I.M.possible Future :: Viral PARADOX (I)
- maria-tudo

- 5 de abr. de 2020
- 34 min de leitura

Postal Circular #44 | collage 4 peças | 2014
Frases entre aspas são parte integrante no verso do postal
" Looking back ? " asks Consciousness.
" Yes, only to redimensionalise my memories. "
answers the New Being from the Future,
while looking back at the past transition occurring right now.
The Butterfly remembering the Caterpillar going into Chrysalis.
There is no going back now. The way Forward is already in Motion.
:: Intro
take 1 ::
Ao entrar nesta mensagem, é central ter por base o que exprimi em final de Março na página 6 do Círculo 10 com o título Omni (PT | EN), que é intro aqui:
Perante uma configuração ou conjuntura com várias camadas de leitura, se a abordamos pela via da interpretação analítica segmentada, o mais certo é ficarmos retidos no labirinto de linhas e ângulos que, nessa linearidade, tendem a compartimentar e dispersar a visão do todo. Esse não é o caminho a que convida a Mandala, tendo ela por natureza uma função de síntese. Assim me situo perante a actual conjuntura que atravessamos . . .
. . . observando e processando elementos na consciência externa, à medida que uma síntese é gerada na consciência interna, em torno da Verdade Central que se basta a si mesma na sua Omnisciência.
Ao Centro da Mandala, Ouro e Prata formam o Código-Chave, OmniPresente em toda a periferia. Onde a tradução da realidade externa que nos é apresentada não ressoa neste Código, a Verdade Central está ausente da consciência. O desconhecido foi meramente reduzido e adaptado para dentro do conhecido.
Em 29 Março abri o livro Mandalas, pegando no ponto onde o tinha deixado tempos atrás. Este texto (no 10) introduzia a mandala que colori neste dia. Multi-sincronia em mês de equinócio, aniversário e . . . aflição global desOrientada. Uma mensagem aguarda uma revelação do Mensageiro OmniPotente. Aquela que cria entrega-se ao processo criativo que vai aproximando variáveis à Constante. Assim me situo, evocando uma já minha conhecida obra, filmada e narrada,
que antecipa a saída da aflição: "The Messenger" (versão legendada aqui)
take 2 ::
Neste mês de Abril, o editor do blogue que tenho usado desde o início (2014) será descontinuado, sendo proposto um novo editor desde há algum tempo. Ainda não sei de que forma isso se reflectirá na minha actual configuração das páginas do blogue, mas sei que implicará redireccionamentos dos posts existentes, pelo que poderei ter de construir essas páginas de novo, o que poderá deixar o Círculo 12 indisponível enquanto processo isso.
Isto não seria assunto para trazer aqui e sim ao Círculo 11 na forma de notícia.
Acontece que este assunto se desdobra para dentro desta mensagem, como sua Matriz contendo o Paradoxo, sincronicamente neste período, convidando-nos a traduzir a presente realidade externa de cada um à Luz da Consciência Interna Una.
À semelhança do que fiz um tempo atrás quando da descontinuação do anterior editor do site e substituição por novo, optei por não aderir antecipadamente ao novo, continuando a usar o anterior até deixar de ser possível. Naquele primeiro caso era dito que, uma vez iniciado o novo, dificilmente poderia retornar ao anterior e, apenas pela descrição dada do novo e sem poder experimentar para comparar devido àquela condicionante sem retorno, não vislumbrava vantagens mas antes antevia a perda de alguma das funções que mais se alinhavam com a minha expressão. Quando deixou de ser possível usar o editor anterior confirmou-se o que antevia e receava: não encontrei vantagens na nova disposição das ferramentas, apesar dos acréscimos, e após mais de 1 ano de uso, continuo a sentir uma contrariedade em relação a certas novas configurações e funções e a falta de certas particularidades do editor anterior, além de ter implicado a correcção de desconfigurações em todo o site, o que deste então vem ocorrendo continuamente, deslocando e fazendo desaparecer elementos dos seus lugares em várias páginas.
À primeira vista, essa minha postura parece reflectir uma resistência à mudança, um apego ao anterior, uma relutância na adaptação ao seguinte, traços que parecem ir na direcção oposta à que venho apontando neste Fio Condutor IMpossible rumo ao N*OVO. É neste rumo que se encontra o factor diferenciador, presente na grafia que atribuo a estas palavras-chave, evocadoras do Código Futuro que nos situa de Lá para Cá. Neste outro posicionamento face à realidade externa, essa minha postura é de não-adesão àquele tipo de mudança que se traduz basicamente no remanejamento de elementos já existentes, com subtracções sentidas como perda e acréscimos sentidos como supérfluo (salvo gratas excepções, também aqui no WiX), num balanço final que apenas me obrigue a adaptar-me a um outro formato de funcionamento na mesma linearidade, adaptação que sinto como um gasto de energia que é assim desviada do verdadeiro fluxo criativo em que me M*OVO. A esse tipo de mudança tenho chamado pseudo-mudança e pseudo-novo, em que se situa a maioria do que hoje se convencionou chamar 'inovação', apontada para um 'futuro' que segue a mesma linha paradigmática, obrigando-nos a contínuas adaptações, solicitadas promovidas acolhidas por aqueles que entendem progresso tecnológico como Evolução, deixando de entender que esse, só por si . . . não dá Frutos à Vida.
À segunda vista, essa postura de resistência à mudança, apego ao anterior, relutância na adaptação ao seguinte, é exactamente o ponto actual em que se encontra a humanidade. Por um lado continuando a praticar o mesmo modelo civilizacional até deixar de ser possível, por outro continuando empenhada em 'actualizar' esse mesmo modelo, tantas vezes descontinuando aquilo que já era harmonicamente apropriado, trocando assim valores universais e necessidades reais por necessidades artificiais estimuladas por forças dissociadas de Valor Universal. Mas mesmo em toda a sua dissociação, essa desAlmada actividade humana reflecte o impulso cósmico para evoluir, agudizado nesta etapa de transição de um estágio para outro, em final de ciclo e início de ciclo, em que se faz incontornavelmente necessário dar um passo em frente que descontinua o modelo civilizacional anterior, em tudo o que ele tem de errático por dissociação da Matriz Original Evolutiva. Um passo sem retorno e sem chance de ir lá experimentar para comparar e poder voltar atrás. Porque toda a 'inovação' no estágio anterior já foi experimentada e remanejada e melhorada e sofisticada e glamourizada e gourmetizada e . . . até quando e até onde iria o refinamento do declínio?
Este é um momento culminante de TRIAGEM CIVILIZACIONAL:
Tudo o que dela não serve e nunca serviu o Todo e só vem alimentando a carga cármica planetária deve ir para o LIXO;
Tudo o que dela já serviu nobremente o Todo e já cumpriu a sua função deve ir para o MUSEU;
Tudo o que dela contém o Código Futuro que potencialmente servirá o Todo e vem sendo garimpado e colhido para o ciclo seguinte deve ir para o CESTO MATRICIAL dos OVOs de OURO.
Que a Oportunidade neste momento INvocada
não seja confundida com oportunismo.
take 3 ::
A Lagarta chegou àquele ponto em que já se olhou ao espelho de todos os ângulos, já se consumiu em consumo, já trocou sucessivas vezes de dieta, de estética, de cosmética, de guarda-roupa, de decoração, de carro, de marido/mulher, de actividade profissional e voluntária, de entretenimento, de prática desportiva, de planos de viagem, de planos de saúde, de doença crónica e doença aguda, de terapia convencional e alternativa, de crenças, de desculpas, de justificações, mas . . . continua a faltar algo que a deixa a oscilar entre uma obstinada e insaciável busca pelo topo de tudo, e um persistente cansaço e incontornável tédio . . .
Então, é chegado o momento em que outro Olhar e outro Espelho lhe oferecem um vislumbre do seu verdadeiro Destino por Desígnio. O estágio anterior cumpriu a sua função, alimentou-a quantitativamente até ao limite de crescimento externo necessário. Para além desse ponto, a Vida Natura não lhe dará mais suporte, pelo que transitar para o estágio seguinte é literalmente uma questão de vida ou de morte. Crisálida é a única opção de vida.
O confinamento que lhe impossibilita o movimento traz-lhe a possibilidade de encontro Consigo mesma. Isto o Espelho também lhe diz. Mas essa auto-revelação e auto-realização de Si só será possível se houver verdadeira interiorização, entrega da sua instância menor à sua instância maior, que opera a metamorfose na sua própria dimensão. Não será possível se o confinamento for mais uma distracção e um adiamento, limitando-se a transferir a habitual exteriorização para dentro da casa-crisálida. Então ela sabe que ao entrar nesse confinamento tudo PÁRA por fora e outro processo se inicia por dentro, em que cada parte de si é transformada para se adequar à sua próxima instância de existência simbiótica, em que o mero consumo de energia dá lugar à comunhão com o fluxo de energia, em que todo o acto desrespeitador de qualquer forma de vida deixa de ser possível, porque, aí, toda a vida externa reflecte fielmente o Código da Vida Interna.
Finalmente a transformação que . . . dá Frutos à Vida.
É natural que ela fique indisponível enquanto processa isto,
a morte do que foi para renascer no que veio destinada a Ser.
Não tenhas medo dessa morte . . . nem da outra . . .
Ambas te devolvem à Vida, seja no palco planetário, seja nos Bastidores.
Não tenhas medo de evoluir.
take 4 ::
O que cada um de nós permite que se processe em si, através de Si, reflecte-se no Todo, em ondas de expansão a partir do seu perímetro. Nesta maria tudo, muito deste mundo se processa, dentro-fora. Assim, o processo que antecede temporalmente a composição desta mensagem é anterior à actual situação global. Incluiu a revisita a mensagens IMpossible sincronizada com elementos em contextos temporais específicos ao longo de meses. Durante este tempo fui sentindo que tudo o que me surgia dizer parecia que ou já tinha sido dito ou aguardava por uma conjuntura que ainda não tinha chegado. Assim, a última mensagem dessa sequência de 9 só podia ser um reforço das anteriores, numa síntese que aponta para a assumpção do Futuro, sem ficar à espera que o modelo anterior deixe de ser possível. Tal antecipação também se vem evidenciando no Círculo 10, particularmente no final de ano e início deste ano. Os Códigos estão lá . . .
Desde que a actual situação global se intensificou, fui relutante em pronunciar-me a respeito, mantendo o mesmo distanciamento de sempre em relação a notícias e afins e o meu campo vazio de conteúdos do tipo network feed reencaminhados por outros, incluindo zero TV. Depois seguiu-se uma troca com núcleos de família, que em dois grupos culminou na minha saída, ora por desencontro ora por retiro, permanecendo o contacto de sempre com os filhos, em convergência de posicionamentos nossos face à situação global e local. Sobre eles haverá algo significativo a acrescentar adiante.
Sentia agora que viria a compor uma mensagem, mas que não seria sobre esse tema em si mesmo. Num desses mistérios de convergência a partir dos Bastidores, vi surgir ainda no final de Março um artigo de autor já meu conhecido (e traduzido) que fez emergir em mim a grata afirmação: "poupa-me muitas palavras"; já que arruma abrangentemente toda a parte de processamento externo que sabia ser necessária mas não me sentia equipada e vocacionada a articular e expor tão exaustivamente quanto o tema solicita. Sentindo-me gratamente liberta dessa responsabilidade, bem entregue a quem veio vocacionado e equipado para a assumir por nós, recomendo a sua leitura integral e partilha, incluindo atenção às hiperligações lá incluídas, como relevante pré ou pós complemento a esta minha mensagem. Eis:
Entretanto, vinham-se evocando em mim conteúdos da oitava e da sétima mensagens IMpossible, as duas que revi de seguida já no início deste mês, sentindo aí o impacto das pontes reavivadas que confirmam a sincronização temporal a conduzir-me a, finalmente, iniciar a composição desta mensagem, ao final do dia 5 (!) deste mês.
take 5 ::
Sobre os filhos, é pertinente mencionar que, em plena crise global, de imprevisíveis desdobramentos, eles deram um passo no desconhecido: acabaram de mudar de casa, no dia 5 deste mês, sendo para Alexandre a terceira em que vive fora da casa do pai, e para Afonso a primeira vez. Incluindo os dois, no total 5 pessoas irão partilhar esta casa, num espírito que hoje se vem chamando co-housing, e que no caso deles terá na sua base um projecto criativo colectivo. O número da porta da casa é numerologicamente 5. Do meu lado, retrospectivamente, o prédio da casa dos meus pais em que cresci desde os dois anos de idade até sair era número 5, e a casa para onde vim viver a seguir em São Pedro tem uma letra de apartamento equivalente a 5. Já este ano, a data 5 destacou-se, conforme partilha no Círculo 10, acompanhada de uma tripla configuração sem ainda adiantar explicações. Ademais, junta-se agora ter dado comigo a iniciar a composição desta mensagem em data 5. Ela manterá essa data, embora seja publicada neste dia 9, fazendo assim a ponte entre ela e a sequência 9 que a antecedeu.
Sem que nada disto tenha sido planeado por nós, verifica-se a persistência deste número, que na ciência dos números tem as suas atribuições, entre as quais destaco aquela que se sincroniza com a minha Constante de vida como Agente de Mudança, não deixando de mencionar que é o número que representa o Ser Humano perante o Universo Criado, como uma estrela de 5 pontas. Na actual conjuntura concentrada neste mês de Abril, ocorre-me perguntar: Que Ser Humano sairá daqui e entrará no mês 5 ?
::
Quem tenha aceitado o convite da última mensagem IMpossible para revisitar a primeira e tenha prosseguido pelas seguintes, talvez tenha presente esses conteúdos. Senão, revisitar agora a 7 e a 8 reúne peças que assumem agora acrescida relevância reveladora. Uma delas, pelo testemunhal e profético Insight que já antes deixara, pede para ser trazida aqui-agora, à qual junto a seguir o excerto final de outra peça posterior, já no contexto actual, que acabei por ouvir no seguimento:
::
Neste dia 9 Abril, uma frase em forma bilingue não linear
soou dentro de mim ainda em estado onírico limiar:
Rich Tasks,
Oportunidades de Ouro
::
Apenas três dias após a primeira publicação desta mensagem, surge-me incluir neste ponto uma outra que hesitei incluir nesse primeiro dia, visto a sua vibração sonora não se alinhar nesta e no meu presente. Mas hoje, ao preparar-me para retomar a composição desta, essa outra persistiu, combinada agora a uma sensível proposta disponibilizada de 11 Abril a 11 Maio, gerando a seguinte síntese HiperLigada:
:: Pausa
<< || >>
Looking back is not Rewind, this time.
Resuming from where we paused is not the way Forward, this time.
Reassessing our True Image Mirrored in this World Is the Pause, this time.
.
.
.
. . . Stillness in Motion We Are . . .
.
.
.
Se tivesse dito, poucos meses atrás, que a qualquer momento algum factor iria surgir e desencadear a paragem de tudo o que o senso comum estabeleceu como imparável, a reacção do mesmo senso comum seria nos mesmos termos que costumo obter quando aponto saltos evolutivos no horizonte rumo ao Futuro: o "sempre" que confirma o imparável dentro do conhecido, e o "nunca" ou "impossível" que o perpetua ao assegurar a distância face ao desconhecido. Um senso comum ainda não unido ao Bom Senso, designando ainda e apenas o convencionado consensualmente aceite como base civilizacional pela média do colectivo humano num mundo globalizado.
Bem, com ou sem Bom Senso, a verdade é que a Pausa chegou ao senso comum,
e imposta pelo mesmo senso comum.
Neste ponto não estou sequer a apontar o factor causador, mas tão somente o facto manifesto de que quando as forças que movem o senso comum nesse modo imparável decidem parar, PARAM, rapidamente e globalmente.
Fica então estabelecido no consciente colectivo que:
PARAR o imparável, por decisão global, É possível.
Nunca mais isto será esquecido pela Humanidade.
Nunca mais isto será afirmado como impossível.
Sempre ecoará como a mais Viral Pausa Histórica.
Se foi possível por decisão global, será possível por Consciência Universal.
A resistência do velho sistema não poderá mais usar o "nunca" e o "impossível" e o "sempre" para perpetuar-se e travar a Viragem a favor do Todo.
O PARADOXO evidencia-se quando as mesmas forças de controlo se vêem diante deste facto inegável que elas próprias criaram nesta reacção "pan".
:: De agente viral a Agente Viral

Entretanto, nessa pausa da frenética actividade humana, a Terra pôde respirar fundo, trazendo o seu âmago à superfície em erupções simultâneas, como quem solta 'fogos de artifício', reais, numa pausa celebrativa oferecida aos reinos.
Enquanto Entidade Planetária, ela celebra a Vida ininterruptamente, em toda a sua essência constitutiva, indissociável do seu corpo Natura, que inclui os seus ciclos de nascimento e morte. Por seu lado, a frenética actividade humana que se instalou e instituiu como normal, não respira fundo com ela, atribui-lhe antes a causa dos seus males, procurando controlá-la e dominá-la em vez de se integrar aos seus ritmos cíclicos, ao lado dos outros reinos terrestres. Então, aquilo que humanos consideram um agente viral é equiparado a mais um inimigo invasor a combater, mais necessidade de defesa e de segurança, alimentando um medo da morte que é afinal um medo da VIDA. Como se VIVER fosse um risco a eliminar em vez de um desafio evolutivo a assumir, em comunhão com toda a vida planetária.
Enquanto Entidade Humana, é desse mesmo âmago em mim que saiu a primeira impressão em relação a esse agente viral e à actual situação, desde o seu início, que em nada se alinha com a reacção "pan", mas agradece antes o que essa reacção iniciou na desconstrução de crenças herdadas e hábitos perpetuados que se fixaram como base civilizacional inalterável e inquestionável. Este é o precedente que importa reter, não o de reacção padrão a adoptar futuramente. Essa primeira impressão mantém-se na minha Constante, visto que nada a demove da Verdade Central, por mais dados periféricos que se acrescentem a esta inédita situação, dados que vejo convergirem todos no PARADOXO.
Entre esses dados por onde passei ou passaram por mim, registei a afirmação "correlation is not causality" a designar a presença do agente viral a par de outros factores internos e externos, mas a análise sendo conduzida na direcção que serve cada narrativa. Nada de novo, o mesmo padrão dual ocorre em relação a qualquer situação no âmbito da informação. Por esse motivo, não é o conteúdo da informação passada que nos permite apurar a sua veracidade e sim a raiz vibratória do próprio padrão. Onde essa raiz está fundada na Verdade Central há uma coesão que não pode ser quebrada por argumentos duais e dispensa-os. Crianças são peritas a apurar isto. Adultos-Criança também. Num paralelo, podia juntar aqui os animais, evocando mais uma vez uma cena no documentário Water incluído na mensagem IMpossible 2. O ponto comum é simples: na interacção relacional, what/whom/where do they run from and do they run to? Da minha parte, no que diz respeito a crianças, posso dizer que aquelas que se cruzam comigo por aí estabelecem um tipo de contacto não-verbal que um dia culminou num encontro inédito na praia, quando uma menina que eu nem tinha visto veio subitamente ao meu encontro e se encostou às minhas pernas dobradas sem dizer nada mas num sorriso iluminado, ao ver-me de olhos fechados e num estado que a tocou, segundo me relatou a mãe dela depois. E quanto aos animais, continuam a deixar os seus 'donos' embaraçados ao esticarem as trelas para me virem cumprimentar, sendo que eu nunca tive, não tenho, nem sou do género de ter animais domésticos, nem tenho expressões afectivas muito efusivas com eles. As únicas duas vezes em que o inverso ocorreu com eles havia outras forças a interferirem neles, nos seus 'donos' e no ambiente, de forma semelhante à que se observa no já mencionado filme Instinct, quando cães treinados para serem agressivos retornam à calma original na presença do homem em estado centrado. Vai ficando claro porque não separo intuição de instinto, ambos têm a mesma raiz em comum, uma celeste outra terrestre, ambas provenientes da mesma Fonte Criadora, em estado puro, sem adições nem distorções.
Só o que se dissocia do Centro não Irradia e não Ressoa Centro.
Só em dissociação se observa correlação sem causalidade.
Portanto nunca se trata meramente de afinidade vibratória entre partes periféricas, e sim entre todas as partes face ao Centro da Consciência Una.
Eis a verdadeira raiz da concórdia, nada a ver com convenções e consensos,
que é Chave para a Cura Planetária rumo à Paz Futura.
Então, o recorte de conversa acima é parte integrante dessa primeira impressão que se mantém na minha Constante, expressa nessas linhas de conversa enviada aos filhos precisamente há um mês, em 14 Março, o primeiro dia em que tivemos conversa acerca disto entre nós, e à qual tenho voltado várias vezes para me auto-auscultar, continuando a senti-la a desdobrar-se em torno da Verdade Central, integrando continuamente elementos anteriores e posteriores a ela que vão chegando ao meu campo de apreensão cognitiva.
Os filhos entendem-me, a partir daquele ponto em comum que não carece de todos os elementos. Num breve áudio de Alexandre pude detectar a postura dele nisto: responsável, respeitador, mas não bitolado. E Afonso . . . suave.
Posturas que gostaríamos de ver predominarem pelo menos na geração deles, se não multigeracionalmente, e assim é em alguma medida, embora nem sempre por uma auto-consciência mais ampla e madura mas mais comummente por mera rebeldia. Num caso ou noutro, o que os filhos e eu testemunhámos com tristeza em membros da sua geração próximos a nós foi uma postura verbalmente agressiva, autoritária e policiadora para com aqueles que não obedecem linearmente às orientações oficiais, ao mesmo tempo que autoridades reforçam essa postura ao elogiarem publicamente os que obedecem e promovem tal orientação nas redes sociais, em cartazes, slogans, hashtags - se usasse este recurso (no qual até hoje ainda não encontrei sentido, pelos que cliquei),
ocorre-me 1 para essa postura pseudo-consciente: Orwell indeed#. Se a obra orwelliana, ou o seu estudo, vem contribuindo inversamente para produzir o que o seu autor terá procurado prevenir, vale aqui lembrar: Tanto 'tirano' como 'rebelde' participam no mesmo jogo - 'tirano contém e atrai rebelde' como 'rebelde contém e atrai tirano', ambos aspectos da mesma realidade oscilando entre as duas polaridades, tal como as ideologias políticas oscilando entre uma ponta e outra do espectro, ainda longe da síntese pós-dual que se dá quando todas as forças convergem de e para o Centro da Consciência. Nesse quadro de oscilações, não é de surpreender que hajam no presente tendências totalitárias, quando o único sentido de Ordem reconhecido por governantes e governados é o controlo imposto de fora para dentro. Prova disso é o governo português acabar de anunciar que prepara lei sobre reserva de recrutamento militar de jovens dos 18 aos 35 anos, como reforço das Forças Armadas cuja actuação se considera necessária em previsíveis situações futuras como a presente. Uma medida que revela uma sociedade mais investida na força e obediência externa do que na formação de seres humanos de elevada consciência revelando e oferecendo os seus dons internos ao Serviço da construção de uma sociedade liberta dos problemas que essas forças procuram resolver actuando nas consequências, alheadas das causas. Governantes seguindo o velho modelo, investidos na meta eficiência levada ao extremo, que se traduz numa estranha combinação de top consciência externa e zero consciência interna - perfil autoritário-totalitário típico no tecnocrata - o oposto de Concelhos de Sábios como modelo de Liderança.
Então, quando reencaminhei essa conversa a outro núcleo família, informando que o envio original foi aos filhos, obtive um imediato: "Não estás mesmo bem." Uma reacção compreensível, mas inquietante, visto ilustrar o posicionamento da média do consciente colectivo em torno da situação actual. Para eu conseguir ouvir e falar com alguém acerca disto, tenho de estabelecer como preâmbulo quando estou a colocar-me segundo o entendimento deles e segundo o meu, que dificilmente é compreendido e aceite ou mesmo escutado em profundidade.
No âmbito da informação, o sistema fez o seu papel de 'tirano' fechando as portas do auto-discernimento ao difundir noções de "conspiracy theories", "fake news", "debunks" e agora "correlation is not causality", como indicadores vs. dispersores da verdade, como se aqueles que atribuem estas categorias à informação fossem à partida fontes irrefutáveis apenas porque se apresentam como tal. E como tal são aceites pela [aparente] maioria, mesmo quando a informação dada como oficial assenta em teorias, não em factos. Em qualquer fonte, dados, por si só, não são necessariamente factos, podem ser manuseados na direcção da interpretação pretendida, o que não é difícil dentro do senso comum, já formatado no modelo instituído e suficientemente psicologizado para refutar por si mesmo qualquer coisa que ponha em causa esse modelo. Do mesmo modo, apurar veracidade apenas verificando previamente a fonte da informação, sob um critério assente em pressupostos adquiridos externamente, também conduz ao mesmo dilema, que as pessoas tendem a resolver adoptando as versões oficiais de tudo. Para elas, o que quer que se diga que não condiga com essas versões é suficiente para o associarem àquelas categorias.
O que sempre esclareço é que não elejo nem me baseio em fontes externas como fidedignas, sejam elas oficiais ou não oficiais. O que quer que cruze o meu caminho passa pela mesma Antena. Em qualquer peça, onde há Ressonância com a Verdade Central pode dar-se integração, onde não há posso registar pontos de contraste do que não É, ou é parcial, e onde eu possa dar um contributo. Neste meu esclarecimento costumam questionar-me sobre que Verdade Central é essa que lhes parece que só eu vejo e reconheço. É simples:
A Verdade Central não é versão, é Matriz Original.
A única forma de a reconhecer é ser Um com ela. A confusão generalizada ocorre porque as pessoas, separadas do seu Centro, entendem tudo em termos de versões, externas. Então onde não houver uma versão externa oficial a adoptar, está lá o Niilismo que as faz sentirem-se justificadas em não fazerem o único caminho que importa, rumo ao seu Centro. Enquanto assim for, o argumento será sempre de que qualquer coisa pode ser centro, portanto, qualquer coisa pode ser verdade, ou inverdade.
Constatar esses padrões em três gerações seguidas é realmente inquietante. Vê-los reavivados na presente realidade dá oportunidade de os rever nesta Pausa introspectiva, como tomada de consciência essencial para lidar integralmente com esta realidade, nos seus actuais contornos e próximos desdobramentos, que irão solicitar o nosso posicionamento claro e declarado.
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A auto-auscultação entra agora num contorno mais directamente penetrante, necessário em termos de auto-discernimento, mas sem perdermos de vista a visão do todo na Orquestração da realidade em suas camadas.
Retomando o recorte de conversa, o que nela afirmei em consciência tem correspondência nos sensores bio-energéticos, a partir dos quais afirmo: não consigo levar a sério este agente viral - nem como causa natural, nem como inocente, nem como um microorganismo invasor de fora para dentro, transmissível enquanto tal e a ser combatido enquanto tal. Mesmo que quisesse convencer-me racionalmente disso, nem a minha consciência nem o meu sistema bio-energético o confirmam. Seguir orientações na linha protecção adicional faz-me sentir falsa, mesmo pensando nos outros.
E é justamente pensando nos outros que emerge em mim uma profunda indignação em nome de todos, governantes e governados, ao observar essa orientação sendo seguida por uns e outros sem que uns e outros tenham noção interna e externa de que agente viral realmente se trata, de como ele interage em cada indivíduo e, portanto, do que se estão a proteger e como. Nesta pseudo-consciência, tais orientações resultam em paranóia obsessiva, observável em medidas que meramente transferem o problema e em última análise adiam lidar com o problema na sua dimensão integral, além superfícies - superfícies onde, de repente, parece que só agora se descobriu o sabonete e a higiene normal, como se só agora tivéssemos saído da Idade Média e já entrado directo na câmara de esterilização e higiene pré-cirúrgica, longe de o serem. É inevitável evocar a minha experiência de mais de duas décadas atrás, trabalhando na tal empresa fabricante de princípios activos para medicamentos, num departamento de análise e controlo de qualidade que inclui laboratório de microbiologia, onde se manuseiam microorganismos em cultura, dentro daquela a que tecnicamente se dá o nome de "sala limpa", que obedece a um rigoroso protocolo de limpeza, equipamento humano e procedimento. O contraste entre este protocolo real e o panorama obsessivo que se observa revela uma tal incongruência que faz das estratégias adoptadas para prevenir contaminação uma estranha peça teatral, levada a palco por governantes e governados que se limitam a seguir directrizes veiculadas por entidades de saúde mundiais, convencionadas como autoridades absolutas sem o serem, nem por princípio absoluto à partida nem por actos merecedores de tal confiança. A ilustrar isso, acabo de ver dois intimidantes cartazes municipais idênticos, colados numa estação de comboios, na forma de uma pessoa em tamanho real munida de equipamento protector da cabeça aos pés, acompanhada de uma frase apelando a uma união baseada no combate, e do mais propagado hashtag. É como querer transformar o mundo numa "sala limpa", mas apenas no plano da crença conceptual, numa encenação suficientemente próxima para manter uma ilusória segurança por uma lado e uma paralisante impotência por outro, em relação a um agente viral que nem sequer corresponde, em perfil e em grau de alarme, ao destaque que lhe foi atribuído.
-- Esta desproporção é que é alarmante, não o agente viral,
como se revelará a todos, dentro e fora.
Não deixei de ter em conta que o que a minha consciência e correspondentes sensores bio-energéticos dizem pode não se aplicar a todos nós de igual forma, em função de factores individuais aos quais código genético não é alheio, razão pela qual medidas bitola que não passam pela consciência e seus bio-sensores não são seguidas linearmente por aqueles de nós que vivem em alinhamento interno. Mas além factores individuais, essa percepção interna face ao agente viral foi sendo corroborada por confirmações externas que foram surgindo e que incluirei abaixo, entre as quais aprecio particularmente aquelas que já existiam bem antes deste agente viral ser 'descoberto e identificado', portanto sem qualquer relação directa ao mesmo, mas apontando para causas comuns que, na sua origem (!), não são imputáveis à Natureza. Por mais que sugestões como o filme Contagion (2011) - sendo agora amplamente visualizado e com uma sugestiva selecção de actores consagrados - o sugiram. Num paralelo cinemático, duas leituras são possíveis nele, consoante se opte pelo "comprimido azul" ou pelo "comprimido vermelho". É uma boa ocasião para relembrar porque será que certos filmes parecem um guião/script antecipado de situações que se apresentam a seguir na nossa realidade global e globalizada, em termos do problema que prevêem, reacção que introjectam e solução que antecipam. Assim o PARADOXO está presente nele em mais de uma frente, antes de mais nada porque em ambas as leituras ele é instrumental em ilustrar a desproporção entre a nossa actual situação e a situação nele retratada, em termos da gravidade efectiva nessa e a gravidade atribuída à nossa. Será que alguém tem alguma dúvida de que perante uma tal gravidade efectiva o nosso cenário actual é ainda mais teatral? E não estou com isto a sugerir que sejam acrescentados mais elementos cénicos, como aqueles cartazes em tamanho real, para o autenticar. Fundos municipais podem ser melhor empregues na prestação de apoio humano real aos mais fragilizados do que em redutora propaganda e acrescida vigilância, que em nada edificam a autonomia consciente em governantes e governados, no exercício individual e colectivo da sua cidadania soberana numa Humanidade-Planeta-Nação livres - princípios a assumir por todos como base fundacional do Senso Comum.
Esclarecendo essa distinção entre gravidade efectiva e gravidade atribuída, eis a analogia que me ocorre: quando fazemos análises clínicas, todos sabemos que os resultados emitidos apresentam os nossos valores ao lado de valores de referência; sem estes, os resultados obtidos não teriam qualquer significado para ninguém, seriam apenas uma listagem percentual de componentes; nessa ausência, se víssemos um valor normal que nos parecesse destacar-se como muito elevado e/ou alguém nos dissesse que tal valor é anormalmente elevado, provavelmente iríamos ficar alarmados, mesmo que tal avaliação fosse equivocada e especulativa em relação à realidade desconhecida; conhecidos os valores de referência, o alarme desfaz-se como injustificado e sem base real; se aplicarmos esta última observação a um cenário em que aquele valor elevado, que seria anormal numa pessoa saudável, é normal numa pessoa dentro do certo quadro clínico crónico, tal valor não causaria alarme mas tão somente uma justificada vigilância continuada; se transpusermos esse microcosmo individual para um macrocosmo colectivo nacional, cada país com o seu próprio cenário e sistema de saúde internos, alguns marcados por doenças crónicas e sistemas insuficientes de vigilância continuada, ainda assim isso seria o normal nesses cenários locais; e se o macrocosmo abranger a população mundial, em boa parte marcada por doença crónica civilizacional, ainda assim seria normal. Quando entidades mundiais de saúde que se fazem representar nos governos e mass media locais emitem subitamente e globalmente dados estatísticos sobre mortes em vários países, sem que antes tais dados estatísticos fossem uma informação correntemente divulgada como valores de referência, é natural que haja uma reacção alarmante do público perante números que soam elevados e para os quais não há referências anteriores nem termos comparativos. E quando essas mortes são associadas e 1 factor eleito e isolado, o alarmismo, agora ampliado para um previsível e previsto pânico global, rapidamente é traduzido numa oficialmente justificável atribuição de "pan".
-- A doença civilizacional agravada e tornada crónica pela globalização é que é "pan", não o agente viral - que é uma consequência tornada patológica, não uma causa, como se revelará a todos, dentro e fora.
Microorganismos são parte integrante da vida planetária. O que os torna patológicos é uma conjugação de factores. Logo, correlação É causalidade. Quem lida com microorganismos em laboratório sabe isso melhor do que ninguém, embora possa nem sempre saber o que é posto em movimento quando factores são combinados. E porque a combinação de factores pode escapar ao controlo humano, apurar a causa primeira pode não estar ao alcance do entendimento humano. E sendo o ser humano em si mesmo um factor interveniente na vida planetária, tal apuramento exige dele uma absoluta honestidade e responsabilidade face à sua interveniência, activa e passiva.
É sabido que há um vasto campo de experimentação laboratorial cujos resultados são documentados e conhecidos por minorias mas cuja aplicação chega até nós em produtos e subprodutos que a maioria de nós não tem capacidade ou vocação técnica para identificar, quanto mais avaliar. Tendo consciência disso, seria ingénuo da nossa parte continuar a fechar os olhos ao lado nefasto, quer intencional quer acidental, dessa experimentação. O meu papel aqui não é especular e sim apontar o foco de Luz para onde o facto da verdade integral não estar a chegar até nós ter consequências sérias nas nossas vidas e em toda a vida planetária.
Uma Humanidade entrando em fase Matura assume essa verdade integral expondo as meias-verdades que a sua anterior imaturidade permitiu, por comodismo próprio e conveniência alheia. Nesta Humanidade não é mais admissível que pessoas de bem tenham de sacrificar as suas vidas para expor verdades inconvenientes a um sistema instituído por forças de controlo que não servem o bem comum. O Novo Ser prestes a nascer no N*OVO Horizonte poderá confiar de olhos fechados nos seus semelhantes como em si mesmo, na assumpção sagrada da tarefa de cada um num Reino Terrestre que Espelha o Reino Celeste.
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Incluo agora as tais confirmações que convergem com o que a minha consciência e os meus sensores bio-energéticos dizem, em peças que se vêm juntando nas semanas recentes, todas elas posteriores para mim, mas algumas bem anteriores no tempo. Cada uma tem o potencial de contribuir para apurar esses sensores em todos e em cada um, a partir do ponto de encontro central entre a consciência externa e a consciência interna. Disponho-as em três conjuntos, sendo que o 2º é ponte entre o 1º e o 3º.
Desenvolvo a seguir.
Uma delas surgiu por memória associativa ainda antes de iniciar esta mensagem, ao vir-me o paralelo com um agente viral bem conhecido pela sua gravidade fatal, mas que nunca mereceu a atribuição "pan", pelo menos nos moldes actuais. Lembrava-me de ter lido vários anos atrás algo a respeito dele no Volume 1 da obra O Antigo Segredo da Flor da Vida, obra que tenho e consultei, localizando tal referência no capítulo Três, O Lado Sombrio do Nosso Presente e Passado, no título O Memorando de Strecker sobre a AIDS. Não me recordo de ter chegado a pesquisar sobre este documento na altura em que li essa obra, mas agora encontrei-o online concentrado em torno do respectivo vídeo, gravado em finais da década de 1980, e que visualizei agora pela primeira vez. No seguimento, encontrei uma entrevista ao mesmo médico investigador, gravada em 1993, dividida em Parte 1 e Parte 2, que toca em pontos já aqui abordados e facilita o entendimento do que abordarei a seguir.
Uma peça actual, excerto final de palestra de um médico, cujo vídeo anterior já foi removido, mas acabou de ressurgir e com legendas em português aqui.* Do mesmo médico, dois complementos recentes aqui e aqui. *No primeiro destes vídeos é dada uma referência a um livro e seu autor, cuja temática é abordada em vídeos reunidos aqui. Incluo ainda um conhecido documentário ligado a esta temática.
Uma entrevista em vídeo que me surpreendeu destacadamente ao surgir como que do nada, com data anterior e um conteúdo apresentado pelo entrevistado na sua perspectiva algo singular, que parece ter passado despercebido ou não foi suficientemente levado a sério na sua disponibilização, apesar de tocar na mesma temática que entretanto virou tabu quando associada ao actual agente viral. Nota: as duas alternativas apontadas como inofensivas por este entrevistado são consideradas não-inofensivas pelo autor incluído no 2º.
(após visualizações)
Para lidarmos integralmente com a presente realidade, nos seus actuais contornos e próximos desdobramentos, estas são questões centrais que irão solicitar o nosso posicionamento claro e declarado face ao que figuras auto-eleitas como autoridades globais pretendem impor-nos globalmente, quer na área da saúde quer na área tecnológica com implicações na saúde. Avivadas por 1 agente viral elevado ao pedestal, são questões que devem merecer a nossa total atenção e exigir a nossa profunda reflexão como parte de uma consulta pública / referendo, mas as quais nos estão a ser apresentadas como acto consumado por parte de tais pseudo-autoridades.
Prossigo então no meu contributo testemunhal, sempre baseado na consciência e nos sensores bio-energéticos face ao que a própria vida proporciona Ver . . .
. . . sobre vacinação
Em 2016, a estadia de Alexandre coincidiu com a renovação da vacina do Tétano no Boletim de Vacinas dele e ele quis recebê-la. No centro de saúde onde fomos atendeu-nos uma enfermeira além senso comum. Sem nada perguntarmos, ela deu um esclarecimento a Alexandre que se revelaria fundamental no entendimento da vacinação como um todo e nunca esqueci: "Esta é a única vacina que é [só] para si." E explicou em seguida por palavras suas que todas as outras se destinam a não transmitir as doenças aos outros.
Este é o fundamento do sistema de vacinação obrigatório: não se baseando no próprio e sim nos outros, tende a eliminar a escolha do próprio sobre si mesmo, uma vez que pressupõe que se alguém não recebe a vacina, esse alguém é um potencial transmissor, fazendo o sistema falhar, dentro desse pressuposto. Segundo o médico no 1º conjunto, uma vacina actua externamente, e um agente viral como o HIV actua internamente, pelo que nunca será curável por vacina. Diante disso, é legítimo pôr em questão se algum outro agente é realmente curável por vacina. Principalmente quando compreendemos o que é um agente viral por um lado, e tudo o que está implicado numa vacina por outro. Não é preciso ser especialista nem estudar o assunto a fundo para chegar às questões fundamentais que todos nós devemos colocar, particularmente estando na nossa mão decidir pelos nossos filhos, sob ameaça dessa decisão passar para a mão do estado, subordinado a directivas mundiais de entidades parciais, cujas práticas, esvaziadas de Código de Serviço à Vida, são comprovadamente questionáveis e alvo de processos judiciais. Isto só por si deve alarmar-nos mais do que qualquer agente potencialmente contaminante.
Um bom parâmetro de entendimento sobre a vacinação passa por distinguir vacina de antídoto. Um antídoto é feito a partir do próprio veneno e é administrado no corpo para neutralizar o efeito desse veneno já introduzido no corpo. A vacina também é feita a partir do agente infeccioso mas por norma é administrada no corpo para supostamente prevenir tal infecção, que sem a vacina pode nunca ocorrer. À nascença e nos primeiros anos de vida, um corpo à partida saudável é injectado com doses calculadas de agentes infecciosos como suposta prevenção de uma doença que à partida pode nunca ocorrer nesse corpo. Em verdade, vacinar é permitir que um corpo que à partida é saudável seja infectado por injecção de uma combinação de substâncias que não são garantia benigna de nada e cujo efeito é em última análise desconhecido. Do documentário VAXXED (2016) destaco o excerto sobre o mais flagrante caso dos gémeos. Por tudo o que se conhece hoje, pode resumir-se vacinas a uma palavra: poluição. Esta foi um dos ecos que me ficou do filme The Children Act (2017), em que é posta em causa uma transfusão de sangue que supostamente salvaria uma vida. O outro eco tem justamente a ver com a minha repulsa instantânea bio-energética a uma transfusão de sangue, conforme exprimi na mensagem IMpossible 2 no tópico Blood. Senti visceralmente na palavra "poluição" a descrição exacta dessa minha sensação que é também relatada no filme. Sensação que se estendeu à vacinação, acrescentando consciência à rejeição bio-energética sentida desde sempre, mas contrariada por uma falsa noção de não ter escolha, tanto na minha época como na dos meus filhos. Dado o contexto religioso implicado no filme, lembrei-me de Prince na sua escolha dessa religião, como se esta pudesse ter sido um meio dele se proteger da legislação, já que em adulto tais opções não poderiam ser violadas por imposição legal como o foram no filme, em que o corpo foi poluído e a vida não foi salva.
Pegando de novo no meu recorte de conversa, onde disse "factores introduzidos no corpo anteriormente", tinha presente as vacinas como um desses factores. Uma das que me despertou alerta desde que passou a existir vários anos atrás foi a vacina da gripe recomendada aos idosos na estação invernal. São conhecidos casos de reacções a essa vacina, após a sua administração todos os anos. Isso evocou-se em mim na actual situação quando se noticiou que os idosos eram/são um "grupo de risco". É simplesmente natural que o sejam em quaisquer circunstâncias, mas o que me ficou latente foi a possibilidade desse agente viral ter uma correlação com essa vacina. E quem diz essa, diz outras. Os efeitos de uma vacina são no mínimo uma incógnita, visto que quem a fabrica não é sujeito ao rigor de testes a longo prazo e portanto não é imputável por consequências a longo prazo, como sejam a interacção dela com outros factores, internos e/ou externos, anteriores e/ou posteriores à sua inoculação. E quem a fabrica pode incluir nela agentes aparentemente e à partida inócuos mas que se tornam activos e activadores quando combinados com outros factores posteriormente introduzidos. Através de uma vacina, é possível introduzir no corpo componentes que, quer por si mesmos quer assim desenhados, sejam à partida mais susceptíveis de serem captados pelos receptores celulares, e vice-versa. Lembrava-me de ter traduzido algo sobre isto num livro de saúde no passado. Então, categoricamente, não só é possível introduzir toda uma gama de componentes duvidosos através de uma vacina, como certos componentes só são possíveis de existir dentro do corpo se nele forem injectados. Este é o panorama face às vacinas enquanto componentes introduzidos no corpo. E se lhe acrescentarmos a vertente nanotecnológica associada ao plano transhumanista, fica ainda mais claro porque há uma intenção e pressão para tornar a vacinação mundialmente obrigatória, a par da introdução de chips no corpo humano, que para além das atribuições supostamente facilitadoras na sociedade tecnologicamente futurista programada pelos tecnocratas, têm a função de CONTROLAR minuciosamente tudo em todos. Estas coisas já não estão escondidas, estão bem à frente dos nossos olhos. Vêm sendo meticulosamente e pacientemente conduzidas por etapas para que sejam aceites como benignas e parte normal do progresso.
Vivendo no lado orgânico da vida, imunidade é uma função natural do corpo, não carece de adições artificiais. Só a toxicidade que o modelo civilizacional vigente introduz no corpo é que induz a necessidade de vacinas, que nada mais são do que tentativas de consertar toxicidade adicionando mais toxicidade. Ilusória prevenção, oposta a Cura e Saúde. Só numa sociedade doente se concebe inocular pessoas à nascença para prevenir as doenças que a própria sociedade perpetua, em vez de nutrir o estado natural de saúde, assente numa alimentação arquetipicamente adequada ao ser humano, de base vegetal orgânica, livre de consumo animal, em comunhão evolutiva com todos os reinos.
Nesta reOrientação, a primeira medida saudável como salvaguarda de um direito natural de nascença é retirar total e incondicionalmente a obrigatoriedade sobre vacinação e implantação ou agregação de dispositivos (chips) nos seres humanos como forma de controlo da vacinação ou de qualquer outro aspecto da vida humana, sejam matrículas escolares sejam deslocações humanas na circulação terrestre. Se esta será uma medida global, dependerá de todos nós fazermos valer o seu intrínseco Valor Universal, como Humanidade Matura exercendo a sua Soberania como Consciência Una.
. . . sobre radiação
Algures em Fevereiro chegou à minha caixa de correio de casa, em envelope fechado não endereçado, uma carta tendo como remetente a ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações) em formato A4 frente e verso, igual à que se encontra aqui, acompanhada de um folheto, igual ao que se encontra aqui, informando e instruindo sobre as novas frequências para TDT (Televisão Digital Terrestre) a sintonizar para possibilitar a introdução de 5G, deduzindo-se que tenha chegado à casa de todos os portugueses, ou pelo menos à daqueles cujos municípios estabeleceram este protocolo com a ANACOM.
Até aqui não é tabu, é oficial e público, está em curso em todo o mundo. Mas tendo em conta que hoje em dia a maioria das pessoas tem o pacote TV + TLF + NET via uma das operadoras de comunicações electrónicas existentes no país, dispensando o serviço de televisão gratuita, quantos de nós terão dado atenção a este aviso como pré-anúncio da chegada efectiva dessa tecnologia ao nosso espaço e em que grau de consciência se predispõem a recebê-la? Para mim, que há vários anos cancelei o serviço de TV e posteriormente o de TLF e NET com uma dessas operadoras e desde então nunca mais tive nenhum desses serviços contratados em casa, não chegando sequer a fazer a transição para TDT, receber e ler este aviso, tomando noção da data em que esta ressintonia afectaria a minha localidade, impactou-me justamente pela chegada dessa tecnologia ao meu/nosso espaço. Porque desta vez não é apenas mais um upgrade tecnológico a que nos habituaram como normal. Desta vez, aquilo que se designa como "nosso espaço" não pode mais deixar de ser visto por todos como todo o espaço terrestre, desde a sua superfície habitada por todos os reinos terrestres à sua camada atmosférica externa que lhes permite condições habitáveis. Superfície e atmosfera que serão intensificadamente e ininterruptamente poluídas por radiação em frequências que não são compatíveis com a vida planetária e seus habitantes. Como se pode constatar aqui, no tópico que se refere a testes de 5G, há alguns anos que "Esta Autoridade tem considerado que este tipo de ensaios e estudos técnicos se revestem de um grande valor acrescentado, pois permitem que investigadores, fabricantes e operadores de comunicações eletrónicas testem as várias funcionalidades e capacidades destas tecnologias, bem como afiram os seus modelos teóricos, antes de se avançar para a implementação das futuras redes 5G, com a consequente disponibilização de serviços aos consumidores.", sem que em parte alguma sejam mencionados testes de impacto orgânico a par dos testes de funcionalidade e aplicabilidade técnica, que seria o mínimo a esperar-se de uma Autoridade que regula sobre toda uma nação, em articulação com a Autoridade para a Saúde, ambas holisticamente habilitadas para tomar decisões dessa magnitude, contando com uma consulta pública com valor de referendo, fundada em conhecimento aprofundado de tudo o que está implicado, que já conta com séria documentação sobre impactos orgânicos e suas consequências a todos os níveis da vida planetária.
Mas porque é que esta temática surge aqui, na sequência de 1 agente viral?
Antes de ter visto as peças que incluí acima, a primeira que vi, isoladamente, partilhada por alguém em inícios de Março, e logo a seguir bloqueada como "falsa" pela rede, fazia uma análise paralela entre o agente viral e o arranque dessa tecnologia, análise depois comentada por um médico que não podia deixar de incluir o alerta sobre os riscos implicados na previsível vacinação como desdobramento. Ainda que a construção dessa peça tivesse elementos supérfluos no seu primeiro segmento, não pude deixar de reconhecer as verdades no seu segundo segmento. Há qualquer coisa na Medicina que é muito afim comigo, e nem sequer passa por conhecimentos muito específicos.
Então, a primeira coisa que se me evocou involuntariamente foi justamente a carta acima, que por essa altura não tinha presente, mas não pude evitar relacionar que ela me chegou no período em que a situação viral deu os primeiros sinais, além do facto das datas de ressintonia na tabela incluída na carta se concentrarem todas entre início de Março e meados de Maio. Diferentemente de pessoas que se dedicam a investigações desta natureza, eu limito-me a estar onde estou e a ser captadora das peças que se cruzam comigo no meu trânsito de vida. E as peças seguintes foram convergentes.
Como não existe ninguém neste mundo que possa provar que esta tecnologia é inofensiva, porque é sabido que ela é tudo menos inofensiva, só resta o tabu. E perante o actual cenário montado em torno de 1 agente viral como causa, ficará muito fácil atribuir a qualquer reacção patológica global a esta tecnologia a classificação "pan", seguida da estratégia que já ficou validada agora pelo senso comum. Este é o lado sombrio do precedente criado pela presente situação. Mas apenas porque as autoridades nacionais se recusam a fazer testes de impacto orgânico ou a levar em conta os estudos já existentes, limitando-se a seguir a linha tecnocrata globalizada e suas prioridades impostas. Desde o início tenho afirmado que, num mundo globalizado, uma patologia ocorrer globalmente não é sinónimo de "pan", é tão somente uma reacção global, previsível e prevista, quer para tornar receptiva a vacinação obrigatória globalmente quer para inocentar a tecnologia que se pretende impor. Mas apenas enquanto a humanidade permanecer como massa inerte e manuseável, em vez de uma humanidade arroz, constituída por indivíduos num colectivo unitário e uno. Desde os meus tempos de partilha por e-mail que uso esta analogia. Arroz é um cereal unitário, massa é um processado em amálgama. Ninguém gosta de arroz empapado. É compreensível que o Oriente tenha inventado "rice noodles" como variável do arroz lá abundante, mas vejo uma certa distorção nisso do ponto de vista simbólico inerente aos alimentos.
Como responderia, como responderá, uma Humanidade liberta do efeito massivo dos meios de comunicação, particularmente da Televisão? Uma das coisas de que me apercebi desde o início da actual situação ao cruzar-me com títulos de notícias foi o facto de as operadoras terem aberto o sinal de certos canais de tv desportiva de maior audiência, um acto aparentemente generoso, mas que aglomera as massas em frente ao meio de comunicação mais adoptado para veicular e absorver a versão oficial, programadora das reacções públicas, ao mesmo tempo que as distrai com um entretenimento dissociado de qualquer estímulo de introspecção e nutrição interior, além de drama emocional. E hoje isso estendeu-se aos outros meios de uma forma ainda mais hipnótica, tornando dispositivos móveis indispensáveis num grau que justificou a implantação de um sistema global de controlo electrónico de alta radiação.
Uma peça trazida por Afonso no final de Março acrescentou a esta reacção uma palavra compatível aos sensores: "psicossomática". Ele só partilhou a imagem do excerto, mas eu reuni agora dois contextos mais completos, aqui e aqui. Sem nos colarmos literalmente a esta ou outra narrativa literária, ela dá oportunidade a cada um de indagar se a dita ficção que retrata um futuro temporal linear é fruto da imaginação criadora, ou, do acesso ao que já aconteceu, a partir do Futuro além temporal não linear. Ou de ambos. "Não havia para onde fugir", diz a personagem nesse excerto,
uma afirmação que sinto ecoar em torno do efeito da radiação.
Onde anda a Verdadeira Inteligência num mundo tão S M A R T ?
Agentes Virais da Inteligência ao Serviço de Sua Majestade Interna
INvocam a Presença de Espírito nesta Humanidade esquecida de Si.
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Desde sexta-feira que me parecia que iria terminar e publicar este segundo segmento, mas chegava ao final de cada dia sem o sentir. Finalmente, chegada a esta quarta-feira, 22 Abril, apercebi-me pela manhã que seria hoje até final do dia, neste que determinaram ser o Dia da Terra, dia e semanas passados intensivamente em torno desta composição, que se vai gerando exactamente como a pintura da obra The Messenger que a introduziu, fazendo surgir e desaparecer elementos dentro dela, até que todas as suas variáveis sejam concêntricas com a sua Constante, em forma e conteúdo. Neste ponto de suspensão, neste Dia, submeto à consideração de todos, incluindo governantes e governados, um projecto de lei (vídeo) que parece acrescentar ao elemento 5 nesta mensagem, aqui aplicável ao outro 5, cujo efeito é equiparável. A Terra e seus habitantes assim apelam:
Que a legislação humana seja a metáfora de alinhamento à Lei Única, aquela que confere autêntica Autoridade por Mandato Interno, sem necessidade de agentes externos para a fazer cumprir.
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Now, back to Pause . . .
. . . this "HOPE" showed up
reminding to
never forget the Real Thing,
where True Sound comes from, layer by layer.
We create,
technology reproduces.
We create technology,
technology does NOT create us.
Viral Agents Operating from Inner Technology
I.M.
m.
Nota:
Ao tentar corrigir alguns erros gráficos nesta mensagem, surgiu um novo problema técnico no editor Wix que me impediu de a salvar e republicar e me forçou a dividi-la em duas partes. Tendo aproveitado para a rever e verificar as hiperligações, perdi a conta aos links de vídeos removidos pelo YouTube e/ou tornados privados pelos seus autores, na totalidade da mensagem. Sincronicamente, entre estes encontravam-se alguns dos que actualmente (5 Fev. 2021) não teria partilhado, pelo que optei por eliminar estes e manter os restantes cujos vídeos recuperei sob novos links. As partes I e II têm o mesmo título, a mesma data e a mesma imagem-capa.



