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IMpossible Planet Earth :: ReConnecting

  • Foto do escritor: maria-tudo
    maria-tudo
  • 9 de dez. de 2018
  • 46 min de leitura

Atualizado: 25 de abr. de 2025


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Neste dia 9 Dezembro, data em que este WebSite completa quatro anos após sua divulgação, esta mensagem surge como um desdobramento convergindo a partir das duas anteriores:

IMpossible S*He Wo*Man IMpossible Back*X*Stage

A primeira, publicada em 9 Dezembro 2017, teve os seus próprios desdobramentos acrescidos no corpo da mesma, ao longo dos meses que se seguiram até meados do Verão, três dos quais publicados e alguns outros que acabei por reservar. Essa foi uma mensagem muito adiada já desde 2017 e bastante difícil-dolorosa de expor, quer pelas profundezas trazidas à superfície quer pelo muito que ficou por dizer. Por tudo o que a moveu e continuou a mover, acima-abaixo dentro-fora, seus desdobramentos publicados e não publicados, pude perceber que ela não teria fim . . .

A segunda, publicada em 9 Novembro 2018, impulsionada desde Maio pelo multi-insight a partir do áudio sobre o processo criativo da peça XENOS, tinha a sua própria condução e coesão aparentemente distinta da precedente, mas em essência estiveram sempre entrelaçadas pelo que está subjacente a ambas, no plano das causas-consequências pela sua supressão e no plano das soluções pelo seu restauro:

o Princípio Feminino na Origem de toda a Criação.

Ainda assim, foi surpreendente chegar ao final desta mensagem

e perceber como esse final a ligava ao final da mensagem anterior.

Essa ligação final descongestionou a minha sensação de incompletude face à primeira e desbloqueou o fluxo na direcção seguinte. Tendo 2018 sido um ano em que senti acentuarem-se as dores da Terra no meu Corpo e Alma-Coração, em consequência de acções humanas alheias a Ela que se evidenciaram no âmbito do meu espaço próximo e periférico, não me admirei que a minha Atenção venha sendo simultaneamente concentrada e amplificada, entre Micro e Macro, e que me sinta movida a solicitar a mesma Atenção em todos. Porque não adianta remendar as pontas soltas de toda a incomunicação, desconexão, separação em que a humanidade se deixou chegar.

O Caminho de Retorno à Essência é Total e N*OVO.

As três imagens são captações de ecrã do vídeo XENOS / Creative Process Documentary incluído na mensagem IMpossible anterior

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Em 24 Novembro vi iniciar-se um fluxo de visualizações online que culminaram hoje num riquíssimo filme-documentário que é síntese para todo o conjunto. É tentador pular todos os outros e partilhar apenas esse, mas o valioso conteúdo de cada um assume acrescida relevância na própria sequência reveladora em que os vi.

À medida que progrediu até hoje, fui sentindo confirmar-se o imperativo de partilhar este conjunto como:

The Back-to-Basics that Sync Us on the Common Ground called Planet Earth

Tudo começou na banda sonora, com imagens mas sem palavras, deste documentário HUMAN (2015), realizado por Yann Arthus-Bertrand, de que todos devemos ter ouvido falar em alguma medida conforme foi sendo divulgado e disponibilizado livremente, e de que eu só tinha visto excertos. Este vídeo vi-o em inícios deste ano, e revi-o nessa data.

Em seguida, passei todo esse fim de semana de 24-25 e 26 Novembro a visualizar o conteúdo integral do respectivo canal. Foi assim a primeira vez que vi este filme nas suas partes constituintes e por inteiro. Eis a lista de reprodução que o apresenta integralmente no formato disponibilizado online. Noutras listas encontram-se vídeos das muitas entrevistas realizadas, algumas integradas nesta versão online outras não.

A seguir, senti que se impunha rever o anterior filme-documentário do mesmo realizador, HOME (2009), que teve na sua altura uma impactante estreia internacional via TVs nacionais.

"Tout ce que tu vois n'est pas seulement un paysage,

c'est le visage aimé de notre Terre."

- in trailer francês

Acima, a versão EN com legendas PT (activar em definições) | Versão EN no canal oficial do filme

| Versão narrada em PT (mas a voz masculina não tem o mesmo feeling).

Por associação, vi surgir um outro filme-documentário na mesma singular e característica linha de realização por Yann, e cuja existência desconhecia, PLANET OCEAN (2012). Ao ver os primeiros 4:45 minutos, que são também o conteúdo do trailer, senti enfatizar-se a pertinência deste filme em particular, em ligação ao conjunto publicado no 10 em 19 Nov.


"The Planet is ours. And now, where are we going?"


"where are we going?"

Também por associação, segui a sugestão de um outro filme-documentário, este realizado por Ai Weiwei, HUMAN FLOW (2017), inteiramente dedicado à migração humana. Encontrei-o e vi-o aqui, mas previno que a ligação não é segura.

Após esta sequência, vi vários vídeos de entrevistas a Yann sobre os seus filmes no contexto da sua vida, alguns no seu próprio canal YouTube. Neste, vi destacar-se esta história, pelo seu título MAMAN MARIE THERESE : RETOUR A L'ESSENTIEL. Aqui descobri uma coisa: Yann faz-me lembrar Charlie Chaplin.

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Como sempre acontece, estes contextos tendem a evocar por dentro este filme: INSTINCT (1999). Foi-me apresentado pela minha psicoterapeuta

(na época em que fiz a já mencionada psicoterapia em 2000, no Brasil),

que propôs uma sessão em grupo no espaço dela para se ver e debater o filme.

Ficou para sempre uma referência sem igual,

para mim concentrada numa palavra-chave:

"Takers"

"We have only one thing to give up: our dominion.

We don't own the world. We're not Kings yet, not Gods.

Can we give that up? Too precious all that control? Too tempting being a god?"

Hostile? or Game Changer-Liberator?

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Continuando a seguir o rasto de associações, algo me levou a abrir um site onde vi anunciado o episódio seguinte de um programa na TV francesa, cujo conteúdo em imagem e título me saltou à vista: KOGIS. Foi multi-surpresa, quer pela sua actualidade num referencial televisivo de maior exposição que não condizia com o meu referencial reservado do povo Kogi, quer pela precisão sincrónica de data. Não tendo como assistir à TV francesa, pesquisei o que havia desse programa no YouTube, e tendo lá encontrado episódios anteriores, ficou a esperança de que este também lá fosse publicado. Ainda na data anunciada pesquisei várias vezes por ele, depois esperei um dia sem pesquisar, e no dia seguinte lá estava ele, publicado precisamente no dia anterior, 5 Dezembro. O que descrevi está reflectido neste recorte de Histórico do meu navegador Chrome, dimensionando a significância deste elemento se cruzar neste fluxo de visualizações.

Para se compreender a significância e a surpresa, é preciso visitar um passado.

A primeira referência que tive sobre os Kogi foi em 2008, através de um breve texto numa folha de papel colocada sobre várias das cadeiras de um auditório em Lisboa onde iria ocorrer uma conferência de teor espiritual mais abrangente à qual fui assistir.

A Sintonia foi imediata. Senti-me então impelida a saber mais sobre eles.

A pesquisa online culminou num filme-documentário datado de 1990, sobre uma excepcional visita a este povo em 1988, uma vez que o próprio povo não é receptivo a tais visitas, excepto por autorização expressamente motivada por uma razão Universal. Desse facto conhecido derivou a minha surpresa perante esta visita tão recente, e numa abordagem que parecia não condizer com a Reverência Silenciosa que esse primeiro filme tinha imprimido em mim, na sua fiel e reservada retratação da riqueza vivencial e simbólica inerente à Significância Matricial do povo Kogi.

A mesma reserva se reflectiu na minha raríssima partilha desse documentário na altura.

De volta ao presente e ao actual documentário, senti grande relutância em aderir aos primeiros dez minutos (tentada a desligar o som), mas ouvir tudo o que era dito fazia parte de compreender o actual contexto. Talvez fosse de esperar que pelo menos reconhecesse de imediato o famoso convidado do apresentador, mas não só não o conhecia como só mais à frente pude perceber a singular particularidade e significância de tal convidado nessa rara visita, intensificada pelo facto de a mesma ter sido também a última viagem-episódio para o apresentador Frédéric, após uma década de programa - uma culminância que só a Vida Interna pode ter orquestrado, e me comoveu nessa secreta comunhão. A vibração (e a banda sonora) muda após o compasso de espera que se impôs aos 'irmãos mais novos' Frédéric e Thomas, em preparação para a chegada dos seus anfitriões 'irmãos mais velhos' Felix, Santos, António. O que ficar por compreender neste documentário, poderá ser compreendido nas peças que se seguem a ele, mas aqui . . .

. . . as pontas soltas começam a ligar-se,

uma Nova Ponte é construída no Encontro entre

um grande-Pequeno Astronauta e um pequeno-Grande Kogi

Nota: o vídeo deste episódio, e o de Retour de terre inconnue,

deixaram de estar disponíveis, foram tornados privados.

Nesta imagem hiperliguei uma alternativa.

"Je crois qu'on est à la même voix, sur le même chemin. On cherche finalement tous la même chose: proteger la Terre Mère. Ce soir on peut dire qu'on a fait un pacte. On scelle un contrat avec la Nature. C'est un contrat entre vous, les petits frères, et nous, les grand frères de la Sierra. Les indigènes ne peuvent pas et ne doivent pas être les seuls responsables de la protection de la planète. Tout le monde doit s'y mettre. Vous pouvez transmettre ce message au reste du monde. Si on aide la Terre, alors la Terre nous le rendra et nous aidera aussi."

- Mama para Thomas, a síntese na grande reunião com todos

"Les kogis n'ont pas le droit d'entrer dans la mer.

On considère l'océan comme notre Mère.

Donc on ne se baigne pas dedans."

- Santos para Thomas, na praia

"On est frères maintenant."

- Felix para Thomas, na despedida

"Je voulais vous dire que vous n'êtes pas tous seuls dans cette lute que vous menez, il y a de plus en plus de gens, chez nous, en France, dans le monde, qui s'interèsse aux questions de protection de l'environement, et qui mènent cette lutte à leur manière, avec d'autres armes, mais qui a le même but au final. Vous n'êtes pas tous seuls."

- Thomas para o Mama Shibulata que vive no litoral, na despedida

"Nicolasa, quand je te regarde, tu sais, tu me fais penser à ma maman à moi et à toutes les mamans du monde. Moi je trouve que tu as une force et un courage incroyables, mais je ne sais même pas si tu t'en rends compte en faite. En tout cas, tu sais, bien que je sois plus grand que toi, moi, devant toi, je me sens tout petit."

- Thomas para a mãe de Felix, Santos, António, na despedida

Tendo testemunhado esta visita, foi justificado ver o vídeo sugerido no final,

Retour de terre inconnue, que acrescenta dados de bastidores contextuais.

Mas plenamente justificada foi a série de vídeos que vi a seguir, como que numa time-line paralela, uma vez que se impôs saber mais sobre o mais jovem e mais social Astronauta da actualidade, ao serviço da Agência Espacial Europeia (ESA). Deixando essa exploração por conta de cada um, eis as Pontes Semelhança-Contraste que proporcionam outra escala aos conteúdos anteriores e seguintes.

Pequeno ele se sentiu também perante as imagens da Terra,

avistadas e fotografadas por ele a partir da Estação Espacial Internacional (ISS),

onde permaneceu em missão, Soyuz MS-03 e ProXima, entre 17.11.2016 e 02.06.2017.

(sugiro visualização em ecrã inteiro)

En plus, de cima para baixo, de dentro para fora, "on ne tombe pas" . . .

Reencontrando os Kogi nessa Descida, avançamos na sequência de visualizações recuando 30 anos, altura da visita em 1988 que originou o mencionado primeiro filme-documentário realizado pela BBC, em que Alan Ereira deu testemunho pessoal da mensagem vivencial e verbal deste povo, trazida ao público no início da década de 1990.

Da minha parte, 10 anos depois de o visualizar pela primeira vez, tendo-o revisto algumas outras e de novo agora, tomando a tão actual e tão sincrónica visita da TV francesa como um Sinal, sinto-me também eu movida a trazê-lo aqui por razão Universal.

From the Heart of the World

The Elder Brothers' Warning

- Kogi Message to Humanity

Aqui uma transcrição completa em inglês do conteúdo verbal deste filme-documentário.

( permite a pausa silêncio de interiorização que o filme INvoca )

Tendo lido integralmente o lúcido conteúdo da descrição deste vídeo, a minha atenção foi chamada para um outro filme-documentário, filmado em 2011 e lançado em 2012, desta vez resultante de um convite dos Kogi a Alan Ereira, nessa altura já aposentado da BBC, para uma nova transmissão. Creio que já tinha antes pesquisado online por este filme sem o encontrar, mas tendo-o encontrado agora, justamente publicado este ano num canal YouTube dedicado aos Kogi, é um reforço do Sinal.

Visto pela primeira vez no próprio dia da publicação desta mensagem, 9 Dezembro, este é o filme-documentário em que culminou a sequência de visualizações que vim aqui partilhar. Ele une literal e simbolicamente as pontas do início ao fim, num Fio Condutor que aqui revela e confirma a ordem em que cada peça se apresentou. Tendo em conta que desconhecia a condução desde documentário e nada levava a antecipar que se alinhasse em tal precisão com este flow, devo dizer que tudo o que Mama Shibulata - o mesmo a quem Thomas disse "Vous n'êtes pas tous seuls" em 2018, sete anos depois de Alan em 2011 - exprime e demonstra desde o início e desenvolve com os outros ao longo do percurso, deixando Alan numa perplexa incompreensão, Ressoa em todo o meu Ser como Saber Interno não adquirido. Desenvolverei depois.

É Minha INvocação que assim Ressoe em Todos.

"We want to show the Black Line,

using the Gold Thread."

Versão legendada em espanhol | Versão dobrada em espanhol | Transcrição completa em inglês.

"It all seems so obvious to them.

Places are linked by a Black thread of invisible thought.

Gold is linked to Aluna, it never decays.

But what's that to us?"

- Alan Ereira

- "that" Is All, to Me.

::

Embora a mensagem aqui contida seja auto-evidente,

segue-se o desdobramento síntese neste fluxo IMpossible,

sintonizando-nos na mesma Direcção Central apontada pelos Kogi.

::

. . . I n t e r l ú d i o . . .

Antes da composição da mensagem IMpossible Back*X*Stage, esse recorte plus

tinha-se destacado do conjunto de recortes espalhados sobre as cartolinas A3 sobrepostas no chão. Percebi uma ligação com o tal áudio de Akram Khan, pois essa foi a palavra que me tinha ficado em eco desde a primeira audição em Maio 2018, mas ainda não sabia que ela iria ser tão central nessa mensagem, e para além desta.

Um tempo depois apareceu o recorte rendez-vous. Em si mesmo sugestivo mas sem uma associação específica que me movesse ou trouxesse algo a mim, andou meses sobre a mesa, dando-me leituras várias, consoante os objectos que se juntavam perto dele.

Mais à frente, a minha atenção caiu no recorte Offerings to the Earth trazendo-o para a mesa com um instinto de protecção. Faço notar que todos os recortes foram feitos por mim, portanto todos me dizem algo, uns mais directamente outros em potencial composição. Ficaram então os três ali alinhados nessa ordem.

Um mês após a publicação inicial da presente mensagem, e estando ela a aguardar continuação, ao aproximar-se a data 9 Janeiro 2019 deu-se um múltiplo fenómeno 9:

No dia 8, em retorno de visita matinal ao mar, ao passar pelo mercado para comprar alguns alimentos, veio colada a um fruto essa etiqueta com Nº: 9, e logo em seguida, ao pagar, o total foi 9,09€. Regressei a casa com um forte sentido de reforço e ímpeto de me sentar a escrever concentradamente nessa tarde. Mas algo imprevisto ocorreu. Em casa, ao ligar o pc, o monitor não ligou, apesar de já ter funcionado nesse dia. Fiel ao ímpeto, emergiu de imediato uma determinação de resolver o problema sem adiamentos. Em consulta ao meu técnico IT, recebi a indicação da loja de reparação de monitores em São Pedro. Assim pude levá-lo lá a pé, e pedi diagnóstico urgente. A resposta veio: danos graves na motherboard, sem reparação possível por falta dessa peça fundamental para substituição. O monitor, com perto de 12 anos de idade, já vinha apresentando falhas há algum tempo, mas não podia supor que seria o seu fim. Ponderadas as alternativas, a mais sensata e viável era comprar um monitor em segunda mão, que foi fácil de encontrar numa plataforma online, e a preço conveniente, mas muito abaixo do seu custo real, ferindo o meu sentido de valor, só suavizado pela escolha cuidadosa da marca da minha eleição. Marca que respeita valores e que me entrou em casa em 2007 via notebook pc oferecido sem a minha escolha, ao qual dei o username MARIA TUDO quando o iniciei, sem saber que tal nome, inusitadamente surgido mas convicto, viria a iniciar-me cinco anos depois neste projecto para o qual não me surgiu outro nome senão esse, como se já fosse o seu destino inicial. Tendo em conta que o actual computador do fantasma escritor que me veio parar às mãos em 2017 também é da mesma marca, sem a minha escolha, confirma-se que não há acASUS. Compra do monitor concluída no dia 10, problema resolvido em dois dias. Mas o ímpeto foi interrompido . . . Pragmatismo não é tudo . . .

Entretanto, como tinha colado o Nº: 9 junto ao conjunto dos três recortes, um dia deu-se então o insight sobre essa sequência de recortes, em associação aos elementos destas duas últimas mensagens IMpossible: - ao plus seguiu-se afinal um inesperado

rendez-vous en terre inconnue, mas Conhecida, acompanhado de todas as Offerings to the Earth aqui reunidas. Perante tal sensível confirmação, o reforço reacendeu-se, mas o ímpeto ainda não . . . Ficou a interrogação sobre o corte entre o fenómeno-sinal 9 e a perda do monitor, ambos naquele mesmo dia 8 . . .

Finalmente, decorridos 9 dias de 'novo monitor', no dia 19, num olhar súbito para o conjunto, encontrei essa impactante sobreposição que captei na foto acima,

chamando-me a continuar.

Mas parecia que ainda faltava algo. Assim, decorridos mais uns dias, após a última adição ao Círculo 10, em 25 Janeiro, um outro olhar para esse conjunto de recortes e etiqueta trouxe um outro insight: Círculo 9, Fruto da Vida! Aquela etiqueta não veio colada em qualquer lugar, veio num fruto. E aqui me comovi profundamente. Por mim, por nós, por esta Terra amada, que mesmo ferida, não pode não dar-nos os seus Frutos. E volto a comover-me agora, ao escrever neste início de madrugada do dia 8 de Fevereiro, quer por voltar a evocar esse insight, quer por constatar que se passa exactamente o mesmo com esta maria tudo. Após um mês de avanços e recuos, aqui volto a escrever. Porque também eu não posso não dar o que fui feita para dar. E o receber está dentro do dar.

Problemas com máquinas renovam a lembrança da dádiva essencial, imaterial dentro da matéria. E quando o problema atinge a motherboard do monitor, a Grande Mãe alerta-nos de que a sua ferida terrestre é mais real do que todas as imagens que possamos reunir para a ilustrar. As muitas horas diárias que passo em frente ao monitor, mesmo tendo Ela em vista, tenho de as intercalar com Ela in Natura. Ela solicita a minha Presença Total. Sentindo o Seu Corpo no Meu Corpo, compareço.

E aqui, retomo

::

plus

rendez-vous

Offerings to the Earth​

. . . . . . . . .​

​Humans have long been realising that problems can't be solved

from the same level of thinking that created them.

The Time to actually meet Next Level thinking

by connecting the plus dots, has Arrived.

"Now that's a proper introduction."


0

1

Offer Weapon

2

Understand Weapon

3

Use Weapon

Accept Weapon to go Beyond It

Know S*He to Know the Whole

He must always Sustain She

to Protect Weapon and Prevent wars

Ao recolher a citação acima na página que hiperliguei à imagem recorte, senti emergir aquela típica ambivalência face a segmentos de afirmações que, embora exactos no seu contexto, ainda são "em função da caixa", conforme apontei na mensagem IMpossible Tudo :: N*OVO, no tópico de desmontagem da afirmação "pensar fora da caixa".

Tendo ouvido recentemente uma afirmação de que o ápice da transição planetária

incluirá um conflito nuclear, ainda que em reduzida escala:

Emito um sinal de alarme a todos aqueles que afirmam e propagam tais afirmações como previsão, independentemente de onde se baseiem.

Emito um sinal de ressonância a todos aqueles que convertem tais afirmações em catalisador na criação do que Serve a Vida, em Tudo e Todos.

Na Palavra e no Acto que co-criam a Estação seguinte no planeta Terra, cujo Horizonte Comum trazemos no nosso Código Genético Actualizado, Afirmamos:

The best way to predict the future is to create it.

Literally.

To Protect Life until the end,

we activate the Fifth Weapon:

::

Neste início de Março 2019, com o editor do site aberto na página principal do Blog, preparando-me para abrir o editor do próprio Blog para continuar esta mensagem, em algum momento veio-me uma evocação a Drunvalo Melchizedek sem qualquer associação temática. Como estava ainda transitando entre outras coisas e não atendi de imediato, escapou-se da memória, ao ponto de a seguir não conseguir sequer lembrar-me dele. Enquanto tentava lembrar-me, devo ter feito scroll para baixo na página, porque a seguir o meu olhar caiu na coluna lateral da página do Blog, na zona onde se encontra o slideshow automático das mensagens Rewind to Forward, que sendo estático no modo editor, desta vez exibia justamente a mensagem que se vê e hiperliguei na imagem acima. Evocação restaurada. Acrescida do impacto sempre reacendido perante o título que dei a essa minha mensagem de 21 Março 2014. Escrevi então o nome dele no YouTube para ver se aparecia algo recente. O que se encontra de mais recente, publicado neste canal, já tinha visto um tempo atrás, mas não esse vídeo Conversations with Drunvalo Melchizedek filmado e publicada em Dezembro 2018, e em cuja descrição se lê "2019 and the feminine energy rising". À primeira vista, nada de novo. Mas o Fio Condutor que sincroniza estas peças e as ordena nesta sequência não busca apresentar a última novidade ou previsão, que só serviria para alimentar a voracidade dos sentidos externos dissociados dos internos. O que ali é conversado encontra o seu lugar aqui pela via Sintética - Síntese que se dá entre o Coração do cérebro e o Cérebro do coração. Um testemunho disso encontra-se descrito na mensagem IMpossible Tudo, hiperligada nesta imagem do desenho do filho Afonso que ilustrou o tópico :: Brain.

So, do not expect to understand everything

from the lower mind point of view as your validation factor.

Trust the Heart's Knowing that opens the Higher Mind within Unity Consciousness.

Teve e tem também lugar aqui um outro Rewind to Forward relacionado a Drunvalo.

A primeira referência que tive a ele foi em 2010 ao receber um e-mail não solicitado a apresentar o livro da sua autoria com o título e subtítulo Serpente de Luz, O Movimento do Kundalini da Terra e a Ascenção da Luz Feminina, 1949-2013, enviado pela própria editora portuguesa que traduziu o original Serpent of Light, Beyond 2012, publicado em 2008, e o publicou em Portugal em Março 2009. Tendo comprado e lido o livro, senti o seu impacto nos meus corpos a partir da Consciência Interna, numa ressonância que repercutiu transtemporalmente, permitindo-me juntar pedaços de memória, em particular a fixação que me ficou desde a adolescência em relação aos Andes, a par de uma comunhão essencial com povos nativos da Terra que emanam ligação Cósmica. A leitura do livro teve outros desdobramentos convergentes, alguns dos quais incluídos no Círculo 2.

Entre os vídeos mais antigos surgidos na pesquisa Youtube, foi pertinente rever:

The Birth of a New Humanity

"Ahh, i remember you! You're from the stars.

I've been waiting to meet you all my life."

And here's how he came from the stars, again in his own words:

(Vídeo que pareceu vir de encomenda adicional, publicado em Fevereiro 2019)

::

A Humanidade precisa de olhar para si mesma de Cima para baixo,

para se redimensionar na escala da sua Origem e do seu Destino.

O Futuro não é progresso nem retrocesso tecnológico.

Tecnologia é só uma distracção, um ruído auto-imposto, cuja causa se distanciou.

Combater o ruído é aumentar o ruído. Adoptar o ruído é perpetuar o ruído.

Aceitar o ruído . . . é transcender o ruído.

Devolvido à Fonte que é Som, Ela devolve-o . . . em Música . . .

. . . assim descobre e aprende um Solitário Cosmonauta Pioneiro . . .

So the Cosmonaut . . .

. . . ReMembers who S*He Is in Back*X*Stage

upon Listening to the Sound being played as Music

She and He are drawn to True INtimacy

Once they find themSelves in each other

they lose themselves in each Other

Escaping oneSelf ends

Finding One's Destiny begins

.

The Plus Story behind the Sci-Fi stories is One.

No space travelling is needed to INter-Travel.

Another Earth and Another You are found right Here,

once you've faced Your own Inner Mirror.

.

Assim, não é de admirar que povos indígenas guardiões como os Kogi não se impressionem com tecnologia alguma, incluindo a espacial. Mas vêem nela a oportunidade instrumental de ampliar a sua mensagem de aproximação entre o interno e o externo. Na grande reunião nocturna a céu aberto em que Thomas mostrou as fotografias que tirou durante a sua missão na ISS, o Mama manteve a típica serenidade de "Irmão mais velho" a escutar as aventuras do "Irmão mais novo". Por fim, a única coisa que quis saber foi com que olhar Thomas viu a Terra a partir do Espaço. Thomas começou por referir o impacto da beleza do planeta Terra e a seguir descreveu os danos visíveis resultantes da actividade humana excessiva e alheia às consequências. O Mama não precisa de ir lá para Saber, nunca está separado da Matriz Cósmica Original e seu Princípio Feminino na Criação, que por dentro o mantém unido à Visão. Quem precisa de ver a partir do sentido externo da visão é o "Irmão mais novo", é o lado masculino no Ser Humano homem e mulher que ainda não contactou a sua Fonte pela via Interna, ou se dissocia facilmente dEla nos seus trânsitos externos, quando levado pela embriaguez dos sentidos entre as penumbras e as luzes que obscurecem a Visão numa ainda intermédia estação . . . espacial ou terrestre . . .

" W H E N Y O U S E E V I S I O N , Y O U B L I N D I T "

- REDEFINE writer - foto em 7 Dez. 2018, no dia seguinte a ter descoberto quem ele é.

Agora sei porque o meu encontro com esta frase foi já de noite, e qual o seu lugar aqui.

No meu sonho D+ descrito na mensagem IMpossible anterior, também eu não me impressiono perante um foguetão na plataforma de lançamento em plena praia, mas inquieto-me perante o que essa estrutura representa ali. Enquanto a humanidade em geral e a civilização dominante em particular - "takers" - continuar a projectar para fora e a transferir a sua busca interna para a tecnologia externa como meta superior a alcançar, por mais longe que consiga ir, tal conquista ainda será apenas uma extensão do seu domínio territorial, num crescimento tridimensional desmedido, por imaturidade espiritual. Porém, no próprio sonho, tal estrutura está inoperativa. Diria grounded, no duplo sentido da palavra. Ou seja, ninguém sai da Terra enquanto a verdadeira Meta Superior, Interna, não for atendida. E quem diz da Terra, diz de qualquer outro lugar, dentro-fora, tornado ponto de fuga.

Escaping misleads Motion and delays Destiny

Grounding grows the Axis that Reveals It

.

Quando a liberdade externa aprisiona a Libertação interna,

e/ou quando um Destino-Chave manifesta o imperativo de ser revelado,

um carcereiro pode surgir, impondo fronteiras por fora que abrem acessos por dentro.

.

Um tempo atrás, o filho Alexandre referiu a série THE O/\, cuja primeira temporada vi inteira de seguida, e me fez investigar Brit Marling, a actriz nos dois vídeos acima, ao intuir que estava diante de alguém que não era somente actriz, pela forma tão afim com que encarna o seu papel numa série de conteúdo tão complexo e singular. Seguindo o seu rasto e vendo os filmes que co-escreveu, co-produziu, protagonizou, em cúmplice parceria com os seus dois soul-mates co-criadores Mike Cahill e Zal Batmanglij, tive essa confirmação, complementada pelas entrevistas que vi. Em tudo se intui que um Desígnio a moveu a aceitar o desafio deles, sendo puxada para fora de uma convencional e asfixiante carreira profissional, após ter caído num estado de espírito equiparável a uma Experiência de Quase Morte (EQM/NDE), deixando-a sem outra opção senão seguir a ressonante proposta cinemática que seria a sua estreia, e continuando depois a dar rosto a histórias que ela própria veio a sentir o imperativo moral de escrever e que transformaram a sua vida, sem sequer ter uma previsão de carreira nessa indústria, mas movida desde logo a abrir caminhos arriscados que rompem com padrões fixos, normalmente moldados para protagonistas masculinos, também eles estereotipados. A confirmação literal do que intuí deste o início viria a surgir na segunda temporada da série, recém estreada em 22 Março 2019 e que também vi inteira de seguida, mais precisamente no final do 8º e último episódio: - Pessoa, escritora, história, actriz, personagem são 1.

Antecipo que no Horizonte desta actual vaga de criadores está a integração, ao longo de um processo em que representar vai deixando de ser usar uma máscara, e vai passando a ser virar máscara a máscara do avesso até revelar o Ser Único na sua Multidimensionalidade, concêntrica face ao Eixo central vertical.

Enquanto o Eixo vertical não se revela no Horizonte, há quem veja a Multidimensionalidade na perspectiva horizontal, como realidades paralelas físicas, concebendo múltiplas Terra's e múltiplos eu's. Uma concepção válida enquanto metáfora dos múltiplos campos de possibilidades numa existência em livre-arbítrio, mas que no plano físico manifesto se desconstrói a si mesma perante uma Verdade Universal inegável: A Criação não se repete. Transforma-se. O que se Move na Criação de cada Ser Vivo, incluindo um Planeta e um Ser Humano, é genuinamente Singular. Quando falo de Matriz, não me refiro a um molde de onde saem reproduções pré-projectadas. Isso é a leitura humana na sua própria projecção do jogo da imitação e do controlo. A Matriz Original, Feminina em Essência, é também chamada de Útero da Criação. A partir deste Lugar Sagrado e seus Códigos Evolutivos que todos trazemos intrinsecamente na nossa própria concepção, deveria ser fácil de compreender que quer o Corpo Terrestre quer o Corpo Humano são entidades cuja génese não é um produto do livre-arbítrio humano. Se assim fosse, aceitar a proposta de vir à Terra passaria por uma interrogação do tipo: "Terra? qual delas?" Quem traz em si o Cosmos Vivo, Sabe que isto não tem o menor sentido.

Ao nascer na Terra, eu existo no plano físico terrestre como ser único. Os níveis de realidade dimensional que irei viver nesta existência serão em função do grau de pulsação do meu Código interno e respectiva frequência vibratória dentro do meu posicionamento externo face ao Fluxo da Vida. Esses níveis não são versões 'Terra' e versões 'eu' equiparáveis a personas vivendo em 'dimensões paralelas' na horizontal. Cada instância do Ser Total ocupa o seu próprio plano dimensional na escala de frequências vertical. Quanto mais me fundo em consciência à Totalidade que Sou, mais de Mim participa na Sincronia que Move o Fluxo da Vida.

Como parte do Fluxo da Vida, certos sonhos e visões por dentro e certos filmes e séries por fora emitem códigos que provêm e se destinam a ser lidos pelo nosso super-consciente ligado à Matriz Cósmica Original. Quando esses códigos não encontram leitor compatível, quer na consciência dos criadores quer na consciência das audiências, a sua leitura pode ser limitada e equivocada, porventura conduzida em direcções não correspondentes e usada para validar ou invalidar sistemas de crenças.

Neste ponto, o seguinte vídeo, desta conversa já minha conhecida de anos atrás, espreitou-me num canto de visão, mesmo a propósito de dimensões e anjos, trazendo uma diferenciação necessária nesse âmbito, e outras noutros. Faz-se necessário relembrar que nem todos viemos aqui para cumprir ciclos encarnatórios terrestres. No meu caso, conforme expus na segunda mensagem IMpossible, não tenho referencial interno da história planetária nem de vidas anteriores ou posteriores aqui, não obstante ser uma aliada incondicional desta entidade planetária Terra que vim Servir.

Outros tópicos são abordados nas partes 2/3 e 3/3 desta conversa.

(Aproveitando a 'deixa' de Drunvalo)

Quem é Leeloo?

Para aqueles que a vêem como a bio-impressão de um produto de engenharia genética desenhado para uma função, eis a afirmação à esquerda que contém a chave direita:

"A l m o s t l i k e t h i s b e i n g w a s e n g i n e e r e d ."

Aqueles que a sentem como eu, encontram o plus à direita que sossega a esquerda.

O que preciso de deixar bem claro é que absolutamente nada do que aponto como ilustração remete para inteligência artificial (IA) como via evolutiva. Logo, quando evoco Leeloo, o 5º Elemento, nunca estou a referir e muito menos promover IA. Assim como não estou a projectar e muito menos promover uma civilização humana futurista como a deste filme. Um filme que se mantém actual em boa parte por continuar a ser uma bem-humorada caricatura do ainda actual paradigma civilizacional: na ausência de Ordem, mais controlo; na ausência de transformação, mais progresso tecnológico, armamento, consumo, entretenimento, adicção; os mesmos padrões comportamentais na cidade do costume, que denunciam não ter havido uma evolução da consciência humana em direcção à Consciência Cósmica, apesar dos avanços na vertente espacial.

Certamente não terá sido por acaso que só agora, neste contínuo, me tenha deparado com o filme-documentário Transcendent Man (2009) e o tenha visto por inteiro. Em 2013 tinha visto pela primeira vez impactantes excertos dele incluídos noutro documentário relacionado, na altura muito reservadamente partilhado por mim, para evitar que o legítimo alerta ali exposto se convertesse em propagação. Agora, encontrei no acima citado o motivo que encaminhou aquele homem na direcção do movimento Transhumanista, também designado por H+. Um homem que, tendo visto o seu pai padecer de doença, tendo constatado a sua impotência em prolongar-lhe a vida, e tendo acabado por o perder precocemente, afirma que não aceita a morte, desenvolvendo uma obsessão em suprimi-la, ao ponto de reunir tudo o que pode sobre o pai, como material de base para a hipotética criação de uma réplica artificial do seu pai. Um homem que, tendo ele próprio uma condicionante doença cardíaca, criou um sistema de auto-conservação que consiste em tomar 200 comprimidos de suplementos por dia. Estes foram os factos que se evidenciaram ao interrogar-me como é que este homem pode ser visto e consultado por outras pessoas como fonte de conhecimento e de previsão de como será o futuro. Constatar esse atributo foi inversamente proporcional à sua diminuição progressiva de tamanho perante o meu olhar, tendo em conta a profunda apreensão que tinha sentido em 2013 face ao seu megalómano discurso, agora ouvido mais uma vez, que atribui à sua ideologia tecnológica a autoria de criadora da inteligência no universo, e, originadora de Deus, que no seu entender ainda não existe. Desligado internamente da Fonte única de Poder, a impotência sentida por este homem e por todos os seguidores dessa ideologia reduziu a sua aspiração evolutiva à mera e cega ambição de ser mais, via tecnologia externa trazida para dentro do corpo. Uma transferência de poder que, na sua cega visão, entendem e pretendem que se destine a toda a humanidade como sendo a próxima etapa evolutiva. A Nós, portadores e guardiões da Visão, cabe-nos esclarecê-los de que tudo o que estão a projectar para fora é só uma imagem distorcida da Meta Superior Interna. Nesta Visão, o meu sentimento por esse homem sintetizou-se naquela paz vinda da compaixão. De resto, todos os elementos presentes nesta mensagem são mais do que suficientes para suportar a partilha deste filme aqui como contraste do que

NÃO É o plus que estamos a co-criar neste percurso IMpossible, e como ilustração do uso equivocado e abusivo do prefixo "trans", projectando e introjectando uma falsa e leviana noção de transcendência.

Abre-se assim o espaço para este valioso testemunho de Transcendência, que me surgiu no início de 2019 e ficou a aguardar o seu lugar aqui. Este é o segmento final do episódio completo que também encontra pertinência nesta mensagem.

Neste espaço-tempo, é caso para começar pelo Fim.

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One more thing

Thank you O Lord

For the White Blind Light

Thank you O Lord

For the White Blind Light

A city rises from the Sea

I had a splitting headache

From which the Future's made

- Jim Morrison

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So the way forward . . .

A Glimpse into Afterlife

Reveals the very Tree of Life

From which the Future City's made

Turning chaos into Order

order into Khaos

takers into Givers

gardeners into Guardians

workers into Builders

The Sanctuary Rose Window is now Grounded

Human Temple and Earth Temple are Birthed

(slideshow | link)

That was the glimpse before and during chrysalis stage

of the Human caterpillar on its way to Butterfly.

Meanwhile, we keep Nurturing the Dream,

adding the plus, minus what does not belong in the Garden.

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Filmes continuam a trazer ilustrações, sincronizando-se junto à data 9. Estes dois filmes pedem visualização integral como parte deste segmento no todo desta mensagem.

Desta vez não facilito links, pois ficou-me uma impressão anterior de que produz um efeito contrário, então cada um encontrará a sua via de acesso, e aqui o ponto focal.

A Little Chaos (2014) surgiu inesperadamente pela primeira vez neste início de Maio 2019, com uma pertinência que se orientou aos filhos, num final de Dia da Mãe sem eles.

Durante o reinado de Luis XIV, auto-denominado Rei Sol, e mandante da construção do jardim de Versalhes, na parte do projecto que inclui um salão de baile exterior (posição 20 neste mapa), a história do filme sugere que o reputado construtor de jardins André Le Nôtre, encarregado de toda a obra, lançou um concurso para acolher novas ideias.

Sabine de Barra, única candidata feminina, iria intrigá-lo na sua visão de ordem e caos, seleccionando-a para dirigir esse projecto, propondo-lhe uma síntese entre o desenho dele e o desenho dela, ao aperceber-se da complementaridade entre os dois, que viria num momento posterior a ser descrita nas palavras: "We shape each other".

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Sabine viria a intrigar também o próprio rei, magnetizado pela autenticidade e sabedoria dela, até então incomuns aos seus olhos na ala feminina da sua corte, destaque que ela graciosamente desfaz e devolve à Criação, de forma inclusiva a todas as mulheres da corte, tirando partido da singular simbologia da Rosa, na sua qualidade Four Seasons.

As minhas palavras finais no comentário a este vídeo, ambos enviados aos filhos ainda naquela noite, face a certos designs por eles acrescentados a si mesmos:

THE DESIGN OF LIFE KNOWS BETTER MAY HUMANS FIND THIS WISDOM WITHIN

Foi a segunda vez que vi Matthias Schoenaerts como o homem mais completo.

A dinâmica entre os dois designers construtores reflecte fielmente a dinâmica entre o homem e a mulher, entre o Masculino e Feminino, quando trabalham juntos sem que um se sobreponha ao outro. Ela deu vida à ordem linear dele introduzindo o elemento Água. Ele deu sustentação a esse elemento oferecendo estrutura ao caos dela. Ambos encontraram o centro em si mesmos e no projecto conjunto, em torno do qual se dança ao Som da Orquestração da Vida. Até Luis XIV se rendeu à Fonte.

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Três dias depois, evocou-se por dentro Dare to Be Wild (2015), já antes visto pela altura em que saiu, em vibrante ressonância, e revisto agora em continuidade de vibração.

Conta a história real da irlandesa Mary Reynolds, designer de jardins ou arquitecta paisagística, no seu processo de auto-descoberta, revelação e assumpção de Si, que a conduziu a candidatar-se ao concurso mais distinto nessa arte e cultura local, investida em ganhar e ganhando a medalha de ouro, ao sentir nele uma imperativa e potencial oportunidade de transformar consciências, conforme expressou na sua afirmação de candidatura citada abaixo. Além concurso e além filme, a Mary para quem era tão fundamental essa vitória, viria a descobrir que mesmo o seu design mais próximo da forma e do fluxo da Natureza ainda era uma imposição. Ou seja, o seu design ainda não era o plus de acordo com a Vontade Superior emanada pela Terra. Essa tomada de consciência, que se traduziu na íntima escrita do seu livro The Garden Awakening, apresentado no vídeo abaixo, tinha-a deixado sem vontade de viver, de tanto que ela recuou face a essa Vontade, rejeitando qualquer classificação profissional, auto-denominando-se "reformed landscape designer".


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Essa retirada não a tornou uma pessoa omissa face à missão interna que a movia desde criança, ao contrário, expandiu a sua Voz e projecção no mundo, na sua graciosidade sem idade, orientada por e orientando para um posicionamento de escuta e parceria maternal face a cada parcela de terra no planeta Terra, dentro de uma abordagem "forest garden".

Na dinâmica entre Mary Reynolds e Christy Collard, ele reconheceu de imediato o valor e talento dela, mas demorou a compreender o sentido dela os direccionar para aquele concurso que nada significa para ele, e ela reconheceu de imediato que ambos tinham a mesma visão. Mas Christy só se sentia potencializado quando direccionava o seu empenho para o projecto dele em África. Mary percorreu a rota longínqua dele e ofereceu os seus dons àquele projecto. Lá, ela teve uma epifania que ampliou e consolidou a visão de ambos. Então, essa viagem não só não a demoveu do seu próprio projecto como fortaleceu o seu propósito, dando-lhe acrescida determinação e pondo fim ao seu medo. Foi então a vez de Christy dar sustentação ao projecto de Mary, compreendendo e sentindo finalmente o potencial de construir aquele pequeno jardim, que antes lhe parecia um empreendimento insignificante, quando comparado ao seu mega projecto africano.

Ambos aprenderam a identificar e dimensionar cada empreendimento segundo a sua função mais elevada dentro da Visão e Meta Única, que transcende fronteiras sem as suprimir. Também eles poderiam dizer "We shape each other".

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A noção de caos evocou em seguida Kay Crook e o seu projecto de dança Chhaya Collective, já partilhado no Círculo 10 em duas ocasiões, a primeira das quais na sequência da oportunidade que me foi dada de os conhecer pessoalmente e de aceitar a proposta inusitada de dar voz a um texto como parte daquela sua actuação em Lisboa.

Entre a quietude no movimento, própria da entrega, e o movimento na quietude,

próprio da acção, há uma comunhão essencial com a Natureza que converte as suas forças caóticas em energia dinâmica transmutadora, num Khaos intrinsecamente Ordenado.


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Embora este seja um contributo de expressão predominantemente corporal, Kay Crook não deixa de dar a sua voz para exprimir em palavras o que o seu corpo vem dizendo, neste colectivo que dá Voz e Grito ao Feminino, num Silêncio que tem Som e Forma.

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Legitimamente, Moana (2016) evocou-se como parte deste conjunto. Vibrante ressonância é também a descrição do que senti quando vi este filme há cerca de dois anos.

Quando chega o momento de atender ao chamado que pulsou latente desde a infância, o movimento é incontornável, e proporcional à necessidade crescente.

Também ela iria partilhar a sua jornada com um ser masculino, semi-deus, em atribulada disputa e negação mútua até à cooperação, única via para a Meta Superior que só eles podiam realizar, em que, mais uma vez, o Feminino é chamado a assumir o seu Lugar.


Moana devolveu o Coração ao seu Lugar,

iniciando o retorno de tudo à Ordem Matricial.

Está na nossa mão agora, onde estivermos.

(imagem-link)

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Ordem Matricial não é matriarcal ou patriarcal.

É a expressão materializada do princípio Feminino na base de toda a Criação Aqui,

que inclui, pois, a matriarca e o patriarca como Par Criado.

Na civilização dominante em que nascemos e vivemos, a desconexão desse Par suprimiu a Ordem Matricial que Serve o Todo e instalou uma ordem que serve interesses parciais. Suprimiu o Khaos Natural e produziu um caos civilizacional. Incutiu a noção de que Ordem Natural é equivalente a desordem, e que somente aquilo que é tocado pelos homens e feito pelos homens, entendido como civilização, é que constitui ordem e progresso. Na pretensão de reduzir e dominar a Natureza como sendo inferior, os homens reduziram-se à sua própria natureza inferior, perdendo o contacto com a Fonte Criadora que habita a Natureza Superior neles. A redução e o domínio a que as mulheres foram sujeitas por parte dos homens reflecte a mesma medida do que foi feito para com a Natureza como espelho mais directo da Criação. E, claro, sendo o ser humano parte da Natureza dentro da Criação, esse comportamento só podia ser auto-destrutivo.

Uma constatação recente disso culminou no abate injustificado da magnífica Árvore araucária que vivia perto da minha casa. Uma pessoa amiga com quem desabafei sobre o sucedido, mencionou um termo que me era desconhecido enquanto tal, mas já era amplamente apreensível em realidades testemunhadas: Dendrofobia. Seja devido aos incêndios e consequentes legislações de apelo a limpezas florestais que tenham introjectado esse medo no (in)consciente colectivo, seja devido a outras motivações de ordem pessoal, municipal, nacional, global, urge reverter e resgatar a consciência para o real. Natureza é património terrestre. É direito e dever de todos e de cada um protegê-la como tal, antes de sequer considerá-la recurso natural. Na sequência do que partilhei na altura no Círculo 10 sobre o episódio da Árvore, posso dizer que o incluído cartaz que compus foi impresso e colocado por mim na caixa do correio do proprietário da casa e afixado no interior de três prédios circundantes, incluindo o meu. Um exemplar acompanhado de um texto adicional foi entregue por mim em mão à empresa que executou o abate. Depois disso, outro alerta relacionado ao uso, preservação e conservação de madeiras como sendo o ouro de construções como a que habito, mobilizou-me a criar um outro cartaz, desta vez afixado em mais prédios do conjunto em apelo à deliberação comum entre condomínios. Um ano atrás senti, em impotência, o impacto de dois apartamentos integralmente demolidos no meu prédio, abaixo de mim, como consequência da actual loucura predatória imobiliária, que trouxe aqui compradores apenas interessados em negócio de revenda, homens que estranharam a minha chamada de atenção sensibilizadora, uma vez que para eles aquilo significou descartar o velho e fazer de novo, ignorando a particularidade e identidade da construção, e portanto convencidos de estarem a acrescentar valor, sem nada saberem do que é Valor e do que é o Novo. Um profundo desgosto permaneceu em mim durante perto de dois anos, período em que esses homens impuseram aqui esse desvalor. Este ano não pude mais ficar passiva perante a impotência que as legislações permitem e impõem. Não sou activista, a minha acção não visa combater, visa proteger e transformar, começando onde estou.

Precisamos que os Homens se tornem inteiros, ao recuperarem a sua capacidade de sentir e pensar a partir do seu Feminino interno, sem perderem o Masculino interno e externo que são, sem se auto-converterem em pseudo-mulheres, enquanto sexo físico, género, identidade, independentemente da sua orientação sexual face ao par.

Precisamos que as Mulheres se assumam na sua inteireza, sem se auto-converterem em pseudo-mulheres ou pseudo-homens, enquanto sexo físico, género, identidade, independentemente da sua orientação sexual face ao par.

As palavras 'patriarcado' e 'matriarcado', como domínio ou predominância de um sobre o outro, quer em constância quer em alternância, não têm lugar na HiperRealidade, logo, não são reais, são ausências do Real. Podemos começar por as subtrair à linguagem verbal que usamos para comunicar, extensível a todas as palavras e expressões locais, regionais, nacionais, globais, quer antigas quer recém inventadas, que reflictam o mesmo tipo de irrealidade, subtracção que liberta o Jardim do que não corresponde à sua Matriz Evolutiva, criando espaço para Nova Linguagem dentro do N*OVO em construção na crisálida.

A liderança do Futuro é Auto-Liderança partilhada em coordenação.

Os actuais governantes que consideramos mais desconcertantes são catalizadores de mudança. Posso dizer que tive um encontro interno, não onírico, com o mais famoso deles, um breve encontro sem palavras, lado a lado, apenas o suficiente para lhe medir a frequência e confirmar que é Afim, apesar das aparências. O que é preciso esclarecer é que ele não está ali para servir de modelo presidencial. Ele está ali para desconstruir todo o modelo presidencial. Tanto opor-se a ele como segui-lo como modelo é um equívoco.

O passo em frente é na direcção pós-governamental.

No âmbito deste segmento, fazendo ponte entre Mary Reynolds e Zach Bush, impõe-se rever uma afirmação que fiz na segunda mensagem IMpossible, acerca das indústrias serem bem-vindas, afirmação que desde então me ficou em eco questionante e transmutante. Uma culminância desse alerta surgiu recentemente neste vídeo,

que serve de amostra ilustrativa do que não é a agricultura do Futuro: This Farm of the Future Uses No Soil and 95% Less Water

Só quem ainda vive em desconexão com a Vida pode conceber algo assim como evolutivo.

Isto nem sequer é agricultura, é só indústria, pervertendo até a noção de verticalidade.

O mesmo que se fez ao Reino Animal transformando-o em objecto de consumo, criado em prateleiras e gavetas, rentabilizando espaço, faz-se agora com o Reino Vegetal. Total desligamento abaixo e acima, nenhum contacto com o Solo, nenhum contacto com o Sol. Todo o meu corpo se contrai. É como um replay do mesmo filme, onde substituíram animais por plantas. Alimentos que crescem numa substância feita a partir de plástico reciclado. Como se agora tudo o que recicla plástico fosse automaticamente benigno. Mais: como se tudo-o-que-recicla fosse automaticamente validado como benigno. Observando o número de visualizações, likes e comentários, questiono, perplexa, como é possível oferecer-se isto como solução e a mesma ser aplaudida nessa magnitude? Até onde irá esta neo-ignorância reciclada e reciclável que só troca de material e mantém os mesmos hábitos de consumo?

Só há uma resposta:

IMpossible W I L D INvisible

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Em 10 Maio, dia seguinte à publicação do segmento acima, ao deslocar-me a Cascais para trocar um artigo numa loja, estando esta fechada, resolvi circular pela vila a fazer tempo, na esperança de que abrisse. Várias tentativas depois ao longo de 1h, a loja não abriu.

Porém, mal iniciei o circuito, intuí que era outra loja, esta desconhecida, que me estava destinada a ver, ao entrar numa rua por onde não costumo passar e me deparar com o seguinte conteúdo na montra (slideshow):

plus . . . between visible and INvisible

How WILD is that?

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Arte não é cultura,

apenas aTerra como cultura.

Instinto não é selvagem,

apenas aTerra como selvagem.

Traduzir WILD como selvagem é esvaziar a escala terrestre do seu Cosmos.

Onde Terra Natura e Terra Celeste são Uma,

INstinto é Intuição Terrestre,

INtuição é Instinto Celeste.

Ambos parte da INteligência Criadora que equipa e move a criatura nos mundos criados.

Abaixo, sensores não primitivos mas inatos à entidade física que somos nesta existência planetária, actualizados pelos sensores Acima para responder em vez de reagir, dentro daquela Ordem-Khaos que não opõe, não anula, não suprime, não separa Natureza Inferior de Natureza Superior, sintetiza-as na forma externa a partir da não-forma interna.

Tecnologia INterna: Imaterial na Matéria,

INata e internamente actualizada,

Consciência como primeira Natureza.

WILD as a plus, not as a minus.

Golfinho é o equivalente ao meu INstinto Aqui, conscientemente desde 2000, durante a minha psicoterapia no Brasil - ao ponto de a minha terapeuta me oferecer um golfinho de peluche no final da terapia, para que nunca me esquecesse desse INstinto, intimamente ligado à minha Criança Interior e Eterna. Reforçado cerca de 6-7 anos depois já em Portugal, junto com outros animais que surgiram a corporificar distintas forças-energias, em vivências xamânicas isentas de quaisquer substâncias psico-activas. Confirmado posteriormente em sonhos D+. Esse é um ser que literalmente se pode dizer que está no mundo sem ser do mundo, ou dito de outra forma, um não-terrestre que não é alienígena. Como todos os seres que nascem na Terra, mas cuja Semente Original não é terrestre.

Enquanto a separatividade e superficialidade ainda prevalecerem na humanidade, a correspondente ciência do senso comum vê e estuda este ser apenas como um animal destacadamente inteligente e amistoso entre os cetáceos, sem compreender, mas sentindo, o sentido profundo da sua vinda e existência na Terra, bem como da baleia.

Sinto evocar-se aqui esta Transmissão, por alguém convocada para ser Tradutora deste ser, e com quem senti uma imediata e reservada ressonância alguns anos atrás quanto tomei conhecimento da sua história e trabalho singulares, bem como da Arte Visionária que lhe está associada, de que a imagem acima é um exemplar. Recomendo a primeira metade do vídeo, com audição e leitura dos slides projectados nesse seminário.

Igualmente reservado, evoco este complemento, relevante neste ponto do

desdobramento da mensagem, mais uma vez trazido pela mão de Lilou.

Esta compreensão no seu todo é um paralelo no reconhecimento de povos como os Kogi como indígenas não primitivos, no caso deles portadores de uma qualidade interna singular que os distingue mesmo de outros povos guardiões, uma vez que preservaram a pureza da ligação aos mundos internos ao seleccionarem sabiamente o que se permitem adoptar do mundo externo moderno, estando cientes do quanto a maioria de tais adições são contaminantes e esvaziadoras da presença de espírito pura, essencial na sua cultura como reflexo fiel da sua função planetária. Uma espiritualidade prática que nada tem a ver com crenças e sim com o Conhecimento directo por contacto com a Fonte Criadora. Esta é a ressonância essencial que senti desde logo com este povo, e que aqui me fez trazer outras ilustrações evocadoras do mesmo contacto com esse Conhecimento Interno.

Na Consciência Una, o reconhecimento mútuo é INstantâneo, evidenciando na mesma medida tudo o que não lhe corresponde e, portanto, é apenas herança civilizacional.

Ethan Powell, no filme Instinct acima incluído, foi soltando aqueles equipamentos e comportamentos adquiridos que se tornaram supérfluos. Essa transição de retorno a Si, via Natureza, não foi uma perda, foi a reintegração dos seus reais componentes.

Ele não se tornou selvagem, ele não se esqueceu da filha, ele não perdeu as suas competências no âmbito do conhecimento linear, deixou é de estar condicionado por e identificado a essa vertente parcial, porque deixou de se reconheSer nela como Identidade central. O seu afastamento aparentemente insensível e insano da sua anterior vida familiar e profissional apenas reflectiu a distância efectiva e sentida entre os mundos externos e os mundos internos. A sua resposta Instintiva aparentemente hostil apenas espelhou a efectiva e sentida hostilidade dos invasores. A sua abordagem Incisiva aparentemente violenta apenas foi proporcional à camada de ignorância em resistência que era necessário romper no terapeuta convencional. Não muito diferente da documentada resposta de Jesus perante o que intitulei o mercado no Templo.

Alguém tem de fazer esse papel onde e quando se faz necessário, sem medo.

Quem o faz não é compatível com a paz superficial que encobre e perpetua a resistência.

É antes compatível com a Paz Profunda que quer ser reflectida na superfície.

Da ficção-real para a vida pseudo-real, constato o quanto a actual civilização dominante vem atrofiando ou suprimindo o Instinto como equipamento terrestre inato, ao mesmo tempo que não estimula a Intuição como equipamento celeste inato, gerando seres humanos desprovidos de autonomia real fundada num Poder real, apenas dependentes de sistemas predominantemente economicistas geradores de insegurança e instabilidade, compensadas com consumismo e entretenimento compulsivos e segurança externa exacerbada. Ou seja, seres humanos inseguros e altamente manipuláveis, convencidos de que têm poder pela livre-escolha, sob protecção externa.

Uma ilustração que me vem sempre ao falar de segurança externa exacerbada está bem patente a quem frequenta o Paredão de Cascais desde a infância. Neste Inverno 1991-92, estou no Paredão, prestes a vir morar para S. Pedro. Antes disso já o frequentava quando vinha visitar família residente em S. João. Até há pouco mais de uma década era assim, sem gradeamento de protecção. Sempre se soube que há uma altura considerável, e que ao lado é rocha onde não é praia, no entanto eu estou ali à beira (= edge), aquela pessoa ao fundo também vem a caminhar à beira, caminhava-se numa atenção relaxada, tendo noção das distâncias, e não consta que andassem pessoas a cair, adultos e crianças. Claro que, havendo descuido, havia o perigo de queda, assim como o há em inúmeros lugares naturais e urbanos em que não passa na cabeça de ninguém colocar gradeamento. Hoje, o Paredão, que tem perto de 3 km de extensão, tem gradeamento na sua maior parte, e se agora deixasse de o ter, tenho a certeza que não faltariam pessoas a queixar-se por falta de segurança. Mais: Hoje o Paredão tem um circuito pintado no chão para bicicletas, acrescido de sinalética, porque se verificou que havia ciclistas que não eram cuidadosos em relação a quem caminhava. Resultado, à semelhança do que já acontecia na ciclovia de Cascais que vai até ao Guincho, muitas pessoas caminham no circuito das bicicletas em vez de na parte livre (no caso do Guincho, na calçada ou pedovia), ora porque estão condicionadas a andar entre linhas ora porque preferem o pavimento mais liso, obrigando os ciclistas a contorná-las. Ou seja, nem uns nem outros cumprem a sinalética, que é o que acontece quando se quer civilizar de fora para dentro, pela via do adestramento em vez de pela via da consciência. E, claro, deixou de ser possível caminhar no Paredão naquela atenção relaxada de antes, porque, com tanta delineação, chega a ser quase como andar no tráfego da cidade, quando o espaço natura é cada vez mais urbanizado em vez de o espaço urbano recuar perante a Natureza, com todas as consequências bem conhecidas resultantes dessa imposição exacerbada.

Numa extensão disso, também me vem sempre o Surf e o Skate e afins. Antes havia surfistas e skaters, gente que se fazia ao mar e à estrada e pistas por vocação, aprendendo com o corpo. Hoje as praias estão cheias de praticantes de surf e os espaços de skate estão cheios de praticantes de skate, em boa parte dos casos aprendendo a prática quase academicamente, com supervisão de instrutores, quer via escolas quer via particulares, como já observei no skate park e noutros locais, ou seja, aprendendo com a mente, muitas vezes forçando o corpo a uma prática sem vocação inata, que também ocorre no caso dos pais que inscrevem os filhos no Surf como a actividade extra-curricular mais na moda. E lá andam eles todos equipados em fila, a seguirem os gestos do instrutor em cima das pranchas na areia (!), como quem aprende por manual de instruções em vez de se fazer ao mar e sentir o que o mar e a prancha pedem do corpo, espontaneamente. Em crianças, meus filhos aprenderam a andar de tudo por si mesmos - bicicleta, trotinete, patins em linha, skate . . . surf não chegaram a iniciar aqui, e depois ficou menos provável onde passaram a viver. A excepção foi a natação, que praticaram em piscina durante vários anos, como prática física adicional e aprendizagem pertinente. Então, Afonso, tendo-se destacado na modalidade de bruços, numa facilidade inata e num estilo muito próprio que o faziam avançar muito rápido, foi convidado para integrar a equipa de competição, participando nas provas como quem ia ali tomar uma brisa ao mesmo tempo que prestava um serviço à equipa, na parte em que era ele quem podia oferecer o melhor, divertindo-se com as medalhas que ganhava no final. Saudades de ver meu pêquêno filho-rã a nadar nesse espírito, espírito que permanece em tudo o que faz.

Era simplesmente assim, sem medo de errar, sem preocupação em competir, sem seguir modas e tendências tornadas indústrias, aprendendo instintivamente e intuitivamente, pela síntese correspondente à vocação, aprimorada pela prática.

Na ausência dessa síntese, o predomínio da mente concreta no comando e controlo de todos os processos e actividades, numa horizontalidade desligada da verticalidade, e num masculino não integrado ao feminino, mesmo fazendo parte da etapa evolutiva correspondente ao elemento Ar, etapa mental em seu ciclo e subciclos, tem resultado, geração após geração, no que expus na mensagem IMpossible anterior, e sintetizei na frase: "Discussões filosóficas, embalagens no chão."

Quem diz embalagens no chão, diz trotinetes eléctricas no rio. Em recentes idas frequentes a Lisboa, observei essa nova loucura urbana. A liberdade de poder deixar esse veículo sem imperativo de lugar fixo leva muitas pessoas a deixarem trotinetes largadas em qualquer lugar e de qualquer modo. Quando pensei que já tinha visto todos os lugares e modos mais absurdos, deparei-me com esse (até agora vencedor!): uma trotinete atirada ao rio Tejo - sim, atirada, porque ali não tinha como cair. Quem diz rio, diz oceano tornado depósito de lixo. Enquanto via de transporte marítimo, neste início de Junho vi o documentário completo Freightened - The Real Price of Shipping (2016) - elucidativo quanto às actuais acções de dragagem para alargamento de canais de entrada em zonas portuárias para permitir aumentar o fluxo de frotas de navios de empresas focadas em lucro a qualquer preço, com o apoio de governos focados em crescimento económico a qualquer preço, fazendo-me lembrar de um artigo visto um tempo atrás ligado a esse tipo de acção a decorrer no rio Sado; igualmente elucidativo em trazer de volta à consciência dos consumidores finais, como parte das causas dessas acções, os custos que nunca são reflectidos nos baixos preços de venda, mas têm um alto preço na vida como um todo. Quem diz oceano, diz a montanha no topo do mundo, quando o Everest passou a ser o destino turístico da moda, com um rasto de equipamentos e detritos largados ao longo do percurso, proporcional à fila de espera que se forma na subida. Quem diz Everest, diz órbita terrestre onde há décadas vêm sendo largados utensílios e detritos, por descuido, acidente e descarte, em missões espaciais. Tudo isto saturado de radiação tecnológica além da conta, em vias de atingir o pico do absurdo com 5G, que se revela ser causa de abate em série de árvores adultas. Toda a vez que os vejo a cortá-las, vou perguntar, e a resposta que me dão não me convence. Em obra benigna não há perdedores.

"Great works do not involve discarding substance."

Tudo isto porque, nesta frenética acção men-made, os homens que têm a inteligência e o treino tecnológicos para construir foguetões que os levem longe, não têm a inteligência e o treino domésticos básicos que os fariam antever e conter as consequências danosas do lixo resultante do que constroem e empreendem - homens pequenos em maturidade, com brinquedos grandes e perigosos na mão, fugindo da educação básica da Mãe que procura em vão ensinar-lhes que se começa pela casa interior, pela casa familiar, pela casa comunitária, pela casa planetária, e que não adianta varrer o lixo para debaixo da cama ou do tapete, no quarto, na garagem, na arrecadação, nem descartá-lo para o quintal-nação-planeta vizinho. O lixo continua Aqui, na (in)consciência externa que ainda não se actualizou na Consciência Interna.

So, says the Mother:

"Yeah, I'd Mother them!" And yeah, we INvisible Mothers seem to agree

on God's (and our sons') taste for cake.

É injusto dizer que todos os homens são assim, mas é exacto dizer que todos o são em alguma medida. Basta procurarem onde se esconde este padrão, que pode ser por detrás de uma grande sofisticação, como um foguetão. Além do já partilhado sonho D+ sobre a plataforma e foguetão inoperativos na areia da praia, em finais de Maio tive um reforço disso noutra visão que se projectou na tela interna: uma plataforma e respectivo foguetão, desta vez não apenas inoperativos, mas completamente cobertos por vegetação luxuriante, não por deixados ao abandono, mas por rendidos ao Jardim Terrestre que os envolveu nessa generosa lembrança natural da casa planetária - grounded indeed!

E nas mulheres, existe este padrão?

Lembrando que o Ciclo anterior foi Masculino, o padrão tem origem num Masculino tornado arcaico pela deturpação do seu Arquétipo perpetuada em herança. Sendo as mulheres predominantemente Feminino e os homens predominantemente Masculino, o padrão está predominantemente presente nos homens. É uma questão de proporção.

E nas mulheres, não há uma herança de Feminino arcaico?

Aqui, a resposta que emerge é de que, estando o Feminino na base da Criação e as mulheres na base da gestação, logo, auto-protectoras por natureza, pondo o fruto do seu ventre acima de si mesmas em acrescida e prioritária capacidade de superação, o que possa existir de arcaico no Feminino só pode ser o reflexo do Masculino arcaico exercido sobre elas, de fora para dentro. Daí a questão da herança arcaica não desresponsabilizar os homens pela condução que deram a essa herança, ao adoptarem-na como supremacia, quer expressa em domínio sobre as mulheres, quer esvaziando do complemento Feminino a sua acção no mundo. Só assim é possível ferir a Terra como o têm feito. Mas não sem se ferirem, no fundo do seu ser, onde habita o Feminino, preterido até à supressão, dentro dos homens. Num Tao incompleto, uma força cega girando sobre si mesma . . .

O que acontece então ao Feminino nas mulheres quando elas não encontram espelho de si dentro dos homens? Ou afundam-se em si mesmas nessa busca, suprimindo o Masculino em si, ou tornam-se o oposto de si mesmas, iguais a eles, para poderem sentir o espelho.

O que acontece então ao Masculino nos homens quando eles não encontram espelho de si dentro das mulheres? Ou projectam-se ainda mais para fora de si nessa busca, suprimindo ainda mais o Feminino em si, ou tornam-se o oposto de si mesmos, iguais a elas, para poderem sentir o espelho. A história real narrada no filme The Danish Girl (2015) retrata isto muito bem, no seu desdobramento transgénero, que tem raiz no Masculino.

Quando não é pela dinâmica da carência dos espelhos, é pela dinâmica da competição.

Em qualquer caso, ficam diante de uma imagem mutuamente deturpada e deturpadora de ambos, com tendência a tornarem o círculo todo branco (raiz do 'patriarcado') ou todo negro (raiz do 'matriarcado'). Um círculo vicioso de cegueira mútua, onde não há vencedores, só deprimidos ou histéricos - indivíduos, sociedades, civilizações.

Tanto mulheres como homens têm sofrido e feito sofrer sob essa herança, mas tendo em conta a referida proporção e condução dada pelos homens, há esta distinção a fazer: os homens não precisam que as mulheres os façam sofrer. Eles fazem isso sozinhos, consigo mesmos, como consequência das suas escolhas, actos, projecções, no geral e para com as mulheres. Eles são os autores e executores desta civilização dominante tal como a conhecemos em todas as suas implicações, nas glórias e nos horrores. E aplaudem-se por ambos.

Assumir a autoria deve responsabilizar, não culpabilizar nem vitimizar.

Assim termina o vício, quer depressivo quer histérico.

Assim começa a Cura, que restaura a Matriz Original,

como base relacional e civilizacional.

"Know the Masculine, but keep to the Feminine"

"Know the white, yet keep to the black"

Tao Te Ching completo, Lao Tzu

"The Master understands that when something reaches its prime,

it will soon begin to decline."

::

Imagem da Internet

No Ciclo que se encerra, a presente civilização alcançou todos os picos

que havia para alcançar pela via externa, Masculina.

No Ciclo que se inicia, o pico a alcançar é interno, Feminino.

Esta é a escala e proporção na sua respectiva INversão.

À medida que os homens vão sentindo que não se trata de uma busca externa e literal destas profundezas, que a Natureza sabiamente tornou inalcansáveis ao ser humano,

vão saindo da obsessiva rota cega das conquistas involutivas e inglórias.

Nesta fronteira final, algo tão impensável como humanos a formarem fila na subida para o Everest, no mês que é época alta quer no clima quer no negócio em que se tornou, deixando de ser um acto raro movido por ritual e passando a ser mais-uma-viagem movida por um "era giro ir ao Everest" - como ouvi há dias ser dito por um jovem actor português a respeito da sua ida até ao ponto máximo permitido para turistas no Everest, em entrevista numa rubrica intitulada "Metamorfose Ambulante", que me fez abrir o vídeo para perceber de que grau de transformação se estava ali a falar - sem dúvida sinaliza directa e simbolicamente o fim da linha nesta escalada horizontal pré vertical. Alcançado o topo dos topos, é nesse ponto que se revelam:

Aqueles que caminham em verdadeira Abertura Interna e Infinita ao Alto, Descem Elevados. Aqueles que ali sentem apenas o tecto que põe fim à adrenalina, deprimem e/ou viciam-se na repetição incessante da subida, OU, iniciam-se na verdadeira Metamorfose que Une todos na Descida Elevada que actualiza a horizontal pela vertical no mundo.

A Obra Humana

Restaurar o Ritual não é retorno à pré-história, é retorno ao Arquétipo trans-pós-histórico. Alpha (2019) Semeia o Feminino dentro do Masculino e o Masculino dentro do Feminino na relação entre os reinos terrestres assim actualizada na nova auto-liderança partilhada a partir do Feminino, vivificando a Lei de que o que 1 auto-convocado faz em sintonia axial não só tem todo o apoio do Universo como fica irreversivelmente IMpresso, das esferas subtis às esferas concretas.

Lei que impregna o conhecimento e a prática ancestrais que os Kogi vêm transmitindo por via oral e vivencial de geração em geração, por Mamas mantidos na escuridão do interior, Feminino, nutridos apenas com o que é branco vindo do exterior, Masculino, desde a nascença aos 9 anos de idade. Uma formação intensiva predestinada especialmente a homens, numa constante e tão necessária salvaguarda do Masculino Universal para o mundo, libertando-os do livre-arbítrio para cumprirem a Vontade Cósmica local e trans-local que recebem via Escuta receptiva do pensamento puro invisível ligado a Aluna. A imagem-capa do documentário é auto-evidente de que eles apontam o caminho da Descida Elevada, tornando visível o INvisível através do Fio Dourado, para facilitar a compreensão aos "Irmãos mais novos", onde estiverem.

"We want to show the Black Line,

using the Gold Thread."

Onde estou? Aqui.

Localmente, no terceiro planeta de um Sistema Solar de nove (!) localizado na parte externa de um dos braços da Galáxia Via Láctea. Terra. Continente Europeu. Península Ibérica. Portugal continental. Distrito de Lisboa. Concelho de Cascais. S. Pedro do Estoril.

Não-localmente . . . OMNI-Aqui.

O que posso fazer Aqui? O tudo que a maria puder Ser Aqui.

Na vida assim como na expressão simbólica criativa, tendo como fundo a escuridão, de onde emerge o Ponto de Luz branca de aura dourada, materializada no Fio Dourado que envolve e assina sobre a síntese de cor em mandala.

Daí, Aqui, dentro das escalas que me são dadas a participar, testemunhar e apreender conscientemente, e no âmbito da CASA onde me vi conduzida logo após o segmento anterior desta mensagem, para ver os Códigos que recapitulam a minha existência local e não-local, o que sinto salientar-se neste ponto face ao panorama global, diz respeito à compulsiva ou imperativa deslocação de aglomerados humanos em certas direcções, talvez insignificante na fila para o Ascensor da Glória em Lisboa, se vista apenas externamente, mas certamente marcante, se sentida internamente, como parte dos movimentos humanos em testemunho final do mundo como o conhecemos neste final de Ciclo, e preparação para a próxima Estação de Destino Aqui, que nesta nação se sentirá no aroma da Flor que aproxima o Portu-galo ao Portu-graal, estimulando a vertente Interna nas nações que nos visitam. A cada nação o seu "Galo" como Código de activação da sua Função.

Agora sem pergunta, ofereço apenas

o outro lado, local, da mesma resposta:

IMpossible W I L D INvisible

towards

Streaming from

and

ReConnecting to

"Nature is a Source of Life

not a re'source for exploitation."

- Satish Kumar, in AlunaTheMovie

Here's the bottom-top line to be addressed

as the root cause behind all problems Here:

A humanity that Knows not its Source is fated to be addicted to re'source exploitation.

Addiction is a compulsive replacement of that missing link with the Source of all Life.

You remain addicted as long as you keep replacing . . . replacing . . . replacing . . . Source with re'source

As long as you keep replacing, you will be driven by blind forces,

convinced you're the one driving those forces

Addiction ends only when you allow . . .

allow . . . allow . . . Source You to be The Driver

Then, forces will Serve You, since now they know their Source, and therefore their Destiny.

How do you tell the difference?

Source Action is neither compulsive nor addictive.

Rather, it is an Imperative Flow, like Blood Stream or River Stream,

as opposed to any imposition of yours to it,

through physical, emotional, mental addition turned into addiction.

How do you restore the Stream?

Pay attention to Your Innermost Calling, as the only True Fulfilment,

as opposed to keep running from It and replacing It with any addictive shadow of It.

Pay attention to Your Innermost Feelings, as the only True Sign of Connection,

as opposed to repressing emotions and feelings while replacing them with linear thinking.

Pure Thought comes from accessing the Field of Consciousness where Central Truth Is,

not a product of the processing linear mind that feeds itself on argumentative duality built around doubt or certainties deriving from and justified by dwelling on the past.

Pure Emotion is the undeniable and undisturbed response to the Central Truth that Is.

Honour It, Trust It, Protect It, as such.

.

When the old Earth gives birth to the New Earth,

new Streams will spring from Her depths and spread across Her surface.

We don't know how the new landscape will look like,

but before we leave the old behind us, and in order for the New to emerge,

we are called to merge as equals to return our Earthly HOME to Her HEARTH.

In ONE HEARTH Pulse

I m.

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