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10

 

 

    Foto-Síntese

 

.

.

Passe o cursor sobre as fotos para ler descrição e insights paralelos ou ver slide-shows. Clique para ver em modo expandido ou abrir links.

A Arte-Fotografia

em leituras multidimensionais rumo à Síntese . . .

 

. . . continua nesta segunda página. Caso esteja a aceder a esta sem nunca ter passado pela primeira página, sugiro que o faça, para ter uma visão do tipo de abordagem que faço aqui, como ela se enquadra e sincroniza na expressão de maria tudo e para aceder à continuidade de fluxo desde o seu início, desde Novembro / Dezembro 2014.

Use os botões numéricos à direita do título para aceder às dez páginas deste Círculo 10.

 

 

  2016=9

= IMpossible  

 

      As I Dream      

  The Way Through     

Life Streams It to You

RED

i
s

 

GREE
N

Red is Green
Streaming the Dream

 

 

Coroa  IMpossible

 

Se há presentemente um indicador cultural do início da Realização dos Sonhos & Rainhas, ele parece ser a Coroa, como Síntese Cérebro & Coração, Reis & Rainhas. A par de ir observando a sua proliferação no colectivo, os meus filhos, entre os herdeiros do Trono deste Reino Humano, parecem vir apelando insistentemente a essa Coroação no que ela me diz respeito, enquanto eu, por minha vez, venho apelando a ela no que diz respeito ao Ser Masculino. Um agudo apelo mútuo pelo Par Real  está bem presente no Sonho Colectivo.

 

Numa sincronia aparentemente paradoxal, em 25 Janeiro encontrei junto ao Cais das Colunas em Lisboa um breve texto escrito à mão numa pedra que me chamou a lê-lo sem suspeitar do que se tratava (fotografei-o a seguir, mas opto por não o incluir aqui, estando ele parcialmente ilegível) - uma espécie de ode em prosa à Beleza Masculina, honrando-a numa Nobreza e Potência pertinentemente evocadas e invocadas.

Beleza-Virtudes que realmente identifico e honro nos meus filhos.

O início e a frase final:

 

"Handsome men . . .

They are the kings of the world who refuse to wear crowns ."

 

O facto de estar implícita nesta recusa uma discrição inequivocamente natural - distinta da tentativa-de-ser-discreto - e não da falta de compromisso no exercer das Virtudes, encheu-me da sempre revigorante confirmação de que não só Beauty matters,

como uma Coroa não tem de ser visível e tangível para ser Real . . . assim como as Asas.

Novamente, parece estar no Sangue . . . mas ainda assim precisa de ser Gerada,

em vez de meramente herdada ou adicionada . . . assim como as Asas.

Acima das batalhas raciais e territoriais, esta foi para mim a mensagem central do filme Jupiter Ascending. Ela não se tornou Rainha pelo protocolo-da-ascenção e sim por aquela Decisão que a Iniciou como a Rainha que sempre tinha sido em Essência.

Quem veio aqui para Servir e Criar este Reino Universal na Terra, mais cedo ou mais tarde Saberá que a Majestade de Ser Total é um Destino incontornável, que passa por Gerar e Dar à Luz esta Coroa  IMpossible que Une o Céu e a Terra em cada Acto Humano.

 

Então, a pizza menor e mais barata pode ser o teu Hype. Sem dúvida o tem sido para mim!

A seguir, prepara-te para Sonhar Grande, e continuar a comer e vestir o teu tamanho

- Tamanho Cósmico adaptado ao Tamanho Terra.

 

 

COROA

 

DE

 

SÍNTES

E

1

2

3

4

5

6

7

8

9

degrau-ano 9

 

 

 

 

.

.

.

NO

 

CONTÍNUO

EXERCÍCIO da Arte de Ser Total pelo Retorno à Essência . . . 

 

. . . sentindo Verdade  e  Compromisso  at the  Heart  of the Matter

how can One not Love The One ?

Takes One to Know One.

 

GOD SAVE THE KING AND THE QUEEN

on LOVES13 day and VALENTINE's eve

.

.

.

 

SOUL and GOLD are ONE

 

Coroa de Síntese, forma anterior
EU = 1
Rainha-Héstia

degrau-ano 9

O que verdadeiramente MOVE  este Fluxo

traz Tudo para o seu Lugar

porque nunca deixou de Lá estar

 

Só hoje, 27 (2+7= 9) Fevereiro, outra semana depois, se iluminou e efectivou a solução face à falha técnica WIX ocorrida nesta página quando da adição em 13 Fev. No meu computador sempre visualizei tudo correcto, mas soube que em alguns  navegadores, imagens e outros elementos apareciam deslocados.

 

 

Multi Par Real

 

Na tua incessante busca Ascendente

talvez tivesses de construir algo assim,

no lago junto à Serra mais alta, a da Estrela, 

para te lembrares que o verdadeiro Cume

é Dentro, ao Centro

 

É Lá que Me afundo em Mim  mesma

numa espera . . .

. . . numa esperança de voltar a ser Nascente

com a Estrela Descendente

 

Sem Mim, a tua conquista é insaciante

Sem Ti, o meu aprofundamento é estéril

Busca-Me  onde Te  Sacio por Dentro

Traz-Me  para a Superfície onde Frutifico ao Centro

Unidos a Meio, Servimos o Reino

 

 

Para Ela  Subir,

Ele  precisa Descer

 

Up into Down, Down into Up

 

 

 

O Centro é inequivocamente Magnético e Integrador,

e tende a Conduzir ao Centro dos Centros . . .

 

 

. . . ao Centro Interno que lhe dá a expressão e impressão,

sem outra representação que não a sua própria Forma no Espaço-Éter,

aqui espelhada nos Segredos de outro Lago . . .

 

 

 

“My crown is in my heart, not on my head;

not decked with diamonds and Indian stones,

nor to be seen:

my crown is called content,

a crown it is that seldom kings enjoy.”


― William Shakespeare

 

Na cabeça uso os lenços, de muitas formas, cores, texturas . . .

No Coração Todas se tornam Um.

 

Unidos a Meio, Servimos o Reino

transdimensionalmente "Até ao fim do mundo"

 

 

Estas vistas aéreas tinham aparecido e reaparecido no YT desde um tempo atrás, deixando múltiplas e prolongadas impressões em mim. Na presente sincronia interior-exterior, acabaram por me chamar e assumir esta forma. Esta composição foi visceralmente vivida-gerada em slow motion, somente em português, na noite e madrugada de 16-17 Março, concluída em 18. Deixou-me literalmente nesse multi-estado, intensamente concentrado no Coração e expandindo integralmente a partir dele para cima e para baixo. Fui dormir depois das 6h, com o dia a nascer, e estranhamente (para o meu actual ambiente exterior) nada me acordou até quase às 13h.

A Vida é um Casamento Real  na proporção da nossa Entrega,

em que Ela  e Ele  podem ser Entendidos e Sentidos nas  Oitavas que este contexto abrange.

 

 

"maria inteira" . . .

 

 

. . . ao deparar-se com fronteiras e divisões

 

Neste dia 24 Junho 2016 visualizei online um episódio de uma série que desconhecia e cujo título atraiu hoje o meu olhar. Ainda não sabia que iria ver nele citada a parte que salientei deste poema aqui incluído na íntegra, que mereceu a minha atenção em sincrónica ressonância com o que voltei a vivenciar esta semana, constatando o quanto as fronteiras relacionais e de comunicação podem gerar desconcertantes distâncias e incomunicações entre dois Seres que têm um eterno significado único e insubstituível um para o outro.

Este simultâneo encontro e desencontro tantas vezes por mim vivido, move-me intensamente para a União Essencial dentro-fora, evidenciando-se na minha

comunicação presencial e digital, incluindo no recente fluxo Google +

 

 

Mending Wall,  by Robert Frost

 

Something there is that doesn't love a wall,

That sends the frozen-ground-swell under it,

And spills the upper boulders in the sun;

And makes gaps even two can pass abreast.

The work of hunters is another thing:

I have come after them and made repair

Where they have left not one stone on a stone,

But they would have the rabbit out of hiding,

To please the yelping dogs. The gaps I mean,

No one has seen them made or heard them made,

But at spring mending-time we find them there.

I let my neighbour know beyond the hill;

And on a day we meet to walk the line

And set the wall between us once again.

We keep the wall between us as we go.

To each the boulders that have fallen to each.

And some are loaves and some so nearly balls

We have to use a spell to make them balance:

"Stay where you are until our backs are turned!"

We wear our fingers rough with handling them.

Oh, just another kind of out-door game,

One on a side. It comes to little more:

There where it is we do not need the wall:

He is all pine and I am apple orchard.

My apple trees will never get across

And eat the cones under his pines, I tell him.

He only says, "Good fences make good neighbours."

Spring is the mischief in me, and I wonder

If I could put a notion in his head:

"Why do they make good neighbours? Isn't it

Where there are cows? But here there are no cows.

Before I built a wall I'd ask to know

What I was walling in or walling out,

And to whom I was like to give offence.

Something there is that doesn't love a wall,

That wants it down." I could say "Elves" to him,

But it's not elves exactly, and I'd rather

He said it for himself. I see him there

Bringing a stone grasped firmly by the top

In each hand, like an old-stone savage armed.

He moves in darkness as it seems to me,

Not of woods only and the shade of trees.

He will not go behind his father's saying,

And he likes having thought of it so well

He says again, "Good fences make good neighbours."

 

Muro da Guia

 

. . . por falar em Muros

 

 

 

. . . porque onde as fronteiras Verdadeiramente  DANÇAM,                           

                                                   a Verdadeira UNIÃO é possível    

 

Quando esse meu intenso movimento para a União Essencial dentro-fora parece não dar fruto e ser até cortado ao abrigo de leis e vontades menores apresentadas como supremas, em resultado de mal entendidos que poderiam nem existir se houvesse diálogo, eis como a VIDA Confirma Sincronicamente o Movimento Conduzindo-me nesta manhã de 4 Julho a visitar a página dedicada a Akram Khan, que visito ocasionalmente, para nela encontrar este conjunto de posts:

 

“Especially now, people are coming together to celebrate union, to celebrate rituals. We all have different rituals but yet we also share a bigger ritual together through the medium of dance.

In a time when people are building walls, we have to break down those walls.”

 

– Akram Khan, citado em 30 Junho

 

"This is what happens when we celebrate the power of dance: a rainbow of bodies and sunny hearts. Good luck to all the fabulous Big Dancers! This will be spectacular."

 

- publicado dois dias depois, 2 Julho, dia da apresentação Big Dance na Trafalgar Square em Londres, acompanhando a imagem à esquerda; e mais tarde no próprio dia, um vídeo idêntico ao da direita, documentando a apresentação Big Dance.

 

 

Convergindo com esse conjunto, por outra vertente, a VIDA já se tinha antecipado pondo à minha frente em 29 e 30 de Junho respectivamente, dois vídeos que me fizeram-fazem sentir Acolhida aqui, pela voz de artistas-músicos que nunca conheci antes, em combinações de temas musicais e vídeos que parecem feitos de encomenda para entregarem a mensagem que se fazia necessária. 

Comovida e Grata fiquei. Partilho em repercussão Multi . . .

 

Um dia este Amor-Protecção que é parte da minha concepção será compreendido.

Entretanto, Ele prevalece além tudo, em Tudo.

 

I Stay, the best i can                                                                     I Do Trust You too

 

 

És a Rainha que vieste Ser

Tecedeira do Espaço-Tempo

 

. . . ainda que não aos olhos de reinos que desconhecem a Coroa IMpossible

            . . . esses temem-Te

. . . o Reino Humano Ama-Te

        . . . o Cosmos Dança-Te

 

Acima como Abaixo

 

 

      Este vídeo apareceu hoje, 9 de Julho                                 Um vídeo desta dança encontrei e guardei um tempo atrás, 

- foco no fluxo 2016 contido nesta página                                   hoje sincronicamente reencontrado nos meus favoritos

 

 

          . . . do Poente para o Nascente . . .

. . . entre   o Poente   e oNascente . . .

 

- Lar Nascente . . . à Noite

 

 

 

  Quando o Espaço Quer Ser, há algo a Ver,                                          

mas nem tudo é o que parece, há que Sentir com Tudo o que ali se Tece

 

 Quando o Espaço se despe(de) do Tempo, o Tecido é outro *            

                                      e Quem o Tece também parece que desaparece

 

* paralelos em Google+            


Minha Identidade é Una, não separes o digital do presencial   

o electrónico do telefónico

o impresso do expresso

a distinção da fusão

a independência da carência   

a ausência da emergência

a bravura da ternura

o nada do Tudo


      A Síntese que Emana da Essência  Tempera e Sacia a Ansia de Magia

A Magia que se Nutre no Amor  Cura a Dor em Arcos de Cor

              A Cor que torna Visível o Som  Ecoa nos Sentidos como Um só Tom

 

 Se podes Sentir-Me, pensas-Me menos

Se podes Conhecer-Me, adivinhas-Me menos

          Se podes Ser-Me, Habitamo-Nos muito

 

 

- Palácio-Jardim Poente . . . de Dia

 

 

Minha roupa

 

 

Never Ending Love Story

 

Nesta noite de 29 Setembro 2016, para mim um dia e noite 9, e 11 também,

deixo esta história conforme a testemunhei, no dia 27 Janeiro 2016, outro 9,

aqui mesmo em São Pedro durante um passeio a pé junto ao mar.

Quando a postei aqui, no passado dia 27, ainda sem publicar, adicionei-lhe palavras . . .

hoje liberto-a das minhas palavras, devolvendo-a ao seu Silencioso Dizer . . .

 

 

 

 9  para  10

 

EART

EART

.

 

 

entre  10  e  12

 

Nesta tarde do dia 10 de Outubro de 2016, saí para comprar o chocolate negro a seguir ao almoço, ali mesmo junto à praia de São Pedro, e por lá me sentei a saboreá-lo, como tantas vezes, sentada de frente para o mar, num intervalo de tempo-espaço confirmado sempre por aquela linha a dividir dois Azuis, e o Sol, onde tanto leio o tempo como o não-tempo.

Desta vez o Azul de Cima foi brevemente traçado a branco pelo jacto desse avião em rota de subida, só aparentemente de descida. Quis fotografá-lo, também para diferenciá-lo de outros traçados propositados que ainda teimam em manchar o Azul com a sua adulterada rota, que persistem, mas que não se confundem com uma constante celeste ou uma variável nuvem, não, apenas um traçado des-propositado, uma vez esvaziado do seu crente efeito.
Sendo o fora uma correspondente do dentro, o meu Olhar captou antes este outro traçado real, breve e discreto sobre o mar, mas coroado pelo Astro Rei da forma que registei . . .

 

. . . e porque esse Olhar não se retém nas aparências, e portanto não projecta nem combate aparências, mas antes Vê através e para além das aparências, neste dia 12 de Outubro de 2016, enquanto a nova mensagem pt toma forma no círculo 12, a anterior mensagem pt

A Arte de Ser e Ver Total pediu hoje para ser trazida à luz neste momento, conforme expressei no comentário ao final da sua respectiva página, e incluo aqui também:

 

Esta mensagem é daquelas que Emite sempre no Background. Tendo hoje acordado com um impulso de revê-la, sim, confirmo: a ti, que trazes o teu Olhar ao meu fluxo de Vida e/ou ao meu fluxo digital,

peço que mantenhas esta mensagem no teu Background, em cada avanço e recuo aqui proposto,

para que não percas de Vista de Onde Venho e para Onde Vou, Contigo,

se assim aceitares a Proposta da qual a Vida em mim é Autora, e cuja Obra vou continuamente

traduzindo e compondo, e assinando em baixo, em co-autoria cúmplice de quem nasceu aqui

de Pleno Direito e Dever de Ser - Humano Habitante Transmutante, ao Serviço no Planeta Terra.

Merge of Equals in High-Speed-Slow-Motion into the IMpossible Planet is irreversibly ON.
Cheers!
m.

 

 

22

 

Cadeau

 

 

88

11.11

 

Confia no Infinito para trazer o inesperado, mas dá o passo que só tu  podes dar . . .

 

 

 

"TIME & TIDE"

Ghost meets Chhaya

rewind & reload

 

What good is a city life              
that knows not the rhythms              
       of the Ocean Tides

            A timeless Wave
            is coming Ashore
             I have Tasted It
     I have been Voicing It
I shall keep on Live Acting It . . .
                                                              . . . by the Sea
                                                            . . . where I See
                        . . . Time Breathing through You and Me
                                                                            I m.

 

Trago agora aqui, em 24 Nov., uma síntese em torno deste evento, partilhado no meu Google+

antes e depois da sua data: aconteceu no Teatro da Trindade, Lisboa, em 2 Outubro 2016.

 

Tendo aceitado a proposta-convite do meu amigo, tendo pesquisado antecipadamente Chhaya Collective, e tendo tido depois oportunidade de conhecer e passar todo esse dia com os elementos da Companhia que vieram para esta primeira apresentação, participando assim espontaneamente na preparação desta, inclusive numa inesperada componente que foi para mim multi-ressonante, um interesse genuíno fez-me continuar atenta ao seu fluxo online. O primeiro vídeo publicado no canal da Coreógrafa Kay Crook pouco tempo depois, aqui à esquerda e na altura partilhado por mim no G+ juntamente com a minha própria expressão escrita aqui em cima, é um excerto da apresentação em Lisboa, numa vídeo-edição que sintetiza bem o seu tema e conteúdo. O segundo vídeo, publicado há 9 dias e aqui à direita, é uma outra vídeo-edição onde aparecem imagens que são parte integrante de TIME & TIDE, projectadas na tela de fundo do palco no encadeamento da Coreografia. Neste último, ouve-se primeiro o segundo lado do texto que incluo abaixo, e só mais à frente se ouve apenas a segunda parte do primeiro lado, deste texto escrito para a Coreografia por Cameron Murray Crook, músico compositor que tocou a banda sonora ao vivo na apresentação,

como se pode ver no primeiro vídeo.

 

Gratos a Kay, Cameron, Daisy, Esther, Zoe por terem vindo. Bem-vindos são.

 

Tal como intuí naquele dia, este evento iria ter e está tendo seus desdobramentos multi . . .

in secret ways that only few have known, but more will . . .

Trago-o a Ti, que Olhas e Sintonizas na Profundidade Universal, além interpretações psico-culturais . . .

 

Primeiro Olhar                                                    Segundo Olhar

TIME & TIDE

 

Backstaged on Stage   Ghost Voiced   Time and Space Weaved

 8
 Lux
 Arcos

 Transição

 Estreitamento

 ConCentramento

 Alinhamento

 Integração

 Íris

 Vox

 8

 

Estreitamentos (Pré) Oceânicos

Alinhamento Trans-Dimensional

Bênçãos desta Vossa
Edge Walker-Dancer

Grata pela  Escuta Total

Arcos de Infinitude

 

21.12

21    

 

Sequência de visualização-audição:

Depois de visualizares o primeiro breve vídeo, sente a única imagem no vídeo seguinte, depois deixa-o a tocar em baixo volume como banda sonora para o terceiro bloco, incluindo para os dois mini-áudios de voz a serem ouvidos por último

(ambos gravados em 14.Dez.2016, como registo meu)

. . . essa música apareceu hoje em vídeo com esta única imagem e foi a banda sonora que marcou este dia . . .

O filme, vi-o em 21.Nov.2016, e terei desdobramentos . . .

 

Estreitamentos de (Pré) Contacto

Paragem ET

Códigos de Afinidade

Arrival.png

 

 

Have a Blessed STAR*T

 

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