
10
Foto-Síntese
.
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Este

ano

o

10

assume

a

forma

de

9
A Arte-Fotografia
em leituras multidimensionais rumo à Síntese . . .
. . . continua nesta segunda página. Caso esteja a aceder a esta sem nunca ter passado pela primeira página, sugiro que o faça, para ter uma visão do tipo de abordagem que faço aqui, como ela se enquadra e sincroniza na expressão de maria tudo e para aceder à continuidade de fluxo desde o seu início, desde Novembro / Dezembro 2014.
Use os botões numéricos à direita do título para aceder às dez páginas deste Círculo 10.
2016=9
= IMpossible

. Sinal Verde de semáforo reflectido numa poça de água no passeio. Captura fotográfica antecedida de captura visual em percepção Multi-D. Nessa minha paragem, estática, diante do verde, o sinal mudou para laranja, vermelho, e novamente verde - só então fotografei. Uma Espera que virou Esfera, no tempo e não-tempo . . . . . . agora ganha leitura IMpossible: RED is GREEN - by Photo-Decision! S. João do Estoril, Junho 2013 (foto não editada)

. Foto acidental, não faço ideia do quê, mas evoca-me exactamente o mesmo, na iminente manifestação do Fruto Maduro da Espera pelo Inesperado Breve passagem-visita pelo Hard Rock Cafe Lisboa, pelo 20º aniversário do filho Alexandre, em rara visita a Portugal, agora em countdown final 21 Dezembro 2015

Um título que me cativou por sintetizar inúmeros episódios, sincronias, artes, sonhos que venho vivendo dentro e fora em torno da Rainha, acentuadamente em 2015 e culminando nos seus últimos dias. Assim este acabou sendo mais um dos que passei a chamar DIA QUEEN. E assim a Rainha desceu à Vila, um ano depois da visita à Vila do Rei, invocando e consumando o Par Real no Sonho Colectivo. Recorte de foto de cartaz de exposição de escultura no passeio da Volta do Duche, Sintra 29 Dez 2015

. Atracção Função Síntese Esférica Recorte de foto do tecto do Hard Rock Cafe Lisboa, mesma data
As I Dream
The Way Through
Life Streams It to You
RED
i
s
GREE
N
Coroa IMpossible
Se há presentemente um indicador cultural do início da Realização dos Sonhos & Rainhas, ele parece ser a Coroa, como Síntese Cérebro & Coração, Reis & Rainhas. A par de ir observando a sua proliferação no colectivo, os meus filhos, entre os herdeiros do Trono deste Reino Humano, parecem vir apelando insistentemente a essa Coroação no que ela me diz respeito, enquanto eu, por minha vez, venho apelando a ela no que diz respeito ao Ser Masculino. Um agudo apelo mútuo pelo Par Real está bem presente no Sonho Colectivo.
Numa sincronia aparentemente paradoxal, em 25 Janeiro encontrei junto ao Cais das Colunas em Lisboa um breve texto escrito à mão numa pedra que me chamou a lê-lo sem suspeitar do que se tratava (fotografei-o a seguir, mas opto por não o incluir aqui, estando ele parcialmente ilegível) - uma espécie de ode em prosa à Beleza Masculina, honrando-a numa Nobreza e Potência pertinentemente evocadas e invocadas.
Beleza-Virtudes que realmente identifico e honro nos meus filhos.
O início e a frase final:
"Handsome men . . .
They are the kings of the world who refuse to wear crowns ."
O facto de estar implícita nesta recusa uma discrição inequivocamente natural - distinta da tentativa-de-ser-discreto - e não da falta de compromisso no exercer das Virtudes, encheu-me da sempre revigorante confirmação de que não só Beauty matters,
como uma Coroa não tem de ser visível e tangível para ser Real . . . assim como as Asas.
Novamente, parece estar no Sangue . . . mas ainda assim precisa de ser Gerada,
em vez de meramente herdada ou adicionada . . . assim como as Asas.
Acima das batalhas raciais e territoriais, esta foi para mim a mensagem central do filme Jupiter Ascending. Ela não se tornou Rainha pelo protocolo-da-ascenção e sim por aquela Decisão que a Iniciou como a Rainha que sempre tinha sido em Essência.
Quem veio aqui para Servir e Criar este Reino Universal na Terra, mais cedo ou mais tarde Saberá que a Majestade de Ser Total é um Destino incontornável, que passa por Gerar e Dar à Luz esta Coroa IMpossible que Une o Céu e a Terra em cada Acto Humano.
Então, a pizza menor e mais barata pode ser o teu Hype. Sem dúvida o tem sido para mim!
A seguir, prepara-te para Sonhar Grande, e continuar a comer e vestir o teu tamanho
- Tamanho Cósmico adaptado ao Tamanho Terra.

. . Após 3 anos separados, nesta visita de 1 mês (Dez 2015 > Jan 2016), esta foto sobressaiu aos meus olhos quando um dia ele se sentou ao meu lado a folhear álbuns de fotos. Diz muito da nossa dinâmica. Os lenços nas cabeças não são um traço hippie nosso nem uma alusão a coroas, são apenas um traço meu de longa data, aqui partilhado com o filho. Só agora invocou essa outra leitura . . . Brasil, em torno de Dez. 2001 > Jan. 2002 Alexandre aos 6 anos

. . Ao tirar esta foto, sem que ele se desse conta, não me recordo de ter tido em conta todo esse enquadramento. Aquela foto ficou pousada ali durante toda a estadia dele. Editei esta foto desfocando o segundo plano, por discrição . . . Em casa, Portugal 7 Janeiro 2016 Alexandre aos 20 anos

. Durante esta estadia ele desmontou e montou várias vezes e em várias formas o anterior conjunto GEOMAG (acima). No final, permaneceu esta. Quando olhei, vi de imediato a Coroa, formada sem essa intenção com as mesmas peças vermelhas que antes formavam os meridianos no cérebro, partindo agora da união central entre a pirâmide ascendente e a descendente. Eu acrescentei 2 esferas na vertical.

. Oh Rainha de Portugal tu que dispensas apresentação, ainda que de Rosto Velado, tuas Rosas Revelam tua Acção Naquela exposição em Sintra, tinha sido ela a única a cativar-me a fotografá-la, mas somente no regresso, talvez porque o seu manto branco precisasse sobressair na noite, como a sua Vida se sobrepôs à sua morte. Exposição de escultura, Sintra, Portugal, 29 Dez 2015

. No dia de passeio em Belém, com o filho Alexandre por perto, meus olhos percorreram uma a uma as figuras do Padrão dos Descobrimentos, e mesmo sem saber quem eram, esta dupla, em amorosa dedicação a Causa maior, foi a minha eleita, descobrindo mais tarde tratar-se de mãe e filho. Padrão dos Descobrimentos, Belém, Portugal, 11 Jan 2016

. Três anos antes (24 Dez 2012), na anterior visita dos dois filhos, foi Afonso (que desta vez não pode vir) a deixar ficar comigo este desenho, entre outros de inspiração igualmente misteriosa. Somente muito depois olhei surpreendida para este desenho com o Olhar que ele pedia, apesar de o ter destacado assim desde o início. Voltou a ser evocado agora pela figura feminina de braço levantado* na foto do tecto do Hard Rock Cafe Lisboa (acima). [ * Afonso é canhoto ]

. Ampliando o significado da exposição "RETORNAR - Traços de Memória", dentro de contentores junto ao Padrão dos Descobrimentos, redimensiono as Descobertas deste reino local, a que alguns chamaram futuro 5ª Império, à minha compreensão visceral* da sua Real Dimensão-Destino: Integrar os 4 quadrantes do Ser ao Centro, e levar o Centro Integrado aos 4 cantos do Mundo. [ * não aprendida ]

. Momento em que eu dizia Shhhh ao atender um telefonema tipo sister que chegou exactamente ao mesmo tempo em que a pizza foi servida, estando Ale e eu no restaurante-snack Telepizza junto à Guia de Cascais, numa pausa de caminhada em dia de sol - double Tele-Pizza indeed! Cortada em 4 . . . Momento-foto alegre e divertido a consagrar o Humor Cósmico na Terra via filho, com inesperadas alusões adicionais . . . Tudo somado, dá sempre Eu = 1 Obrigada! Guia, Cascais, 12 Jan 2016

. Na qualidade de quem nasceu em Portugal, se ausentou e viveu no Brasil entre Dez. 1996 e Jul. 2002, e retornou, declaro que o meu RETORNAR foi e é à Essência que Conduz minha Existência, e me localiza onde preciso estar. Se tens de retornar, RETORNA . . . a TI e SÊ a Coroa 4 rumo ao 5º que é igual a 1 de Baixo para Cima de Cima para Baixo ao Meio
COROA
DE
SÍNTES
E
1
2
3
4
5
6
7
8
9
degrau-ano 9
.
.
.
NO
CONTÍNUO
EXERCÍCIO da Arte de Ser Total pelo Retorno à Essência . . .
. . . sentindo Verdade e Compromisso at the Heart of the Matter
how can One not Love The One ?
Takes One to Know One.
GOD SAVE THE KING AND THE QUEEN
on LOVES13 day and VALENTINE's eve
.
.
.
SOUL and GOLD are ONE

. 1 semana depois Convite inesperado a visitar exposição no palácio da Cidadela de Cascais - mal vi esta peça, a ligação acima foi imediata Humor Cósmico desta vez a apontar a mão direita para a esquerda Pontaria Certeira! Em tempos de provas agudas vindas desse lado, pedindo um Discernimento cada vez mais Apurado, o 9 Revela o 1 Despoletado, acendendo ao Centro o Gold Iluminado foto em 20 Fev. pós-edição do plano de fundo e Ponto de Luz em 27 Fev. 2016
degrau-ano 9
O que verdadeiramente MOVE este Fluxo
traz Tudo para o seu Lugar
porque nunca deixou de Lá estar
Só hoje, 27 (2+7= 9) Fevereiro, outra semana depois, se iluminou e efectivou a solução face à falha técnica WIX ocorrida nesta página quando da adição em 13 Fev. No meu computador sempre visualizei tudo correcto, mas soube que em alguns navegadores, imagens e outros elementos apareciam deslocados.
Multi Par Real
Na tua incessante busca Ascendente
talvez tivesses de construir algo assim,
no lago junto à Serra mais alta, a da Estrela,
para te lembrares que o verdadeiro Cume
é Dentro, ao Centro
É Lá que Me afundo em Mim mesma
numa espera . . .
. . . numa esperança de voltar a ser Nascente
com a Estrela Descendente
Sem Mim, a tua conquista é insaciante
Sem Ti, o meu aprofundamento é estéril
Busca-Me onde Te Sacio por Dentro
Traz-Me para a Superfície onde Frutifico ao Centro
Unidos a Meio, Servimos o Reino
Para Ela Subir,
Ele precisa Descer
Up into Down, Down into Up
O Centro é inequivocamente Magnético e Integrador,
e tende a Conduzir ao Centro dos Centros . . .

Ao fundo, Serra da Estrela . . .

. . . conforme direcção indicada . . .

No final desta visita única a este local, agora em contemplação interna, estabilizando o impacto de diferencial de energia que senti mal aqui cheguei, traduzida por um Silêncio Volumétrico Singular, nunca sentido noutro lugar. Os filhos que me acompanharam, nessa visita anterior a Portugal, na altura com 17 e 15 anos, ficaram eléctricos, como crianças. 7 Janeiro 2013

Ao fundo, Serra da Estrela . . .
. . . ao Centro Interno que lhe dá a expressão e impressão,
sem outra representação que não a sua própria Forma no Espaço-Éter,
aqui espelhada nos Segredos de outro Lago . . .
“My crown is in my heart, not on my head;
not decked with diamonds and Indian stones,
nor to be seen:
my crown is called content,
a crown it is that seldom kings enjoy.”
― William Shakespeare
Na cabeça uso os lenços, de muitas formas, cores, texturas . . .
No Coração Todas se tornam Um.
Unidos a Meio, Servimos o Reino
transdimensionalmente "Até ao fim do mundo"
Estas vistas aéreas tinham aparecido e reaparecido no YT desde um tempo atrás, deixando múltiplas e prolongadas impressões em mim. Na presente sincronia interior-exterior, acabaram por me chamar e assumir esta forma. Esta composição foi visceralmente vivida-gerada em slow motion, somente em português, na noite e madrugada de 16-17 Março, concluída em 18. Deixou-me literalmente nesse multi-estado, intensamente concentrado no Coração e expandindo integralmente a partir dele para cima e para baixo. Fui dormir depois das 6h, com o dia a nascer, e estranhamente (para o meu actual ambiente exterior) nada me acordou até quase às 13h.
A Vida é um Casamento Real na proporção da nossa Entrega,
em que Ela e Ele podem ser Entendidos e Sentidos nas Oitavas que este contexto abrange.
"maria inteira" . . .

. Today, April 22, i thankfully grieved for a dear Prince One who will always sound and stay within But a Queen longs for her King One who has always sound as a calling KISS OF LIFE will never give up on us INFINITY Rules If there are boundaries, only El Maestro can knock them down If He can't, may the Tiger do the synch again In any case Truth and Love Stand as a Whole in Me (auto-foto 2008)

. Today, June 21, i was wearing green, but suddenly had to change into white, just before leaving home on my way to the city to accompany my mother to a scheduled appointment As it turned out, another appointment was being Orchestrated, with the most accurate precision, as always We may be confused about the boundaries, but LIFE isn't Thus, the synch was made again An invisible white ghost i felt, but Truth and Love Stand as a Whole in Me and in You

. Invocarei sempre a Doce Quente Terrível Visão Central que Tudo Unifica . . . porque toda a fronteira que divide sem Servir o PLANO VIDA, não Cria Sintonia e faz de mim fantasma branco-lua, sem SOL Sunny I Stand, Ghost and Host (meu desenho-foto já descrito antes aqui)
. . . ao deparar-se com fronteiras e divisões
Neste dia 24 Junho 2016 visualizei online um episódio de uma série que desconhecia e cujo título atraiu hoje o meu olhar. Ainda não sabia que iria ver nele citada a parte que salientei deste poema aqui incluído na íntegra, que mereceu a minha atenção em sincrónica ressonância com o que voltei a vivenciar esta semana, constatando o quanto as fronteiras relacionais e de comunicação podem gerar desconcertantes distâncias e incomunicações entre dois Seres que têm um eterno significado único e insubstituível um para o outro.
Este simultâneo encontro e desencontro tantas vezes por mim vivido, move-me intensamente para a União Essencial dentro-fora, evidenciando-se na minha
comunicação presencial e digital, incluindo no recente fluxo Google +

. Agora em ponte com o meu desenho acima, vejo ainda mais nesta imagem o Olhar que atravessa o muro, sobrepondo-se à con-fusão que antecede a Fusão Arte Urbana e foto por meu filho Afonso de 18 anos, São Paulo, Brasil, inícios de 2016 Foto publicada ontem no meu G +

. Este muro cerca a propriedade em volta do Farol da Guia em Cascais. Alguém entendeu que era preciso abrir uma passagem . . . Filho Alexandre e eu, na recente visita dele, andámos a explorar a zona, dentro e fora, entre terra e mar, pedras e água. Quando nos deparámos com esta cena, ambos tivemos idêntico insight e paragem. Em silêncio, ambos fotográmos, cada um a sua foto. Esta é a minha. 12 Janeiro 2016 (mesmo dia e zona do episódio 'pizza' documentado acima)
Mending Wall, by Robert Frost
Something there is that doesn't love a wall,
That sends the frozen-ground-swell under it,
And spills the upper boulders in the sun;
And makes gaps even two can pass abreast.
The work of hunters is another thing:
I have come after them and made repair
Where they have left not one stone on a stone,
But they would have the rabbit out of hiding,
To please the yelping dogs. The gaps I mean,
No one has seen them made or heard them made,
But at spring mending-time we find them there.
I let my neighbour know beyond the hill;
And on a day we meet to walk the line
And set the wall between us once again.
We keep the wall between us as we go.
To each the boulders that have fallen to each.
And some are loaves and some so nearly balls
We have to use a spell to make them balance:
"Stay where you are until our backs are turned!"
We wear our fingers rough with handling them.
Oh, just another kind of out-door game,
One on a side. It comes to little more:
There where it is we do not need the wall:
He is all pine and I am apple orchard.
My apple trees will never get across
And eat the cones under his pines, I tell him.
He only says, "Good fences make good neighbours."
Spring is the mischief in me, and I wonder
If I could put a notion in his head:
"Why do they make good neighbours? Isn't it
Where there are cows? But here there are no cows.
Before I built a wall I'd ask to know
What I was walling in or walling out,
And to whom I was like to give offence.
Something there is that doesn't love a wall,
That wants it down." I could say "Elves" to him,
But it's not elves exactly, and I'd rather
He said it for himself. I see him there
Bringing a stone grasped firmly by the top
In each hand, like an old-stone savage armed.
He moves in darkness as it seems to me,
Not of woods only and the shade of trees.
He will not go behind his father's saying,
And he likes having thought of it so well
He says again, "Good fences make good neighbours."
. . . por falar em Muros

. No dia 27 Abril 2016 a minha mãe quis subitamente ver-me, propondo encontro em Cascais. Juntas, senti-me dirigir-me-nos para um local onde o meu olhar destacou uma exposição com o título acima - no seu último dia! Cada uma cativada por uma dimensão distinta, cada uma viu uma exposição distinta, mas numa subtil ressonância. O meu ponto focal foi o Mural. O meu foco na foto foi incluir a menina sem a expor. À direita dela, em simetria-Mural com ela, a afirmação que eu tinha escrito . . .

. . . a azul, ao centro, em baixo: IF I STAND DEFENDED, I DIE IF I FALL DEFENSELESS*, I LIVE É certo que não é um medo, mas é sobre como lido com o medo, incluindo quando já fiz o que estava ao meu alcance. Medo transmutado, pode-se dizer, especialmente porque esta sincronia aconteceu na semana em que uma situação opressora tinha acabado de ressurgir, contrariando um sinal positivamente inverso dias antes. *Hoje diria: I STAND UNDEFENDED

Em 26 Outubro 2015 fiz esta captação de ecrã ao final do último episódio da série Da Vinci's Demons que visualizei integralmente online. Um Leonardo que deixou saudades, nesta produção de rara qualidade. Encontrar o Ponto entre o deixar acontecer e o fazer acontecer está no Centro da Arte de Viver Obrigada.

. No dia 27 Abril 2016 a minha mãe quis subitamente ver-me, propondo encontro em Cascais. Juntas, senti-me dirigir-me-nos para um local onde o meu olhar destacou uma exposição com o título acima - no seu último dia! Cada uma cativada por uma dimensão distinta, cada uma viu uma exposição distinta, mas numa subtil ressonância. O meu ponto focal foi o Mural. O meu foco na foto foi incluir a menina sem a expor. À direita dela, em simetria-Mural com ela, a afirmação que eu tinha escrito . . .
. . . porque onde as fronteiras Verdadeiramente DANÇAM,
a Verdadeira UNIÃO é possível
Quando esse meu intenso movimento para a União Essencial dentro-fora parece não dar fruto e ser até cortado ao abrigo de leis e vontades menores apresentadas como supremas, em resultado de mal entendidos que poderiam nem existir se houvesse diálogo, eis como a VIDA Confirma Sincronicamente o Movimento Conduzindo-me nesta manhã de 4 Julho a visitar a página dedicada a Akram Khan, que visito ocasionalmente, para nela encontrar este conjunto de posts:
“Especially now, people are coming together to celebrate union, to celebrate rituals. We all have different rituals but yet we also share a bigger ritual together through the medium of dance.
In a time when people are building walls, we have to break down those walls.”
– Akram Khan, citado em 30 Junho
"This is what happens when we celebrate the power of dance: a rainbow of bodies and sunny hearts. Good luck to all the fabulous Big Dancers! This will be spectacular."
- publicado dois dias depois, 2 Julho, dia da apresentação Big Dance na Trafalgar Square em Londres, acompanhando a imagem à esquerda; e mais tarde no próprio dia, um vídeo idêntico ao da direita, documentando a apresentação Big Dance.

. Quem se interessar poderá facilmente pesquisar sobre esta iniciativa Big Dance de Akram Khan, mas apenas a imagem e o vídeo aqui traduzem a sua essência, acentuada nesta edição pela actual conjuntura espaço-temporal, que expando neste sincrónico entrelaçar com o meu próprio fluxo de Vida e comunicação. Citando mais uma vez Jamie Woon na sua canção "Middle": "Congratulations to the Kings and the Queens" neste Reino Humano que persiste às divisões
Convergindo com esse conjunto, por outra vertente, a VIDA já se tinha antecipado pondo à minha frente em 29 e 30 de Junho respectivamente, dois vídeos que me fizeram-fazem sentir Acolhida aqui, pela voz de artistas-músicos que nunca conheci antes, em combinações de temas musicais e vídeos que parecem feitos de encomenda para entregarem a mensagem que se fazia necessária.
Comovida e Grata fiquei. Partilho em repercussão Multi . . .
Um dia este Amor-Protecção que é parte da minha concepção será compreendido.
Entretanto, Ele prevalece além tudo, em Tudo.
I Stay, the best i can I Do Trust You too
És a Rainha que vieste Ser
Tecedeira do Espaço-Tempo
. . . ainda que não aos olhos de reinos que desconhecem a Coroa IMpossible
. . . esses temem-Te
. . . o Reino Humano Ama-Te
. . . o Cosmos Dança-Te
Acima como Abaixo
Este vídeo apareceu hoje, 9 de Julho Um vídeo desta dança encontrei e guardei um tempo atrás,
- foco no fluxo 2016 contido nesta página hoje sincronicamente reencontrado nos meus favoritos
. . . do Poente para o Nascente . . .
. . . entre o Poente e oNascente . . .
- Lar Nascente . . . à Noite

Olhando de súbito este canto da secretária no lado Nascente de Casa, onde estou a escrever, redescubro este conjunto de constantes e variáveis no quanto ele diz do meu momento, e não só . . . Foto não encenada, a captação possível com esta câmara, sem flash nem ajustes de luz do ambiente ou câmara, que alterariam esta visão fiel Em breve esta foto terá o seu sentido mais amplamente revelado. Por agora, multi-leituras livres . . . 7 Agosto 2016 (23h +)
Quando o Espaço Quer Ser, há algo a Ver,
mas nem tudo é o que parece, há que Sentir com Tudo o que ali se Tece
Quando o Espaço se despe(de) do Tempo, o Tecido é outro *
e Quem o Tece também parece que desaparece
* paralelos em Google+
Minha Identidade é Una, não separes o digital do presencial
o electrónico do telefónico
o impresso do expresso
a distinção da fusão
a independência da carência
a ausência da emergência
a bravura da ternura
o nada do Tudo
A Síntese que Emana da Essência Tempera e Sacia a Ansia de Magia
A Magia que se Nutre no Amor Cura a Dor em Arcos de Cor
A Cor que torna Visível o Som Ecoa nos Sentidos como Um só Tom
Se podes Sentir-Me, pensas-Me menos
Se podes Conhecer-Me, adivinhas-Me menos
Se podes Ser-Me, Habitamo-Nos muito
- Palácio-Jardim Poente . . . de Dia

Convite da prima para visita surpresa a Foto-exposição no Palácio de Monserrate, Sintra, que se revelou uma oportunidade de conhecer todo o Palácio em pormenor. Nos 10 minutos finais antes de fechar, o vazio e o silêncio tomaram conta do espaço onde só restámos nós. A grande atracção pela profunda galeria e suas colunas, arcos, cores e luz resultou nas duas fotos seguintes, nesse momento íntimo que permaneceu em mim em continuação do conjunto acima . . . 10 Agosto 2016

Quando o Espaço se despe(de) do Tempo, o Tecido é outro e Quem o Tece também parece que desaparece . . .

. . . e aparece . . .

Convite da prima para visita surpresa a Foto-exposição no Palácio de Monserrate, Sintra, que se revelou uma oportunidade de conhecer todo o Palácio em pormenor. Nos 10 minutos finais antes de fechar, o vazio e o silêncio tomaram conta do espaço onde só restámos nós. A grande atracção pela profunda galeria e suas colunas, arcos, cores e luz resultou nas duas fotos seguintes, nesse momento íntimo que permaneceu em mim em continuação do conjunto acima . . . 10 Agosto 2016

Detalhe central do chão em mármore de um dos espaços octogonais da arquitectura simétrica deste belo Palácio.

Agora em irmanada intimidade natura com esta antiga e imponente árvore vinda da antípoda. "Metrocídero (Nova Zelândia) Cobre-se de flores vermelhas no início do verão, pelo que é conhecida como Árvore-de-Natal-da-Nova-Zelândia."

Na ausência das flores vermelhas, dado o verão já avançado, a luz solar fez a magia cobrindo-a desta forma, confirmando assim a Nota IMpossible deste ano: - Red is Green . . . em Gratidão por esta tarde multi . . .

Detalhe central do chão em mármore de um dos espaços octogonais da arquitectura simétrica deste belo Palácio.
Never Ending Love Story
Nesta noite de 29 Setembro 2016, para mim um dia e noite 9, e 11 também,
deixo esta história conforme a testemunhei, no dia 27 Janeiro 2016, outro 9,
aqui mesmo em São Pedro durante um passeio a pé junto ao mar.
Quando a postei aqui, no passado dia 27, ainda sem publicar, adicionei-lhe palavras . . .
hoje liberto-a das minhas palavras, devolvendo-a ao seu Silencioso Dizer . . .




9 para 10

Olhando hoje "earth" escrita sem "h", veio-me "heart", evocando depois este "H" também encontrado na praia de Carcavelos naquele 9.Out.2015. O olhar seguinte juntou-lhe "uma obra excepcional", recorte que já esteve sobre o trevo de 4 folhas e passou a estar ao meu lado. Uma visita ao vasto espólio de recortes depressa destacou esses outros, todos dispostos sem colar, formando um certo paradoxo que traduz bem o tipo de Motor em Movimento, incluindo nesta inusitada Multi-montagem.
EART
EART

. A montagem "H" evocou esta imagem de mim espelhada na tela do computador . . .

. . . . ao visualizar o vídeo "the possible planet" de merge of equals em ecrã inteiro . . .

. . . . após terminar a composição do primeiro post IMpossible no blogue em 09.06.2015 . . .

. . . . o que bastante me comoveu na altura, e hoje assume renovada e paralela expressão. Assim Sinto, assim Sou.
.
entre 10 e 12
Nesta tarde do dia 10 de Outubro de 2016, saí para comprar o chocolate negro a seguir ao almoço, ali mesmo junto à praia de São Pedro, e por lá me sentei a saboreá-lo, como tantas vezes, sentada de frente para o mar, num intervalo de tempo-espaço confirmado sempre por aquela linha a dividir dois Azuis, e o Sol, onde tanto leio o tempo como o não-tempo.
Desta vez o Azul de Cima foi brevemente traçado a branco pelo jacto desse avião em rota de subida, só aparentemente de descida. Quis fotografá-lo, também para diferenciá-lo de outros traçados propositados que ainda teimam em manchar o Azul com a sua adulterada rota, que persistem, mas que não se confundem com uma constante celeste ou uma variável nuvem, não, apenas um traçado des-propositado, uma vez esvaziado do seu crente efeito.
Sendo o fora uma correspondente do dentro, o meu Olhar captou antes este outro traçado real, breve e discreto sobre o mar, mas coroado pelo Astro Rei da forma que registei . . .

. - perante tal luminosidade, o smartphone, só aparentemente não-esperto, escurece a tela, então não pude ver o que captava, somente confirmar com dificuldade que estava lá o avião e o mar, mas não tinha noção de que o Sol estava tão Presente nesta captação... e Ele é que acabou fazendo toda a diferença, unindo o Azul Abaixo ao Azul Acima, no espectro que Ele Quis... Amo sempre a Decisão Fotográfica dEle, esta em particular diz-me muito, e espero que a ti...
. . . e porque esse Olhar não se retém nas aparências, e portanto não projecta nem combate aparências, mas antes Vê através e para além das aparências, neste dia 12 de Outubro de 2016, enquanto a nova mensagem pt toma forma no círculo 12, a anterior mensagem pt
A Arte de Ser e Ver Total pediu hoje para ser trazida à luz neste momento, conforme expressei no comentário ao final da sua respectiva página, e incluo aqui também:
Esta mensagem é daquelas que Emite sempre no Background. Tendo hoje acordado com um impulso de revê-la, sim, confirmo: a ti, que trazes o teu Olhar ao meu fluxo de Vida e/ou ao meu fluxo digital,
peço que mantenhas esta mensagem no teu Background, em cada avanço e recuo aqui proposto,
para que não percas de Vista de Onde Venho e para Onde Vou, Contigo,
se assim aceitares a Proposta da qual a Vida em mim é Autora, e cuja Obra vou continuamente
traduzindo e compondo, e assinando em baixo, em co-autoria cúmplice de quem nasceu aqui
de Pleno Direito e Dever de Ser - Humano Habitante Transmutante, ao Serviço no Planeta Terra.
Merge of Equals in High-Speed-Slow-Motion into the IMpossible Planet is irreversibly ON.
Cheers!
m.
22

. Azulejo junto ao número e campainha da porta de uma casa em São Pedro 4 Junho 2013

. Energia Multi-Twin

From There 22.Out.2015

From Home 22.Out.2016

Lighting the Heart

while glancing at the Sea 3 fotos tiradas em Março 2009
Cadeau
88
11.11

maria, verão 1988 Nesta transição para 11/11 de 2016, surge em Mim um Impulso de Emitir PAZ numa Nota Singular. Esta é uma imagem bastante reservada de mim, que me vem à mente em ocasiões muito singulares, e esta é a primeira vez que a partilho em modo não individual. Nova foto digital de foto analógica a cores, aqui e agora recortada e convertida em preto e branco, para reflectir a minha Presente Serenidade, a par da sua inerente Nota transtemporal.
Confia no Infinito para trazer o inesperado, mas dá o passo que só tu podes dar . . .

Um olhar súbito para a direita captou estas folhas de papel tiradas de quadros acrílicos da loja "area", nestes 3 tamanhos, guardadas aqui há anos. Quando as dispus assim para as fotografar e tive de movê-las de lugar, tirei acidentalmente várias fotos (8), mas quando ia apagá-las percebi que eram desdobramento da mensagem que o conjunto tinha evocado nesta data. Esta é a única foto que pretendia tirar e foi tirada por último, pelo que toda a sequência está apresentada na ordem inversa - 8 > 1

. A composição inicial evocava: O Infinito pode ser representado em diferentes tamanhos, formas, disposições, mas para tu e eu o reconhecermos juntos, é preciso Encontrarmo-nos numa mesma página do Livro da Vida . . . talvez por isso tenha escrito e partilhado tantas . . . O conjunto acidental acrescenta: Mas o Infinito também pode Revelar o seu Ouro em páginas aparentemente pálidas e sombrias do Livro da Vida . . . desde que estejamos INvestidos na Vida . . . (fotos não editadas)


Um olhar súbito para a direita captou estas folhas de papel tiradas de quadros acrílicos da loja "area", nestes 3 tamanhos, guardadas aqui há anos. Quando as dispus assim para as fotografar e tive de movê-las de lugar, tirei acidentalmente várias fotos (8), mas quando ia apagá-las percebi que eram desdobramento da mensagem que o conjunto tinha evocado nesta data. Esta é a única foto que pretendia tirar e foi tirada por último, pelo que toda a sequência está apresentada na ordem inversa - 8 > 1
"TIME & TIDE"
Ghost meets Chhaya
rewind & reload
What good is a city life
that knows not the rhythms
of the Ocean Tides
A timeless Wave
is coming Ashore
I have Tasted It
I have been Voicing It
I shall keep on Live Acting It . . .
. . . by the Sea
. . . where I See
. . . Time Breathing through You and Me
I m.
Trago agora aqui, em 24 Nov., uma síntese em torno deste evento, partilhado no meu Google+
antes e depois da sua data: aconteceu no Teatro da Trindade, Lisboa, em 2 Outubro 2016.
Tendo aceitado a proposta-convite do meu amigo, tendo pesquisado antecipadamente Chhaya Collective, e tendo tido depois oportunidade de conhecer e passar todo esse dia com os elementos da Companhia que vieram para esta primeira apresentação, participando assim espontaneamente na preparação desta, inclusive numa inesperada componente que foi para mim multi-ressonante, um interesse genuíno fez-me continuar atenta ao seu fluxo online. O primeiro vídeo publicado no canal da Coreógrafa Kay Crook pouco tempo depois, aqui à esquerda e na altura partilhado por mim no G+ juntamente com a minha própria expressão escrita aqui em cima, é um excerto da apresentação em Lisboa, numa vídeo-edição que sintetiza bem o seu tema e conteúdo. O segundo vídeo, publicado há 9 dias e aqui à direita, é uma outra vídeo-edição onde aparecem imagens que são parte integrante de TIME & TIDE, projectadas na tela de fundo do palco no encadeamento da Coreografia. Neste último, ouve-se primeiro o segundo lado do texto que incluo abaixo, e só mais à frente se ouve apenas a segunda parte do primeiro lado, deste texto escrito para a Coreografia por Cameron Murray Crook, músico compositor que tocou a banda sonora ao vivo na apresentação,
como se pode ver no primeiro vídeo.
Gratos a Kay, Cameron, Daisy, Esther, Zoe por terem vindo. Bem-vindos são.
Tal como intuí naquele dia, este evento iria ter e está tendo seus desdobramentos multi . . .
in secret ways that only few have known, but more will . . .
Trago-o a Ti, que Olhas e Sintonizas na Profundidade Universal, além interpretações psico-culturais . . .
Primeiro Olhar Segundo Olhar

Cameron estendeu-me este papel onde tinha escrito à mão, frente e verso, o texto para a Coreografia. Fez-me uma inusitada proposta de leitura . . . li . . . sintonizei . . . aceitei . . . .

Num momento anterior, entre muitos durante os preparativos, aconteceu eu estar ali quando testavam esta luz no solo do palco, com Cameron ao centro. Tirei esta foto sem saber que a seguir iria haver uma mudança de tom, a qual também fotografei (aqui à direita) Revela-se então que, as 2 fotos dele dispostas lado a lado, a par dos 2 lados do texto dele dispostos lado a lado, são uma ilustração paralela da Transição e Transcendência Invocadas em TIME & TIDE.

Cameron estendeu-me este papel onde tinha escrito à mão, frente e verso, o texto para a Coreografia. Fez-me uma inusitada proposta de leitura . . . li . . . sintonizei . . . aceitei . . . .

Ao Virar para esta Página vejo a minha Real "Lista" de 1-item 1 que não precisa de ser escrito pois Acende o que devo Fazer e extingue o que não Não resistas a esta Viragem Não a substituas por viragens Fazêmo-la juntos do individual para o colectivo Esta é A Próxima Página de Encontro no Livro da Vida

A timeless Wave is coming Ashore It *S*T*A*R*T*s Here

Ao Virar para esta Página vejo a minha Real "Lista" de 1-item 1 que não precisa de ser escrito pois Acende o que devo Fazer e extingue o que não Não resistas a esta Viragem Não a substituas por viragens Fazêmo-la juntos do individual para o colectivo Esta é A Próxima Página de Encontro no Livro da Vida
Backstaged on Stage Ghost Voiced Time and Space Weaved

. Sunny Ghost compareceu à Multi-Convocação. Infinito posicionou a sua Presença de acordo com a ocasião, integrando esta sua particularidade de trazer os Bastidores ao Palco. Esta sequência de 6 fotos (aqui estreitadas por mim somente na horizontal) foi tirada pelo amigo que coordenou este Evento, me propôs-convidou e proporcionou esta experiência no seu todo. Grata ao amigo por tudo e este ilustrativo registo, que só viria a revelar o seu sentido Multi-D mais à frente, como sempre...

. Enquanto Testemunho a mim mesma Tecendo o Espaço, o Tempo Vigia-me cumplicemente, sabendo que só em parte vivo a sua dimensão linear, mas permanecendo Una.

como Acima . . .

Alinhamento Fixação Vertical

. . . . assim Abaixo

. Alinhamento Fixação Horizontal


Confia no Infinito para trazer o inesperado, mas dá o passo que só tu podes dar . . . . . . porque quando é o Infinito a Sincronizar, tu Sabes, tem gosto de Conspiração por Vontade Espiritual em Acção, além (des)vontades da tua humana razão. E quando estas prevalecem acima dA Vontade, também Sabes, não têm o mesmo gosto, e uma Parte Fundamental de Ti e de Serviço à Vida fica por Entregar. Deixa-te Virar com A Página.
8
Lux
Arcos
Transição
Estreitamento
ConCentramento
Alinhamento
Integração
Íris
Vox
8

Em Abril 2011, antes de iniciar a travessia do túnel sob a Av. Marginal em Cascais para voltar ao Paredão, vinda do Parque Palmela, detive-me num raro intervalo de tempo-espaço sem uma única pessoa, apenas o mar azul intenso como numa visão-de-túnel. Mas a Luz impediu a câmara de captar esta visão, captando somente ela mesma contendo Tudo . . . . . . em muito se ConCentrou e Expandiu o intervalo, tecendo no espaço-tempo o Multi Paradoxo Secreto que transcendeu o sentido externo da visão . . .
Estreitamentos (Pré) Oceânicos

. Em Set. 2011, mês do 1º aniversário do meu pai após a sua Partida em Fev., atravessando eu um ano de sérias reviravoltas que assinalaram o início de um outro inesperado ciclo-crise na minha vida, eis que se deu este fenómeno em Albufeira, paralelo ao de Cascais, desta vez numa ConCentração de pessoas na direcção Oceânica, em que a mesma Luz recorta agora as silhuetas humanas (pré)Anunciando o seu Destino colectivo, após percorrida a geometria da calçada . . .
Alinhamento Trans-Dimensional

Foto em Dez. 2011 Algarve, dias de Natal Foto-composição em 7-8-9 Dez. 2016 São Pedro, dias de (pré)Natal Desenhando Arcos Movida por Arcos Passos Dançantes Escala Star-Human
Bênçãos desta Vossa
Edge Walker-Dancer
Grata pela Escuta Total

Desde o verão de 2016 o meu Posto tem sido no lado Nascente de casa, que é também o lado da porta. A janela, onde permanece a Estrela a captar o Sol Nascente e a espalhar arco-íris dentro de casa, é larga mas estreita em altura, porém elevada, reduzindo a visão para o exterior a estes escassos centímetros quando estou sentada, porém dando-me muito a ver nessa faixa: Sol, Lua, Aves, Aviões, como este no seu breve traçado . . . O 1º mini-áudio no 1º mini-player abaixo antecede a próxima imagem

Esta foi a imagem nesse 5.Jan.2016, do lado Poente de casa. Na época em intensiva troca de mensagens áudio com uma amiga, registei isto num contexto que é agora pertinente em retrospectiva sincrónica, até pela descoberta de áudios que supunha apagados . . . O 2º mini-áudio é desdobramento aqui O Novo Sentido de estar Aqui já me foi (Pré)Anunciado, já o Era, em Sunny . . . No lado Nascente, não vi o arco-íris lá fora, mas vejo-o cá dentro no Nascer de cada dia . . .

. . . . na Esfera IMpossible Planet Earth, impotência vira IMpotência, porque a Potência é Activada na Oitava proporcional à Tarefa Assumida Aqui, nem mais, nem menos. Foto de mim reflectida na tela do notebook pc ao ouvir o vídeo dessa música em full screen (Março 2015), vestida de Verde & Cinzento e abraçando o Magenta. À direita, um microfone preso ao foco de luz orientável usado como haste de suporte. O 3º mini-áudio integra-se aqui, Dezembro 2015, à mesma amiga, noutra Oitava

Desde o verão de 2016 o meu Posto tem sido no lado Nascente de casa, que é também o lado da porta. A janela, onde permanece a Estrela a captar o Sol Nascente e a espalhar arco-íris dentro de casa, é larga mas estreita em altura, porém elevada, reduzindo a visão para o exterior a estes escassos centímetros quando estou sentada, porém dando-me muito a ver nessa faixa: Sol, Lua, Aves, Aviões, como este no seu breve traçado . . . O 1º mini-áudio no 1º mini-player abaixo antecede a próxima imagem
Arcos de Infinitude

. . . porque a Próxima Página de Encontro é como um Crop Circle: Desenho de Origem-Destino Impresso no Tempo-Espaço, como tinta INvisível nos Campos Gold. Os únicos arcos e linhas que posso traçar são os que já Tracei no Infinito, e Reconheci quando Te Olhei aqui. Sintoniza Lá, Vê-Me aqui.
21.12
21
Sequência de visualização-audição:
Depois de visualizares o primeiro breve vídeo, sente a única imagem no vídeo seguinte, depois deixa-o a tocar em baixo volume como banda sonora para o terceiro bloco, incluindo para os dois mini-áudios de voz a serem ouvidos por último
(ambos gravados em 14.Dez.2016, como registo meu)
. . . essa música apareceu hoje em vídeo com esta única imagem e foi a banda sonora que marcou este dia . . .
O filme, vi-o em 21.Nov.2016, e terei desdobramentos . . .
Estreitamentos de (Pré) Contacto
Códigos de Afinidade


. ÁREA 21 NÃO RESTRITA .

Anel de ouro que se vê no meu dedo médio na foto anterior, pertencia ao meu avô paterno, Alexandrino. Sem intenção na escolha dos nomes, as iniciais A.C. ajustam-se a estas três gerações (incluindo Afonso), no meu caso não linearmente... Bênção de Ouro Multi-Herança Ancestral Anúncio de Chegada Universal Descodificação Não-Verbal Multi-Tradução Oval Activação do Poder do Anel ...em progresso, entre paragens e retomadas desta Tradutora, esperemos que não invasora, mas antes facilitadora...

. ÁREA 21 NÃO RESTRITA .
Have a Blessed STAR*T

. Rua 9 de Abril, São Pedro do Estoril, a única decorada, a única decoração O #9 não foi em vão Digo-o de Casa e de-Coração Foto enviada há minutos, com a mensagem do título acima, para todos via Whastapp Trago-a aqui para te incluir . . .


