I.M.possible Future :: From viral normosis to Viral Metamorphosis (I)
- maria-tudo

- 5 de nov. de 2020
- 31 min de leitura
Omni Fractal

Postal Circular #11 | collage 4 peças | 2012
Frase bilingue é parte integrante no verso do postal
Juntos por uma Missão - Metamorfose Planetária - Conversa sobre isto
Together for a Mission - Planetary Metamorphoses - Converse about this
Before 2020
In 2020
:: Rentrée
take 1 ::
Ao re-entrar nesta mensagem, é agora central ter por base o que exprimi em Agosto na página 6 do Círculo 10 com o título Omni Plus (PT | EN), que culminou com a queda que originou a mensagem igualmente base aqui:
Uma queda que repercute para trás e para a frente da própria ocorrência literal.
Mesmo não sendo eu o género apocalíptico, não posso deixar de notar as peças bíblico-proféticas que têm sincronizado Queda com Revelação, onde Fogo tem presença acentuada e consequente como contributo tóxico literal na atmosfera planetária e humana, já desde o ano passado quando dos incêndios na Amazónia, que assinalei em Agosto 2019 no 10 (página 5) usando a tripla imagem abaixo. Factor particularmente relevante em 2020, num mundo convencido da existência de uma 'nova doença respiratória', mas desfocado da multi-realidade causal, devido à hipnose viral.
Na sequência do vídeo musical Above All ilustrado por cenas da série The Bible, tendo visualizado de seguida a série The Messengers, cujos dois últimos episódios (12 e 13) fazem referência a Lake of Fire, logo a seguir ainda em Agosto apresentou-se um site que mostrava a distribuição dos fogos a ocorrer nessa altura na região da Califórnia. Mal abri, vi o mapa, passei o cursor em cima, eis o primeiro local que ficou visível na parte inferior junto ao litoral: Lake Fire.

take 2 ::
Conforme noticiado no 11, o anterior editor do blogue foi descontinuado. Tal como intuía, as mudanças causaram mais transtorno do que benefício, para esta grata utilizadora da vertente gratuita da plataforma, que se ajusta aos recursos disponibilizados sem fazer exigências, mas espera poder contar com uma estabilidade de base além actualizações. Quando uma plataforma não tem prioridade e/ou capacidade técnica para assumir esse compromisso nas suas actualizações, como já tinha sido o caso do YouTube nos últimos cinco anos, utilizadores como eu perdem conteúdos em função das alterações na forma, sem que a plataforma informe previamente sobre o que se poderá perder e/ou entregue ao utilizador os conteúdos não mais suportados, ainda que em modo raw, como fez G+ antes de ser extinto. No caso de WiX, isso é o que eu esperaria por exemplo em relação a todos os slideshows, perante a extinção do campo de descrição, eliminando os meus conteúdos e deixando essas galerias de imagens esvaziadas do seu contexto. Acresce agora uma perda de sentido na inserção geral de imagens quando deixa de se distinguir entre 1 imagem singular e 1 galeria slideshow, já que ao expandir qualquer imagem surgem setas < > que sugerem ser um slideshow e que exibem em sequência todas (!) as imagens existentes no post, no caso do slideshow não dando noção de quais as imagens que o compõem e no caso da imagem singular dando a noção de ser um slideshow. Além disso, nesta galeria e noutras agora disponibilizadas, as imagens são apresentadas cortadas sem a opção de 'ajustar' antes existente. Em suma, para continuar a inserir imagens e usar a galeria slideshow (uso que prevejo ser pouco ou nenhum), indicarei quando se tratar de slideshow, como já fazia, mas acrescentarei o número de imagens que o compõem. Se nada indicar, trata-se de imagem singular, podendo o receptor expandi-la mas ignorando as setas para evitar aceder a imagens descontextualizadas no local, tirando o sentido de progressão na inserção de imagens - esta advertência aplica-se também à presente mensagem. Quanto à edição de texto, deixou de ser possível usar diferentes tipos e tamanhos de fontes durante a escrita, outra função gráfica que tinha uma relevância na minha composição, onde forma e conteúdo são componentes indissociáveis na transmissão de nuances de significado.
Numa observação paralela de bastidores, não posso deixar de referir que a eliminação do campo da descrição nos slideshows de alguma forma confirma um pensamento que sempre me vinha ao criar cada slideshow e sua descrição: esse texto fica inacessível para colocar num tradutor automático, visto que tenho presente que o texto no corpo das mensagens pode sê-lo. Fica por saber se esses conteúdos inacessíveis nos slideshows deveriam ficar acessíveis ou não . . .
E tudo porque a estrutura que está na base desta actualização é o modo template, onde tudo tem de ser definido numa matriz base que depois é reflectida em todo o post, sem hipóteses de nuances. Apesar de agora o ambiente de edição ser visualmente mais semelhante à versão publicada, no geral senti que o que se perdeu foi mais do que o que se ganhou, prevalecendo uma sensação de retrocesso para dentro de um formato mais restrito, numa linha normalizadora que deixa menos espaço criativo individualizado. Embora seja justo dizer que já vi uma evidência de que o sistema está em aperfeiçoamento, perante estas e outras falhas de natureza incoerente encontradas, o único motivo válido que posso compreender para qualquer actualização redutora no âmbito qualitativo-criativo é a redução de espaço por questões de armazenamento de dados. Mas pelo que pude observar, tudo leva a crer que o motivador remete antes para o conceito 'tendências inovadoras' nesta área da engenharia, obrigando-nos a contínuas adaptações que nos ocupam sem reflectir nem estimular a Triagem que alicerça o estágio seguinte. Costumo pensar que quem está por detrás desta plataforma são jovens, que podiam ser filhos ou sobrinhos, jovens dotados de genuína vontade de mudar as coisas e imprimir a sua marca neste mundo, mas tecnicamente formatados por um sistema que não sabe Orientar a direcção do estágio seguinte, ao mesmo tempo que invalida e entorpece essa direcção dada pela consciência interna em cada nova geração. Desligados da Matriz Original e hiper-conectados à matriz artificial, tornam-se reprodutores de mudança desOrientada.
Esta observação convida à reflexão sobre em que medida uma matriz é/deve ser/pode ser uma estrutura expansiva ou restritiva. Neste contexto, posso dizer que desde antes de ter criado o meu site nunca consegui relacionar-me com a ideia de template como base de construção do meu site, nem sequer tentei, porque sempre soube que ter um site só faria sentido para mim se pudesse ter a liberdade de lhe dar a forma que viesse ao encontro do que estava a nascer como maria-tudo, que não encaixava em nenhum template pré-existente. E no entanto, o site que construí do zero, sem qualquer experiência na área mas de súbito sentindo-me habilitada a tal, tem uma estrutura própria, uma constante em todas as páginas após a página Home e a página de boas-vindas, mas não sinto nessa constante uma restrição e sim uma base de expansão, porque não há linhas rígidas auto-impostas, há sim a tal estabilidade dinâmica.
O que vemos cada vez mais no mundo virtual-digital e que me causa retracção tende para o oposto, com as plataformas de redes sociais cada vez mais construídas para servir os interesses dos seus criadores e não dos seus utilizadores que lhes dão vida, embora criem a estes a ilusão de que tudo é construído para os servir. Tomando como exemplo o YouTube, é abrangente dizer que cada vez menos é WeTube e cada vez mais é TheyTube, quer pelos formatos ajustados aos vínculos comerciais quer pelo actual cenário de censura adoptado por essa e outras plataformas, no conjunto resultando em tendência para a degradação, num contínuo investimento no excesso quantitativo e descarte do qualitativo. Verifico isso cada vez que limpo o histórico de navegação e surgem os genéricos, uma vez que não frequento essa rede em modo logged-in com selecção de canais subscritos. Vale recordar que, logged-off, visito canais conhecidos e sou levada a canais desconhecidos, ambos por sincronia. Esta é a melhor atenção que tenho a oferecer, e garanto que é uma Atenção consequente para quem a recebe de mim, via puro fluxo energético, com efeito multiplicador sempre que o conteúdo traz Frutos à Vida, e efeito inverso ou neutro no caso inverso ou neutro, livre de qualquer intencionalidade da minha parte, mantendo neutralidade como pano de fundo, apenas sendo um instrumento Vivo da Lei Magnética, com a correspondente Reverência a sinalizar a verdadeira Ressonância interna, distinta da 'identificação com' como fenómeno externo. Dito de outra forma, é uma Função Interna que actua, não sujeita a interpretação, mas que a consciência individuada testemunha e participa. Dito assim, parece que fica ainda mais evidente o quanto isto se distancia da estrutura template praticada pelas engenharias. E no entanto, é uma Função totalmente vinculada a um Código. Compreender este paradoxo é sentir o que é uma Matriz Viva, como é a Matriz Original Evolutiva, na sua Geometria Sagrada intrínseca a toda a Criação, sempre de N*OVO. Matriz cosmicamente implícita e explícita em todo o Universo e de que a Natureza é dádiva evocadora no âmbito Terra.
As engenharias terão de dar um passo na direcção desse N*OVO. Porque toda a 'inovação' no estágio anterior já foi experimentada e remanejada e melhorada e sofisticada e glamourizada e gourmetizada e . . . até quando e até onde iria o refinamento do declínio?
Daí o momento culminante de TRIAGEM CIVILIZACIONAL:
LIXO
MUSEU
CESTO MATRICIAL dos OVOs de OURO
Entretanto, a Oportunidade neste momento INvocada
tem sido confundida com oportunismo . . .
. . . originando todo um novo segmento de mercado cujo destino é LIXO,
apesar de inevitavelmente ir ter uma presença no MUSEU,
naquela que poderá chamar-se 'galeria dos horrores',
a.k.a./t.c.c. 'instrumentos usados na tentativa de controlo da humanidade'.
Mesmo ao lado, abre-se a chamada 'galeria das virtudes',
a.k.a./t.c.c. 'instrumentos usados na libertação da humanidade',
de onde gratamente se colhem OVOs de OURO para o CESTO MATRICIAL
take 3 ::
E a lagarta, será que tem aproveitado a Oportunidade para se rever nesse estágio e concluir que o mesmo se esgotou, entrando na crisálida a que a crise convida? Aparentemente ainda não. Perante os condicionalismos que lhe vêm sendo impostos - que verdadeiramente deveriam ter salientado o essencial do não-essencial do ponto de vista do Espelho Interno, não de projecções externas generalistas introjectadas - ela rapidamente os adoptou para poder continuar nesse estágio. Depois, o aparente desconfinamento retornou gradualmente tudo ao 'velho normal' sob um formato 'novo normal', iludindo mais uma vez a lagarta para dentro da hipnose colectiva de mudança, em que nada mudou à excepção do acréscimo de instrumentos de controlo ao sistema existente. Em suma, a lagarta adoptou mais uma máscara de pseudo-transformação, desta vez uma máscara literal, e voltou para o seu consumo habitual, num reino em decretado estado de "pan" sem evidências que o comprovem para além das medidas que o próprio decreto impõe. E para melhor se adaptar a essa recém adicionada face-ta e disfarçar a histeria contida por ela provocada, transformou a máscara em acessório glamour, num vasto sortido de formas, cores e padrões para todos os gostos. Uma moda à qual aderiram marcas e artistas, numa adaptação da sua arte à máscara que, quer numa atitude de a contestar quer numa tentativa de a personalizar, acabou por facilitar a sua introjecção no consciente e inconsciente colectivo como símbolo de controlo psicológico global. Um símbolo esvaziado de qualquer função sanitária para quem tenha mantido a sanidade integral de não perder de vista a função original do uso de máscara, cuja pertinência é hoje questionada até mesmo no seu contexto cirúrgico original. No extremo aviltante do oportunismo, há quem leve a negação à letra em propaganda, apresentando o produto como um bilhete de volta à normalidade em 'sinal de amor', mas como se constata pela avaliação e pelos comentários ao vídeo, cujo volume de visualizações se adivinha corresponder a partilhas igualmente indignadas noutras plataformas (onde eu o encontrei e confirmei), os lúcidos estão lá para repor a verdade e retirar a sua participação na farsa.
Entretanto, aqueles que reinam neste reino, para quem o estágio borboleta é sentido e tratado como inimigo, não sabendo mais o que fazer para perpetuar o estágio actual, foram impondo medidas cada vez mais estranhas ao bom-senso de qualquer reino, sempre por decreto como única via para forçar uma obediência que de outro modo não se sustentaria, e não é garantia que se sustente, já nem mesmo pela propaganda do medo, porque tais medidas não têm fundamento nas próprias Leis inerentes à vida planetária, que habitam a consciência e o código genético de todos os seres vivos, e que a ciência crê-finge dominar em variadas especialidades e especialistas. Mas a multi-realidade não confirma as suas teorias baseadas em premissas equivocadas, e fala mais alto para quem a vê e a escuta com todos os seus sentidos e sensores, acima de crenças e conveniências. Negando o bom-senso, perante a pressão económica e social para certos sectores serem postos a funcionar, e como isso causava uma evidente incongruência face às medidas decretadas, dividiu-se o espaço e o próprio ar em compartimentos, 'portas invisíveis', divisão flagrante no sector da restauração, incluindo cafetarias de hospital, em que se exige uso de máscara no estabelecimento, mas não à mesa, por motivos óbvios, ficando evidente tratar-se de uma lógica meramente mental para acomodar a conveniência. Ou seja, aquilo que está sendo usado como justificação para o uso de máscara, supostamente um agente viral de potencial perigo mortal que persegue seres humanos apesar de nem sequer ser um organismo vivo, suspende-se magicamente perante essas 'portas', onde a suposta ubiquidade é trocada por uma meticulosa selectividade. Este fenómeno também se podia testemunhar na praia durante o Verão, em que os habitantes deste reino que vinham de máscara até à praia, ao se despirem despiam também a máscara, e voltavam a vesti-la horas depois quando se iam embora da praia. A mesma lógica verifica-se no trânsito aéreo, em que passageiros mascarados viajam durante horas dentro do avião sentados normalmente lado a lado, mas à saída do avião têm de formar fila com distanciamento, apesar de continuarem mascarados. Outra situação que registei foi uma empresa que, ao transferir a sua actividade do presencial para o digital, obrigou os seus funcionários a usar máscara durante as interacções em vídeo, para manter o mesmo protocolo como política empresarial, apesar das pessoas estarem na sua casa, sozinhas ou em família, e de obviamente não usarem máscara nesse ambiente, excepto nessas interacções empresariais. Uma programação mental que compartimenta a mente e a psique via esquizofrenia induzida. Insanidade mental e psicológica relegada para último plano nas prioridades daqueles que se apresentam como reinantes aconselhados por especialistas, estes últimos também meticulosamente seleccionados, mas não por critério de sabedoria.
A lista continuaria, salta à vista de quem se mantém lúcido
dentro de tamanha contracção psíquica hipnótica.
Especialistas sabem cada vez mais sobre cada vez menos.
Generalistas sabem cada vez menos sobre cada vez mais.
Sábios sabem o que é preciso saber quando é preciso saber.
Se a lagarta não estivesse tão distraída no seu habitual consumo e lifestyle robotizado, veria a incongruência em todos os seus contornos, como é de se esperar quando é seguido um guião continuamente ajustado à narrativa padrão globalmente propagada, sobre uma suposta ameaça à saúde pública, que, a ser real na escala que insistem em fazer crer que é, seria tão auto-evidente e consequente como qualquer calamidade natural, a qual ninguém questiona nem contesta, nem tem de ser insistentemente lembrado de que é real por mass-media nem cobrado por decreto
para garantir que é real.
Se esta crise artificialmente tornada "pan" não for suficiente para iniciar a metamorfose planetária, isso dará pretexto à engenharia obscura por detrás do comando das nações deste reino terrestre para gerar sucessivas crises artificiais com crescente opressão totalitária por abuso dos poderes instituídos, uma vez que ficou comprovado que um reino em estágio lagarta facilmente se submete ao autoritarismo de pseudo-autoridades quando a bandeira levantada é saúde pública ou outra de escala equivalente na base da pirâmide das necessidades,
onde a lagarta tem as suas fundações.
Se a lagarta tem de ter as suas fundações ameaçadas para accionar as suas células imaginais a iniciarem a metamorfose, então este é o momento dela tomar consciência de que não há outra saída. De que o que a espera não é o inimigo nem é o fim da sua existência mas sim o seu próximo Destino, que a eleva ao seu ápice evolutivo,
anulando a falsa cúpula do poder que se instalou.
take 4 ::
Então como é que os Agentes de Mudança estão a encarar esses agentes na falsa cúpula do poder que ditam as regras para governantes e governados
ainda vinculados a esse tipo de poder?
Como algozes, tratando-nos como súbditos desprovidos de consciência própria e agindo como se fossem nossos donos, na intenção de nos adestrar, domesticar, condicionar,
sob aparência de protecção e/ou progresso?
Ou como catalizadores da Mudança, levando ao extremo acções abusivas para que a humanidade no estágio actual desperte para a sua Natureza Integral,
em final de ciclo que não mais pode ser adiado?
O que cada um tem feito para retirar a sua participação da actual artificialidade?
Esta é a deslocação de Força necessária para impulsionar a humanidade ao estágio seguinte. SER o estágio seguinte é a única forma de abrir caminho, mostrando que não há margem para meias-medidas para acomodar conveniências incompatíveis com o estágio seguinte. A humanidade que se encontra no estágio actual precisa de testemunhar SERES que espelhem o estágio seguinte. Para muitos no estágio actual, este testemunhar poderá ser sentido como uma ameaça, como uma atitude radical, rebelde, irresponsável, desrespeitadora e egoísta face ao próximo, pela sua perspectiva de condicionamento incutido. Esses não me espantam, só me entristecem, me contraem, me/se mantêm à distância, embora volte sempre a sentir-me renovada no impulso de continuar a deixar sementes nesses solos áridos e resistentes, quer através deste espaço digital quer emitindo para o Ar e fecundando o Éter, quando não há canal e código comum para transmitir mensagem que chegue ao receptor sem distorção. Noutra instância, inquieta-me ouvir relatos daqueles que afirmam estar aqui para abrir caminho para todos, mas invocam 'compaixão' e 'respeito ao próximo' como justificação para fazerem concessões em meias-medidas, para que aqueles outros não se sintam desconfortáveis face a uma postura que não reflicta a norma instituída. Essa parcialidade de atitude fragmenta a consciência e enfraquece a Força que nutre a Vontade e a Autoridade de Ser. Resulta naquilo a que se chama 'fazer parte do problema em vez de fazer parte da solução'.
Medida inteira é assumir o número de sapato que me corresponde. Meia-medida é descalçar o meu número actual e calçar o número anterior quando vou encontrar o outro, para não parecer grande ao outro que ainda não mudou de número. Os meus pés contraídos, magoados, deformados em nada vão contribuir para o outro. Por mais que o outro possa entrar em modo comparativo e competitivo e argumentar superioridade da minha parte por eu estar a usar o meu número, o que o outro verdadeiramente precisa é de me testemunhar plena no meu actual número. Se estar plena no meu actual número significa recusar todas as medidas decretadas em total fidelidade à consciência interna que emite a Verdade e a atitude correspondente, desobedecer a esta para obedecer à orientação externa que não tem correspondência interna é uma violação à Consciência Una da qual eu sou parte integrante. Isso é o oposto de SER. Uma atitude de fidelidade ao SER não implica imposição sobre o outro nem confronto com forças opostas, mas deverá elevar o outro e colocar-me noutra coordenada invisível às forças opostas que pretendam impor-se a mim. Elevar a minha frequência e passar despercebida àqueles que vibram em frequência abaixo é equivalente a sintonizar noutra coordenada. Isto pode acontecer involuntariamente, apenas pela acção da pureza inerente à fidelidade interna. Forças opostas vão tentar minar esta sintonia interna.
Onde antes fiz concessões, tornei-me susceptível a essas forças. Onde deixei de as fazer, a minha integridade fortaleceu o meu campo. É comum ver 'concessão' adoptada como 'aceitação' das circunstâncias. Aceitar as circunstâncias é lidar com elas conforme elas se apresentam, sem as tentar mudar a partir de uma perspectiva parcial, mas a partir de uma perspectiva integral eu saberei quando não é para me submeter a elas e sim influenciá-las noutra direcção. A escala que orienta a perspectiva é chave no discernimento, daí aquela oração que invoca a sabedoria para distinguir o que me cabe aceitar e o que me cabe mudar em cada circunstância externa. Interacção e relacionamento não pedem anulação nem submissão nem concessão, pedem entrega ao fluxo de energia que nos sintoniza a partir da essência, elevando à escala que dissolve a dúvida ao lidar com o exterior. Ocorre-me uma obra ilustrativa que está bem retratada em filme - The Celestine Prophecy (completo aqui). A visualização deste filme anos atrás convergiu, facilitou, confirmou as minhas primeiras auto-percepções subtis, a partir dos sentidos internos, da amplitude do meu campo energético vários metros em torno e além do corpo. Não é uma teoria, esotérica ou científica, é um facto comprovável por todos nós e que repõe a conexão dentro-fora instantaneamente. Num paralelo a partir do sentido externo da visão, é uma percepção que pode ser equiparada à do estereograma, quando a alternância se estabiliza, mas em termos de amplitude é incomparável. Falando em deslocação de Força, há que estabilizar nesta escala para actuar a partir do Real ao lidar com a matriz artificial.
take 5 ::
Retomo a reflexão sobre Matriz, trazendo aqui uns excertos de conversa Whatsapp entre Afonso e eu a propósito da gestão do espaço e dinâmica entre os 5 habitantes da casa para onde ele e Alexandre se mudaram em 5 Abril:
Ele - 5 pessoas, cada uma com um ponto de pista, é normal haver diferenças
Eu - Por isso eu digo que tem de haver um lugar de consenso, naquilo que não é a parte individual de cada um mas que diz respeito ao colectivo e tem consequências no todo. É aqui que eu vejo que está a falhar. Observa pelo ponto de vista do espaço: cada um tem o seu quarto e cuida desse espaço, mas o resto do espaço que é partilhado parece que é terra de ninguém, se não tem mãe nem empregada, a tendência é para ficar por atender, ou em último nas prioridades. ( . . . ) Vocês estão em fase de transição e adaptação, mas é importante estabelecer como são geridas as partes comuns, para que cada um se sinta bem com aquilo que é universalmente o estado melhor das coisas, além opiniões e vontades pessoais. É importante distinguir isto dessa ideia de superioridade de ponto de vista. Pensa MATRIZ. Quando crias uma e a usas, queres que cada peça saia fiel. Senão não crias matriz, crias peças unitárias. Vocês têm de lidar com a gestão das partes comuns da casa como sendo uma MATRIZ, e os quartos de cada um são as peças unitárias. Faz sentido?
Ele - As regras dele não se baseiam no que é certo, elas se baseiam no que é certo para ele (a propósito da minha referência ao universal, referindo-se a 1 com quem não estava a correr bem)
Eu - Pois, mas se é assim, parece que todos vocês praticam esta "regra" à sua medida, vamos parar ao tal do "respeito" que afinal é apenas condescendência que não contribui para ninguém crescer, cada um fica 'na sua' e querendo ser 'respeitado' nisso. Aí tens um exemplo onde a gestão das partes comuns precisa de MATRIZ. Enquanto isso não ficar estabelecido, há sempre margens para alguém não assumir a sua parte, em qualquer tipo de falha. Não digo MATRIZ no sentido de molde rígido, mas daquilo que é universal perante a consciência, e assim não carece de legislação nem regulamento, mas é mais como Código de Conduta.
Como designer, Afonso já criou várias matrizes, protótipos e peças unitárias, eu sabia que ele teria um entendimento de Matriz de uma perspectiva muito própria. Eis uma delas, de 2018, que oferece uma ilustração particular e que me é particularmente querida, por retratar tão fielmente e detalhadamente as inconfundíveis e irrepetíveis mãos do meu filho Afonso. Ele teve de criar aquele molde negativo maleável azul à esquerda, com as mãos lá dentro nessa posição, a partir do qual criou este exemplar positivo rígido à direita. Outros exemplares em material e cores diferentes seguiram-se. E agora o molde rompeu-se e ele vai recriar outro usando o exemplar positivo, mas já não tem de voltar ao ponto inicial do processo criativo. Isto é a vertente design da arte, em que o criador cria algo a partir de uma ideia singular para depois a reproduzir, normalmente em edição limitada, como factor de distinção entre design e fabricação industrial em série.
Em 2017 criou esta que também me é muito querida e a que chamou Luminária Coral, num processo multi-fásico complexo orientado para uma peça unitária.
Matriz é fidelidade à origem. Não tem de ser rígida para manter a exactidão dos traços e contornos originais, mas não deixa margem para desvios, facilitando a reprodução sem necessidade de repetir o processo criativo total. É com isso que contamos em tudo o que é Matricial. É isso que amamos e procuramos na Natureza intocada, que nos reconecta à Fonte Criadora inspirando-nos a criar peças unitárias que a espelham, em processos onde Variáveis são possíveis dentro da Constante, como em todo o Universo criado, incluindo em nós. Encontrar a harmonia no espaço e na dinâmica interpessoal também passa por aí. Ausência de matriz ou substituição por matriz artificial, que não contém o Código Evolutivo Original que guia a conduta humana, gera caos dentro de uma falsa ordem, não-criativa. A Matriz Original oferece estabilidade dinâmica, estimula e permite o Kaos criativo que retorna sempre à Ordem. Onde nada é supérfluo e nada é negligenciado, é possível acender a Paz Universal que ilumina e soa em todas as direcções. Essa parece ser a actual constante no horizonte visual e sonoro da casa "5".
::
Rich Tasks,
Oportunidades de Ouro
::
:: Pausa

Spirit of Peace within Spirit of Pause
is turning the lock down into up
UNlocking and UNveiling
true INvisible Doors
Breve filmagem em 13 Agosto, num dia de vento como o de hoje 3 Novembro, dois meses após ter retomado a escrita desta mensagem, que entretanto assumiu novo corpo transmutando-se a partir do corpo anterior. Chegada a este tópico, apercebi-me de que o vídeo com o título Celeste* inserido no corpo anterior foi retirado pelo autor, deixando um espaço vazio no lugar onde antes se via um harmonioso edifício de baixa estatura formando um tipo de claustro em torno de um espelho de água ao centro do qual se podia ver um elemento em forma de lente bi-convexa de superfície reflectora flutuando acima da água em suave movimento magneticamente induzido desafiando a gravidade, o único elemento móvel num cenário em pausa, onde até uma figura humana feminina em posição de andamento se encontra estática, como se o tempo tivesse sido suspenso para salientar o Movimento Essencial . . . Stillness in Motion We Are . . .
*posteriormente reencontrado com outro título e noutro canal do artista aqui
O Espírito da Paz dentro do Espírito do Natal que inspirou estas peças como presentes, inverteu-as em Dia dos Reis, 6 Janeiro 2020. A mesma inversão está presente dentro do hexágono geomag acima. Paz Magnética ilumina e soa em todas as direcções.
:: Mudança de Escala
Nazaré não é para todos, mas é para sempre.
Quem surfou aqui, passa a surfar na escala horizontal do Surf
com a qualidade da escala vertical do Surf. O inverso não é uma opção.
Tenho a certeza que Bethany Hamilton sabe isso de uma forma muito própria, sem ter surfado aqui. E por saber que ela sabe, para mim é como se ela tivesse surfado aqui.
Escala não é competição. Mudar de escala não é alternância regressiva. Quando mudas de escala, és essa escala onde quer que vás. A mudança dá-se quando já é irreversível.
Da crisálida sai uma Borboleta,
não uma mistura entre lagarta e borboleta.
Metamorfose não é Frankenstein.
Em 28 Outubro, dois dias após publicar a mensagem She Took the Fall, uma conhecida música soou no meu acordar matinal: Ebony and Ivory. Não preciso de me esforçar para saber de onde veio e porque veio, nem é a primeira vez que veio ao longo de anos. Mas é a primeira reacção que surge quando falo de incompatibilidade, e porque é certo que não há incompatibilidade entre as teclas pretas e as teclas brancas do piano. Mas o som que provém de umas e de outras ressoa em diferentes instâncias em nós, as pretas no interno, as brancas no externo. Daí haver uma relação entre mudança de escala e uma tendência a tocar mais as teclas pretas do que as brancas.
Venho traduzindo ao longo de anos e de várias maneiras o que distingue harmonia entre opostos complementares na horizontal e incompatibilidades na vertical. Crescimento exterior e maturidade interior são consequentes. Não têm necessariamente a ver com idades e tamanhos, mas têm a ver com escalas na consciência individuada face à Consciência Una.
Quando a pessoa não cede à sua própria essência, por estar identificada ao pequeno eu como regente da personalidade, todo o sistema gravita em torno das pequenas vontades.
Isto não é um defeito, é um estágio. A Interna Criança que Somos não é o estágio infantil que guardamos na nossa memória. É a qualidade de pureza interna própria da Alma. Na Essência, a Vontade muda de escala, inconciliável com vontades que não derivem dela. Pétalas de uma mesma flor, distintas mas unidas na origem ao centro, assim é a Verdade, indivisível em partes antagónicas. Antagonismo sinaliza inverdade em alguma das partes. A Verdade é Una. Tal como a Matriz Original. Não permite meias-medidas.
Fora dela, dá-se todo o tipo de permissividade e alternância.
Meias-medidas:
Meio-arquétipo: hoje sou Rei | amanhã sou tirano
Meia-fidelidade: hoje sou fiel | amanhã não
Meia-verdade: máscaras são falsidade | excepto hoje
Meia-adicção: só faço à 3ª feira e 5ª feira
Meio-holocausto: passo a matar judeus só ao domingo
Meio-Eu: não contes comigo nisto | conta comigo nisto
Eu: não contes comigo nisto .
~ ~ ~
No surf e na vida, somos atraídos para a escala correspondente à nossa
linhagem interna. E assim como nem toda a escala se mede em tamanho,
nem todo o Fogo se mede em calor.
(link na imagem-citação)
:: REducação
a p u r a n d o e x p a n d i n d o i n t e r i o r i z a n d o a m u l t i - V i s ã o
No escuro da noite, deitada na cama virada para a esquerda, vi a mesa de cabeceira no seu lugar. Soube instantaneamente que a estava a ver pela visão interna, mas levei a mão aos olhos para confirmar. Sim, estavam fechados. Isto não foi um exercício, foi uma experiência espontânea um tempo atrás. Várias noites é comum levar a mão aos olhos para saber se estão abertos ou fechados porque me sinto a ver, mas essa vez foi especial, como um registo-chave a distingui-la de visões na tela interna. Na imagem acima hiperliguei a página desse site que reúne os vídeos de demonstração. Noutros vídeos podem ver-se adultos. O meu testemunho valida essa habilidade em nós, independente da idade, mas dependente da nossa escala de visão, distinta do grau de visão dos nossos olhos físicos. Dissolver fronteiras entre sentidos externos e sentidos internos deve estar na base de todo o processo facilitador da aprendizagem e apreensão da realidade.
Recentemente soube da partida de uma conhecida figura que deixou um contributo notável à Educação. Na presente conjuntura, honra-me trazê-lo aqui como desconstrutor da epidemia fictícia, no sentido estrito e lato, a que o actual sistema nos quer habituar como parte da normose.
(versão original acima, com melhor qualidade; versão legendada)
Na exposição seguinte, o testemunho de estudante que é dado logo nos primeiros minutos, declara o ponto em que a Educação Escolar se colocou e nos colocou, o mesmo ponto a partir do qual deixa de ser possível não questionar a validade do Ensino, quando este deixa de servir o que deveria ser o seu fundamento - a aprendizagem dinâmica - que transformaria em pontos de partida conteúdos obsoletos e imprecisos transmitidos como pontos de chegada.
Como sabemos, a normalização é levada ao extremo em regimes totalitários como o que governa a China. Há poucos meses vi um excerto inserido num vídeo que mostra até onde esse extremo pode ser levado, e está a ser levado na China, quando a tecnologia é posta ao serviço do controlo absoluto da aprendizagem, desde a primária com dispositivos de controlo directo, à universidade com dispositivos de controlo à base de pontuação, no âmbito do sistema de 'crédito social' aplicado a todos os cidadãos com consequências directas nas suas vidas. Perante pais e professores de crianças que aceitam tal sistema imposto literalmente na cabeça dos seus filhos e estudantes, e jovens estudantes universitários que reconhecem tal sistema de pontuação via controlo por aplicativo móvel como sendo benéfico para motivar 'bons comportamentos' ditados pelo regime, a humanidade que ainda não ficar em CHOQUE e ficar antes a aplaudir tecnologia de controlo comportamental em substituição da consciência humana evolutiva, será a mesma des-humanidade que permitiu a essa falsa ordem impor controlo criminoso sobre a natalidade - One Child Nation - e tende a permitir o controlo criminoso da população mundial. Hoje, as forças que conduzem esse regime opressor dominam por hipnose tecnológica nacional com pretensão global e exercem influência ideológica globalmente via academias universitárias, focando especialmente na chamada geração Millennials, que, ao incluir os meus filhos, me dá uma percepção própria de como essa influência se infiltra e se propaga de uma forma doutrinal que fecha o pensamento próprio, fazendo crer que a ideologia é que é o pensamento próprio.
No mesmo período ouvi pela primeira vez uma figura que me cativou, nesta conversa em torno do seu mais recente livro - Madness of Crowds - que originou a minha partilha dirigida aos filhos, recomendando-o como significativo contributo para desfazer a confusão que se instalou nessa geração via influência académica. Incluí a seguinte introdução do anfitrião encontrada na descrição do vídeo: "D.M. shows how the people who are always in favour of the latest woke doctrine are the same people who wanted to bring down Western Capitalism in days gone by. Unregenerate Marxists. You'll find plenty of them in the academy according to D."; acrescentando o meu comentário na partilha a eles: "The [less-than-courageous] mad crowd needs to mature from WOKE academic disputers to AWAKEN Full Humans." Num fio de ligação, deparei-me com um vídeo sobre os Millennials apoiarem o comunismo, de onde transcrevi um excerto: "Every leftist group is totalitarian, meaning they want to control how you think, and certainly speak, that is why the left is so dangerous. (...) They don't want us to think a different thought. That's why the left is so scary. It wants to control how you think and how you speak. There is no exception in the entire world of the left. Liberals don't think that way, conservatives don't think that way, but the left does. Always did, always will, it's a distinguishing feature of leftism, controlling how people think."
Por mim, estas coisas podiam ser ditas acerca de qualquer quadrante de uma ponta à outra do espectro político ideológico, porque não me oriento por essas linhas. Mas isto confirma e demonstra o perigo do modo de pensar predominante na actualidade: as pessoas tendem a validar como verdade o que lhes é apresentado sob uma lógica irrefutável acrescida de supostos valores altruístas de justiça social. Isto tendo na base o medo, a fórmula está completa. Na prática, uma pessoa mentalmente dotada pode elaborar os mais sofisticados e sólidos argumentos em torno da premissa que melhor encaixe no seu sistema de crenças, mesmo que a premissa não tenha o menor fundamento na Verdade. Porque a pessoa identificada à mente concreta-racional não tem vínculo com a Verdade. E quando os argumentos se esgotam, está lá o niilismo que em qualquer direcção culmina no famoso 'ter sempre razão'. Não é isto também uma característica distintiva da dita 'esquerda'? Não precisa de ser esquerda política, basta ser hemisfério esquerdo, dissociado do direito. Para esta pessoa, a verdade é composta de versões. Ela não sente a Consciência Una, logo, não sente a Fonte da Verdade. Para ela, normose é a verdade. E quando esta pessoa é a civilização inteira, não é de estranhar que as forças de controlo levem a normalização ao extremo para que a humanidade possa sentir o CHOQUE.
Não sei se o próximo livro fez parte do curriculum nacional, mas fez parte do curriculum da minha escola secundária, creio que na disciplina de Filosofia ou Psicologia-Sociologia, por uma rara professora que ainda tenho na memória, e foi um dos raros livros escolares que mantive até hoje, embora não me lembre de o ter lido integralmente nem do que foi discutido acerca dele, mas a apreensão essencial deu-se via síntese, sendo o tema Futuro. Um alerta emitido há 50 anos.
A 'future past' in ENDLESS refinement of the decline.
Impossível não amar o génio brilhante da mecânica das coisas quando levado à excelência. Mas onde nos leva tanta excelência, quando promove e perpetua o automatismo inconsciente e a robotização da vida, levada ao extremo na dita inteligência artificial que supostamente supera a INteligência da Vida em nós, ao ponto de nos dispensar do cenário?
Neste ponto, e ligando os dois vídeos acima, é igualmente impossível não evocar a figura que dedicou a sua longa vida à concepção de uma nova sociedade, investindo as suas competências de inventor, designer industrial, engenheiro social e futurista nesse que ficou conhecido pelo nome Venus Project. (vídeo legendado)
Muitos anos atrás, desde que vi pela primeira vez material sobre este projecto,
ficou-me o eco de palavras dele ao apontar um exemplo de transformação:
"a solution, not a law". Ele referia-se a sensores aplicados a novos veículos que os impediam de circular a velocidade elevada que pudesse causar choque com outro veículo ou despiste, solução que ele apontava como mais eficaz do que legislação a impor limites de velocidade e penalidades várias. Na altura, essa colocação fez o maior sentido, para quem sempre sentiu uma estranha inadequação em relação à legislação como forma de organização civilizacional, muito antes de compreender porquê. Com o passar dos anos, a equação solução vs. legislação assumiu outra forma, quando uma e outra acabam por ser substitutos à consciência. Se eu vou usar um transporte colectivo, faz todo o sentido que este funcione de forma automatizada desde que não interagindo com a circulação de veículos conduzidos por pessoas, libertando pessoas da tarefa repetitiva de conduzir transportes colectivos, que devem ter circuitos próprios e fixos como no projecto Vénus, mas deixando livre a opção de condução plena de veículos individuais, obviamente numa escala e proporção equilibradas, como também se vê no projecto. Se eu vou conduzir um veículo, eu quero estar plena nessa condução. Não quero que a tecnologia me retire comandos, nem quero que a legislação me imponha regras que invariavelmente são incongruentes ou redundantes para quem age em consciência. O investimento deve ser sempre na consciência, não numa solução ou numa lei que impeçam o acto em vez de estimular o acto em consciência, consciência que obviamente exclui por si actos incompatíveis com a Vida. Impedir o acto, quer por solução técnica quer por penalização legal, partindo do princípio de que um ser adulto não tem orientação interna própria ou não deve confiar nela na sua conduta equivale a reter a consciência no nível jardim de infância. Legislação é anterior e inferior à Consciência. Isto é REducação.
No âmbito habitacional, sempre senti uma ambivalência face a este projecto, porque embora sentisse nele um alívio pela harmonia e eficácia nas formas e processos, não necessariamente me via a viver numa daquelas habitações modelares protótipo, havendo em mim um lado rústico bem terrestre e afim com materiais naturais, não sintéticos. E nisto sinto outra ambivalência, quando anseio por preservar o reino vegetal do mesmo modo que o reino animal da exploração por humanos.
Muitos anos atrás, vi também esta outra perspectiva que tende a apresentar-se a par deste projecto, evocando e invocando a reflexão rumo à síntese civilizacional terrestre.
Neste Novembro 2020, faz re-novado sentido re-vê-la no contexto total em que
§
Este ano surge um novo filme do mesmo criador da trilogia Zeitgeist (2007/2008/2011), Movimento que no passado esteve associado ao Projecto Venus. A imagem-capa à esquerda em baixo foi o chamado que captou a minha atenção recentemente num site gratuito onde vejo filmes, mas só o visualizei na noite de 29-30 Dezembro, data em que o insiro aqui, na mesma invocação à reflexão rumo à síntese civilizacional terrestre. Sincronicamente, uma reflexão que se alinha à minha perspectiva Looking Back onde a actualidade é passado, mas em mais de uma linha de tempo, dá-nos um ponto intermédio, de onde podemos olhar para trás e para a frente.
Mas em que Futuro nos unimos?
Humanidade e Planeta em Consciência Una,
a Nova Terra, organicamente em gestação, é Uma só.
Então voltamos à Matriz & peça unitária.
Matriz Viva não é bitola normótica.
Futuro harmónico é simbiótico.
Para corrigir a óptica
estão cá
A REducação pela Acção está nas nossas mãos.

Colagem | 4 peças | Brasil 2009 | maria
Numa sessão de colagem que propus aos filhos na minha visita ao Brasil em 2009, folheando revistas e separando páginas, ao ver esta imagem de fundo e a imagem da figura feminina, que inclui o sinal gráfico acima dela, revi-me nesta e nesse salto-direcção ampliado na junção à outra imagem. Depois acrescentei as duas mãos, que parecem sugerir masculina e/ou adulto à esquerda e feminina e/ou jovem à direita. Agora, parece uma antecipação amarelo-dourado, a acentuar a Função Sunny como Agente Solar meio Ghost nesta Terra amada.
:: REmissão
d e v o l v e n d o à v i d a o q u e é d a V I D A Ela Cons-pira de N*OVO
(legendas)
Cons-ciência > Ciência Consciente
Cons-piração > Respiração Consciente
Na mensagem anterior tivemos oportunidade de rever e desconstruir a Teoria da Evolução introduzida por Darwin na sua aplicação à evolução da humanidade.
Nesta mensagem temos a oportunidade de rever e desconstruir a Teoria do Germe falsamente perpetuada por Pasteur como justificação de causa patológica, e confirmar a Teoria do Terreno como auto-co-responsabilização pela nossa Saúde Integral.
Conforme mencionei na mensagem dedicada à queda, no período que lhe seguiu de intensificação de fluxo limiar nocturno, o outro nome que soou repetidamente por dentro e remetia para este âmbito é o do autor do primeiro livro abaixo, publicado em 2016, e referenciado na mensagem anterior. Semanas depois vi o pré-anúncio do segundo livro abaixo, que seria publicado em Setembro 2020, cujo autor também é referenciado na mensagem anterior. De súbito, as capas dos dois livros fixaram-se na minha consciência como síntese-chave para a REmissão da actual situação ao Ponto Zero.
Olhar para os dois lado a lado deve dar o primeiro insight . . .
. . . que apela a dar o passo em frente que limpa o cenário do obscurantismo que vem permitindo e gerando os equívocos que servem de premissa quer à narrativa oficial quer a outras narrativas que se opõem à primeira no que diz respeito às falsidades e aos abusos mas ainda estão limitadas pelo vínculo ao mesmo paradigma. Esta dupla proposta surge como ponto de partida para desaprender, desconstruir, desprogramar e libertar a cons-ciência da normose que a oprime, rumo à omnisciência. Estes dois livros precisam de ser lidos por todos aqueles que podem ser pioneiros neste passo evolutivo transitório, levando o conhecimento actualizado localmente onde ele é necessário para imediatamente travar processos nocivos e iniciar processos benignos a toda a vida humana e planetária, sem mais adiamentos. Afirmo-o sem os ter comprado ou lido e mesmo antes de ter lido mais recentemente um excerto do primeiro disponibilizado aqui, que foi suficiente para documentar e confirmar o que já se tinha impresso a partir da consciência interna. Oferece-nos um panorama histórico específico e relevante dentro dos dois séculos anteriores, que não fez/faz parte do nosso currículo de escolaridade obrigatória nem das academias médica e tecnológica que se instalaram globalmente, evidenciando a selectividade por conveniência com que os poderes instituídos dominam todas as áreas da vida ao propagarem a normose que suprime conhecimento determinante nas escolhas actuais e futuras, em particular quanto ao uso de tecnologia incompatível com a saúde e a vida no seu todo, que nos está sendo imposta sob o consentimento de autoridades instituídas, sem prévia consulta pública devidamente informada além conveniências.
No âmbito da primeira temática, além do livro, informação útil está disponível por várias vias, incluindo num investimento multilingue aqui, com versão PT. Anteriormente já tinha partilhado conteúdos em vídeo reunidos aqui. Em complemento à pesquisa deste autor, voltei a encontrar-me com a figura inglesa já antes partilhada, desta vez em alguns vídeos legendados neste canal.
No âmbito da segunda temática, além de apontar o livro, tenho acompanhado a divulgação desse médico autor, que desde o primeiro instante ressoou em mim no seu modo de apreensão da realidade - do todo para a parte = do feminino para o masculino - e de a traduzir em linguagem que reflicta essa ordem e abrangência. A primeira peça em vídeo onde o vi, várias vezes removida e republicada, continua a ser a mais sintética e sucinta que vi até hoje, entregando as primeiras sementes de tudo o que está implicado na situação actual sob o ponto de vista da saúde. Em meses recentes ele tem publicado conversas em vídeo, anunciadas na sua página de rede, entre as quais vi e destaco esta com a co-autora do livro sobre o seu tema e esta que iniciou esse ciclo com outra figura já partilhada por mim e que também tem continuado sob o meu radar. Há uma terceira figura, também já partilhada por mim e que tem continuado a merecer a minha atenção, que eu gostaria de ver em conversa com o autor do segundo livro. A última vez que o ouvi foi nesta conversa. Estes três médicos complementam-se num patamar semelhante dentro da transição e constituem um painel que recomendo, embora com as reservas que tendo a sentir em relação a tudo o que é transição que se baseie em mudanças parciais, próprias deste passo transitório, especificamente tudo o que diz respeito a utilização de animais em experiências laboratoriais e consumo alimentar, que não fazem parte e são incompatíveis com o próximo ciclo, não por escolha horizontal mas por transformação vertical inerente à Metamorfose.
Dentro desse patamar, uma linha de ciência médica alemã oferece uma compreensão do que está na raiz do MITO que o livro aborda. O material disponível é longo e técnico, mas apreensível por qualquer um de nós motivado pela Verdade, como podemos sentir nesta breve e clara conversa, apenas técnica q.b., que proponho como intro a esta linha:
(original alemão + legendas multilingue)
(alternativa inglês em 7 partes)
(o livro)
(um destaque a partir do minuto 19:28 até final)
Desconstruída a normose da ciência médica, no mínimo os conceitos da linguagem terão de ser revistos. Porque o nome e os atributos que a ciência dá e estabelece ao que a ciência observa não oferecem a veracidade absoluta e estática que tende a ser dada e tomada como garantia. Porque o rótulo "científico" não garante que o próprio método científico foi seguido nos seus vários protocolos analíticos aplicáveis a cada caso. Porque tudo o que vem com esse rótulo tende a ter um peso determinista perpetuado, mesmo tratando-se de teorias.
Portanto, não se trata meramente de confirmar ou negar a existência de algo.
Trata-se de REver e REsignificar o que se observou,
à LUZ da Cons-Ciência que Cons-pira na Omnisciência inerente à Matriz Original.
Será possível continuar a falar de "sistema imunitário"?
Depois de observarmos que aquilo que antes se designou por ataque e defesa é tão somente uma resposta biológica ao que se apresenta, não será mais correcto falar de ecossistema, que não é da nossa autoria e não carece de nossos aditivos farmacológicos para se auto-reparar, mas tão somente da nossa manutenção do equilíbrio original?
Será agora possível compreender que doença é o sinal do corpo de que iniciou um processo de auto-reparação e que esse processo não deve ser interferido, devendo a atenção ser orientada para descobrir o que causou a necessidade de auto-reparação e não para as substâncias que o corpo excreta durante esse processo como se estas fossem a causa, continuando assim a ignorar e/ou desviar deliberadamente a atenção da verdadeira causa?
Será assim possível deixar cair a noção de que qualquer teste que detecte essas substâncias não sinaliza infecção por contágio recebido ou transmissível, mas tão somente constata que está a ocorrer ou já ocorreu um processo de auto-reparação no corpo testado?
Será agora claro que pessoas em contacto testadas com resultados idênticos não sinalizam contágio entre si mas sim que foram expostas a uma causa comum, ou que esta tem uma resposta biológica comum, causa que ficou por apurar?
Que causas têm ficado por apurar enquanto a atenção é desviada das mesmas e orientada para a guerra à biologia, sem considerar os danos da própria farmacologia e da tecnologia no seu todo?
Será finalmente possível deixar cair as máscaras 'anti' ao perceber que a única patologia a temer é a normalidade imposta por normalização?
::
A normose viral termina quando cada um assume a sua parte
tornando Viral a MetaMorfose Matricial
Em síntese, o link na imagem abaixo, com legendas multilingue.
I.M. little,
m. never small
Notas:
À semelhança do que ocorreu com a primeira mensagem desta sequência, ao tentar corrigir alguns erros gráficos nesta mensagem, surgiu o mesmo problema técnico no editor Wix que me impediu de a salvar e republicar e me forçou a dividi-la em duas partes. Tendo aproveitado para a rever e verificar as hiperligações, mantive aquelas que pude recuperar sob novos links. Partes I e II têm o mesmo título, a mesma data e a mesma imagem-capa. I.M.possible Future :: From viral normosis to Viral Metamorphosis (II)
Esta mensagem (partes I e II) foi composta em segmentos publicados ao longo de meses após a sua publicação inicial em Novembro. O fio prossegue nas mensagens I.M.possible Future seguintes, reunidas na categoria em baixo à direita.








































