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Foto-Síntese
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A Arte-Fotografia
em leituras multidimensionais rumo à Síntese . . .
. . . continua nesta quinta página. Caso esteja a aceder a esta sem nunca ter passado pela primeira página, sugiro que o faça, para ter uma visão do tipo de abordagem que faço aqui, como ela se enquadra e sincroniza na expressão de maria tudo e para aceder à continuidade de fluxo desde o seu início, em Novembro / Dezembro 2014.
Use os botões numéricos à direita do título para aceder às dez páginas deste Círculo 10.
| 1 Jan
IMpossible First Rise

Uma hora depois, foi tempo de atender ao chamado oceânico. Acolhendo a água suave nos pés descalços, contemplei as minhas sinuosas pegadas na areia da praia vazia . . . .

A seguir, captei o contorno alongado da minha presença desenhado pelo Sol ainda baixo . . . Não sabemos ainda que formas e direcções irão desenhar-se neste novo ciclo temporal, mas aqui fica um esboço dos primeiros passos, num espaço-tela que se renova continuamente ao ritmo das marés, como Variáveis indissociáveis da Constante Matriz Original que lhes dá a Vida. Hoje, o Sonho da Vida Renova-se, para se Revelar dentro e se Manifestar fora. .
| 11 Jan
. . . and then . . .

. . . i was One with the Tree em Dia de Reis e parece que de Rainhas pois assim me vi coroada em contorno de presença renovada desta vez desenhada por um Sol cúmplice da Árvore onde me encostei (Foto em 6 Jan.)

uma das Árvores que visito a pequena ao lado do banco no qual me sento e deito e subo entre Irmãs de Caminho (Foto em 8 Jan.)

Este foi o Presépio que ganhei neste Natal, feito à mão pela esposa do irmão. Neste Dia a que chamei de Retorno dos Reis, acendi nele nova vela, aqui, onde o que está Acima se Espelha Abaixo. (Foto em 6 Jan.)

. . . i was One with the Tree em Dia de Reis e parece que de Rainhas pois assim me vi coroada em contorno de presença renovada desta vez desenhada por um Sol cúmplice da Árvore onde me encostei (Foto em 6 Jan.)
| 25 Jan
Multi Birthing the Star*Seed

No dia 8, após nova visita à praia, de pés descalços na água, ao regressar a casa vi espalhadas estas sementes caídas das vagens de uma planta entrelaçada na grade do muro de uma casa. A sua forma atraiu-me. Apanhei umas do muro. Deu 13. Em casa dispu-las assim.

. No dia 13, ao passar de novo por ali, quis trazer mais algumas. Colhi-as novamente do muro tendo em mente 19. Deu 19. Em casa dispu-las assim junto com as 13 anteriores. 13-19 O Fruto da Vida no ano 19 do milénio Não-Tempo no Tempo Duplo Movimento

A dupla espiral juntou-se à caixa de pedra esculpida acima, presente da mãe neste Natal, daqueles que ela acerta sem saber bem porquê. Como me senti inclinada a deixá-la aberta, coloquei dentro um conjunto de pedra-pomes com aroma, que já tinha. Ao lado, o conjunto já antes existente e aqui partilhado, que entretanto ganhou uma segunda esfera, igual, achada algures e colocada ali há muitos meses.

No dia 17, quis testar de novo estas colunas de um antigo computador, para as comparar com a coluna JBL que começou a perder qualidade de som. Qualidade de som que nestas não está melhor . . . mas parece que o teste tinha por real função trazer para fora a sua Forma . . . .

. . . de N*OVO. O livrinho de apontamentos que já ali estava, também ele já antes aqui partilhado, com a sua capa por mim editada com a Palavra junto ao símbolo seu original, confirmou o que me MOVE e o que M*OVO no Presente Movimento. Emitir o Som Multi-D dentro da Tri-Dimensão, para que o N*OVO possa Nascer Aqui. .

No dia 17, quis testar de novo estas colunas de um antigo computador, para as comparar com a coluna JBL que começou a perder qualidade de som. Qualidade de som que nestas não está melhor . . . mas parece que o teste tinha por real função trazer para fora a sua Forma . . . .
| 14 Fev
Horizonte Afim

Neste dia, não pude deixar de passar alguns momentos em frente ao Mar e ao Sol, já perto do final da tarde. Num profundo diálogo interior, de olhos líquidos fechados, de súbito senti uma presença encostada à minha frente. Ao abrir os olhos, ainda turvos, vi uma menina de 3-4 anos, sorrindo, numa doce dádiva de si. Disse-me depois a mãe dela que o meu estar ali a tocou e ela veio ao meu encontro. Um grato Diálogo sem palavras ocorreu ali... Já sozinha, desenhei isto à esquerda...

Reencontrei-me com esta foto ao evocar e procurar a foto seguinte... Pormenor central que me atraiu num painel maior de azulejos na Estação Cais do Sodré, Lisboa. Ambas as fotos na mesma ocasião, em Março 2009, no dia do meu aniversário. Decididamente, este é o Movimento em curso...

Esta foi a única evocação em imagem alusiva a este Dia de São Valentim... Mais do que duas faces afins voltadas uma para a outra, o Encontro dá-se entre duas faces voltadas para um Horizonte Afim, o da Transformação. Uma Estação Terminal há muito nos aguarda, mas se o interesse fica retido no mel das estações intermédias, nas suas múltiplas meias-faces do já conhecido, o Destino DesConhecido não poderá Revelar a sua Face Integral.

Reencontrei-me com esta foto ao evocar e procurar a foto seguinte... Pormenor central que me atraiu num painel maior de azulejos na Estação Cais do Sodré, Lisboa. Ambas as fotos na mesma ocasião, em Março 2009, no dia do meu aniversário. Decididamente, este é o Movimento em curso...

À direita estava um papel dobrado, abri-o. Senti então que o desenho à esquerda, que teve por base a minha mão, era a CURA abrangente para tudo o que se possa incluir na escrita à direita, a quem se destinar... Vários desenhos já deixei por ali, esta foi a primeira vez que fotografei. Na maior parte destas saídas deixo o telemóvel em casa, mas desta vez pareceu-me que era para levar. O mesmo Movimento continua...
| 25 Mar
Horizonte Afim

Este foi o postal que recebi da mãe no presente Aniversário, entregue em mão, dentro de envelope. Ao abrir, esta pareceu ser a orientação, mas ao identificar o elemento central, percebi que estava invertido. O fenómeno é que a mãe também 'leu' o postal nesta orientação, e escreveu-o por dentro sentindo-o assim...

. Dez anos depois, exactamente na mesma data, ao passar pelo mesmo painel de azulejos na Estação Cais do Sodré em Lisboa, reparei na sua orientação vertical original. Na altura fez sentido orientar o desenho na horizontal. Agora fez sentido reunir ambas as orientações... ...no Multi-Movimento em curso...

Endireitei-o e mostrei-lho. Ela ficou confusa por instantes, mas actualizou a 'leitura'. Há muito que ela tinha este postal guardado, à espera de destinatário... A destinatária do postal une-se assim ao próprio Destino...no Horizonte Afim em ambas as orientações... "Tranquilidade" - arte original pintada com a boca por Rosmarie Weber
| 31 Mar
Entre Horizontes

O dia começou com uma demorada e atenta escolha da roupa . . .
| 2 Abr
plus

Aqui entrego o conteúdo do meu último par de publicações no Google+, que encerrou hoje. Grata pelo espaço facilitado. Este vídeo, já partilhado ao longo dos anos, antes mesmo da criação do meu WebSite, tem a Nota do INfinito no Finito. Always a grateful and joyful *plus*. Nota :: Nesta configuração de visualização em duas colunas, como a última publicação surge à esquerda, o par deve ser visto da direita para a esquerda.

A parte inferior retrata a minha primeira publicação em 20/12/2014. Sobrepus o vídeo à imagem para poder ser visto aqui. O mesmo fiz na publicação à esquerda. Nota :: Nesta configuração de visualização em duas colunas, como a última publicação surge à esquerda, o par deve ser visto da direita para a esquerda.
Let Us add the plus accordingly
or not add at all
| 17 Abr
Trans

. . . cendendo

Antes disso, o primeiro impacto na manhã de 16 tinha evocado um sonho que tive poucos anos atrás: testemunho a lateral de uma grande igreja em ruínas, não ruínas recentes, mas já cicatrizadas e pacificadas, porém não reconstruídas. Ao lado, um homem representando o Budismo, cujo corpo, só existente do diafragma para cima, assenta no chão, vivo e sorrindo, e a seguir fico a saber que morreu, também pacificado. Transcendendo religiões na Essência Transcendente que nos atravessa no Símbolo
| 23 Mai
A Obra Humana

Há lugar para a Arte Iluminada, nos raros momentos da Obra Humana em Abertura Convidativa ao Alto . . . Estando o prédio em obras, esta passagem esteve hoje aberta todo o dia. Vendo-a do lado de fora pela minha janela estreita, aqui sentada, observei uma pomba como que atraída a entrar . . . Fui verificar e . . . eis o que Vi . . . Só então fui buscar o telemóvel para fotografar.
| 11 Jun
plus
| 12 Jun
Além...

Por falar em Paredão de Cascais e de segurança exacerbada . . . Aqui, pontão da praia do Monte Estoril, hoje. Parece que alguém resolveu o assunto, com arte elevada . . . Após tirar a foto, apercebi-me que ao fundo caminhavam de lá para cá um homem e uma mulher em par, como se estivessem retornando de serena reconquista da harmonia mútua, após superarem a barreira ilusória e não mais necessária . . .

Mais à frente, novas e intrigantes barreiras . . .

O mar exibia azuis e verdes intensos de uma transparência e calma que a foto não consegue abranger. Ainda assim, se ia tirar essa foto, tinha de levantar-me, aproximar-me, eliminar barreiras, gradeamentos, delineações, restando apenas a linha que é Sua, dividindo e unindo o Horizonte Afim. Seja Assim.

Por falar em Paredão de Cascais e de segurança exacerbada . . . Aqui, pontão da praia do Monte Estoril, hoje. Parece que alguém resolveu o assunto, com arte elevada . . . Após tirar a foto, apercebi-me que ao fundo caminhavam de lá para cá um homem e uma mulher em par, como se estivessem retornando de serena reconquista da harmonia mútua, após superarem a barreira ilusória e não mais necessária . . .
| 2 Jul
Eclipse

Neste dia de visita matinal à praia, em maré vazia que permite ir longe pelas rochas, sentei-me longamente junto à nascente de água doce que lá brota, para mais uma vez combinar as duas águas, a doce da terra e a salgada do mar, nos seus sons e sabores, temperaturas e temperamentos, assimilados pelos sentidos receptivos, ouvidos, olhos, nariz, boca, pés, mãos . . . . . . e tudo o que se combina em temperança naquele micro destino oceânico . . .

O que restou desse ouriço emergiu à minha frente na ida. Esta pequena pedra cor-de-rosa destacou-se à minha frente na volta. Não costumo trazer coisas da praia, mas . . . . . . porque hoje parece ser um dia para evocar as texturas do Mar e do Amar . . .

Na minha quietude sentada, não sou uma ameaça aos muitos caranguejos que ali se escondem à passagem de humanos, alguns humanos uma ameaça real. Pareço antes convidá-los a surgir à minha volta, os caranguejos, tímidos, ousados, lentos, velozes, curiosos . . . . . . neste Eclipse em Cancer, ascendente anímico, Presença vivificada, dentro no fora, fora no dentro. Dia de A*Mar-Se. Som: Dominic Miller | Eclipse

Vê-lo iluminado por dentro foi simultâneo ao conjunto acima, ao pousá-lo sobre a lanterna acesa do telemóvel. Uma visão que me tocou intimamente pela beleza e significado profundos, mas que não pude fotografar para partilhar, sendo a única câmara que tenho a do próprio telemóvel. Vislumbrando uma luz-arte alternativa, realizei-a após cinco dias. Eis, em comoção e comunhão. - 'Ouriço', dou-te esta Nova Vida. Que a memória dos espinhos seja Curada na tua própria concha, de dentro para fora.
| 8-9 Jul
Casando Tudo

(ver em modo expandido) Desde a Primavera, vi iniciar-se um ciclo 'Saia' no meu vestuário, que envolveu intervenções criativas de costura, concluídas há uns dias. Seguem-se recortes de talhe e detalhe na história de cada uma. O que todas têm em comum: compridas e rodadas. O que esta tem de único: o Destino Último . . .

Em dia de aniversário, e em raro acto, gastei uma modesta parcela do que ganhei de presente em duas peças saia-calça que iria converter em saias. Esta foi uma. Os contrastes, branco-preto e horizontal-vertical, combinam-se num design harmonioso e fluido, que em nada alterei. Síntese cromática grafite, afim comigo intemporalmente.

(contexto anterior em link)

(ver em modo expandido) Desde a Primavera, vi iniciar-se um ciclo 'Saia' no meu vestuário, que envolveu intervenções criativas de costura, concluídas há uns dias. Seguem-se recortes de talhe e detalhe na história de cada uma. O que todas têm em comum: compridas e rodadas. O que esta tem de único: o Destino Último . . .
| 16 Jul
Eclipse II

(ver em modo expandido) De regresso a casa de mais uma visita matinal à praia (em dia de eclipse!), olhar este conjunto à entrada, neste 'frame' de montagens mutantes (sem monstragem!), inspirou esta foto que ilustrou o 'Bom dia' de hoje enviado aos filhos . . .

. . . via Whatsapp. A estrela, já fazia parte do 'frame'. A colagem, que resultou em duas folhas A4 frente-verso unidas, começou como uma proposta a ser concluída em poucos minutos, daí certos recortes não terem o contorno minucioso típico das minhas colagens. Nessa primeira página-capa, acrescentei a Palavra encostada ao Único que se destaca nesse conjunto que encontrei.

Quatro dias depois, parece que este conjunto 8 pediu uma 9ª imagem . . . assim como a música e o vídeo que a re-evocaram (link). Amor nas suas gradações de Cor . . . para quem Vê o exterior assim como o interior . . . I See You . . . too

(ver em modo expandido) De regresso a casa de mais uma visita matinal à praia (em dia de eclipse!), olhar este conjunto à entrada, neste 'frame' de montagens mutantes (sem monstragem!), inspirou esta foto que ilustrou o 'Bom dia' de hoje enviado aos filhos . . .
| 20 Jul
aTerrando

Há dois dias, com binóculos pude ver (e fotografar) o que estava ali à beira da laje superior do prédio, sacudida pelo vento forte mas imóvel no mesmo ponto, horas, sob Sol e Vento, numa secreta comunhão etérica além natura - Borboleta. (Em Abril, centenas de joaninhas ali-aqui). Ela sabe que o seu Salto para dentro - metamorfose - se destinou a assumir firmemente o seu Posto de Destino Aqui, para que Assim na Terra como no Céu Seja. Edge winged-walkers arriving and gathering.

Foto acidental posterior (que só vi hoje), na dificuldade de segurar os binóculos e o telemóvel. Merece um lugar aqui, em multi-leitura foto-síntese . . . A luz entra, mesmo onde as lentes estejam desalinhadas, mas para Ser e Ver Total, é preciso Alinhá-las. Do lado de dentro, a 'câmara escura' permite o vislumbre de revelações e presenças inter-D . . .
| 24-25 | 27 | 31 Ago
aTerrando de N*OVO
Trazendo para perto,
dentro

No amanhecer do dia 08/08 evocou-se esta Rosa do Deserto, que ganhei de presente há uns anos, trazida da Tunísia, provavelmente formada no Saara. Fotografei-a para a incluir numa partilha íntima com os filhos nesse dia, mas, ao adicionar contraste para lhe realçar a textura, o impacto fez-me reservá-la. E é com reserva que a partilho hoje, após adicionada aqui há semanas, solitária, sem palavras . . .

Na mesma manhã evocou-se o título da canção "Desert Rose", embora o seu conteúdo não tivesse associação à minha. Hoje abri um vídeo dela com a letra, sem saber que iria encontrar essas linhas sobre essa imagem... ...tão Amazónia no momento... Parece que era ela o destino da Rosa do Deserto em espera, reunindo elementos anteriores que ela chama agora a si para se exprimir, além discursos que a dividem... Se tenho mesmo de vir aqui falar dela, é em nome dela, a Floresta, local e além-local.

No amanhecer do dia 08/08 evocou-se esta Rosa do Deserto, que ganhei de presente há uns anos, trazida da Tunísia, provavelmente formada no Saara. Fotografei-a para a incluir numa partilha íntima com os filhos nesse dia, mas, ao adicionar contraste para lhe realçar a textura, o impacto fez-me reservá-la. E é com reserva que a partilho hoje, após adicionada aqui há semanas, solitária, sem palavras . . .
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| Setembro
aTerrando de N*OVO
porque semente que não germina
não dá Flor nem Fruto à Vida

. Em inícios de Setembro passei-a da água para a terra. Neste pequeno vaso de cerâmica que tinha sido o que compus para mim no Natal 2017, com terra colhida num terreno próximo, o círculo Flor da Vida (centro) nas cores lilás sobre verde escuro, fazendo par com a Borboleta dourada sobre branco na outra face, em união ao círculo MetAmorFose, e contendo dentro uma antiga semente de girassol, que não germinou . . . O vaso recebeu agora nova terra . . . Unstucking . . . Unfolding . . . (29 Set.)
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Na sua actual posição nascente, a luz solar atravessa mais amplamente a estrela suspensa à janela, em multi projecções de intensos e cúmplices espectros que se movem com a luz, por vezes captando a minha atenção em lugares específicos. Aqui, na cozinha, no lugar onde se encontra uma máquina avariada, aguardando quem a repare dignamente, em vez de a descartar como lixo.

Aqui na secretária, no lugar onde juntei um lixinho. A 1ª leitura que evocou, enviei aos filhos (slide seguinte). A 2ª leitura, tendo em conta que isto ocorreu na manhã de ontem (29 Set), pareceu sugerir um restauro para actualização de Leitura do real significado integral de partes de mim partilhadas num passado, que foram consideradas "lixo". Incomunicação, por omissão e mal-entendido, resulta da parcialidade de Leitura pela vivência parcial-segmentada do espectro total da Vida, dentro-fora.

O Silêncio que faz parar o trânsito dentro-fora, deixou de Soar dentro da música e da presença . . . a própria música foi trocada por imagens, reforçando uma auto-imagem progressivamente distanciada da essência . . . até que ela parou, dentro-fora. "Então onde ficamos? - Aí! Esse é o Lugar e Direcção do Ser Humano. Onde a Lei Única é que dá o Sinal para avançar." Parando o trânsito, dentro-fora, surpreendendo ela e a Vida no Único Movimento que leva o homem ao encontro de Si mesmo . . . nEla.

Na sua actual posição nascente, a luz solar atravessa mais amplamente a estrela suspensa à janela, em multi projecções de intensos e cúmplices espectros que se movem com a luz, por vezes captando a minha atenção em lugares específicos. Aqui, na cozinha, no lugar onde se encontra uma máquina avariada, aguardando quem a repare dignamente, em vez de a descartar como lixo.
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Em 9/9 foi dia de 22º aniversário de: "Filho Afonso Venho reforçar o que este conjunto revela: esta é a manifestação pura do teu DOM, vista em inversão de cor e em grafismo. Sente a complexidade da tua criação espontânea inimitável e irrepetível. Faças o que fizeres na vida, NUNCA abandones o teu DOM do desenho Manual. É o DOM recebido que contém a Chave do teu Real Contributo para a VIDA neste mundo. Nada pode substituir isso." Esta foi a síntese ao final do dia, da minha mensagem para ele...

. . . composta por estas 3 imagens, aqui dispostas em ordem inversa, criadas a partir da já partilhada mandala feita por ele, com uma vela acesa ao centro. As outras 3, reservo. Mas partilho as legendas completas. Porque sinto que esta mensagem se destina a todos aqueles que vêm dotados para as artes, mas se tornam cativos de outras orientações que não provêm da essência interna.

1 (esta imagem) A esta vida chegaste em Original. 2 (imagem anterior) No teu caminhar, podes inverter as cores . . . 3 (imagem sem cor) . . . e até suprimir as cores, para te Re-Conheceres em todas as tuas facetas. 4 (reservada) Mas que a tua Chama Central se mantenha acesa como Guia Constante, e que ela reflicta Abaixo quem És Acima . . . 5 (reservada) . . . na expressão do Ser Total . . . 6 (reservada) . . . em harmonia e cumplicidade com a Árvore da Vida e seus Guardiões nesta Terra.

Em 9/9 foi dia de 22º aniversário de: "Filho Afonso Venho reforçar o que este conjunto revela: esta é a manifestação pura do teu DOM, vista em inversão de cor e em grafismo. Sente a complexidade da tua criação espontânea inimitável e irrepetível. Faças o que fizeres na vida, NUNCA abandones o teu DOM do desenho Manual. É o DOM recebido que contém a Chave do teu Real Contributo para a VIDA neste mundo. Nada pode substituir isso." Esta foi a síntese ao final do dia, da minha mensagem para ele...
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| 10 Out
aTerrando de N*OVO
histórias [ím]pares

Parece que tinha um pressentimento de que este dia 10/10 teria alguma história para contar aqui no 10. Começou ainda na noite anterior, em torno da 01h:00m, quando subi para ir dormir. Passando no quarto ao lado, vi a um canto do tecto do sótão um pequeno animal . . .

Uma osga-bebé. Como não podia dormir com ela ali, iniciei uma saga para tentar fazê-la cair dentro de uma caixa e devolvê-la lá fora. Mas ela caiu noutro lugar e perdi-a de vista. Após demoradas manobras, removendo tudo do lugar onde ela caiu, localizei-a, mas não dava para conduzi-la à caixa. Soube então que teria de recorrer ao meu último recurso para estes casos: aspirá-la. Fui dormir de consciência pesada, com uma osga-bebé viva dentro do saco do lixo do aspirador. Restou uma esperança . . .

Talvez não trouxesse esta história aqui se não tivesse visto a sequência com o conjunto aqui acima. A ponte ecoou assim: Remove the trash from what is alive. Remove what is alive from the trash. And the echo rippled across the layers of meaning, hopefully reaching whom ever needs to retrieve and repair a previous action . . .

Parece que tinha um pressentimento de que este dia 10/10 teria alguma história para contar aqui no 10. Começou ainda na noite anterior, em torno da 01h:00m, quando subi para ir dormir. Passando no quarto ao lado, vi a um canto do tecto do sótão um pequeno animal . . .

E à tarde, aguardava-me outra história, também ela numa sequência anterior, mas não partilhada aqui antes. Senti vontade de sair e fui na direcção do parque mais próximo, aqui mesmo em São Pedro. Chegando lá e sentando-me num dos bancos, mal me atravessou uma interrogação e logo se fez parar o trânsito com a resposta que vi surgir à minha frente . . .

A walking rainbow! Lá vinha a senhora com o seu saco, virado para o meu lado, às riscas nas 7 cores do arco-iris. Por um daqueles raros (não-)acasos nestas saídas, tinha o telemóvel comigo, mas não na mão. Apressei-me a tirá-lo para registar, e já tive de usar zoom para captar a senhora já a distanciar-se. A foto saiu com menor resolução, mas naquele ponto enquadrou o Salgueiro, como que a dar a deixa para o que se seguiria, sem que eu o antecipasse. (algumas fotos requerem modo expandido)

A seguir, um jovem foi encher a garrafa no chafariz do parque, deixando a água a correr, sem reparar que o mecanismo estava avariado. Fiz-lhe sinal de que era preciso dar um toque, ao que ele atendeu gentilmente, numa cumplicidade dispensando mais palavras, e reflectida no sorriso trocado quando me vim embora. Sentindo que a minha ida e presença ali se tinha consumado, parecia que a água pedia uma breve visita à praia. Encontrei-a assim, numa rara atmosfera sob um sol quente . . . misty . . .

E à tarde, aguardava-me outra história, também ela numa sequência anterior, mas não partilhada aqui antes. Senti vontade de sair e fui na direcção do parque mais próximo, aqui mesmo em São Pedro. Chegando lá e sentando-me num dos bancos, mal me atravessou uma interrogação e logo se fez parar o trânsito com a resposta que vi surgir à minha frente . . .
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Sapra Co., 2016, by Afonso

Em 26 Ago 2015, em São Paulo, Afonso não pôde deixar de reparar nela e fotografá-la, em contentamento. :: À direita, desenho-estampa "Trash", na sua dupla versão, por Afonso, 2016.







Em 14 Out 2015, ao passar no mesmo lugar, não pôde deixar de reparar nela e voltar a fotografá-la, em acrescido contentamento. :: Minha síntese desenho- fotos aqui: Take the lid to remove yourself from the trash. Take the lead to show everyone the Way of Life.
Sapra Co., 2016, by Afonso
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| 22 Out
aTerrando de N*OVO
?

Há dois dias (20), numa sequência significativa na direcção Alexandre, relembrei esta foto, que tirei no aeroporto de Lisboa em 13 Fev., desta escultura que lá se encontra, em evocação do sonho de piloto e das travessias oceânicas, entre outras leituras paralelas não-locais e transtemporais . . . Hoje ela surgiu-me em paralelo ao poema com que me deparei ontem (21), ao abrir ao acaso um livro de poesia portuguesa que peguei de uma estante de livros num espaço de espera.

O meu avô Alexandrino, nos seus tempos de embarcado, conheceu vários portos, mas o seu fiel e único porto era o retorno a casa. O meu filho Alexandre, realizando o sonho de piloto, poderá conhecer vários aero-portos, mas também ele trás dentro o seu porto de retorno. Eu, não realizei o sonho de pilotar o meu próprio avião e andar pelo mundo tirando fotos aéreas, mas conheci o Meu voo sem nave, e a Nave que comando e que também sou Eu, sem me ausentar do meu porto, posto, dentro-fora.

Ontem (21), antes de sair de casa e ter visto o poema, na cozinha, em frente ao espelho da casa de banho de porta aberta, pude ver o arco-íris reflectido na minha fronte. Em cúmplice gratidão, olhei para a estrela suspensa à janela que brilhava e se reflectia em mim. Que Liberdade Que Mapa Que Norte Que Horizonte Que Porto Que Posto Que Retorno Que A-Mar Que Estrela Que Vida Te Move Te Chama ?

Há dois dias (20), numa sequência significativa na direcção Alexandre, relembrei esta foto, que tirei no aeroporto de Lisboa em 13 Fev., desta escultura que lá se encontra, em evocação do sonho de piloto e das travessias oceânicas, entre outras leituras paralelas não-locais e transtemporais . . . Hoje ela surgiu-me em paralelo ao poema com que me deparei ontem (21), ao abrir ao acaso um livro de poesia portuguesa que peguei de uma estante de livros num espaço de espera.
| 28 Out
aTerrando de N*OVO
PÁRA
ESCUTA
OLHA

Hoje testemunhei algo que me faz vir aqui marcar esta presença, ainda sem a respectiva narrativa. A foto, tirada esta noite nessa sequência, em frente ao mesmo espelho da casa de banho, não era para sair com flash, mas compreendi porque saiu, tendo eu o telemóvel posicionado na altura do coração. Assim, desta vez escureci a parte acima da cabeça, para confirmar o destaque que foi dado ao centro. A narrativa virá depois (+), mas as palavras ao lado evocam um eco que reconhecemos . . .
| 9 Dez
aTerrando de N*OVO
Casa Mãe
Casa Guia
Casa Mar
By D-Sign

Skate in tha house . . . . . . do filho Afonso que aterrou de novo na terra PT há duas semanas, após quase 7 anos de ausência e sem estarmos juntos. Quando partiu da última vez, em Janeiro 2013, tinha 15 anos, agora tem 22, e outras andanças . . . Incondicionalmente grata pela sua vinda.

Do pé para a mão . . . Deitado com o seu Mac Book, a luz acesa imprimiu um tom e contornos que me impeliram a fotografá-lo na vertical. Só depois vimos que a única parte do corpo visível foi a mão direita, isolada sobre o teclado. No final de Novembro, vimos juntos, em casa, o filme J'ai perdu mon corps | I lost my body - a parte reencontra o todo, o todo reencontra o sentido, após a perda, apesar da perda . . . Fatalidade? Destino? Desvio do Destino? A resposta aponta a Vertical . . .

Um pouco adiante, ao passar por esta casa notei um efeito bizarro nas janelas de vidro inteiro. Aqui era preciso filmar. Apesar do tremor da mão, eis o efeito que o olhar não conseguia traduzir, porque eu estava a andar, e porque ora olhava a janela, ora olhava o mar. Quando Parei e Olhei, Vi. O filme, aqui reduzido e convertido em gif, revela um contínuo dentro-fora, fora-dentro . . . O Mar atravessa a Casa. Verdade além percepção. Assim Seja. Assim É. By D-Sign.

Skate in tha house . . . . . . do filho Afonso que aterrou de novo na terra PT há duas semanas, após quase 7 anos de ausência e sem estarmos juntos. Quando partiu da última vez, em Janeiro 2013, tinha 15 anos, agora tem 22, e outras andanças . . . Incondicionalmente grata pela sua vinda.
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| 31 Dez
Paz na Terra
By D-Sign

A Paz fez-se as-sinal-ar na forma destes círculos de dupla face, que criei e ofereci como lembrança neste Natal 2019 a cada membro da família, com o respectivo nome escrito pela mão de Afonso.

Por dentro, na mensagem escrita por mim em dourado, pode ler-se o que o círculo invoca na sua dupla combinação de cores: Paz na Terra Assim na Terra como no Céu Natal 2019

Após distribuídos a todos os presentes, reuni os nossos três - Alexandre (ausente), Afonso, Maria. Dispondo-os sobre o relevante livro de Fotografia com este título, que Afonso recebeu de presente, a mensagem completou-se lá, e agora aqui, em transição de ano. Assim Seja para Todos e cada Um . . . além símbolo . . .

A Paz fez-se as-sinal-ar na forma destes círculos de dupla face, que criei e ofereci como lembrança neste Natal 2019 a cada membro da família, com o respectivo nome escrito pela mão de Afonso.

Neste último dia de 2019, sirvo-me da minha chave mais bonita, a da porta de entrada do prédio onde resido, para as-sinal-ar o que se apresentou como Chave, nesta que foi a última das 53 terças-feiras do ano em que visitei a praia pela manhã, após aquela primeira no dia 1 Janeiro, assinalada no começo desta página - visita que se tornou uma constante ao longo de todo o ano, sem o planear.

Neste dia, a chave começou por ser medida de escala, no centro do bloco de pedra final onde mais vezes parei para me descalçar antes de ir caminhar na areia e no mar.

~ ~ ~ o mesmo Oceano que contemplo aqui*, nesta praia algarvia de nome Almargem, na penúltima terça-feira do ano, a única em que não pôde ser em São Pedro. De Corpo e Alma, maria * foto por sobrinho H.; o telemóvel ficou sempre em casa, nenhuma foto foi tirada com excepção da primeira e última terça-feira, esta sendo uma excepção diferente.

Neste último dia de 2019, sirvo-me da minha chave mais bonita, a da porta de entrada do prédio onde resido, para as-sinal-ar o que se apresentou como Chave, nesta que foi a última das 53 terças-feiras do ano em que visitei a praia pela manhã, após aquela primeira no dia 1 Janeiro, assinalada no começo desta página - visita que se tornou uma constante ao longo de todo o ano, sem o planear.
Variables Meet Constant










