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I.M.possible Future :: Viral PARADOX (II)

  • Foto do escritor: maria-tudo
    maria-tudo
  • 5 de abr. de 2020
  • 36 min de leitura

Atualizado: 15 de abr. de 2025


Postal Circular #44 | collage 4 peças | 2014

Frases entre aspas são parte integrante no verso do postal

" Looking back ? " asks Consciousness.

" Yes, only to redimensionalise my memories. "

answers the New Being from the Future,

while looking back at the past transition occurring right now.

The Butterfly remembering the Caterpillar going into Chrysalis.

There is no going back now. The way Forward is already in Motion.

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Viral Agents Operating from Inner Technology


:: ReDefine

slideshow 1 | 6 imagens) | ver nota 1. no final antes de continuar

Operar a partir da Tecnologia Interna ReDefine o que é Acção.

:: T.P.C.

Trabalho Para Casa | Homework

Numa altura em que a orientação geral remete para casa, tornando o T.P.C. a constante multigeracional, que para o estudante é agora mais literal, deparei-me de súbito com a impactante observação de que, enquanto nação, entre governantes e governados nem todos têm feito o Trabalho de Casa. Limitaram-se a seguir e propagar orientações prontas, como directivas inquestionáveis, vindas de uma organização local auto-denominada mundial, que faz de governantes e governados de cada nação uma espécie de súbditos submissos a reis absolutistas absolutamente esvaziados de Consciência Solar.

Num Reino Solar, onde cada ser humano Aje a partir do Rei Solar em Si mesmo, aqueles que se reúnem em Concelho de Sábios, holisticamente conhecedores das várias valências da vida, para as coordenar entre todos os habitantes do Reino na direcção necessária, cada ser assumindo a sua função essencial no todo, o que se esperaria na actual conjuntura é que cada núcleo-nação fizesse o seu Trabalho de Casa, investigando por si mesmo, localmente, em que consiste o tal agente viral, para então tomar decisões congruentes, que neste Reino nunca são decisões meramente políticas. Cada nação Agindo assim, rapidamente teria chegado, e ainda poderá chegar, à conclusão de que a presente orientação global está fundada num equívoco que foi imposto como versão oficial. Algumas nações foram mais autónomas na condução dessa orientação global generalista, mas também não fizeram esse Trabalho de Casa, apenas tomaram resoluções algo diferentes a partir das mesmas premissas. Esse Trabalho de Casa fica então nas mãos dos Agentes Virais, alguns trazendo ao palco os seus estudos, outros trabalhando nos bastidores. Estou certa de que a maioria das nações tem condições para fazer esta investigação com seriedade e honestidade a partir do zero, isto é, não partindo das premissas que foram dadas como oficiais e inquestionáveis, as quais desconsideram princípios que a própria ciência apurou como base para tais investigações, como é observado por aquele médico numa peça em vídeo legendado que acrescentei agora ao conjunto 2 das referências hiperligadas mais acima (Parte I).

O que é dito para o agente viral, aplica-se à imposição da tecnologia 5G. E como é dito aqui, não se trata de estar contra a tecnologia no seu todo. Que cada nação faça a sua investigação. Que governantes e governados tomem para si essa tarefa, essa exigência, essa atenção, esse rigor. Que os Sábios sejam escutados, porque fizeram o seu Trabalho de Casa. Enquanto o mundo for governado por organizações mundiais cujos líderes estão vocacionados e habilitados apenas para tomar decisões políticas com base em interesses prioritariamente economicistas globalizados, divorciados das outras valências da vida, será necessário que Agentes Virais nas suas respectivas áreas dêem oportunidade a essas lideranças de admitirem a sua ignorância, mas em vez de fazerem dela uma desculpa perpetuada e inconsequente, actualizarem-se e fazerem o Trabalho de Casa, que no caso de uma organização como a ONU é o Trabalho da Casa Planetária, que inclui a casa do líder em questão. Eis a ilustração, retratando um líder que, não obstante o seu mérito, revela essa ignorância. Alguém da minha nacionalidade que, no período em que não exerceu cargos políticos/públicos, vários anos atrás, tive oportunidade de testemunhar diante de mim numa praça de alimentação em Lisboa, eu acompanhada do meu pai, ele como um homem que estava ali apenas como avô de um menino, numa dignidade humana tão autêntica e essencial que captei além de qualquer associação política ideológica, que não é um traço vocacional meu. Não se trata, portanto, de condenar ninguém, mas antes dignificar pessoas em cargos para os quais estejam preparadas. Porque num mundo tão tecnologizado, não é mais admissível que um líder em tal cargo esteja alheio, e se mantenha alheio, às implicações da tecnologia na saúde humana e planetária. Que os Sábios sejam escutados.

Por tudo isto afirmo, com todo o meu Ser, que a Verdade será revelada a todos de uma maneira ou de outra, dentro e fora. O equívoco será esclarecido revelando a sua razão de ser interna como Pausa de transição necessária, não imposta como medida opressora. E que o lado externo da razão se revele a bom tempo, porque nenhum povo ficará indiferente ao saber que se sacrificou nesta magnitude por um equívoco aceite por governantes que não fizeram o seu Trabalho de Casa - um trabalho que se centra nas causas, não nas consequências, um trabalho que particulariza, não generaliza, portanto um trabalho muito mais sério do que mandar as pessoas para casa . . . mandar, impedir, impor, controlar . . . ainda não é Auto-Liderança, ainda é apenas a sua sombra . . .

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E o que me trouxe de volta a esta mensagem, neste dia 5 de Maio, foi ter sentido essa sombra acentuada por contraste brilhante, ao visualizar um vídeo com data recente que surgiu como que do nada, aparentemente sem conexão à actual conjuntura, mas como que trazido por um Agente Viral ao Serviço de Sua Majestade Interna, tendo assumido como seu T.P.C. a missão de despertar a Alma adormecida desta nação onde nasceu, onde nasci eu também, como Alma Aqua, com inevitável herança marítima terrestre, incluindo um avô navegante. Evocaram-se então várias peças que reúno na seguinte composição, em INvocação a esta nação, a cada nação, para atender à sua Alma.

Porque a União não se quer global, mas sim Universal.

slideshow 2 | 4 imagens

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E a navegação digital prossegue pelos 5 continentes habitados deste Mundo.

No decorrer do período que se seguiu ao segmento acima, vi surgir posicionamentos locais de indivíduos e grupos em vários países, sinalizando que a tal adesão da [aparente] maioria à versão oficial começa a dar lugar a um crescente questionamento dessa versão, em assumida responsabilidade individual e colectiva na observação inteligente e consequente de tudo o que está implicado na presente situação desde o seu início e na condução lúcida de decisões em congruência com cada tomada de consciência.

Emissores e receptores unem-se em peças de T.P.C. transmitidas por canal e código comuns, além particularidades e censuras multi-media, num todo entre análise e síntese que vai reforçando a Constante que exprimi naquelas linhas de conversa aos filhos em recorte partilhado acima (Parte I).

Aqui, senti necessidade de esclarecer ou complementar um ponto anterior:

ao afirmar que "correlação É causalidade", ao nível fisiológico refiro-me à efectiva correlação entre elementos-factores influenciando-se mutuamente. Ou seja, causalidade por correlação, não por mera coexistência dos mesmos. Então, o que é dito para o nível fisiológico é válido para o nível sociológico. A ilusão de separação, dentro e fora, gera sensação de impotência. Quando a Consciência Una se acende, a ilusão dissolve-se em união e a Potência é libertada para Agir, unitariamente e colectivamente, com uma coragem e integridade mobilizadas pela Verdade que pede para vir à superfície, além conveniências e inconveniências globais. Aqueles que vieram vocacionados e equipados para assumir a dianteira deste processo na vertente Saúde, posicionando-se fora da conformidade que vem forçando muitos à infidelidade ao seu juramento, vão emergindo, por si mesmos ou a convite daqueles que facilitam meios e colocam questões para que eles possam acrescentar clareza à compreensão e verdadeira Autoridade à Acção.

Nesse âmbito, acrescento ao T.P.C. uma outra selecção de peças que sinto reunirem os elementos que inequivocamente confirmam-desfazem o equívoco e apontam o que é imperativo TODOS terem presente na etapa que se segue, para que possam dimensionar a verdadeira escala do que está em causa, em vez de apenas esperar por resoluções globais prontas que, ao contrário do que seria legítimo esperar, evidenciam uma visão distorcida do bem comum. A relevância deste material não é apenas informativa, estimula o acto de pensar-sentir-agir por si próprio, a partir do zero, superando medos. Como sugestão de visualização, fazer pausas, retroceder, ou mesmo seleccionar a velocidade para 0.75 nas definições dos vídeos pode facilitar a captação.

  • Na rubrica Publicações Recentes no YouTube vi surgir certas mensagens em forma de cartazes que senti bastante lúcidas: 1, 2, 3, 4, 5 . . .

  • Uma ilustração animada, narrada por um conhecido biólogo, sobre o sistema imunitário humano, aqui. Fica mais claro porque por natureza sentimos uma legítima rejeição a injecções, elas criam uma porta forçada para dentro do corpo, introduzindo componentes que invariavelmente são sentidos como invasoras pelo corpo, gerando uma reacção correspondente. Um acto absolutamente desnecessário imposto a recém nascidos e nos primeiros anos de vida de um ser saudável.

  • Palestra do mesmo médico já partilhado no conjunto anterior, aqui no evento Healthy Immunity 2019 (Março desse ano), num contributo essencial à compreensão da imunidade humana vs. imunização artificial. Uma nota complementar: a empatia que sinto com este ser vem de observar que ele pensa-sente-age a partir de ambos os hemisférios cerebrais e coração, daí a tendência ao pensamento visual, em analogias e metáforas, afins comigo e facilitadores de um entendimento universal. Update :: outras peças deste médico que completam os insights, aqui, aqui e aqui (esta em ponte com o que partilho no slideshow 7 a respeito da Mensagem da Água no contexto da actual situação).

  • Contributo de outro médico numa análise ilustrada aqui e um vídeo-documentário aqui.

  • Após dias de hesitação em relação a este conjunto e a este segmento no seu todo, surge-me esta última peça que incluo aqui, acabada de ouvir neste final de dia 17 Maio, trazendo-me o preenchimento que sentia faltar, pela qualidade integral da sua exposição e respectiva profundidade que este ser exprime e imprime especialmente nas suas tomadas finais. Recomendo que seja ouvido com destacada atenção. | Uma reflexão-alerta paralela à hipóxia por ele mencionada: O uso de máscara reduz a inalação de oxigénio, podendo contribuir para a hipóxia (há estudos sobre a redução do nível de oxigénio no sangue após uso prolongado de máscara por cirurgiões em longas cirurgias); a par dos efeitos da continuada exposição a poluição química no ar, é conhecido que a hipóxia é um dos efeitos da exposição continuada a radiação nociva; essa radiação na sua gama 5G estando activa e produzindo esse efeito intensificado, este poderá ser menos notado por aqueles que vêm usando máscara e já se habituaram a essa reduzida inalação de oxigénio; aqueles que sentirem esse efeito e se manifestarem, provavelmente serão tratados como casos virais. Eis um motivo que me ocorre para a insistente orientação de uso de máscara vinda de organizações mundiais sob o comando de figuras tecnocratas e não eleitas que controlam a saúde global. O corpo que habito sabe lidar com microorganismos mas não responde bem a máscaras, dá imediatos sinais de ar viciado e de confusão por limitação aos meus sentidos sinestésicos; e apneia não é uma opção. A consciência que Sou não se deixa mascarar. Sente-Te e avalia por ti.

Sou grata pela oferta destes seres de boa vontade actuando em torno da velha Medicina Moderna em busca da Antiga Medicina holística, para a qual saúde é o estado a conservar e doença é uma expressão de cura, e para a qual nascimento e morte são momentos sagrados no contínuo da Vida, não constritos a ambientes hospitalares equipados de protecções e protocolos dissociados da presença de espírito sustentadora que orienta sabiamente a acção caso a caso.

Resta-me oferecer a minha própria conclusão, intuída desde o início e amplamente confirmada, antevendo que será a conclusão a que TODOS chegarão mais cedo ou mais tarde, por ser simplesmente a realidade inerente, não influenciada pela versão oficial, mas reforçada pelo efeito "unmasked":

Este dito agente viral não é uma causa nem um problema,

é uma consequência AMPLIFICADORA de problemas pré-existentes,

acumulados ao nível fisiológico e civilizacional.

Não se evita por protecção, não se resolve por inoculação.

CURA-se por metamorfose da civilização.

Nesse Acto Curador, uma nota especialmente dirigida à América e ao mundo influenciado pelo modelo Americano, que faz com que as forças de controlo na sombra se concentrem em torno dessa nação e desse modelo: O Futuro não contém extremas esquerdas nem extremas direitas nem extremos centros. Não é de natureza ideológica nem polarizada. A América e todo o mundo globalizado que se preparem para deixar ir o modelo viciado de BUSINESS RUL€$ THE WORLD. O que está em marcha não apela a uma mera retoma económica-financeira nem a uma retomada de poderes absolutistas. É uma aceleração do Trabalho de Purificação de cada Casa-nação, neste final de ciclo para início de N*OVO ciclo.

:: T.P.C. Interno

Após o acrescido processamento externo, retomamos a Pausa,

que agora aponta uma ponte de ligação ao Interno,

via Cons+Ciência.

::

Looking back

to correct Past History

of

Moving Forward

away from transhumanist post-human towards New Human,

from external technology to internal technology

as truly

(playlist seemingly in progress)

::

Partilho em seguida dois sonhos que, na sua linguagem código, revelam que o que está em marcha externamente é acompanhado por uma Acção Interna paralela além superfície dos eventos, redimensionando a leitura da multi-realidade e relativizando a escala perceptível à superfície.

O primeiro, em 15 Abril, que não tinha em vista partilhar, fez-me agora pela primeira vez procurar por uma ilustração do tipo de foguetão nele incluído. Para meu espanto, encontrei a imagem exacta fazendo parte de um artigo que hiperliguei na imagem acima, esta mais completa. Como se não bastasse, o artigo exprime a minha exacta sensação no sonho de estar perante um foguetão saído de desenho animado ou filme de ficção antigo, com uma diferença de escala que esta imagem permite constatar pela presença do homem em baixo, no meu caso o foguetão parecendo ser menor, mais próximo à estatura humana. Apesar deste projecto estar bem presente, esta é a primeira vez que vejo imagem desta espaçonave, sem nada até hoje ter sugerido tal existência. Surgir agora mais de 1 mês após o sonho faz-me observar a sincronia espaço-tempo a convergir nesta mensagem. No sonho, esse foguetão tem a ponta virada para baixo e está em queda descontrolada para dentro de uma cavidade rochosa irregular de profundidade desconhecida situada à minha frente, para baixo. O ambiente parece todo ele subterrâneo, como uma caverna ou uma escavação artificial, bem iluminada, mesmo a cavidade, não sei se por luz natural ou artificial. Embora o foguetão seja metálico como o da imagem, posso ver em consciência que ele é totalmente oco e vazio por dentro, apenas com essa camada externa, como uma casca sem conteúdo. Mas a minha inquietação é saber e ver que dentro dele se encontra 1 homem, totalmente à solta e sujeito ao efeito da gravidade na queda. É como se esta queda estivesse em estado semi-suspenso mas ao mesmo tempo eu a visse a acontecer, observando o homem sacudido dentro do foguetão a embater nas rochas e sentindo que é meu papel fazer algo para travar essa queda ou pelo menos evitar os impactos da queda nele. Nesse momento de aflição noto que estou a comentar sobre isso com um outro homem que faz equipa comigo, e que o outro em queda também faz parte da equipa. Uma equipa benigna com uma missão, embora eu não tenha percepção alguma de quem são esses homens, para além da missão que nos use. Ao procurarmos em volta por meios de travar a queda, eu encontro-me sozinha num recanto semi-oculto onde existe um dispositivo que parece ser um controlo. Despoleto algo nele, mas logo me apercebo do efeito gigante que tem e reponho rapidamente na posição anterior. É como se passasse a saber que a acção necessária passa por ali, mas o efeito tem uma magnitude maior do que travar aquela queda e por alguma razão não posso fazê-lo, pelo menos nesse momento e dessa maneira. Algo fica em aberto e o sonho não continua. Parece que alguma queda neste âmbito tecnológico e civilizacional precisa de acontecer em alguma medida . . . O homem parece ter sido inadvertidamente aprisionado dentro de uma invenção-brinquedo, vazia de sentido, à qual ele não pertence e que escapou ao controlo de alguém . . . Que subterrâneo é esse . . . Em mim, enquanto Agente em missão, a sensação é de inevitabilidade e impotência e ao mesmo tempo de iminente acção que muda tudo de uma maneira ainda desconhecida . . . O quanto depende de nós enquanto instância interna é uma Chave e um Mistério . . .

O segundo sonho, em 12 Maio, reforça essa noção. Eis as partes que posso partilhar dele aqui: Tudo começa numa casa onde encontro um ser masculino (meu conhecido além sonho, mas com quem não tenho convívio) e pergunto se ele está bem. Há pessoas no ambiente que não vejo com o sentido da visão mas percepciono enquanto grupo sem o foco de as identificar unitariamente, sabendo apenas que todos estamos ali prestes a sair em Acção Interna comum. Nesse momento surgem duas figuras femininas idênticas entre si, altas e esguias e num estilo moderno algo rebuscado que as diferencia daquele contexto grupal, exprimindo um misto de alerta-inquietação. Enquanto testemunha no sonho, identifico essas figuras de imediato, mas fora do sonho não consigo dizer quem são especificamente, apenas que elas não pertencem ali, mas parecem procurar e/ou oferecer pertença. A presença delas não é mais registada no resto do sonho. Na cena seguinte já estou só eu, percepcionando a presença do grupo de pessoas que agora me parecem ser todas femininas, num local de aparência surreal, que se poderia traduzir como o lado sombra de uma praia, onde tudo tem contornos indefinidos e indescritíveis, onde não se sente luz e tudo é mono-tom cinzento, onde toda a substância parece semi-sólida e semi-líquida, densa e escura. Espalhamo-nos na horizontal sobre o que parecem rochas na parte anterior do cenário. Mas eu avanço um pouco em direcção do que deveria ser o mar e observo de perto que aquela substância semi-sólida indefinível começa a desfazer-se em certos pontos abrindo uns buracos de onde jorra um líquido escuro que vai aumentando de volume e tem um odor insuportável a esgoto. De imediato alerto o grupo e logo ouço uma voz feminina entre as presentes dizer "então é melhor irmos para o outro lado". Deslocamo-nos então para a direita, e quando começo a andar nessa direcção vejo pousado um livro - Terra Última - mas a forma como está aberto, deixando sair parcialmente um certo postal que marca uma parte anterior a essa aberta, remete-me para outro livro - Diálogo com os Anjos - onde esse postal realmente se encontra (além sonho), sentindo nisso uma síntese entre os dois livros. Na mesma direcção e a pouca distância encontra-se pousado outro exemplar do primeiro livro, este fechado, mostrando a sua capa. Sinto nisso um reforço de que a direcção a tomar é a própria Terra Última, além título do livro. Mas os livros deixados ali simbolizam uma Acção perene de Agentes além Terra. Na cena seguinte já estamos "no outro lado", que estranhamente é à esquerda do cenário anterior. Aqui fica clara a noção de cenários, porque embora ambos sejam realísticos, eu estou agora exactamente em frente ao perfil fino da divisória que separa os dois, podendo ver o anterior cenário em decadência à minha direita e o actual cenário à minha esquerda, sentindo como se estivesse na boca de um palco duplo em que os bastidores estariam atrás de mim/nós, mas sem que houvesse qualquer elemento cénico adicional para além daquela divisória, a par dessa sensação de fim de cenário por trás de mim/nós, do facto das dimensões de ambos os cenários serem equivalentes e da inexistência de céu em ambos. Enquanto o grupo vai passando para este outro cenário, que é outra praia, normal, de areal e mar limpos e sem rochas, mal eu entro, vejo a tomar banho alegremente no mar um animal, que também identifiquei de imediato, pelo facto dele ter comutado entre essa forma e outra também animal, um código positivo evocador de não-terrestre. Em seguida subentende-se uma dispersão relaxada das pessoas pela praia. (*) Na cena seguinte estou novamente na casa inicial, onde observo caído no chão um botão de rosa sem caule e uma jarra de cristal transparente incolor, do tipo solitário, tombada ao lado com uma rosa inteira dentro. Apanho o botão de rosa num gesto de recuperação e pego na jarra com a rosa à procura de um local para a pousar onde ela não esteja sujeita a ser derrubada, enquanto troco algumas palavras com uma mulher que habita e cuida daquela casa e se mostra algo agitada e defensiva face à minha presença e acto. * Nota: esta parte final do sonho é incluída aqui somente após desdobramentos que originaram a dupla publicação no Círculo 10 em 9 Agosto (link PT | EN), num acréscimo que revelou um sentido ampliado em torno da Rosa, por mim aguardado a par do que captei no sonho.

Aqueles dois cenários, evocando subtilmente uma confirmação teatral, são vividos noutra instância dimensional, quase como hologramas em ambiente nave. O primeiro é indicador do que se aproxima na actual conjuntura terrestre, em que toda a impureza acumulada e treva ocultada começa a desfazer-se e a expor-se, não tendo mais como suster-se. O segundo evoca ambiente de resgate temporário, na eventualidade do primeiro cenário forçar uma evacuação. Mas permanece um questionamento em relação à contradição de orientação direita e esquerda, tendo por pré-definição que o avanço se faz para a direita . . .

[ Ocorre-me agora novo paralelo com a obra The Messenger na Intro (Parte I), como que ligando estes dois sonhos em torno da gruta que se transforma e abre . . . ]

De manhã fui consultar os dois livros. Abrindo e lendo o segundo na parte marcada com o tal postal, fez-se um silêncio confirmador . . . Abrindo o primeiro onde o meu dedo indicador direito entrou, e de novo se fez o silêncio confirmador . . .

Partilho o postal (que é de uma companhia de teatro) e as páginas dos dois livros:

slideshow 3 | 10 imagens


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Num interlúdio de ajuste de frequências entre Emissor e Receptor, sinto necessidade de ressoar o Diapasão que sintoniza e calibra o Canal e o Código, recordando e reforçando que os elementos que utilizo nesta comunicação não são o foco em si mesmos e sim instrumentos, sintonizados e calibrados pela Mensageira dentro da própria mensagem. Assim sendo, não me dirijo ao mental, atravesso-o na direcção da consciência. Se o corpo mental não se deixar atravessar e retiver a mensagem tratando-a como se esta lhe fosse dirigida, a tendência será para o desencontro entre nós. A mensagem sendo retida e tratada em tal circuito fechado, dissecando e fragmentando a transmissão em infindáveis associações e interpretações que abundam nesse lado prolífico e voraz da mente (corpo), perde-se o Foco Último que conCentra e expande, transformando potencial em Potência e observação em Acção.

A partir da Consciência Una, estamos nesta Pausa dentro-fora como Antenas transmissoras desse Código estabilizado na esfera universal. A partir da Consciência Dual, a Pausa confinada ou desconfinada torna-se estéril, em prolífica transmissão propagada na esfera global. Este segmento vai à origem dessa divisão na Consciência, sintonizando o Código Futuro na sua real dimensão.

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A Pausa em T.P.C. Interno expande agora a Cons+Ciência a partir do Ponto inicial da Criação, ao ter-se evocado na minha tela interna a seguinte geometria, de novo ligada à obra O Antigo Segredo da Flor da Vida, desta vez Volume 2.

slideshow 4 | 4 imagens

Esta é a geometria dual da Flor da Vida. Dá-nos a primeira impressão gráfica da dualidade dentro da própria Geometria Sagrada. Sabendo que nem todos estão familiarizados com este ensinamento - e esclarecendo desde já que não sou especialista nem instrutora, nessa ou em qualquer outra matéria - sei também que o seu entendimento é intrínseco à nossa natureza, pois assim o reconheço espontaneamente, conforme partilho no Círculo 2, do qual faz parte a apresentação que trago agora aqui como base para deixar presente a geometria una da Flor da Vida correspondente à Criação Original - destacando a parte que marquei até ao minuto 3:04 do vídeo (link na imagem abaixo), onde se completa a Semente da Vida | Seed of Life, e sugerindo a visualização completa:

Mas para compreender como surgiu a forma dual e como ela se traduziu na História Humana é preciso ir além do conhecimento instituído pelas religiões e pelas ciências, enquanto circuitos fechados pelas crenças e pela insuficiência do método científico perante realidades internas ou mesmo externas não comprováveis pela lógica linear ou que simplesmente não encaixam na narrativa oficial. A Verdade, na sua multi-realidade, não se deixa conter pelo que a Ciência convencional já estudou e reconhece como "facto científico" ou pelo que religiões e poderes instituídos decidem dar a conhecer, e também não está sujeita a ideologias e cultos gerados dentro e fora do mesmo sistema. O único e autêntico sistema de validação, que se manifesta antes de qualquer sistema externo, é a nossa ligação interna aos registos da Vida, que habitam as nossas células e as nossas almas numa memória que escapa à consciência cerebral, à linguagem, à História, mas se mantém numa constante codificada numa frequência própria e inviolável que para certos povos guardiões da Terra tal como para muitos de nós é sentida como a Primeira Natureza. É a esses sentidos internos que se apela aqui como directriz do Saber. Não-saber, desconhecer, ignorar pelos sentidos externos pode ser o primeiro passo para Sintonizar o Canal e o Código no Saber.

A visualização que proponho a seguir, baseada na obra acima citada, é auto-evidente em mostrar o quanto a criação da matriz dual mudou e desviou o curso da evolução humana na Terra, separando verticalmente o ser humano da Fonte Criadora dentro de Si e separando horizontalmente os hemisférios cerebrais com predomínio do esquerdo, masculino, e progressiva subtracção do direito, feminino - masculino sem feminino = masculino dominador = patriarcado - resultando num intelecto que oprime a emoção, numa orientação unilateral predominantemente voltada para o exterior, baseada na lógica racional linear compartimentada sem visão sensível do todo, focada na competição sem cooperação, no domínio sem mestria, no conhecimento sem sabedoria, no progresso tecnológico externo desmedido e a qualquer preço, sob anulação da tecnologia interna e transferência do Poder Real para a máquina artificial, suprimindo a entrega e enaltecendo o controlo, com os consequentes desequilíbrios em abuso de tudo o que é feminino, incluindo a entidade Terra, em processos auto-destrutivos de imposição e prevalência da criação humana sobre a Criação, culminando na ambição totalitária tecnocrata transhumanista de transcender o Criador tornando-se o próprio. Estes são os traços, gerados por essa matriz, que vêm minando a civilização dominante na Terra.

Comprovada repetidamente a incompatibilidade entre a matriz dual unilateral

e a Vida, o tempo destinado a essa experiência está a chegar ao fim.

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Looking deeper back

when division and separation started

(legendas em espanhol disponíveis)

Destaques | Highlights:

08:22 > 11:20 + 23:23 > 23:56

Moving Forward

from Duality Consciousness

back to Unity Consciousness

Page 411 - Chapter 17 + 18, 19

Página 233 do livro, 222 do pdf - Capítulo 17 + 18, 19

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Então que tipo de fim é esse?

Na leitura do capítulo 17 é possível compreender ponto por ponto como e porquê foi criada a Matriz Dual e o que a distingue da Matriz Una Original. Nesse capítulo, sob os títulos Humanos Terrestres como o Foco da Experiência (pág. 240 | page 417) e O Terceiro Caminho da Integração (Pág. 242 | page 419) encontra-se a pista para responder a esta e às outras questões: um "terceiro caminho, que é uma espécie de combinação dos dois primeiros", "uma nova realidade nascida das duas primeiras". Seguindo a sugestão dada nesse segundo título, de considerar a geometria dual como um estereograma, ao olhar nesse modo a imagem dessa geometria dual acima, surge ao centro uma terceira Semente da Vida por inteiro e em primeiro plano (3D), embora as duas anteriores lá permaneçam, mas agora mais afastadas para fora, como se se abrissem para dar lugar, dar origem, a uma nova Semente da Vida central, um terceiro olho ao centro. Abaixo encontra-se a geometria que visualizei como estereograma, aqui vista em 2D (1º slide). No 2º slide apresento uma proposta minha de 3º caminho, obtida pela combinação de 3 Sementes da Vida em triângulo, formando um centro completo como ocorre na geometria una da Flor da Vida.

slideshow 5 | 4 imagens

A obra acima, completa nos seus dois volumes, passou a estar hiperligada para download em PT e EN onde já se encontrava referenciada no Círculo 2 (recém revisto), para aprofundamento mais abrangente.


Ainda nesta vertente leitura do T.P.C., em 6 Junho dei comigo em frente à estante no local onde se concentram os poucos livros que tenho e li neste âmbito de aprofundamento. De notar que todas estas obras foram chegando a mim por sincronia a partir da mesma altura, uns 10 anos atrás. Esta já era a disposição na estante, não foi montada para a foto. A proposta aqui (1º slide) é que os títulos lidos da esquerda para a direita dão o INsight transtemporal do que estamos a atravessar e onde nos dirigimos (aumenta o zoom no navegador para ler, se necessário).


slideshow 6 | 5 imagens


Num alinhamento sincrónico não premeditado encontra-se na estante ao lado esta colecção de 5 livros (2º slide), cujo 1º me foi apresentado, recomendado e emprestado em 2007. A autora, natural da Nazaré, que viria a conhecer pessoalmente pouco depois conforme fui comprando a colecção à medida que saía, é bastante reservada quanto à natureza interna do processo criativo evidente em toda a sua obra, aqui em linguagem juvenil mas num conteúdo que transcende idades. Entre finais de 2019 e inícios de 2020 senti-me chamada a reler justamente o 1º livro, Sofia, a Guerreira nascida em Portugal. Iniciei a leitura em Março e acabei por reler toda a colecção nesse mês. Não foi difícil perceber o porquê deste chamado e da leitura nesse mês, já abrangendo o início da Pausa e antecipando os desdobramentos seguintes . . . a convergirem com o desfecho no 5º e último livro da colecção, reavivando a sincrónica ponte sentida entre esta colecção e a obra de outro autor, a respeito da História e Função internas de Portugal no mundo. Em conversa recente com a autora, a partilhar este chamado e a averiguar o estado actual da colecção no mercado, o meu comentário final: "E eles são MUITO necessários agora! Estamos literalmente a viver a BATALHA FINAL! ⭐⭐⭐", ao que ela respondeu "Verdade". Os três Guerreiros, com 13 anos de idade, não usam armas, só o corpo e tecnologia interna, cada um com dons únicos no seu elemento, amplificados entre os três pela Luz que os guia e via liderança por Sofia . . .

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O último vídeo e três capítulos sugeridos acima oferecem enquadramento e escala do que está em causa neste final de ciclo - presente de forma concentrada nos actuais acontecimentos globais - e como se afigura o ciclo seguinte, distinto do 'futuro' linear que anda na boca do mundo para justificar um progresso que é o inverso do Plano Evolutivo da Humanidade e da Terra. E assim é enquanto a condução continuar a ser masculina sem o feminino, enquanto a busca continuar voltada para a conquista externa sem a correspondente entrega interna que torna a Luz magnética face às Trevas.

:: PARADOXO

O grande PARADOXO do nosso tempo é que TUDO o que está distorcido por fora devido a uma falsa imagem de si projectada no exterior, ao ser virado para dentro e ao contactar a Imagem verdadeira, assume o seu verdadeiro lugar. Por isso, o grande equívoco nesta transição é a pseudo-evolução que continua a fazer essa operação de inversão apenas do lado externo.

A ideologia transgénero ilustra isso literalmente, ao virar o sexo do avesso, mantendo assim uma falsa identidade que a entidade física nunca irá confirmar, algo que os arrependidos já reconheceram (e muitos mais se lhes seguirão), quer pondo fim à química hormonal que mantinha a ilusão, quer mantendo a química hormonal mas já sem a ilusão, recuperando uma integridade dentro-fora ainda que num corpo que deixou de ser integral por sua anterior escolha equivocada, apoiada somente por quem carece de lucidez interna na sua própria condução e orientação aos demais, e para quem qualquer "novo normal" é aceitável (como é dito aqui). A confusão é gerada pelos níveis externos do ser ao captarem as dinâmicas que conduzem à Androginia, que não tem a ver com indefinição ou alteração de género dentro/fora, é síntese interna de polaridades, mesmo em corpos sexuados como os nossos.

A ideologia transhumanista é outra ilustração literal da transferência para fora de habilidades que são parte do nossa constituição interna original e são auto-reveladas conforme nos assumimos multidimensionalmente, não por adição de tecnologia externa dentro do corpo, aprisionando assim a consciência em 3D.

A farmacologia como base da medicina alopata pratica a mesma transferência, ao pretender forçar uma imunização artificial por inoculação (que na presente conjuntura nem sequer é um medicamento, é uma mistura abominável de resíduos + nanotecnologia para alterar a genética humana para fins eugénicos e de controlo, daí a pretendida obrigatoriedade como suposta salvação global - que vai além da polémica pró/anti vacinação normal) em vez de recuar e não interferir naquilo que o corpo foi criado para fazer por si, em auto-cura.

A ambição de conquista espacial sob o pretexto de tornar a humanidade uma espécie interplanetária é outra transferência para fora do anseio de união ao nosso cosmos interno, à nossa infinitude dentro do finito. Qual é afinal a fixação com a ida a Marte? Será que já ficou mais claro após o vídeo/livro acima sugerido?

A ambição das redes sociais digitais tem a mesma raiz, transferindo para fora o anseio de ligação pela superação da separatividade, mas criando afinal outro tipo de separação, como tudo o que é artificial tende a criar.

Então o que todas estas orientações têm em comum, na sua artificialidade forçada como "novo normal" via psicologia de massas, em crenças ideológicas introjectadas pela adesão automática a padrões neurologicamente programados para serem reconhecidos como familiares, como senso comum? Globalização, que é a sombra externa da Universalização ainda não auto-revelada pela via interna. Enquanto assim for, por mais que o prefixo 'trans' seja usado e abusado para designar trânsitos externos, não há Transcendência.

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Beloved fellow humans, transmitters and receivers, across beloved Earth and beyond, let me be CLEAR, in a more viral language, so that nothing is lost in translation. I support LIFE in its inherent TRUTH. Hence:

I, maria, was born a Human Being on planet Earth, therefore i am a natural inhabitant of this planet with corresponding natural rights by birth, thus not subject to restrictions, limitations, alterations, subtractions and additions to my integrity by any claimed outer authority imposed on me, an embodied individual Consciousness in a shared planetary existence.

I, maria, was born a female, therefore i am a woman, with corresponding natural rights by birth, not subject to "new normal" trans-ideology-driven terminology and model that turn me/us into something else, in order to introduce a forced "gender" or "AI-hybrid" that fit the twisted plan.

These same principles apply to anyone and everyone in the Human Kingdom, regardless of belief, preference, identification, ambition, control, confusion.

I do NOT have a problem with people choosing to live outside Truth,

as long as it stays CLEAR that that is the path they are choosing to live. I DO have a problem with people imposing this choice as a "new normal" to everyone else, expecting me to confirm and participate in their unTrue path.

I Mirror unmasked Inner Truth. Anyone standing before Me will have to deal with the Truth within them. Any layers across the spectrum that one chooses to add that do not mirror their inherent Core Truth will become blatantly self-evident, since the Mirror cannot provide any hiding place, nor can it pass any judgement, let alone prejudice - the latter being projected perceptions onto the Mirror. My reverence goes to Essence. If one's layers match one's Essence, then all is included. If they don't, then one who is identified with such layers may feel excluded. I do not exclude. People exclude themselves according to their misperceptions and consequent misidentifications.

So:To anyone who has previously transitioned into anything other than True Self Inner Identity in the Body, you are most welcome and supported in de-transitioning back to You. To anyone on the verge of transitioning into irreversible self-imposed or self-allowed modification (herein distinct from authentic metamorphic transformation), be it technological or sexual or other, know that my stance is that of one who sees beyond the present moment in time, therefore being able to predict that such action won't be self-sustained in the long run, because it is not grounded in your Soul and in LIFE itself.

To anyone who sees this stance as prejudice or lack of compassion, one is likely standing on an ideological ground where self-justification is required and expected either to confirm or to oppose one's such ground. You won't find me on such ground.

So: Let us find the True Common Ground, particularly essential among those of us D-Signed to show the Way Forward. Let us bravely sound the One tuning fork that ends the cognitive dissonance created when language is a v i r u s from outer layers, adding alienating masks to the actual inner I.M.possible Message. Then we See each other.

Then I Never Explain Anything. Are we quite CLEAR?

:: Liderança

Iniciei este segmento no início da última semana de Maio, vendo entretanto anunciado o lançamento Falcon & Dragon, primeiro empreendimento espacial comercial, o qual assisti como que por mandato interno, quer no dia em que foi cancelado no último instante quer no dia em que foi concluído, desde o pré-lançamento à entrada dos tripulantes na ISS, incluindo os discursos políticos corporativos e presidencial pós-lançamento - e tive de me segurar para não desligar estes a meio, tendo em conta que todos enaltecem o tipo de valores e prioridades que me põem a olhar para trás de um modo que consome a minha energia, porque não expressam nem invocam nada do N*OVO. Pelo meio disso, soube da explosão do quarto protótipo do tal foguetão igual ao que fez parte do meu sonho partilhado acima. E como tudo isto se passou via YT, vi surgir um vídeo que chamou a minha atenção pela pessoa na capa e pelo título do canal Alpha Leaders, contendo uma compilação de peças perfil do famoso leader corporativo investido em todos estes projectos espaciais comerciais. E na mesma noite tinha assistido a entrevista a ele após o lançamento bem sucedido no sábado, em que mal cabia em si numa reacção pessoal inflacionada. Além da impressão que já tinha dele, isto permitiu-me ler nele de onde ele vem do ponto de vista dos antecedentes da motivação pessoal. Sim, ele é merecedor de respeito pela sua determinação e total dedicação, e não o vejo como uma pessoa 'dark', mas a sua luz ainda está cativa do velho modelo, apesar de todo o 'futurismo' dos seus projectos tecnológicos comerciais. Agora a impressão maior que me ficou equiparou-o a outros famosos leaders tecnológicos - o criador do modelo rede social digital que virou rede de vigilância, o criador do software que virou autoridade na saúde pública global, o homem do transhumanismo que se uniu à mega empresa que mais usamos em pesquisa - numa certa generalização de que estes chamados "Alpha [male] Leaders" criam coisas meticulosamente desenhadas para atrair a adesão global, tornam-se multimilionários, e a seguir assumem posições de poder que lhes possibilitam tomar decisões de impacto global sem nos consultarem, apenas porque podem, porque têm os meios financeiros para o fazer e porque os governos locais estão moldados na política economicista liderada por mega indústrias. Dito de outra forma, seres que normalmente estariam a resolver os seus traumas testando os seus limites na esfera psicológica pessoal passam a fazê-lo na esfera global, mas tendo os mesmos traumas pessoais por trás e os mesmos interesses pessoais megalómanos pela frente, que na opinião deles são o que o mundo precisa para o 'futuro', e portanto isso faz deles alvos ideais para servir os interesses globalistas das forças de controlo obscuras. Eles nem sequer têm de ser "o mal", todos eles se apresentam ao mundo com um aparente altruísmo, mas os seus planos acabam sempre por revelar motivos parciais ampliados à escala global, sem uma orientação interna Universal.

Dos mencionados quatro 'líderes' tecnológicos, todos baseados na América mas nenhum eleito como líder da nação, destaco aquele que neste momento mais evidencia o quanto o poder financeiro dispensa o eleitorado ao fundar e/ou financiar organizações locais que ditam normas globais adoptadas por governos e instituições como verdades absolutas e inquestionáveis com impacto planetário, aquém princípios universais que devem ser inalienáveis. Duas abordagens: uma breve aqui, que ilustra em 3:46 minutos a insanidade no poder auto-eleito quando aceite por governantes e governados em todo o mundo; uma longa aqui, que também pode ser resumida em 1 minuto na posição 04:55 > 05:55 do quarto vídeo (o mais sintético > Part Four), ao revelar o traço de carácter típico dos pseudo-líderes como os acima descritos - oportunismo - conduzindo à comercialização de uma tecnologia que nasceu em espírito de livre circulação, espírito inerente ao acto criativo que serve a Vida, e que moveu seres como o verdadeiro homem Tesla, apesar de aquele que usa o seu nome não o ter como principal modelo, exactamente porque ele não era comercial. E quando o ouvi dizer em entrevista recente a respeito do projecto satélites "Humanity seems to have an insatiable appetite for bandwidth", num tom de quem fornece o que o cliente quer, não se importando que isso não seja o que a humanidade realmente necessita para a sua evolução, fica claro o critério e o carácter.

Isto não é dito para demonizar o comércio em si, mas para deixar bem claro que o comércio NÃO é a orientação da Liderança do Futuro, como os seus Pioneiros vêm semeando na Terra.

Entretanto, se ainda resta alguma dúvida sobre como a velha liderança no seu todo e no seu pior se vem reflectindo na actual situação global, através do que se vem realmente passando na arena (arena no sentido directo do termo), deixo o último testemunho vivencial que passou diante de mim e que deve bastar para dizermos BASTA(!) a este teatro de máscaras encenado como "pan-viral", ocultando o reality show de desumanização face ao extermínio humano praticado por protocolo e por decreto. E em vias de iniciar 2º acto. Basta assumir os factos e os Factos:

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Num canto do mundo alguém se defrontou com um paciente com sintomas incomuns. Ao analisar material genético desse paciente, encontrou algo que lhe era desconhecido, que identificou como um novo agente viral causador de uma nova doença, "C". A partir daí, tudo o mais virou uma avalanche descomunal, como se o mundo inteiro já estivesse predisposto e à espera de um pretexto para pôr em marcha um plano de controlo global que finalmente legitimava a mais requintada engenharia social alguma vez vista de forma tão explícita e desproporcional. Uma avalanche provocada, fosse qual fosse o pretexto. Ao ponto de a comunidade médico-científica recear posicionar-se, para questionar e investigar mais a fundo aquele algo para o dimensionar correctamente.

Mas não, a avalanche provocada parece que eclipsou séculos de conhecimento e avanços e retrocedeu à Idade Média, em pânico diante de uma praga, remetendo a ciência para as margens e colocando os poderes globalizados no comando, evidenciando a política global como o cerne da questão, via saúde. Até hoje, prevalece aquela primeira avaliação daquele algo por aquele alguém. Até hoje, eu, maria, ainda não estou convencida de que aquele algo seja um agente viral, tendo em conta o que define algo como tal e o que se tem praticado há décadas em relação a outros agentes considerados agressivos e/ou fatais. No testemunho acima, a designação "C" é usada e atribuída a determinados sintomas reais, como é dito aqui, mas o que é dito dentro do take final da entrevista, em resposta a uma pergunta que solicita especulação, não tem nada de especulativo, contém antes a chave da verdade: <<I think they're forced cases. I mean, sure, people are coming in with . . . "C", whatever that may be, it is something . . . >>. Sim, é algo . . . Eis o mistério que poucos se atrevem a investigar e reportar, e os que o fazem são censurados ou afastados de alguma forma. Naquele 1 segundo de hesitação antes dela dizer "C", a consciência impôs uma pausa, tornando imperativa a distinção que fez a seguir. Qualquer pessoa com o seu detector de verdade activo e uma atenção não entorpecida nem dispersa nem influenciada pela Media ou por seja o que/quem for pode detectar isto por si mesma. Escuta o Saber:

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"C" é algo que se encontra no organismo humano, gerado por toxicidade.

Essa toxicidade pode ter sido naturalmente acumulada ao longo do tempo numa sociedade tendencialmente tóxica, pode ter sido acelerada por combinação de componentes em vacinas anteriores como a da gripe ou pode ter sido uma reacção aguda e abrupta a um agente externo ao qual o organismo não foi exposto antes (e continuo a não descartar o factor 5G, que entretanto parece que se eclipsou da Media, assim como muitos outros assuntos). Se "C" fosse um agente viral à solta por aí com a gravidade que lhe é atribuída teríamos pessoas a tombar por todo o lado, porque nenhuma protecção evitaria a sua propagação. Seguindo a lógica oficial, o critério estabelecido é que cada pessoa em quem seja detectado o alegado factor "C" é um "caso C". Mas nunca ninguém provou, e talvez nem possa provar, se "C" já era existente muito antes em grande parte da população sem ter sido procurado e detectado como tal. Numa analogia propositadamente absurda equivale a vir alguém da Idade Média, descobrir pela primeira vez no sangue de alguém doente a existência acentuada de glóbulos brancos e concluir que glóbulos brancos são doença ou causa de doença. E depois, ao confirmar que o mesmo se verifica em todas as pessoas, doentes ou não, mas testadas - porque o teste vai sempre encontrar o que já lá estava, independentemente de há quanto tempo lá estava - concluir que é uma praga e propagar a notícia. O pânico e as medidas subsequentes fazem o resto. Na Idade Média havia a desculpa da ignorância. No final da segunda década do século 21, com uma humanidade cheia de tecnologia SMART no bolso, a aplaudir a construção de foguetões para transporte público, satélites para aumentar a banda larga e tornar tudo digitalmente controlado, implantes AI para aumentar faculdades cerebrais, e tratamentos farmacológicos para tudo, qual é a desculpa? . . . É melhor voltarmos ao Saber:

Sabe que ser testado positivo COM "C" não implica ser um "caso C" nem morrer DE "C".

Sabe que quem morreu COM "C" não necessariamente morreu DE "C".

Sabe que medidas bitola baseadas na premissa de que todos são potenciais "casos C", e portanto potenciais transmissores passivos ou activos, não têm razão de ser, porque muitos de nós têm uma constituição genética e sanguínea dentro de todo um modo de ser e viver que conferem 'imunidade' à partida. Eu sempre soube que não tenho nada a recear nem nada a transmitir, e a alegada transferência externa por contacto com superfícies equivale a dizer que não é seguro viver no planeta Terra, porque se se subtrair tudo o que é considerado contagioso e infeccioso, a vida planetária termina. Portanto, aqueles de nós que cá estão neste modo não só não cabem na bitola como a bitola os impede de prestarem o serviço que outros não podem prestar.

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A par do acima descrito, o que alimenta as estatísticas que mantêm a atribuição "pan" perante a população mundial vem do que os Mass Media retratam, que faz entender que, de repente, desapareceram da face da Terra todas as doenças e fatalidades humanas e só restou a doença "C", que causa TODAS as mortes, quer o factor "C" tenha sido testado quer não, quer o resultado tenha sido positivo quer negativo. O próprio teste é enganador, porque permite amplificar o resultado à escala que confirma a estatística pretendida. Enquanto unidades hospitalares criadas/destinadas especificamente para atender supostos "casos C" ficaram vazias, muitas pessoas com todo o tipo de doenças agudas ou crónicas ou em estados críticos de saúde pré-existentes ou causados ou agravados na sequência de TODAS as medidas tomadas face ao factor "C" deixaram de receber um atendimento normal, muitas delas não tendo sequer chances de ser atendidas, não por inexistência de recursos humanos e técnicos suficientes mas por causa das limitações que a estratégia montada impôs ao sistema de saúde público e privado. O que verdadeiramente põe em risco o chamado "grupo de risco" é a negligência e o abandono. O que verdadeiramente protege TODOS é a UNIÃO, não a separação via estratégia para-militar de defesa e combate, erguendo trincheiras e contando [com] mortos e feridos de guerra que confirmam e perpetuam o MEDO, reforçado pela noção de desertor atribuída a quem não se submete, deixando as pessoas injustificadamente vulneráveis ao ponto de exigirem e aceitarem medidas restritivas absurdas impostas por decreto pelos poderes instituídos, perpetuando a falsa premissa de que a Natureza é a principal suspeita e portanto a inimiga a temer e abater, desviando a atenção da responsabilidade individual de priorizar a abordagem do verdadeiro problema causador da toxicidade. Corrigimos as falsas premissas observando a realidade no seu todo, de montante a jusante, como a Água entre o Céu e a Terra.


Se tens de ser lembrado de que existe um estado de emergência "pan", isso só por si deve dizer-te que tal estado declarado não equivale a um estado real. Instinto abaixo e intuição acima seguem o real sem necessidade de racionalizar nem de ser lembrado disso. Não havendo evidências reais, mas tão somente aparências teatrais baseadas num guião pré-fabricado para gerar e manter a qualquer custo um cenário distorcido, a vida segue nos seus ritmos. Fora destes ficam as vítimas reais da distorção, sem receber a devida e corrigida atenção . . .

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Liderança é muito mais do que competência logística e estratégia.

Esta situação deixou isso muito claro, evidenciando a impotência dos poderes locais face aos poderes globais compensada em prepotência por decreto, única forma de impor medidas controladoras sem fundamento real. Não precisamos de líderes nem de especialistas para nos virem dizer isto. Precisamos de seres humanos íntegros com a coragem de demonstrar aquilo que no nosso íntimo Sabemos mas fica longe dos nossos olhos, sob uma cortina de hipnose colectiva revestida da pacificação aparente chamada "novo normal".

Eis um contributo lúcido e abrangente sobre as políticas e práticas insanas e abusivas que estão a ser impostas no panorama global para perpetuar o medo e forçar soluções invasivas como única saída, neste vídeo e seu complemento. E para que não restem dúvidas quanto à linha de tempo deste plano de controlo da humanidade, um testemunho datado de dez anos atrás também é oferecido, com introdução aqui e transcrição da entrevista em questão aqui. Não me responsabilizando pelo conteúdo integral emitido por estas e outras fontes citadas nesta mensagem, partilho o que considero pertinente no estimular do discernimento próprio. Semelhantemente, o que me faz

partilhar estas peças não é acentuar o panorama insano, é demonstrar que esses mencionados planos arquitectados na sombra não se realizam sem o nosso consentimento, e que a viragem I.M.possible se dá pela emergência do Poder e da Vitória que esses testemunhos invocam.

Não por acaso, acabei de reencontrar uma peça que tinha perdido há anos:

The Revolution that will not be televised is HERE!

A Revolução Silenciosa na consciência está em final de Gestação Interna.

Não pode ser travada, desacelerada nem acelerada, cumprirá o seu termo.

A humanidade que não ReNascer da hipnose colectiva pró sub-vida é a que escolhe ficar cativa, não do seu medo de morrer mas do seu medo de VIVER. E como a VIDA não é dada para ser temida nem sub-vivida, ela pode mesmo ser retirada daqueles que a temem e sub-vivem, mas não daqueles que a assumem sem se protegerem dela, doando-se a ela por inteiro por mandato interno.

Daí que a sequência Alpha tenha trazido de imediato a lembrança do filme de 2018 já evocado numa mensagem IMpossible anterior. Na altura não tinha encontrado o clip mais relevante, que é o maior spoiler do filme, devo avisar a quem ainda não o viu e pretenda ver. A revelação final deixa uma semente que é chave para a geração do jovem ali iniciado, trocando as voltas àqueles que tenham uma ideia fixa de Alpha Male Leaders com base no reino animal.

slideshow 8 | 2 imagens

Como venho afirmando há muitos anos, a próxima liderança é Auto-Liderança partilhada, em coordenação de tudo entre todos, na Oitava Seguinte, liberta de todos os formatos ideológicos. Caso ainda não tenham reparado, a Liderança está a mudar neste planeta. Não há nada que os anteriores líderes possam ou devam fazer para o evitar. Apenas actualizarem-se ou retirarem-se. E não se trata de trocar homens por mulheres ou distribuir papéis igualitários. Trata-se de cada um ReNascer dentro da LEI inerente a toda a Criação:

SER a partir do Princípio Feminino e só então exteriorizar via Princípio Masculino, espelhando universalmente o processo de Gestação e o Dar à Luz,

a Si mesmo individualmente, e à Civilização colectivamente, de N*OVO.

Tudo o que está sendo posto em jogo tem esse propósito.

A dinâmica do passado encaixa na estratégia do quadrado, jogo do xadrez.

A dinâmica do FUTURO não en-caixa em estratégias, é Prontidão em Fluxo.

Entre uma e outra passa-se uma transição.

Transitar é SER a margem de LÁ.

De LÁ, o olhar para trás que observa a transição como passado, não retém,

redimensiona e dinamiza aqueles que ainda têm passos a dar no quadrado.

A saída do quadrado dá-se ao centro, no ponto elevado no topo da pirâmide,

mas não sem o círculo, que apela ao 5º Elemento . . .

Aqueles que abrem caminho preparam o terreno.

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:: Play


slideshow 9 | 9 imagens | descrições dos slides


Tendo presentes o interlúdio que iniciou este segmento e o sétimo slide acima,

termino atendendo à orientação interna codificada que recebi após concluir o segmento anterior, traduzida em sublinhar o azul, partilhando o que a sincronia me ofereceu nessa sequência, sem associação prévia ou procura minha, mas numa profunda sintonia de linguagem, sentida desde o primeiro contacto com ela há catorze anos, trazendo-me múltiplos insights numa comunhão pulsante sem palavras, com olhos líquidos . . . Que a ausência de palavras não reduza a atenção mas antes a expanda. Que não se adicionem palavras ao que é originalmente transmitido sem elas, contendo a sua própria linguagem.

Não sinto que me habite uma componente oral da chamada light language,

é como se em mim ela fosse visual, numa imagem acústica cujo código Ressoa como Diapasão na sua própria dimensão, infinitamente expansiva, dentro-fora.

...Omni Fractal...

(visualiza os três completos e em ecrã inteiro)


I.M.

m.


Notas:


  1. A actualização Wix para o novo editor de Blog alterou a estrutura dos slideshows: 1 eliminando o campo de descrição e perdendo-se o conteúdo descritivo em todos; 2 ao visualizar em modo expandido, dispõe de seguida todas as imagens existentes nesta mensagem, pelo que acrescentei em baixo de cada slideshow o número de imagens que o compõem; 3 eliminou a função 'ajustar', deixando a maior parte dos slideshows com aparência cortada e requerendo agora visualização expandida para ver as imagens integralmente. Mantenho os slideshows como parte integrante da mensagem e em alguns casos inseri no texto contínuo junto aos mesmos partes das respectivas descrições, outros casos ficam apenas em eco . . .

  2. Ao tentar corrigir alguns erros gráficos nesta mensagem, surgiu um novo problema técnico no editor Wix que me impediu de a salvar e republicar e me forçou a dividi-la em duas partes. Tendo aproveitado para a rever e verificar as hiperligações, perdi a conta aos links de vídeos removidos pelo YouTube e/ou tornados privados pelos seus autores. Sincronicamente, entre estes encontravam-se alguns dos que actualmente (5 Fev. 2021) não teria partilhado, pelo que optei por eliminar estes e manter os restantes cujos vídeos recuperei sob novos links. Partes I e II têm o mesmo título, a mesma data e a mesma imagem-capa. I.M.possible Future :: Viral PARADOX (I)

  3. Esta mensagem (partes I e II) foi composta em segmentos publicados ao longo de meses após a sua publicação inicial em Abril. O fio prossegue nas mensagens I.M.possible Future seguintes, reunidas na categoria em baixo à direita.

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