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    Foto-Síntese

 

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A Arte-Fotografia

em leituras multidimensionais rumo à Síntese

 

O meu apelo e modo predominante em fotografia tem a ver com a captação do enquadramento exactamente como o imaginei sem intenção prévia de edição posterior. Edição digital de imagem não parece ser o tipo de Arte que me move, assim como raramente faço uso dos recursos da própria máquina, mantendo quase sempre o modo auto-mático - não me dedico à fotografia ao ponto de explorar os seus aspectos mais técnicos ou mesmo artísticos, nem possuo equipamento fotográfico sofisticado.

O movimento tem outra orientação . . .

 

Como partilhei em Arte e Geometria Sagrada, sempre

tive uma sintonia natural com simetria-proporção-precisão, o que numa certa vertente se traduz frequentemente numa espécie de fotografia geométrica, em recortes e ângulos que neutralizam o seu contexto e realçam essa Arte Essencial onde ela porventura passe despercebida.

 

Observo que o acto de fotografar tem a sua própria Condução quando me sintonizo inteiramente com ele. Em diversas ocasiões em que saio com intenção de fotografar, as fotos captadas, individualmente ou em conjuntos, dão origem a narrativas não previamente "escritas", mas ainda assim como que seguindo um guião somente revelado mais tarde - como no processamento da fotografia analógica.

 

Inversamente, há alturas e instantes em que a Vida se impõe e se basta a si mesma, sem que isso possa ser captado por máquina fotográfica alguma sem que algo seja perdido na experiência que Ela está a propor. Só os sentidos subtis podem registar, e é esse o desígnio - imaterialmente esculpido na matéria.

 

Na actual febre da fotografia digital que a tecnologia facilita e a media social alimenta, observo demasiadas vezes, por vezes com alguma tristeza, pessoas que se apressam a tirar a foto diante de algo que as tocou para logo em seguida se irem embora sem verdadeiramente se terem permitido Viver esse Instante de Toque. Apenas porque tiraram a foto, esse Instante em si fica adiado, ou mesmo perdido no seu âmago - em vez da foto ser adicional ao Instante, a foto passou a ser o instante.

 

Então, não esqueçamos que a máquina fotográfica é só a tecnologia externa que imita parcialmente a habilidade humana de captação. E se ela tem a capacidade de eternizar um instante e a amamos por isso, ela não tem, porém, a função nem a capacidade de substituir esse instante diante de nós. E por vezes o acto de tirar uma foto pode esvaziar por completo esse Instante de toda a sua Riqueza Subtil que estava ali para ser Absorvida, Eternizada na Consciência e no Éter, sem outro registo para além desse.

 

Meu testemunho aqui é que também a Fotografia retome

o seu lugar, enobrecida na Essência em vez de banalizada por uma tecnologia que facilmente se perde e faz perder de vista o Centro. A Arte assim centrada tem o poder de resgatar esse Valor. 

 

Tudo é bom quando no seu Lugar.

A Natureza tem o seu jeitinho muito especial de mostrar

este Lugar das Coisas.

 

 

Um final de dia Multi . . .

 

visualize a partir da foto 1, na ordem sequencial

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maria, aos 10 . . . e 10 + . . .

 

        Idade e Identidade

Identidade e Poder         

                 Poder e Responsabilidade

 Origem e Destino 

 

Edge

Outras Portas . . .

 

A Paisagem Sonora que se encontra entre a imagem única acima e a imagem múltipla abaixo

 

S p a c e   F o r e s t

(descrição abaixo do vídeo complementada aqui)

 

 

Espelhando a Vida numa única Presença Trans-Equatorial, Ascendente e Descendente

 

. . . a Porta entre o tempo e o não-tempo

 

Amor sabe tudo sobre ela

a Música também

 

"Love is Music, Music is Love"

R

 

Fruto da Vida 3

E porque Filme também é Fotografia, assim como Banda Sonora é inseparável de toda a minha partilha, aqui ficam mais algumas dedicatórias evodadoras e invocadoras da Bênção do Som como Prova de Unidade e Antídoto 

para as ditas diferenças que separam

e as ditas doenças que desligam:

 

F r e q u e n c i e s

 

A l i v e   I n s i d e

 

because

T h e   M u s i c   N e v e r   S t o p p e d

. . . playing inside of me . . .

 

 

. . . a Janela e o Pórtico

 

De dentro para fora projecto Minha Identidade Centro

Quem me lê de fora para dentro

pode ler na inversão uma distorção

 

Quem adentra o Pórtico de acesso ao Centro

unifica-se com o Meu por dentro

e Lê na inversão a escrita-espelho da Identificação

 

 

Sol-Estrela Central

 

em 22.10.2015

 

Na manhã deste dia,

não qualquer dia, mas um dia singular no meu calendário da Alma, foi assim que encontrei o C

 

Quando as duas letras encontraram sentido à Janela da Entrada, o M precisou de ser levemente colado nos dois vértices superiores, porque o vértice único inferior é mais longo do que as duas partes laterais. Mas o C não precisou, ficou solto.

 

A Estrela de Cristal está ali há muitos anos, suspensa por um fino fio transparente, naquele local preciso, onde o Sol Nascente entra por um curto espaço-tempo e a faz cintilar e projectar arco-íris em multi-direcções no interior.

 

A probabilidade do C cair  é elevada

A [im]probabilidade do C cair e se enfiar dentro do fino fio verticalmente esticado a 15 centímetros de distância - por outras palavras, de ser apanhado pela Estrela -

é igualmente elevada.

 

Decididamente o Movimento que está em curso é 

de Descida para Cima . . .

 

. . . e porque aconteceu nesta data, 

Sinalizou Confirmação do que já tinha sentido e posto em em Movimento para este dia

 

The  Beautiful Surprise Lives on

Today I See You again

We Are truly Written in The Star(s)

Between Ascent and Descent We Meet

by the crystal sand, waiting for the Sun to Set

 

PS: Nessa manhã, não foi só a letra C que tinha caído.

O telescópio que fica em pé encostado à parede à direita da janela também tinha tombado na direcção da Estrela.

 

*

 

. . . fechando Outubro com October,

faixa 1/22 no álbum de fotografia sonora Exposure,

tema e compositor da minha selecção, em especial nesse seu álbum de retorno à Essência de Si, que se sincroniza comigo guardando códigos transtemporais dessa data . . .

 

Partilhando-o hoje em G+, traduzi-o nesta expressão que me retrata em exactidão no presente trânsito de paradoxal reserva-exposição:

 

. . . closing october
        with a theme i love
          in its naked version
            dressed in exquisite surround

            when one comes back to the instrument one knows best
          spherical attraction calls in
        intimately exposing
      unguardedly retreating . . .

 

30 Outubro 2015

 

 

. . . o Portal Oceânico

 

. . . o Portal Oceânico
October

Duas fotos, mas Um só Sol

Duas praias, mas Um só Mar

Muitas portas, mas Um só Portal

 

Um Convento que visitei, mas o seu Mestre Visita-Me

Uma Onda que nunca surfei, mas Uma que Surfo . . .

Um Filme que nunca vi, mas Um que Vejo . . .

 

. . . encontrando Ligações Secretas . . .

áudio de entrevista ao Realizador do Filme

vídeo documentário pelo Realizador do Filme

 

Linguagens que não me pertencem, mas são Minhas

Reconheço-as do Eterno, porque

do lado de cá, vou alinhando todas as ópticas

mas do lado de Lá, Sou a Óptica Única que É

 

I See You, You See Me

We Merge, We Cross

 

 

ilusão óptica

+

poesia magnética

 

Par Circular em forma de Trindade

Ponto Centro Círculo de cada Identidade

Elementos afins atraídos na Criatividade

Paz Generativa na Óptica Única da Integridade

 

ilusão óptica
God's Dream

 

Ressonância Magnética

 

Viver conscientemente a minha multidimencionalidade é uma constante revelação e criação de pontes entre infinitas variáveis que atraio segundo a Geométrica 

Lei da Ressonância, facilitadora da Sincronia e da Síntese.

Todos vivemos esta e outras Leis Universais, tendo ou não consciência delas, mas Vê-las em Acção com todos os Sentidos é tanto um privilégio criativo como um factor criador de Razão Óptica Totalizante.

 

 

11/11

 

 

 

Divindades  Identidades  Sínteses

 

Marrocos

No início de Novembro tive um aviso externo de que poderia receber uma mensagem interna da Fonte no dia 17. Assim foi. Nessa madrugada, sem qualquer sugestionamento interno ou externo anterior relacionado, um nome isolado atravessou estados oníricos e chegou ao estado vigil matinal: Kali. Mesmo não sendo ligada em divindades hindu ou outras, reconheço esses aspectos na Universal Mãe Divina. Ao reler informação de confiança a seu respeito, e estando ciente do papel que ela tem tido na [minha] vida, a expressão verbal que emergiu foi "Já chega de Kali. Venha Lakshmi." No meio disto, evocou-se uma foto. Nesta foto, que sempre me comove, retrato de uma viagem falada em Francês, sinto-me agora mais do que nunca a Vestir uma Síntese Oriente-Ocidente.

 

Em certas Culturas Ancestrais, ninguém é eleito Chefe da Tribo sem ter a habilidade de se pôr no lugar do outro. Entrar nas vestes do outro pode ser um acto tanto directo como simbólico de conhecê-lo. Neste caso, não tendo havido essa intenção consciente, foram as vestes do outro que entraram em mim transdimensionalmente, ecoando uma Voz Silenciosa que pode ser Vista registada na minha face no meio deste cenário real.

 

Queres mesmo conhecer o outro? Veste-o . . .

Invoca então a sua Natureza Superior a partir de dentro.

 

. . . Dança-o

das  Vestes  ao  Corpo

 

VERTICAL

 

ROAD

 

 

 

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