abuso, de acordo com o grau de dependência constatada e/ou normalizada pelas regras e conveniências de serviço do próprio lar, incluindo via entorpecentes farmacológicos de prescrição psiquiátrica que deixam as pessoas num estado de semi-vida, finalmente reduzidas a corpos tratados em série, aguardando o seu final. Assim assisti anos atrás ao final do meu pai e testemunhei as carências de vários idosos, num lar tecnicamente bem equipado segundo a legislação mas humanamente deficitário. Uma realidade gritante simultaneamente acentuada e silenciada na actual situação.
Cabe à cons-ciência CURAR a medicina.
Cabe a nós assumir essa Agência.
Estes e muitos outros conteúdos relacionados, oriundos de variadas fontes e nações, não surgiram só agora em consequência da actual situação, estão em estudo, revisão e investigação há décadas, como se pode ver pelas datas e pela actualidade específica da peça de décadas atrás que acrescentei na posição 6 à lista acima (parte I). Digamos antes que a actual situação veio evidenciar agudamente o que vem sendo negado década após década face à cons-ciência médica. Ainda há muita divisão devido às muitas perspectivas angulares que retêm as pessoas de boa vontade em quadrados e círculos fechados sobre si mesmos, convencidas de verdades absolutas que ainda estão apenas fundadas em verdades parciais. Cheguei ao ponto de não conseguir mais reter a minha atenção em ninguém que parta da mesma premissa comum à que é veiculada pela narrativa oficial: (1) afirmar a crença por oposição à descrença da existência de um agente viral, (2) transmissível por contágio entre indivíduos, e (3) causador de uma nova doença. Se já vimos que a VERDADE não é alterável por perspectivas parciais, muito menos o é por crenças. Percepção da realidade não é a realidade. Definir realidade a partir da percepção de cada um é obliterar a VERDADE da realidade. Se as divisões ainda se situam nesse nível básico de crenças adoptadas e perpetuadas e a maioria ainda parte desse patamar para se pronunciar, então nem a Agência está a ser assumida nem a cons-ciência está a ser contactada. Porque quem a contacta, p.ex. via antiga-nova medicina, dentro de Si, não pode evitar ter a sua visão do mundo irreversivelmente actualizada pelo reconhecimento da sua matriz orgânica original. Que cada um se permita abandonar as crenças que sustêm a inverdade justificada por verdade parcial. A armadilha da parcialidade é a maior retenção neste momento no planeta inteiro, como venho apontando desde antes da actual situação. Aqueles que não ficarem retidos a meio caminho e se permitirem fazer contacto com a VERDADE CENTRAL . . .
esses são os únicos que podem ampliar a coesão que MOVE . . .
esses estão a ser preparadas para operar noutra escala . . .
A Noosfera emanará essa ONDA simultaneamente neutralizadora e activadora.
( ( ( ( ( ( . ) ) ) ) ) )
Na noite de 3 Dezembro vi surgir este novo vídeo que não pude deixar para o dia seguinte. Como sempre, este ser emite uma nota que em todos ressoa na VERDADE CENTRAL de um modo que nos cativa para dentro dessa sua área de conhecimento, que ele expande à vida como um todo nas valências que alcança, enriquecidas de experiência, testemunho, sabedoria, valores que honro e expresso na minha transmissão e partilha. Desta vez, por algum motivo que escapou ao meu consciente, imprimiu algo em mim que atravessou a minha noite onírica, da qual nada restou senão uma palavra que permaneceu até ao meu despertar matinal: Mitocôndria. Quando isto acontece, a primeira coisa que faço de manhã é pesquisar. Depois senti necessidade de voltar a ouvir tudo. Recomendo a pesquisa que hiperliguei, ou outra encontrada, seguida de escuta atenta. Quanto mais negada e combatida é a Biologia mais ela revela a sua MetaFísica . . .
Na manhã de 11 de Dezembro, deparei-me com este outro vídeo, de 17 meses atrás (a conversa em si inicia em 13:13 e termina em 1:51:00). Mal vi o título, soube que foi trazido por sincronia. Alguém precisa muito de ouvir isto, para transcender a sua história e respectiva identidade-personagem nela gerada, que perpetua as crenças que espera sempre ver confirmadas para se sentir sustido na sua retro-auto-avaliação face a uma condição marcante no seu passado que prevaleceu ao longo de anos. REobserva-te sob esta lente, até ficar clara a distinção entre padrão psíquico herdado e/ou adoptado e traço IDentitário anímico inerente à tua Tarefa planetária. Virar essa lente para dentro é decididamente o foco do momento. Demasiadas pessoas estão identificadas ao seu eu-personagem preferido, seja este luminoso ou sombrio, receosas de consultar
o Espelho anímico que lhes revela a sua real IDentidade e Tarefa.
Isto faz parte da auto-responsabilização.
"When the pain of your current situation exceeds the fear of the unknown,
that's when you change". "Pain can be a great teacher. Become comfortable with
being uncomfortable" . . . but only if that means entering the chrysalis - I say.
Compaixão e empatia fora do lugar são outra armadilha de retenção.
Quem não sente isto, não compreende certos posicionamentos meus
de não-confirmação de padrões no outro, e reage como se fossem julgamentos.
A história da águia e do peixe (após a comunhão sardinha) é uma bela simbologia.
No sentido estrito, essa dinâmica alimentar inter-espécies pertence ao reino animal. O reino humano estabelece essa dinâmica com o reino vegetal, assim como muitas espécies animais. A predação não fará parte da evolução do reino animal no ciclo seguinte. Para isso contribui a nossa orientação para o reino vegetal, como parte da nossa matriz orgânica original. Saúde não é meta evolutiva, é consequência natural na sinergia pós-metamórfica em curso. Tu dás o passo, e a Natureza inicia o processo biológico previsto para esse passo. Ficar à espera do ciclo seguinte para iniciar-se no ciclo seguinte retarda todo o processo planetário. A situação actual reflecte esse atraso ao mesmo tempo que solicita passos I.M.possible.
E em 12.12.2020, surgiu ainda um outro vídeo, onde ele nos dá um sensível background que ilustra o processo em curso na definição da IDentidade central acima dos papéis, que por sua vez redefine esses papéis dentro de uma nova dinâmica de responsabilidade nas relações.
Perante o que adiantei no parágrafo acima, aqui foi também sincrónica a referência dele à vertente 'doutrinária-dogmática' atribuída à alimentação vegan na América, onde se chegou ao ponto de criar o conceito "plant-based" para a desvincular dessa vertente, mais uma evidência da intensa polarização vivida na nação, dentro da sua propensão para gerar continuamente um novo arqui-inimigo, pela inflação distorciva do arquétipo Guerreiro. Essas divisões situam-se no nível experimental, de onde surge desde uma indústria de equiparação da dieta convencional a uma versão vegan, a pessoas a dizerem que 'deixaram de ser vegan após um período de tempo'. O nível experimental ainda é pré-metamorfose. O passo que descrevo acima é uma transmutação irreversível como parte da estabilização antecipada do próximo ciclo terrestre.
No contexto da situação actual, a partir do minuto 45:00, sobressaiu uma parte
pela ponte que faz com a anotação mais acima neste mesmo tópico - destacada ao fundo:
"V i r u s e s are not the result of soil-to-hand-to-mouth contact. V i r u s e s are the result of breathing toxic air pollution that's been tagged with, that tags onto to a
v i r u s. V i r u s carries that air pollution into the bloodstream and causes poisoning. And so all the areas of high mortality with c o v i d happened in the cities where we have very high levels of PM 2.5 carbon particulate in the air that finds the v i r u s and binds cyanide. An so the cyanide in our air pollution is actually probably a far more likely cause of death, because cyanide poisoning actually presents with hypoxia and disseminated coagulation of the vessels exactly how everybody died from c o v i d. The v i r u s itself doesn't cause either those things. The v i r u s itself, actually, for the vast majority of population, is asymptomatic or mildly asymptomatic in its course. And it's not until you put that v i r u s in a very toxic air polluted environment that it starts to manifest some sort of disease process thereafter, it's not the v i r u s' fault. The v i r u s is a natural adaptation mechanism. The v i r u s is not even a living organism, it's not part of the microbiome, as we tend to lump it into the microbiome.
V i r u s e s are the communication network of the microbiome and non micro multicellular organisms of the mammals and humans. We produce these things, the bacteria produce about half of them, we call them bacteria fog when they're
v i r u s e s that work with bacteria and then we call them v i r u s e s when they're with multicellular organisms like ourselves. Life produces the v i r o m e as a communication adaptation network. And then we go, in our warlike mentality, damn the v i r u s e s [as] if it's our problem, and we spray herbicides and all this crap into the air in the cities now to try to sterilise the air. And we're turning the whole world into an ICU (= Intensive Care Unit), where we know we have the highest mortality from infection in the whole world, by its sterilisation!"
Certa vez li num comentário alguém sugerir este Ser para presidente da nação. No podcast de 11 Dez. é como se ele desse a resposta, percebendo-se porque as pessoas continuam a projectar e transferir para o outro a auto-liderança que precisam de assumir. Como a necessidade que o povo norte-americano sente de ter um líder forte e carismático e salvador da América e do mundo. Necessidade legítima enquanto a organização civilizacional se fizer nesses moldes. E enquanto assim for, é válido deixar aberta esta sugestão, que nesse caso re-significa a polivalência dele e toda a sua progressão e motivação de vida como constituintes de uma IDentidade que claramente Espelha uma linhagem de Serviço, porventura no papel do líder-Curador-terrestre que a nação tem a manifestar e ele tem a assumir, deixando para trás o velho e grandioso modelo de liderança que vem deixando a casa-nação americana e a casa planetária num caos, começando por recuperar o Solo na Casa, dentro e fora. Daí, trazer essa sugestão de volta a Si ilustra bem uma visão do mundo actualizada nesta abrangência Micro face ao . . .
Macro ::
"Hoje em dia vivemos num sistema de tanta propaganda e de tamanha manipulação,
que penso que o país está a viver uma alucinação colectiva."
mundo alucinação colectiva
MUNDO ALUCINAÇÃO COLECTIVA
Não sendo em nada o meu género pensar em termos políticos e históricos . . . para chegar ao ponto de dar comigo a evocar este data política e histórica portuguesa como uma re-invocação necessária para REver detentores de poderes neste país, como espelho do mundo para o mundo, e ver essa evocação ser correspondida pela Lei da Sincronia ao pesquisar por um artista português de arte urbana, não o encontrar, e em vez disso ir parar a um site onde se encontra um vídeo (link na imagem), aqui e agora tornado transtemporal . . . deve ser porque os poderes locais estão a ser absorvidos por poderes globais para dentro de um regime totalitário de dimensões COLECTIVAMENTE ALUCINANTES, em linha com a minha percepção de hipnose colectiva sentida desde o início da história actual.
Nessa linha, evocar esse recurso é o que ocorre ao constatar-se o vazio de poder em governantes e governados que faz uma nação de cidadãos soberanos obedecer cegamente a directrizes externas veiculadas por entidades e pessoas sem titularidade representativa sobre nós. Nenhum de nós, em lucidez, autoriza e autorizou tal tomada de poder, só mesmo por hipnose alucinatória colada à normose viral, que transformou a saúde num pretexto para exercer controlo político abusivo, abuso injustificado em qualquer circunstância como princípio inalienável, e circunstancialmente infundado face à Verdade inerente à vida orgânica planetária.
Nunca se trata de obedecer ou desobedecer a alguém,
trata-se de posicionar-se e agir em alinhamento à VERDADE CENTRAL.
Deste alinhamento, emerge a necessidade de se afirmar na 1ª pessoa:
Eu não autorizei. Eu não autorizo. Eu não preciso de pedir autorização/permissão a nenhuma entidade internacional, nacional, local, individual para exercer a minha soberania que é um direito natural de nascença de todo o ser humano, que não é dado por ninguém a não ser pela própria Criação, e portanto não pode ser tirado por ninguém a não ser pela própria Criação:
direito incondicional de respirar sem obstrução facial; direito incondicional de circular sem restrição legal no espaço planetário, quer natural quer denominado público, respeitando os espaços proprietários privados; direito incondicional de decisão sobre o meu corpo e saúde integral; direito incondicional a uma existência orgânica-psíquica-anímica como habitante natural do planeta Terra.
Aos direitos naturais acrescem os direitos e deveres acordados entre indivíduos no âmbito de colectivos humanos soberanamente constituídos.
Esta é a dimensão Micro-Macro-Cósmica a REter na consciência humana,
como Espelho da Consciência Universal.
Dela emana a Autoridade de Ser.
Uma afirmação que não visa impor-se nem opor-se a ninguém,
mas unir todos na Consciência de Si.
Sentir-se fora desta Autoridade de Ser é estar fora de Si.
Cada nação está a ser chamada a Si, à sua génese original, à sua acção soberana.
Portugal tem uma palavra a dizer e uma missão universal a cumprir que não se enquadra no colectivismo que pretende instalar-se como ordem mundial. Governantes que não corporificam esta Alma-Nação no seu Desígnio e não asseguram a soberania reconquistada pelo e para o seu povo, limitando-se a repercutir orientações globais sem assumir a Agência de as questionar e investigar na profundidade que a cons-ciência solicita e proporciona, desonram e desmerecem o cargo de nossos representantes. Quem está em Si não se sente representado por tal falta de compromisso com a Verdade, e, como cidadão nacional, tem o direito e o dever soberanos de o fazer notar e de rejeitar decisões decorrentes dessa falta, orientadas por organizações externas que não têm autoridade para as impor a nós.
Este apelo interno à nação vem-se intensificando na minha captação.
Em Julho soou no despertar matinal a música que depois identifiquei
na canção Amor a Portugal, conforme partilhei no 10.
Por volta de Outubro soou noutro despertar matinal uma linha de outra canção:
". . . a liberdade v a i passar por aqui . . ."
E agora essa sincronia acima. Estes não são referenciais meus.
Estes devem estar a vir do colectivo, do lado desperto do colectivo português.
Do lado da alucinação colectiva, enquanto o actual modelo civilizacional prevalecer
no mundo, a ameaça de adesão/imposição ao colectivismo totalitário tem esta raiz:
Eis uma figura feminina natural dessa nação e emigrada para a América, que relata com clareza testemunhal e profissional como essa influência se traduz e se infiltra
na cultura ocidental pela via 'versão top':
Perante isso, na nação PT, sentes-te representado/a nisto?
Não deverá ser preciso ter a América como modelo e termo comparativo
para responder.
Apenas quatro dias depois da publicação inicial desta mensagem em 5 Nov., recebi nova carta não endereçada da ANACOM, como sei que muitos também receberam noutras regiões, novamente anunciando datas de ressintonia dos emissores de Televisão Digital Terrestre (TDT) "para possibilitar a introdução do 5G, com relevância para o desenvolvimento do país e para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos." Pergunto: quem definiu essa "qualidade de vida" por todos nós? E novamente se verificou uma coincidência de datas, entre os dias agendados para essas ressintonias entre 16 Nov. e 7 Dez. (na minha carta, para a Área Metropolitana de Lisboa) e o anúncio de recolhimento obrigatório durante fins de semana seguidos desde 14-15 Nov. a 5-6-7-8 Dez. (incluindo o feriado de 8) . . . entretanto prolongado . . . Sendo do conhecimento público que o 5G está em instalação e em testes, embora não seja divulgado exactamente em que locais, dias, horas . . .
Continuo a achar curioso não ouvir ninguém comentar sobre isto. Numa conversa em final de Novembro que foi parar a esta tecnologia, recebi este vídeo como resposta de negação ao meu alerta. Eis uma ilustração do que é fundamentar-se numa verdade parcial entendida como total, mesmo do ponto de vista da engenharia, que é o único foco desta exposição - mecanismo dissociado de organismo. Por minha conta, estou atenta a outras coincidências não divulgadas mas que me são relatadas em conversas comuns sem que eu faça quaisquer perguntas, como sejam certos fenómenos de impacto físico em mais de uma pessoa na mesma região e período, registados somente desde o final de 2019, e certos sintomas, alguns dos quais tidos como virais, que na minha observação e tradução são resposta orgânica a exposições nocivas que accionam o sistema de auto-reparação. Tendo presente o facto de que todo o organismo reage a toda a toxicidade, química e eléctrica, que no ambiente terrestre actual a radiação é uma poluição constante, e que a combinação desses factores, acentuada pela chegada do 5G, é causa acrescida de perturbações e seus sintomas, sugiro:
1: Fica atento/a, em ti e noutros, a impactos nos ouvidos, médio e interno, ao ponto de deslocação dos cristais produzindo tonturas do tipo labirintite; perdas de peso aparentemente injustificadas, sem relação a alterações na alimentação; súbito escorrimento do nariz sem relação a frio, resfriado ou estado gripal, e, súbito fechamento/secura da garganta provocando tosse seca como reacção normal à inalação de vapores tóxicos (como os de produtos de limpeza e outros químicos), em todas essas ocorrências reparando onde e quando ocorrem, dia ou noite, acordado ou a dormir; repara em novas 'instalações eléctricas' no teu ambiente, dentro e fora de casa (ex. contadores inteligentes de electricidade e antenas) e alterações orgânicas surgidas após as mesmas. Desconstrói a noção de causa viral e observa segundo esta óptica que descrevi. Vai tirando as tuas conclusões a par com outros.
2: Re-conhece isto e pratica isto com natural regularidade: Earthing. Faço notar que este movimento não surgiu agora e esse documentário já tem mais de 1 ano, mas isto foi trazido de novo à minha atenção em 13 Novembro 2020 após um outro vídeo de documentação pessoal dos benefícios dessa prática nessa pessoa e na sua comunidade no Alaska, com recuperações fenomenais em semanas de estados crónicos que duraram décadas, e a sincronia foi ao ponto de incluir 1 caso de lesão idêntica à minha, nos dois ombros (!), 100% recuperada. Não é à toa que estou a sugerir isto a par da sugestão anterior e contexto acima. Vamos precisar desta medicina orgânica mais do que nunca. Tenho-me lembrado que também não deve ter sido por acaso que em 2019 visitei a praia nas manhãs de todas as terças-feiras do ano desde o dia 1 Janeiro, de pés descalços na areia e na água, sem saber que se seguiria um ano como tem sido 2020.
Desde 11.11.2020 tem sido aqui, neste dia após sol poente:
Do NOT fear the dirt of the Earth

Da antípoda obscura oposta à medicina orgânica surgem notícias recentes que reforçam o que é sabido e alertado pelos Agentes há meses - em inúmeras peças, como esta, que partilhei off website em meio de Setembro numa versão legendada logo depois removida, e esta, vista no mesmo prolongamento mas não partilhada - notícias que devem bastar para concluir que a situação actual tem nada a ver com um agente viral e tem tudo a ver com uma agência investida no tecno-controlo da população mundial a qualquer custo. É irrelevante quantos países, quantos fabricantes, quantas marcas, quantas versões, a orientação de base é uma e a mesma. Não visa sequer ser uma solução, nem nunca poderia ou poderá sê-lo. Entre outras coisas, é uma rentável ilusão. Será preciso ouvir com atenção para apreender a mecânica obscura, à qual nem consigo chamar medicina, aqui explicada em pormenor por alguém que aponta a lente microscópica à própria informação oficialmente divulgada pelas tais entidades em quem o mundo sob alucinação colectiva confia cegamente e de quem espera a solução salvadora à qual já se habituou como parte da normose inoculada:
- encontrei a peça sugerida no vídeo acima nos comentários:
Reparando na imagem intro desta segunda peça-vídeo,
e sem conhecer este autor e o conteúdo do livro nela ilustrado,
logo se evocaram imagens que encontrei e guardei uns anos atrás.
O Acima no Abaixo é o antídoto I.M.possible Future:
Do NOT fear the lower . . .
. . . nor the higher Nature in You

Allow the Humming Kiss of Life
Casamento ::
"Há tipo um proverbiozinho,
da noiva, quando se casa,
que deve ter . . ."
Na mesma sequência sync que se deu a partir deste artista participante do mural no início deste tópico, vi este vídeo, de onde capturei e editei esta síntese que ressoou na oitava I.M.possible Future . . .
No Casamento
entre o Céu e a Terra
entre o Acima e o Abaixo
entre o Dentro e o Fora
entre a Alma e a Forma
entre o Espírito e a Alma
a dupla Aliança é Uma
no Eterno

corporificado Aqui
§
Fotografia auto-retrato por Noell S. Öszvald
I.M.
m.
Notas:
Conforme anotado na parte I, à semelhança do que ocorreu com a primeira mensagem desta sequência, ao tentar corrigir alguns erros gráficos nesta mensagem, surgiu o mesmo problema técnico no editor Wix que me impediu de a salvar e republicar e me forçou a dividi-la em duas partes. Tendo aproveitado para a rever e verificar as hiperligações, mantive aquelas que pude recuperar sob novos links. Partes I e II têm o mesmo título, a mesma data e a mesma imagem-capa. I.M.possible Future :: From viral normosis to Viral Metamorphosis (I)
Esta mensagem (partes I e II) foi composta em segmentos publicados ao longo de um período após a sua publicação inicial em Novembro. O fio prossegue nas mensagens I.M.possible Future seguintes, reunidas na categoria em baixo à direita.





















