IMpossible Back*X*Stage
- maria-tudo

- 9 de nov. de 2018
- 59 min de leitura
Atualizado: 25 de abr. de 2025
where IMpossible came to Stay

- So this is Planet Earth . . . and its Humanity. Oh, I'd better step in through this narrow DOOR.
from
BACKSTAGE
to
backstage
into
Back*X*Stage
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align your left-right inner-outer senses
Firstly, Listen to the full-length 30 minutes BBC Radio episode linked in the
above image - which was the cover image back in May, when i first saw-heard-kept it - as the crucial starting point for the present message. Rich in both audio and visual elements, but without graphic imagery, it intimately takes us through a major part of the creative process of this profound piece of Art - XENOS - by Akram Khan Company. This Behind the Scenes episode brought a precious Multi-Level illustration that synchronised with my own related flow, regarding how and what We Move and are Moved by, as We step into this Life Form to Transform and be Transformed.
( echoing pause after listening )
Secondly, Read the audio-lines i transcribed that most Echoed across
the layers, starting with the KEY opening statement by Akram, followed by the
subsequent and also key quotes that prolong the Echo after listening.
Hence the proposal at this point is not to read as you listen, but after listening.
Upon revisiting this message, then, joining both may be a second approach to it.
"I grew up hearing stories, and sometimes seeing performances in India, under a Banyan Tree, where the Sun is setting. There's no incredible lighting, there's no incredible sound, design, there's no technology involved, just Nature. So that's to be first and foremost.
Or, what do I have? I have my body, and I have the musicians and their music.
We should be able to tell the story through that.
Everything else is a plus."
"I knew that he knew that my Stages are never easy . . . that's why he picked me"
"I wanted the Stage and Akram to go into interaction, and I wanted the Stage to become alive"
"In this show I do a lot of improvisation, but within that there is like a set structure, so I do have that limitation where I have to keep my improvisation not so like free, and knowing what Akram, his movements and how to follow his emotion using improvisation for his emotions as he's dancing"
"The impossibility of articulating the experience . . . encouraged us to push that impossibility as far as we could into bring it down to just one human being"
"a lot of things . . . become invisible in the piece, but nothing is wasted"
"I like to be able to hear my bells . . . where there is a specific place that becomes a sort of temple or a sort of sacred space"
"The sacred spaces, the place where you are not being judged but you're your own judge"
"The character that I play and the person that I am, it's very difficult to separate . . . you have to find yourSelf in that character, even as an actor, you don't play a character, you have to become the Character . . . It's so intertwined, it's like those ropes that we play with, once we twist them, we don't know which . . . "
" . . . the old image of . . . his master's voice . . . raises questions of power. Who is the master and what is the master commanding . . . human archive . . . The idea that the archive could come back to live . . . That somewhere in the Ether were these voices that had been held but suppressed and we wanted to release them"
"He is a very good curator of people . . . of ideas and images . . . he knows how to sort of synthesise those and make something coherent . . . he is both, in a sense, pilot and aircraft controller"
" . . . it really challenges the body . . .
It's about building confidence in that fragility of not being stable"
" . . . but it's not about any body, it's your body"
"Once you're on Stage, you enter alone . . . but with the knowledge that they're behind you, all these collaborators . . . So suddenly you feel the weight of carrying the expectations not just of the audience but of the collaborators too, because you have to pull it of"
"Suddenly when i saw it, it seemed that the Earth was suddenly so little"
" . . . experimenting with huge quantities of soil . . . But he is struggling with abandoning the soil so close to the opening. It's not just how powerful it appears visually under lighting, a more personal attachment emerges indirectly . . . "
"Mother . . . Earth . . . Feminine . . . Elements . . . Nature"
" . . . does it compromise the potential to be free in the space . . . "
" . . . to find balance, you will find the right solution to it, without compromise . . . "
"we're not creating a product, we're making Art, which means we will continue to investigate, we will continue to evolve over the lifetime of the work"
"The soil has been abandoned and other elements need fine tuning"
" . . . Stage has at last been resolved"
"It's working, especially the pine cone . . . it dances . . . when you go behind the Stage, you see how complex the whole setup is, it's like a breathing animal"
" . . . just three hours before the full Première, Akram is in the green room "
" . . . in the corridor, outside Akram's dressing room, i can hear his bells . . . "
"Downstairs the audience are already filling up the auditorium
and the backstage team are on alert"
"And so the Première. The audience are transfixed.
. . . represented by one supreme solo dancer"
"But this is just the beginning"
"We've just passed kindergarten. Now is when we start school"
"The process of creating and recreating . . . continues"
( pause, echoing silence )
Thirdly, Watch this full 25 minutes Creative Process Documentary
that adds visuals to the above episode, as it further reveals the
layers of not only this story but of life itself unfolding, IN and OUT.
Now we Re-Intro . . .
. . . to Synch and Synth

Recorte da mensagem "IMpossible Tudo" de 9 Dezembro 2015 (hiperligada nesta imagem)
Now we Re-Move . . .
. . . to Re-Find Balance
How far IN did you allow yourself to go before stepping OUT?

Recorte de captação de ecrã de um outro vídeo retratando a Praça Central da Cidadela de Cascais
Um tempo depois, os Binóculos passaram a estar no local que assinalei com um círculo branco, assim posicionados e a essa distância do local original ao centro, conforme também assinalei a branco. Dois dos quatro vasos e sofás em cada um dos quatro cantos da moldura central da praça também foram movidos, dando lugar a um novo elemento que se vê no canto superior esquerdo, a par das já antes existentes escadas no canto superior direito, que conduzem à antiga cisterna sob a praça.
Do ponto de vista do significado intrínseco à peça artística Binóculos, e tendo como referencial o local que lhe foi destinado originalmente, esse movimento e posicionamento reduziu-a a um objecto decorativo-atractivo à entrada da praça central da Cidadela. Ali, não me teria chamado naquela altura nem chamou depois a voltar a alinhar-me com ela na cumplicidade de Sentido que antes emergiu. Arte desprovida do seu sentido intrínseco é esvaziadora de Sentido para quem a contempla e interage com ela.
De outro ponto de vista, pude aproveitar esse posicionamento para outra observação, daí ter acrescentado setas em ambas as direcções. Se entendermos os Binóculos como Ponto Móvel, essa deslocação entre o centro e a periferia pode assumir o sentido da Consciência Interna tornando-se consciente, desde que o trânsito parta do Centro e retorne ao Centro como Residência da mesma Consciência.
Porém, aquele posicionamento está mais próximo de ilustrar aquilo que há anos venho dando como imagem dentro deste contexto centro-periferia: quando alguém se desloca à periferia e fixa acampamento num ponto da periferia, se ficar muito tempo nesse ponto fixo, talvez porque gostou tanto daquele recanto ali, de tudo o que dali alcança e lhe nutre os sentidos externos a par do que o mundo externo solicita dele e ele disponibiliza, pode acontecer ele adoptar e confundir esse ponto como o centro, e como tal, deixar de fazer o Caminho de Retorno ao Centro, ou adiá-lo, fazer por esquecê-lo, apenas porque aquele ponto ali parece trazer-lhe tudo o que ele entende como necessário e importante e realizador, e a força do hábito já dimensionou toda a sua vida em torno desse ponto. Então ele não se apercebe que daquele ponto a sua visão de si e do mundo foi perdendo Eixo, ficando reduzida à dimensão horizontal, incompleta, desgastada, distorcida, assimétrica, ainda que com muitas vistas e visitas de fora. Ele sente que lhe falta algo, que no fundo sabe que só pode resgatar indo à Residência Central da sua Consciência Interna, mas pôr-se a Caminho parece-lhe uma perda de tudo o que conquistou naquele ponto adoptado como central.
Não. No Caminhar, nenhuma parte de Nós é deixada para trás. Todas as partes são trazidas do Centro ao Centro. Se existem partes que não cabem no Centro, então essas nunca foram Nossas, são adições supérfluas, não Integráveis. Tentar mantê-las como parte da 'identidade de estimação' construída fora do Eixo, é viver no mundo fragmentado, dissociado e dissociativo da Essência, longe de Casa.
Quem sabe esta mensagem chega a alguém com a sensibilidade e a influência para devolver a Simetria à praça, trazendo os Binóculos de volta ao Centro, para lhes restituir o Sentido Original, e então quem sabe torná-los realmente móveis, abrangendo todos os ângulos e não-ângulos por toda a periferia da Cidadela, mas agora não mais dispersando e dissociando o foco, e sim apontando, convidando, ensinando a Ver o que merece aquela Atenção que inconfundivelmente Move.
Não é essa a Função dos Binóculos?
Não é essa a Função da Arte?
Now we Re-Dream . . .
. . . to Re-Define
Entre final de Maio e início de Junho, tive um daqueles sonhos destacados a que chamo Sonho D+, onde me levo e sou levada à hiper-realidade, vivenciando-a e testemunhando-a na minha multidimensionalidade. Sabia que este sonho era parte intrínseca desta mensagem, quer o incluísse quer não, mas não sabia em que ponto ele se situaria caso o incluísse, dada a sua ligação tão íntima com cada elemento gráfico e subtil aqui presente, transtemporalmente. Na contínua redefinição da forma não-linear desta mensagem, o Sonho encontra aqui o seu Ponto Focal, escrito pela primeira vez:
Estou num movimento descendente, sentindo uma instabilidade no corpo ao perceber que os aparentes 'degraus' onde piso estão soltos, embora formem um tipo de estrutura uniforme como que suspensa no ar, mas que parece estar em desconstrução, sendo cada 'degrau' uma peça instrumental na vida tridimensional, mas todas as peças têm como traço em comum um misto de vintage e arcaico. Só retive a lembrança de uma, e não por acaso uma cassete de vídeo VHS. Nessa instabilidade sentida abaixo - com a qual lido sem drama e com sentido de aventura, próprios da Criança sem idade que em mim sorri por dentro perante este tipo de Desconhecido - olho para cima e constato que há uma espécie de fios ou cordas que me sustêm e asseguram que não posso cair, não fios-cordas esticados como numa marioneta, mas em formas ondulares, à semelhança dos degraus abaixo, acompanhando os meus movimentos de forma integrada. E esta foi a marca-palavra-síntese que me veio ao rever o sonho após acordar: Integração. Aquela associação a marioneta ainda me fez pensar na ondulação dos fios como uma frouxidão, falta de prumo. Mas todo o sonho foi marcado pela Qualidade inerente à minha Consciência Interna, uma sólida e serena coesão que se traduzia em Potência inalterável e indissociável, permeando e prevalecendo em toda aquela vivência sem se impor mas antes em Sinergia de Ser Total. Então o prumo é outro. Era essa Qualidade inequivocamente genuína que distinguia o Meu movimento como Descida, e não como queda. E foi nessa Qualidade que acordei deste sonho com uma força de coesão inconfundivelmente estável: Eu Integral associado a Desígnio. Uma Presença de Espírito que veio em meu auxílio para redimensionar-me e estabilizar-me perante a inesperada decisão de partida e a poucos dias da partida do filho Alexandre, que inicialmente tinha vindo para ficar mais tempo.
Decorridos estes meses, este sonho continuou em eco, sempre com a sensação de faltar identificar algo nele muito importante que completava o significado acima. Gradualmente, e para isso contribuiu a composição desta mensagem, desde Junho, ao voltar a reunir elementos retrospectivamente, assim como outros factores sincrónicos que antes não tinha associado mas de repente me fizeram ter o insight: aquela estrutura uniforme, suspensa, que tinha na verdade uma forma espiralada, tanto na disposição dos 'degraus' abaixo, como nos fios-cordas acima, evoca uma cadeia de ADN, na qual a parte inferior reflecte esse antigo código genético e a parte superior o novo código genético. O antigo dando lugar ao Novo, o Novo Descendo sobre o antigo. Isto amplia o Sentido não só do Sonho como de tudo o que vivo e como Vivo. Uma clara sensação de dissolução-desconstrução do que foi herdado, sem a mínima vontade ou possibilidade de deter esse processo, mesmo que deixando-me naquela tal aparente instabilidade ao lidar com os constituintes antigos, pelos quais sinto aquele tipo de carinho que se sente pelos brinquedos da infância na idade adulta. VHS é a versão antiga de um dos instrumentos que mais uso como ilustração: filmes. Mas o uso que faço dos filmes, e de todos os elementos ilustrativos, vai no sentido de lhes extrair a síntese que aponta a Direcção para fora do antigo e para dentro do N*OVO. Essa instabilidade ou fragilidade sentida Abaixo (Humano na Terra em transição) é relativizada pela firmeza e Confiança sentida Acima (Espírito na Terra em transição). Quem Sou Acima Desce sobre quem sou abaixo, corporificando "Assim na Terra como no Céu", que é o lado 'de cima para baixo' da equação Ascenção, na qual quem sou Abaixo aspira a quem sou Acima. Nessa INversão Descendente, o Movimento-Acção é mesmo o de trazer Abaixo o que está alinhado Acima. Função SkyWalter.
Este é o processo que irá acontecer com a Humanidade que habitar o Planeta Terra.
E esta é a única razão pela qual partilho aqui um Sonho desta Natureza.
Não é apenas um sonho, é uma integração consciente do que corporifico.
Não que seja uma novidade em termos dos constituintes internos diferenciados que venho identificando em mim e partilhando concentradamente aqui, mas porque este Sonho INforma-me na Confirmação de que não há pontas soltas de mim indo em direcções dispersas, porque não existe mais essa possibilidade quando a parte da herança humana terrestre não é mais a directriz da vida. O Código-Matriz que trouxe em mim em estado latente foi Activado irreversivelmente e vem se tornando progressivamente Integrado no consciente à medida que me Estabilizo nessa INversão, embora ele sempre tenha Agido para além do meu consciente. Daí as tomadas de consciência retrospectivas, muitas das quais venho partilhando para ilustrar o quanto este processo é híper-real e integral.
Ainda assim, posso dizer que houve sim uma 'novidade', que só agora estou a Olhar nesta perspectiva. Em Novembro 2015 algo de inédito se passou comigo entre o físico e o subtil, sem precedente sequer semelhante, e que registei só para mim com algum susto por não ter entendimento do que se tratava. Mas já desde então não pude deixar de me aperceber da ligação entre isso e o início da série de mensagens IMpossible. Possível graças ao acto súbito e de alto compromisso cumprido no prazo que me propus de ter criado este WebSite em 1 só mês, Novembro 2014, numa igualmente súbita clareza funcional não adquirida e que antes vislumbrava mas ainda estava retida no impossível.
Agora digo antes: "Estou mesmo a ficar IMpossível!" Já era tempo . . .
O grupo sanguíneo que é Dador Universal mas só pode receber o seu, Define-me!
Não posso pedir desculpa por isto, mesmo sabendo que isto não tem facilitado nada a convivência comigo. Porque faça eu o que fizer, vá eu onde for, esta é sempre a Nota que tende a predominar sobre tudo, verbalizada ou não, de perto ou à distância, e que apercebida somente à superfície pode ser sentida e confundida com intolerância. Mas só para quem não traga em si este Código e o combata, ou o traga e esteja resistente a ele, porque de contrário nem sequer viria ao meu campo de acção, que por fazer parte da dianteira do processo, tende a ser uma acção penetrante onde assim se aplicar. É crucial que não se confunda com hostilidade a severidade que esta Acção Calibradora por vezes assume, dado que Calibragem É Medida, não meia-medida. Uma analogia que me tem ocorrido para esta acção penetrante não-agressiva é a Flecha do Cupido - se foste flechado, agradece pelo que em Ti atraiu a Flecha, e comparece ao Chamado, que no fundo é sempre de Ti-para-ti. Portanto, esta não é uma Acção que vem meramente para atrair e/ou afastar pessoas, mas vem sim para repelir tudo o que em nós e no mundo não reflecte o Código-Matriz, e Activar quem o tem, e Estimular quem o não tem mas pode e deve chamá-lo a si. Já é tempo . . .
O Diapasão não repele o que está desafinado, mas o que está desafinado auto-repele-se da orquestra por não soar o Tom que lhe corresponde. Costumo dizer, porque assim é na minha interacção, que não excluo ninguém, as pessoas é que se excluem a si mesmas. O fenómeno é o mesmo. A humanidade acomodou-se num estranho uníssono desafinado. Quem não vibra nesse estranho 'tom', é olhado com estranheza, como quem vê no Diapasão uma potencial ameaça. Mas a Grande Orquestração Vida não exclui ninguém. Porque, como diz João Gilberto numa canção,
"No peito dos desafinados também bate um coração."
Escrever o sonho acima trouxe a lembrança de um outro sonho desta Natureza, em Janeiro 2016, que traz um complemento pertinente aqui, sem necessidade de o relatar na sua totalidade e complexidade de códigos pessoais:
Situada no Paredão de Cascais na zona Estoril, de madrugada, virada para a praia, tinha colocado sobre as pedras da berma a uns metros afastados de mim certos artefactos do lado direito (ficou a memória de um foco de luz) e certos artefactos do lado esquerdo (ficou a memória de um relógio de pulso). Caminho então para a esquerda, com uma sensação errática mas movida a fazê-lo por essa mesma razão. Mais adiante avisto então na areia da praia uma plataforma de lançamento com o respectivo foguetão nela posicionado em proporções reais, como se fosse normal estar ali, mas ao mesmo tempo lendo nele sinais de inactivo. Isto faz-me sentir desprotegida e vulnerável quer diante da desproporcionalidade da cena quer diante de um tipo de desconhecido em que não costumo confiar, e por isso dispara alarmes. Mais adiante cruzo-me com pessoas desportivas em corrida moderada e com ar jovem e saudável, em tudo a confirmarem aquela direcção. Porém, dentro de mim nada confirma aquela direcção.
Pouco tempo depois deste sonho, o insight que permaneceu associado a ele foi o de 'plataforma fantasma' de onde nem sequer partem foguetões - mega pseudo-verticalidade - no sentido das estruturas mundanas que não servem o Plano Vertical da Vida, por mais 'avançadas' que pareçam, a par de estereótipos humanos como supostos modelos civilizacionais exemplares a seguir, mas apenas vinculados a valores temporais - horizontalidade sem verticalidade + pseudo-verticalidade. Nenhum valor ou proposta externos que não Ressoem no Código-Matriz Interno me convencem. Porém, a continuação deste sonho assumiu depois outro tipo de variáveis não-pseudo mas que são consequência involuntária das pseudo, e daquelas ficou-me a noção de que direcções erráticas têm a sua razão de ser onde tenho/temos alguma Tarefa a cumprir na linha de Serviço. Uma diferenciação que solicita de nós as mais intrincadas provas de Discernimento, quer pela via onírica quer pela via vigil, para que possamos levar o que é necessário (Luz) onde é necessário (Treva = mera cegueira na escuridão neutra, ou, treva revestida de luzes), seja caminhando para a direita (= forward) na direcção do foco de luz, seja caminhando para a esquerda (= backwards) na direcção do tempo linear, quando ambas as direcções passaram a ser SkyWalking Duty.
Nota: Esquerda subentende consciente cerebral esquerdo, predominante no Ciclo masculino anterior. Direita subentende consciente cerebral direito, condutor do actual Ciclo Feminino, de reunificação de ambos a partir do Centro.
::
O conjunto XENOS, Re-Intro, Re-Move, Re-Dream
estão no Eixo Central da Condução Periférica que se segue.
::
Num tempo em que tudo está virando 'evento',
desde o tempo meteorológico ao tempo passado na praia,
em que tudo ganha nome e identidade, impondo palco na lateralidade,
apontemos então o Foco de Luz Estelar,
não para a superfície dos 'eventos', onde já há luzes e estrelas suficientes,
mas para a Matriz vinda dos BASTIDORES que traz aos bastidores o Ponto Focal:
No meu acrescentar
o que estou a Devolver à VIDA, em Palco?
:: The plus ::
Where it Serves Planet Earth and its Humanity,
Backstage and Stage are One :: Back*X*Stage
Multiplied Symmetrical Oneness
Ambos os vídeos partilhados com todos por e-mail na altura em que saíram,
unindo todos numa Sinergia Matricial.
A versão Gold não é a melhor versão de ti,
é a que vem depois da melhor versão de ti,
quando cessaste de tentar melhorar-te.
A versão Integrada Eleva-Te.
A versão melhorada . . .
. . . pode resultar em algo onde não mais Te reConheces . . .
M O N S T R A G E M

Em torno do início de Setembro, ao passar numa banca de jornais, um olhar de relance captou esta imagem e título lateral na capa de um jornal, que acabei por comprar em convergência com esta exacta analogia Frankenstein que me tem vindo à mente desde há uns tempos, diante do que observo transversalmente. O personagem que a maioria de nós associa ao filme que mais iconicamente o retratou há menos de um século, aqui é remetido à respectiva obra original escrita por Mary Shelley, há exactamente 200 anos, apontando paralelos com a actualidade que devem evidenciar a permanência acrescida do perigo e redobrar o alerta.
Como é descrito no breve resumo e na capa original que hiperliguei à imagem aqui (por mim fotografada), essa foi uma singular proposta artística e literária, a espelhar a própria Monstragem - termo que me saiu aqui, misturando Monstro com Montagem, como que em osmótico contributo meu para esta colagem, antes de dar início à respectiva des-colagem.
E dando, sem mais demoras, início à des-colagem, após abrires e leres o resumo, ainda diante da capa original onde a imagem tem melhor resolução, proponho que uses uma lupa ou faças zoom no teu navegador para observares em profundidade a minúcia e as camadas de sentido em cada componente deste Frankenstein.
Digo 'deste' e não 'desta', porque o personagem é originalmente masculino, mas uma das coisas que esta Monstragem deMonstra é que se poderia facilmente trocar-lhe o sexo, e a identidade, e a respectiva leitura dos traços físicos reflectidos nos traços psíquicos, ou vice-versa, a leitura dos traços psíquicos reflectidos nos traços físicos - ou será a mesma coisa? Não sei. Depois, provavelmente teríamos de inventar uma categoria de 'género' para o denominar, talvez 'transfrank'? É caso para se perguntar se uma categoria teria resolvido o problema de confusão, depressão, auto-estima de Frankenstein ou se o teria multiplicado - estarei a referir-me ao homem Frankenstein
ou ao Monstro por ele criado que lhe roubou o nome? Ou será a mesma coisa? Não sei.
Mas ocorreu-me recentemente um paralelo que poderá trazer um valioso insight.
Dirijo-lhe directamente a respectiva interrogação que se coloca:
- 'transfrank', numa página de Astrologia comummente usada para obter um mapa astrológico, como preencherias os dados de 'género'?
Neste ponto, tive de ir à tal página de dados, e o que lá se encontra torna o insight brutal ao confirmar a minha constatação acima quanto aos tempos que vivemos. Entrego-lha:
- 'transfrank', por exclusão de partes, só te resta ser um 'evento'. . .
( pausa silêncio )
Trazendo a Monstragem a essa actualidade, podemos dizer que a mesa de recortes numa collage passou literalmente a mesa de cirurgia. Quando a própria definição do que é um Ser Humano é apropriada por quem quer fazer da excepção a norma, e por quem está convencido de que detém o poder da criação que vem alterar-corrigir-actualizar-substituir-completar a obra incompleta e imperfeita da Criação Original.
Trazendo a Monstragem a toda a actualidade, é inquietante perceber que ainda não seja suficientemente evidente, até para alguns dos tidos como mais lúcidos, incluindo no campo das artes, o quanto ela está presente transversalmente. E aplaudidamente.
Quando se esgotou um Ciclo de crescimento, onde todas as combinações possíveis já foram experimentadas, mas a Direcção que transcende e faz transitar para o Ciclo seguinte não é vislumbrada ou é deturpada-negada-adiada, só resta isso:
remanejamento do mesmo noutra aparência, e noutra, e noutra, e noutra . . .
proliferação cega, como resultado do culto do Monstro continuamente forçado a renascer, e eleito como a suprema conquista de uma humanidade que se perdeu
da Matriz da Criação. E se aplaude a si mesma por isso.
Estacionada nesse ponto da periferia, a colagem que a cultura globalizada e globalizante vem praticando e fazendo passar por universal, só sabe misturar à força ou separar à força, porque nada sabe sobre Integrar e Diferenciar. Como resultado, polaridades acentuam-se e confrontam-se em vez de convergirem para a Síntese.
A Obra XENOS, ao partir do Mito de Prometeu para a história de um homem indiano, dançarino na côrte indiana e convertido à força em soldado para combater pelos Britânicos na Primeira Guerra Mundial, não é uma colagem, é uma síntese. Dela podemos extrair um sentido que não se fragmenta nem nos fragmenta, ao contrário, dá-nos coesão perante uma realidade que pede a nossa Atenção, sem possibilidade de instigar antagonismo ou repetição, mas antes realçando o potencial de transformação, ao fazer de nós testemunhas conscientes do que ocorre nas várias camadas dessa realidade. Estas qualidades dão corpo e definem organicamente uma Obra de Arte.
Partir desta Obra de Arte para a observação da realidade permite-nos compreender e sentir de dentro para fora o fenómeno da migração forçada e da consequente xenofobia. Isso significa sermos capazes de nos colocar internamente em todos os lugares implicados, além convenções, com possíveis revelações que podem não coincidir com o que se instituiu como 'politicamente correcto', mas esse é sempre o risco de escutar e assumir a Verdade Interna acima de qualquer aquisição externa.
Durante a infância e adolescência, ver pessoas estrangeiras era motivo de estimulada atenção. Essas pessoas visitavam o meu país e depois regressavam ao seu. E o mesmo se passou comigo quando visitei outro país. A ordem natural implícita e explícita era que cada um vivia no país de onde era natural, com algumas excepções de quem escolheu viver noutro país de sua eleição e/ou por profissão internacional, excepções que eram um estímulo mútuo a visitar países estrangeiros e acolher visitantes estrangeiros. Fazia parte do mistério e do entusiasmo da vida planetária que certas culturas só pudessem ser conhecidas se visitadas no local, e que o fluxo de visitas fosse comedido, mantendo assim a qualidade rara inerente à unicidade de cada nação e cultura. Por exemplo, experimentar a gastronomia de outro país no meu país era raro de se encontrar e era um acto especial. Como é evidente, isto abrangia as várias etnias e suas particularidades. Por exemplo, ver pessoas de etnia africana ou oriental vestidas com trajes de traços tradicionais era excepcional.
Com a globalização económica partindo do modelo ocidental dominante, que impôs uma tendência uniformizadora via segmentos de mercado padrão, o movimento das pessoas foi mudando para uma migração progressivamente massiva e/ou forçada, quer do lado de quem deixa o seu país quer do lado de quem recebe essa migração em massa. Foi então nascendo em mim um sentimento de perda daquelas qualidades raras e especiais que descrevi em relação a estrangeiros, inclusive porque em muitos casos os traços excepcionais anteriores foram sendo misturados e trocados pelo modelo standard já alastrado via colonização nos seus países de origem. Foi então nascendo em mim também um sentimento de desequilíbrio dentro do meu espaço-nação natural, que por não ser o espaço-nação natural dessas pessoas, a sua tendência era trazer consigo hábitos e costumes que, ao se fixarem em vez de serem temporários como antes, em muitos casos passaram a impor contrastes desarmoniosos, visíveis e sentidos apesar da crescente tendência uniformizadora da globalização. Com a mais recente migração forçada e acentuada de pessoas do médio oriente, esses contrastes impuseram-se com um impacto específico e mais profundo, ao reflectirem crenças que não apenas diferem mas negam valores humanos universais, como parte das suas leis. Tais leis não Ressoam no Código-Matriz Interno, pelo que respeitar o próximo não equivale a respeitar tais leis, principalmente se elas são trazidas ao meu espaço-nação natural. Eis o ponto crítico onde a clareza é crucial para que não se instale fobia, nem se confunda com fobia o que não o é.
De Coração pleno afirmo que não havia nem há nisto qualquer tipo de xenofobia. Não passa por mim a noção de tratar qualquer ser humano como inferior ou superior, mas isso não equivale a dizer que igualdade humana elimina diferenciação e discernimento face à Matriz Original, quer Universal quer Local. É genuíno em todos nós reconhecer que o contraste é enriquecedor quando não viola valores humanos universais nem impõe desarmonia e desequilíbrio, e é profundamente desagregador e desestabilizador que tal contraste dissonante nos seja imposto apesar de o ser. Movimentos dominadores como imperialismos colonizadores e ocupações político-militares e respectivos conflitos em guerras locais e guerras mundiais, deram-nos bastantes exemplos dessa desestabilização, com consequências até aos dias de hoje. Mas mesmo quando as migrações têm esse tipo de causa, os sentimentos genuínos relativamente aos contrastes dissonantes são os mesmos, e não devemos condenar-nos nem ser condenados por tais sentimentos. Assumir as consequências migratórias daqueles movimentos dominadores do passado também não muda estes sentimentos genuínos.
Os sentimentos são genuínos porque provêm involuntariamente da Matriz Original, Universal e Local, em todos nós. O que não proveio dela é que originou tais movimentos dominadores, e consequentes migrações - retornos cármicos que fazem emergir a Treva existente em ambos os lados, até ela ser reconhecida e iluminada, para então tudo (re)encontrar o legítimo lugar que originalmente lhe correspondia.
Nada do que é forçado para fora do seu lugar e para dentro do que não é o seu lugar pode ter por consequência uma genuína integração. Porque da mesma forma que um corpo físico tem um lugar para cada órgão e cada órgão tem a sua função, um corpo planetário também tem a sua Ordem própria. O lugar da montanha não é o lugar do vale. O lugar do rio não é o lugar do mar. Cada elemento dos reinos terrestres animal, vegetal, mineral tem uma razão de ser e uma correspondência específica. Do mesmo modo, a distribuição dos povos da humanidade terrestre no corpo planetário também tem uma correspondência específica. Todos o sabemos visceralmente. Todos os povos indígenas guardiões da Terra têm uma ligação visceral e consciente com o seu território natural, e as lutas por o recuperarem são bem conhecidas. Não consta que Aborígenes e Nativos norte-americanos se estranhem entre si, no entanto os primeiros não lutam por territórios norte-americanos e os segundos não lutam por territórios australianos. Quem assistiu ao documentário WATER partilhado na segunda mensagem IMpossible, tomou conhecimento da relação e ligação entre o nosso corpo e o lugar no corpo planetário onde nascemos e/ou onde nos corresponde viver. Isto não equivale a um acampamento na periferia, equivale ao que é Central em cada um de nós como indivíduos e como colectivos.
Repor a Ordem planetária no que diz respeito a migração, não passa por acolher definitivamente e em massa povos de outras nações. Passa sim por cada povo reconhecer as suas luzes e as suas trevas ancestrais através do espelho mútuo das relações entre si, para então se reconhecerem mutuamente nas semelhanças e nas diferenças que os tornam Únicos e Unos enquanto Humanidade, ao Integrarem no consciente colectivo Local e Universal apenas aquilo que reflecte a Matriz Original e Evolutiva planetária.
Xenofobia, quer entre nações, quer entre raças, quer entre tipos humanos, é apenas o lado ainda sombrio do sentimento genuíno perante o que está fora do lugar.
O mesmo sentimento emerge legitimamente perante alterações à génese do corpo humano fabricadas em laboratório e/ou montadas numa mesa de cirurgia.
Identidade e sexo são como impressão digital.
Não se escolhe, não se fabrica, não se altera!
Interferir nessa Ordem é um uso equivocado do livre-arbítrio,
devido à desconexão Interna. Cada ser humano precisa de reConectar-se com a INstância de SI que SABE ISTO!
Nessa INstância, SABEMOS que o que trouxemos como equipamento à vida planetária e o que nos propusemos realizar Aqui, foi Escolhido-Decidido-Aceite-Assumido por Nós Lá, não Aqui. Despertar Aqui é ReAssumir esses Votos Aqui.
Portanto não há acasos nem enganos na Criação. Todos os aparentes erros da Natureza têm alguma correspondência no Plano Original individual e colectivo dentro da dinâmica planetária submetida à Lei Cósmica Universal nas suas variáveis aplicáveis Aqui.
Alterações a esse Plano só podem ocorrer Aqui se tiverem Autorização Lá.
Portanto, livre-arbítrio não é assim tão arbitrário. Porque em última instância tudo o que se passa no plano fenoménico que é deixado ao nosso critério tem como Meta Evolutiva a expansão da Consciência Cósmica, de que cada um de Nós é uma Partícula imaterial vivendo na matéria. Estar Desperto é Respirar nISTO!
( pausa, silêncio, respiração )
Prosseguindo com a des-colagem noutra direcção, evoco um certo episódio de design de interiores que vi vários anos atrás, em que o dono e designer de um espaço habitacional de área grande o desenhou totalmente sem paredes ou outras divisórias no interior, incluindo a casa-de-banho, tornando-se esta última polémica, tanto para a companheira dele como para todas as pessoas que visitavam o casal. De tudo o que se pode dizer, no mínimo esse design revela um desconhecimento dos diferenciais energéticos dentro de um espaço, particularmente tratando-se da própria casa. Por razões que deviam ser unanimemente óbvias, uma casa-de-banho não deve ser um espaço aberto a toda uma habitação, mesmo para uma pessoa que viva sozinha e não receba visitas. Recebendo visitas, impor essa condição aos demais diz algo mais sobre essa pessoa, quanto à forma de lidar com público e privado, e em particular com a intimidade, quer na relação consigo próprio, que pode até reflectir um bom fluxo entre as suas componentes interiores, quer na relação com os outros, aqui desfazendo-se a noção de 'bom fluxo' ao evidenciar uma saída do Eixo Central na direcção ex-cêntrica, à qual os demais reagiram. Uma reacção legítima e previsível face a uma opção de design que, não sendo reconhecida como uma ousadia benigna, confirma a necessidade do designer de obter essa mesma reacção a uma excentricidade auto-assumida como virtude, auto-aplaudida.
Casa Interior, reflectida na Casa Habitação, reflectida na Casa Planetária
pede uma e mesma Unidade Axial, que cria correspondência dentro e fora,
daí falarmos de transparência, mas tal não implica exposição exibicionista permanente em open spaces de mistura ou colagem. O que implica é uma integração dentro-fora, independentemente de ser exibida e vista ou não, como acontece quando o avesso tem a mesma qualidade e beleza do direito num bordado, ou as peças não visíveis têm a mesma qualidade e beleza das peças visíveis num carro.
Então, mesmo que se reconheça algum valor estético naquele design de open space,
a ausência da Unidade Axial, que teria dado a adequada orientação ao espaço, torna aquela habitação uma Monstragem, auto-aplaudida.
Monstragem auto-aplaudida que tem toda uma corrente de arte e design a validá-la, especialmente na dita indústria do entretenimento com raízes na Pop Culture.
O Foco de Luz Estelar apontado sobre este Movimento que se desdobrou desde a segunda metade do século XX, pede para extrair dele a síntese que honra o seu contributo multi-artístico e social no que ele teve de desconstrutivista de sistemas rígidos. Mas pede também para des-colar o que ele teve de desestruturante e viciante (!) ao validar certos modelos estéticos e comportamentais redutores da integridade humana, social, artística, atribuindo-lhes o estatuto de novas virtudes libertadoras que acabaram por gerar loops de regressão a estágios imaturos que deturparam e ainda desvirtuam valores preciosos como a intimidade, ao colar a sexualidade a um sub-mundo do entretenimento, onde erotismo é reduzido a exposição e exploração de corpos e actos sexuados em todo o tipo de misturas libertinas, mas não libertadoras. Um Movimento é libertador quando remove obstáculos que impediam o avanço, mas desvirtua-se e torna-se retentivo ao voltar-se sobre si mesmo como ideologia e promover o seu culto como forma de se perpetuar.
É Vital deixar ir o que já cumpriu a sua função, e já só vibra em baixa frequência porque perdeu naturalmente a Alta Tensão, para que a Arte e o Entretenimento, a Criatividade e a Sexualidade, possam libertar-se da ex-centricidade exibicionista, ao reLigarem-se ao Eixo Central, Respirando naturalmente no N*OVO.
( pausa, interiorização, respiração )
Ainda dentro da Monstragem auto-aplaudida, onde o glamour-gourmet absorveu a sociedade como sendo o topo da modernidade, na vertente gastronomia e restauração a colagem tornou-se por demais aberrante e mesmo bárbara quando canais de vídeos que já são uma rubrica no YouTube (!) exibem homens-chefs de cozinha fazendo acrobacias aéreas com pedaços de cadáveres de animais espetados e suspensos em facas manuseadas com destreza, entre outras barbaridades com crustáceos vivos, como se seres animais vivos fossem coisas inanimadas-insensíveis convertidas em alimento.
Tudo isso como parte da sua 'arte' de cozinhar.
Menciono tais actos aqui para expressamente os subtrair de todo e qualquer valor!
Os meus olhos baixam-se ao constatar que tal espectáculo é partilhado e aplaudido. Se já antes estas e outras barbaridades se passavam longe dos olhos, e hoje são trazidas ao palco como 'arte', onde tais actos praticados partilhados aplaudidos não servirem para lhes pôr fim . . .
. . . resta apenas o cenário cru e cruel que só faria sentido num mundo para-Flintstones,
onde a modernidade permanece colada à Pré-História.
Só assim se explica e entende algo como a 'arte' da tourada
ainda como prática humana aplaudida.
Reino Humano ainda identificado ao Reino Animal,
mas posicionado no topo da cadeia,
como se fosse tal posição que o torna superior.
Reduzida e redutora superioridade só em número,
contrastada à nobreza solitária do animal,
que o encara na mesma perplexidade que eu.

Foto tirada em Alfaiates, Portugal, Julho 2017, por H. Campos, meu sobrinho
Um filamento deste Sentimento, deixando-me compassiva mas não complacente, emergiu representativamente este Verão ao passar por um grupo de jovens sentados nos degraus do costume, mas desta vez a terem uma discussão filosófica, ao mesmo tempo que abandonam sistematicamente nos mesmos degraus as embalagens dos alimentos que compram no supermercado próximo.
Discussões filosóficas, embalagens no chão.
Uma séria fragmentação no (in)consciente colectivo que faz com que aprender uma coisa é desaprender a coisa precedente. Ou seja, não há Integração. Só uma sucessiva aquisição e descarte. Ou seja, hábitos de consumo ditando todo o comportamento.
Assim se compreende o que se passa no actual sistema de ensino académico, desde a escolaridade obrigatória ao ensino superior, e para além. Todos os dias vejo crianças no 1º Ciclo (6-10 anos) que deixam embalagens do lanche pelo chão, dentro e fora da escola, e jovens no Secundário (16-18 anos) que fazem exactamente o mesmo.
Crianças e jovens que estão apenas ora a repetir a herança colectiva inconsciente, ora a antagonizá-la via comportamentos de rebeldia dissociativa, sem Horizonte.
Enquanto Educação for fragmentada entre família vs. escola em vez de sentida e entendida como a Formação Integral de um Ser Humano em prática contínua em qualquer ambiente, a inconsistente formação cívica reflectida no Ambiente continuará no palco das consequências a combater por ambientalistas.
Como sempre aponto, a Natureza de um planeta contém as Leis e o Potencial Evolutivo para se viver nesse planeta. Fazendo as correspondências: a terra (físico) não deixa de ser terra para acolher a água; a água (emocional) não deixa de ser água para habitar o ar; o ar (mental) não deixa de ser ar ao transmutar-se em fogo (espiritual). E este movimento Ascendente dá continuamente lugar ao movimento Descendente, vivificando e subtilizando todos os elementos e todos os corpos.
A mesma analogia poderia ser expressa apenas referindo os estados da água:
sólido, líquido, gasoso, e o seu quarto estado . . . Omni . . .
Acresce que tal fragmentação também está presente entre aqueles que se encontram no dito caminho evolutivo consciente, nos casos em que na prática este também não é vivido holisticamente nas suas etapas integrativas, e estas se sucedem como se fossem picos de graduação que depois retornam ao estágio anterior em vez de serem integradas no estágio seguinte. Um exemplo disso é o vegetarianismo de pico, como parte da graduação na 'disciplina' Pureza, que depois reverte à alimentação anterior ou a uma forma mista - a tal meia-medida que se confunde no 'caminho do meio'.
Para desfazer a ambiguidade deste 'meio', faz-se necessário distinguir entre:
meio = metade (half) | meio = centro (middle/centre)
Onde esse caminho é metade, ele é amplamente apoiado pela psicologizada cultura global. No âmbito desse parcial 'psicologicamente correcto', é frequente surgirem pessoas que fazem questão de ter atitudes declaradamente impuras como forma de afirmar perante si e os demais que isso é manter-se humano, enraizado, e que aqueles que não o fazem têm tendência ao desenraizamento. Como se enraizamento, por definição, fosse manter os velhos hábitos da herança terrestre do Ciclo anterior que estamos justamente a deixar para trás.
Ou seja, aquela noção de que "eu sou [só] humana", divorciando a Natureza Terrestre da Natureza Celeste, e alimentando aquela pequenez que ora se apaga ora se engrandece, enquanto o Casamento com a verdadeira Grandeza fica adiado.
Aquele Ser que encarnou Aqui mais de dois milénios atrás
para deixar justamente o Modelo Humano Terrestre,
e que depois foi posto no altar como objecto de adoração,
em vez de posto no chão como Irmão de Evocação e Invocação
do mesmo Modelo Humano dentro de cada um de nós,
se voltasse agora Aqui em Pessoa,
é provável que recebesse muitos

mas na hora 'H' ,
de confirmar e assumir o SIM,
parece que ainda prevalece o NÃO,
a condenação no famoso e fatal

Então, aquela atitude de impureza declarada reflecte mais uma necessidade de justificação pela descontinuidade Vertical ao transitar na Horizontal, do que o inverso, evidenciando ainda um controlo por si em vez de uma entrega à INstância de Si que verdadeiramente Rege a continuidade, irreversivelmente.
Fora da Regência, temos terra-na-terra, céu-no-céu,
com cortes no Eixo Céu-Terra.
Grounded? Where?
- asks the SkyWalker on Earth.


Céu S. Pedro 1 Jan 2018 | Terra Cascais 3 Ago. 2017
Uma coisa é estar em processo e ainda ter assimetrias por alinhar, outra coisa é fazer das assimetrias transitórias a meta final, e propagá-las como tal, seja porque as próprias assimetrias são decalcadas de modelos adoptados de fora para dentro como 'regentes', seja porque o Compromisso com a Essência não é total.
Daí a impressão de que a linha evolutiva consciente sob a tal psicologização parcial deixa entrar por outra porta uma espécie de 'culto do sub' - sub-Evolução, sub-Pureza . . . - como se a coisa por inteiro não fizesse parte da Meta Planetária, como se se tivesse de deixar pontas soltas de involução e impureza para poder sempre retomar o velho humano, a velha terra, como que confirmando que "é no meio que está a virtude", confundindo assim a Virtude do Centro com alguma outra coisa que é meia-medida face à Medida que Calibra. Acontece que meia calibração é não-calibração.
No exacto momento em que voltei a esta parte da mensagem para editar alguns pontos, eis o que o sobrinho H. apareceu a partilhar via Whatsapp, na sequência de recentes partilhas minhas em família sobre a Pureza Bio-Estrutural da Água:
E apenas quatro dias antes, numa outra sequência de conversa em que eu tinha apontado algumas particularidades que valorizo na visualização de Fotografia digital - sendo ele dedicado à Fotografia digital com excelentes equipamentos justificados pelas suas captações sensíveis em locais longínquos por onde viaja e onde vive - e sem ele saber que estou a compor esta mensagem, numa sincronia que atravessa o meu fluxo com uma precisão incrível, respondeu o seguinte:
"Todos os ecrãs estão calibrados de forma diferente. Hoje em dia muitos ecrãs têm contraste demais e brilho demais. Eu tenho os meus ecrãs calibrados com um aparelho profissional para que a versão que vejo no ecrã seja igual ao que realmente está guardado como informação e ao que deverá ser impresso."
Dois testemunhos adicionais que convergem aqui em grata e comovida confirmação de que meia-medida não nos basta, e que há quem INvista na Meta Diamante por inteiro, onde a duração temporal e a resolução da imagem mudam de escala, na Calibração Gold.
Depois disso, e antes de entrar no que aqui já se seguia, vale repetir:
meia calibração é não-calibração.
A seguinte ilustração pode desfazer ambiguidades e ambivalências:
Décadas atrás, quando trabalhei sete anos no tal laboratório onde traduzia procedimentos analíticos entre outras funções, os dois mais importantes e constantes tópicos na tipologia formal dessa documentação e que ecoam em mim até hoje eram: "Precisão|Precision" e "Exactidão|Accuracy". Propriedades que eram um imperativo no processo de produção de princípios activos em pó destinados à fabricação de medicamentos, e por isso amostras eram colhidas e testadas em laboratório as vezes necessárias até o produto final revelar o grau de pureza exigido pelos órgãos reguladores deste ramo de indústria. E esse grau de pureza era também um factor distintivo de sucesso de uma empresa deste ramo. Tive então oportunidade e interesse de conhecer de perto vários procedimentos e equipamentos de análise de precisão, quer para detectar impurezas quer para confirmar a presença dos componentes em suas percentagens e proporções: desde a filtragem da água através de membranas micro-filtrantes via vácuo para obter água purificada e/ou água destilada a ser usada como diluente, à preparação de amostras para serem injectadas por exemplo em cromatógrafos, que depois emitiam boletins de resultados na forma de gráficos de picos. Testemunhei a satisfação realizadora por vezes eufórica demonstrada pelas pessoas quando obtinham resultados claros em "picos lindos" principalmente à primeira vez, senão a análise teria de ser repetida, porque o processo de produção dependia incontornavelmente disso. Nos bastidores dos bastidores dos bastidores . . . disso, estava um factor fundamental: a calibração dos aparelhos, que tinha de ser controlada e assegurada continuamente e constava na documentação de Análise e Controlo de Qualidade, à qual eu estava ligada. Também ligado a essa área estava aquele que veio a ser o pai dos meus filhos.
Quem me conhece desde então ou desde agora, facilmente percebe que não sou uma pessoa técnica. Mas sou uma pessoa da Pureza, da Precisão, da Exactidão, do Pormenor, desde sempre. Hoje sei que não importa nada que esses sete anos tenham sido uma contrariedade a vários outros níveis pessoais, porque sei acima de tudo que não estive tão próxima a processos desta natureza por acaso. É a Minha Natureza. Daí falar nestas coisas com tanta convicção, quer no sentido literal quer no sentido simbólico. Eu não sentiria o imperativo de trazer o meu contributo se ele não tivesse tal precedência em Mim, não adquirida. Quer isto dizer que a minha vida foi ou é isenta de impurezas? Não. Mas quer dizer que sinto de forma amplificada todo e qualquer afastamento da Pureza. É uma Auto-Calibração instantânea. Portanto não se trata de puritanismo e muito menos de anti-puritanismo na linha sub-pureza.
Pureza é a qualidade de Ser que confere a Transparência.
A pertinência disto é que me parece que é um grande avanço no processo planetário que aqueles de nós que vieram com o imperativo de vanguarda desse processo saiam desses territórios intermédios onde paira o 'culto do sub'. De contrário, as camadas que vêm atrás também não conseguem avançar. Eu sinto claramente as pessoas que são o EDGE das suas camadas estarem ali no extremo, naqueles loops de auto-melhoramento totalmente de prazo vencido, seja porque não conseguem dar o passo seguinte seja porque há alguém atrás e/ou à frente que não está a dá-lo. E nisto, estímulos internos e oportunidades externas, algumas de rara e difícil orquestração dentro do que a dinâmica terrestre permite, deixam de ser aproveitadas no seu potencial. TODAS as camadas são importantes e interdependentes.
De cada vez que eu consigo dar um passo sem ter chão à minha frente, estou a chamar outras camadas a reposicionarem-se. Mas se em vez disso eu ficar a olhar para trás, à espera ou a querer certificar-me de que uma camada se posicione para eu dar o passo, nada se MOVE. Obviamente não estou aqui a falar de conquistas mundanas no âmbito de metas pessoais. Portanto, estes passos não são necessariamente movimentos externos e visíveis no sentido tridimensional. Sendo-o ou não, são passos que IMprimem na própria Matriz a Consciência do Novo Código e da Nova Terra, que empurram as forças da inércia e ampliam a Esfera que vibra no N*OVO. Se eu fizer concessões (compromise) ao meu Compromisso (Commitment) apenas porque ainda estamos em transição, com um pé ali e outro aqui, então ficaremos indefinidamente em transição. O Produto Final nunca chega a sair do nosso Laboratório se ficarmos apenas encantados com o processo em si, sem a coragem e a audácia de Viver desde já como se a Nova Terra já fosse um facto Actual. E já o É em muitos sentidos para muitos de nós, para além das circunstâncias externamente limitadoras em que muitos de nós vivem. Se são limitadoras é porque confirmam a persistência em não esperarmos nada que venha meramente do velho ou se destine meramente ao velho. Por isso, implica primeiro fazermos a rotação de 180º que nos VIRA de trás para a frente, e só depois poderá dar-se a INversão de cima para baixo. Costumo fazer e sugerir movimentos com o corpo que só por si IMprimem dentro-fora a Direcção. Depois, contrariá-La torna-se mais difícil, porque agora já se deu o Vislumbre que o Código Interno sempre emitiu e as células reConhecem. Toda a resistência tem na sua raiz o adiamento daquilo que a pessoa sabe que será irreversível. Daí eu sentir que é muito necessário facilitarmos aos demais esse Vislumbre que desconstrói a ideia de que essa VIRAGEM irreversível é uma perda, mas antes a revela como a verdadeira Auto-Realização.
Trazer o Vislumbre pode passar por algum de nós se retirar de um tempo-lugar em que estava a facilitar e prolongar algum tipo de babysitting. Pode parecer que não àqueles que trazem vasta bagagem de conhecimentos/experiências/vivências adquiridos, mas muitas vezes é essa bagagem que retém o andamento em baby steps quando já poderiam ser passos mais maduros e ousados para fora do conhecido e na Direcção do Desconhecido que Pulsa na Oitava Seguinte.
Algumas dessas retiradas são espaço-temporais,
outras são mesmo saídas do palco planetário,
umas e outras deixando ecos em comum . . .
A versão Gold não é a melhor versão de ti,
é a que vem depois da melhor versão de ti,
quando cessaste de tentar melhorar-te.
A versão Integrada Eleva-Te.
A versão melhorada . . .
. . . pode resultar em algo onde não mais Te reConheces . . .
enSLAVEd to freedom

In modern societies, humans are constantly stating their freedom very graphically, while not realising how they are also constantly enslaving themselves, by self-imposing superficial collective trends reflected on personal wishes, such as putting themselves in the hands of others to have their body skin, and respective ethereal body (!), micro-perforated and injected with questionable ink, to apply a design of questionable meaning and taste, considering they'll be carrying it for the rest of their lives - unless that is not the purpose, in which case an incoherent superficiality is confirmed, given that 'forever' is inherent to the very purpose of a tattoo. In that case, even if they'll find someone to remove it at the surface, it will stay forever in the skin under-layers. In other cases, they may apply a new tattoo to cover an older one. In any case, and assuming it is willingly done forever, it will have an undeniable consequence:
- one will never be able to be truly naked again.
I might ask: Is this kind of awareness provided in this trade?
In one of those times when i scrolled through the comments below a YouTube video, i found this most resounding truth about Prince and tattoos:
"If he had any, we would know, because he would have made a statement out of it, hence he made a statement out of NOT having tattoos."
Here's someone that knows how to Read an unwritten Statement from an artist-person that gave the whole of him as a Statement. Those who tattooed images of Prince on their skin to honour him,
might have not, had they sensed him deeper.
What makes me not attracted to nor supportive of tattoos, either tribal or neo-tribal or any other permanent such addition, comes from a very different kind of Constant, a Back*X*Stage where Prince and I might have a meeting of Mind and Soul, behind and beyond all the transitory features that he added to himself during his lifetime, of which he was always able to strip himself at his own backstage. Hence the significance of the final part of the official music video of his song Gold (theme and video included in a previous IMpossible message), where the girl in the audience visits his dressing room after the show, to leave a special acknowledging message on his door. A video that was removed from YouTube again and again, and the only replacements i found no longer include that part, as if it wasn't part of the whole song message. It IS a fundamental part of it, just like his retreat from Stage.
Corpo livre e respeitado
pode receber arte
sem nela ser aprisionado


Quando os meus filhos ainda eram crianças, tivemos uns marcadores de gel laváveis com que fizemos várias pinturas na pele. Avançando no tempo, Afonso tem continuado a desenhar na pele com marcadores.
E quando um deles se aproximou da ideia de tatuar-se com algo que lhe era significativo, dei sustentação ao significado mas sugeri "tatua antes uma t-shirt". E avançando de novo no tempo, Afonso criou mesmo a sua marca de street-wear, incluindo t-shirts com desenhos inéditos de sua autoria.
Por vezes permitimo-nos certos excessos em bastidores-tornados-palco que logo a seguir gostaríamos de apagar, ao percebermos que a condução que lhes foi dada desviou-se da nossa intenção pura original. Igual tatuagens, alguns desses excessos imprimem uma marca dissonante da nossa Essência que teima em prevalecer quando nos sentimos contextualizados por projecções alheias - 'tatuagens' alheias projectadas em mim que não têm precedência em Mim e a Minha Tela não acolhe. Os desvios cumpriram a sua função em ilustrar o contraste na sua dissonância. É tempo de limpar e libertar a Tela de tais projecções, dentro-fora.
Originalmente ritual, actualmente casual, tendencialmente adictiva,
invariavelmente tatuagem é fixação da forma no tempo e do tempo na forma.
Consoante o tema e a carga psíquica que lhe for atribuída, tanto pode ser um valor-estímulo para toda uma vida, como uma retenção para toda uma vida. Entre uma coisa e outra, fica a decoração perpetuada, ao gosto de cada um e/ou ditada pela moda, já que hoje tatuagens são aplicadas na pele como quem aplica estampas em autocolantes ou peças de vestuário. Levando a comparação mais longe e mais fundo, não consigo evitar o paralelo com as marcas a ferro em brasa que eram impostas na pele dos escravos, evocadas também na escrita de Prince na sua própria face.
Diante disso, fica difícil compreender escarificação por opção.
Constantes e respectivas variáveis com precedência no Ser Eterno não pedem de nós uma impressão perpetuada no nosso veículo físico. Ser em baixo quem somos em cima não implica nenhuma necessidade de imprimir e exibir sinais perceptíveis aos sentidos externos nossos e/ou alheios.
Em síntese, na qualidade de Mãe e Portadora-Guardiã da Matriz Original no habitáculo da Consciência, é meu dever lembrar que mesmo uma tatuagem feita num acto livre e consciente, continua a ser uma tatuagem, que fere a Natureza Terrestre e Celeste que somos. Assim, faz-se necessário distinguir um acto consciente de um acto em Consciência. No primeiro, cabem todos os impulsos que se desdobram da paixão por viver o momento em todas as suas crenças e moods. No segundo, quem o pratica Sabe que nenhum dos motivadores anteriores sobrevive a esse Olhar Interno. Tal Olhar não suprime o desejo, mas antes oferece-nos a Dádiva maior do auto-respeito por Auto-Reverência.
Estou num corpo cuja pele é repleta de sinais, como constelações.
Firmamento de Dentro naturalmente impresso por fora.
Espaço onde não há espaço para outras impressões.
Num paralelo, não posso deixar de fazer aqui uma referência à decoração das unhas, que apesar de não ser permanente como a tatuagem, instalou-se como mais uma 'arte' vinculativa, ao ponto de incutir a crença de que unhas não pintadas/decoradas são unhas não cuidadas. Pior ainda é constatar que, dependendo do comprimento das unhas e do tipo de decoração nelas aplicada, as pessoas deixam de fazer um pleno e espontâneo uso das suas mãos, por vezes com acidentes graves, como já pude testemunhar. A par disso, as mãos femininas desvinculam-se da sua identidade própria para adquirir um mero revestimento estético ditado pela moda que, por mais inventivo e personalizado que tente ser, é uma uniformização face à unicidade de contornos e traços inerentes às mãos e unhas de cada pessoa. Acresce ainda que certos componentes químicos nos vernizes podem ser prejudiciais, como por exemplo interferir no equilíbrio hormonal feminino, conforme constava num livro de saúde que traduzi anos atrás. O testemunho pessoal que dou a respeito das minhas unhas começa por ser que sempre foram tratadas por mim desde que tive idade e capacidade para o fazer sozinha, e desde então até hoje nunca, nem por 1 única vez, as dei a tratar a outra pessoa. Sempre as mantive curtas, no máximo com um ou dois milímetros de comprimento, pois nunca gostei de as ver longas nem abro mão de fazer pleno uso das minhas mãos, principalmente tendo em conta que manuseio minuciosamente diversos materiais no âmbito de processos criativos. Quando um dia quis experimentar um verniz para saber qual era a sensação, a única opção que senti admissível foi incolor transparente. Ainda assim, logo confirmei o que pressentia, uma sensação de coisa-não-minha aderida a mim como uma máscara que não descola e está sempre a impor a sua presença. Usei algumas vezes durante um curto período.
Ainda num último paralelo, vale referir os piercings. Aqui limito-me a relatar que quando e onde nasci ainda era uma prática corrente furar-se as orelhas às meninas à nascença, num absurdo pressuposto de que recém nascido não tem sensação (como ainda se pressupõe não só para crianças como para animais, apenas porque não têm voz verbal para se queixarem) e que menina devia ter orelhas furadas. Quando perguntaram aos meus pais se queriam que se furasse, o meu pai disse não. Sinto até hoje uma especial gratidão por este seu sensível gesto protector. Mesmo tendo depois por volta dos 20s decidido furar as orelhas. Hoje sei que poderia ter passado bem sem furos. Quando o filho Afonso furou as suas e colocou alargadores dos mínimos, senti-o no meu corpo e lamentei não poder dissuadi-lo. Hoje creio que já deixou de os usar, depois que um se partiu.
Que mais precisará esta neo-humanidade violentar e acrescentar à preciosa Entidade Física que lhe dá corpo e suporte de vida, para se sentir e se afirmar?
Se é evidente que tais adições e adicções não são uma necessidade sentida por todos, é justificado um apelo à reflexão, em particular por aqueles que, já num lado mais consciente da vida, sentem essa necessidade e a vinculam à 'arte'.
Recordo que não venho aqui apontar o que é certo ou errado para ninguém.
Venho Espelhar o que reflecte e o que não reflecte Essência.
Onde esse Código estiver presente, emito uma Onda de Ressonância.
Onde esse Código não estiver presente, emito uma onda de alarme.
Deste Posto-Guia, emite-se Código de Alinhamento e Calibração, não opinião.
A Natureza é NATURALMENTE perfeita na sua imperfeição.
O Humano, na sua Natureza, também o é.
A imperfeição humana aqui alvejada pelo Foco de Luz Estelar é aquela que não é NATURAL e sim adquirida, seja por escolha seja por herança perpetuada dos desvios civilizacionais que se tornaram a norma pela mera força do hábito.
Esta imperfeição, podes largar. A imperfeição NATURAL, essa não é da tua autoria humana, aceita-a, ama-a e também ela se tornará transparente.
AMA-Te na certeza da tua Constituição de Origem
A versão Diamond não é a melhor versão de ti,
é a que vem depois da melhor versão de ti,
quando cessaste de tentar melhorar-te.
A versão Integrada Eleva-Te.
A versão melhorada . . .
. . . pode resultar em algo onde não mais Te reConheces . . .
G L O R Y ?

"For the Love of God", Damien Hirst! No offence intended, you may even mean well, but even in your best humour and effort for perfection, you are still missing IT. Your investment is misplaced. Or should i say, dead.
Please unglue, give the dead their rest, and INvest it back in Life.
We need IMpossible INner-Diamond INvestment in Pulsating HEART.


When I Say Welcome to the Alliance, I Mean IT!
It's not just a mutual recognition.
It's mostly a Convocation to Commitment without compromise.
Eu Vi!
Mas não basta trazer a aliança única junto ao coração,
quando ainda há mistura nos dedos e nos actos da mão.
Por mais que o Coração Único em mim reconheça o Coração Único no outro,
contraio-me perante manifestações explícitas e implícitas de Monstragens sendo propagadas como o modelo a seguir, o que nos posiciona em lugares incompatíveis face à Aliança sentida e proposta, e à correspondente Confiança depositada.
Entreguei o Meu Coração de Cristal-Diamante na mão do outro, não um objecto.
Em 9 Outubro, ao passar junto à escola perto de casa, notei um aglomerado de meninas junto à rede tentando apanhar algo do lado de fora. Aproximei-me para ver se podia ajudar. Elas referiram e apontaram um "diamante" que tinha caído ali. Procurei entre as ervas, achei-o e entregue-o a uma das várias mãos estendidas delas, que agradeceram e se foram embora contentes. Era um "diamante" azul.
Diamonds that are girls' best friends,
come straight from the HEART
. . . to the One finger in the Right hand holding the EARTH to expand . . .


Em ambas as fotos (uma em 5 Set. 2018, outra em 7 Nov. 2016) o único anel que uso desde que o encontrei e comprei em 2008, num evento na Cidadela de Cascais, onde tive o primeiro contacto com o seu autor e respectiva obra, ficando a saber do nosso apelido em comum e morada-localidade em comum em São Pedro, e agradecendo por esta peça que, mal vi, senti como se tivesse sido feita de encomenda para mim: peça única em prata cortada e moldada em espiral expansiva, escovada com lixa fina por fora e brilhante natural por dentro, com marca NK gravada por dentro - New Karma | Nuno Kampos - Jewellery Design / Joalharia de Autor.
Então, como é que estamos a trazer-nos ao Palco da Cidadela?
Há uma década confirmei e trouxe de lá o Poder do Anel Único.
Parece que nessa altura estava destinada a iniciar pontes com aqueles com quem ia sentindo essa Aliança, sempre de alguma forma ligados à Arte.
Sou magneticamente atraída e movida por Potência Criadora.
O que me chama no outro, por detrás do que ele faz, é o que ele É.
No Processo Criativo e Obra do outro, onde essa Potência está Presente,
eu detecto e gravito de e para a Essência no outro, sem rodeios.
Isso nunca foi nem é um movimento de 'fã' ou de 'seguidora', é aquele gesto decorrente de I See You, que confirma e convoca à Aliança ao mesmo tempo que já começa a exercer acção calibradora coesiva.
maria tudo nasceu nesse desdobramento, como o projecto criativo que continua a ser, centrado na Arte de Ser Total pelo Retorno à Essência,
reunindo todas as minhas componentes na única Direcção que lhes dá Sentido, depois reunidas também neste único espaço digital.
Portanto, aqui fala-se sempre a partir e em torno da Arte.
Não como uma fuga às outras actividades humanas, mas como a Primeira, a que cria o Primeiro Palco que é o Solo Matriz onde todas as outras podem e devem actuar.
A escrita, que tem sido desde sempre um imperativo indissociável da criação e da comunicação, na presente mensagem evocou uma outra que escrevi no 1º dia de 2012, colectivamente partilhada ainda por e-mail. Como perdi praticamente todos os e-mails e deixei de ter acesso aos que restaram, recentemente pedi a Alexandre que resgatasse esta mensagem no seu arquivo para a reler. Lendo-a, vi que não valia a pena trazê-la aqui na 'categoria' Rewind-to-Forward, uma vez que o seu conteúdo tem sido amplamente desdobrado já aqui neste espaço Web.
Basta trazer o seu título, que desde essa época me ficou em eco:
"AUDIÊNCIAS" e o MERCADO no TEMPLO
E o seu início que aponta os Indicadores:
Quando aquilo que crias baixa a vibração, mas o teu índice de 'audiência' sobe, estás diante de um dos sinais mais visíveis da queda da actual civilização dominante, prova do desligamento da Essência nela.
- agora inclui em 'aquilo que crias': tudo o que cabe dentro do que se designa por 'indústrias' e do que se designa por 'mercados', incluindo o dito entretenimento e até as artes, tudo o que é organizacional e institucional, tudo que gera movimento e posicionamento
- e inclui em 'audiências': a adesão de todos os tipos de indivíduos e públicos, assim como partes de ti em separado, e retorno financeiro, a tudo o que é criado.
O garimpo nunca cessou. A Purificação continua em curso.
A filtragem sucede-se deste a peneira grossa à micro-membrana,
rumo ao Templo-Humanidade e ao Templo-Terra.
"AUDIÊNCIAS" quantitativas e parciais fabricadas por MERCADOS quantitativos e parciais, dão lugar a Audiências qualitativas e integrais Sintonizadas em Back*X*Stage.
Em contraste, neste 1º dia de Novembro vi online o filme The Wife (2017), que já tinha deixado semente no trailer visto meses atrás, em ponte-eco com filmes anteriormente vistos e aqui comentados.
"I am a King maker", responde aquela mulher quando o rei da Suécia lhe pergunta qual é a sua ocupação, durante a cerimónia de entrega de Prémios Nobel, em que o marido dela é o galardoado em Literatura. Uma mulher que tem o Dom de escritora, mas não o assume perante o mundo por não se sentir pessoalmente à altura do desafio demasiado grande, num circuito editorial que ainda não reconhecia por inteiro esse Dom em seres femininos. Do professor de literatura e escritor, ela assimilou que "A writer must write." Mas quando ela levou essa afirmação a uma escritora no mesmo meio académico, cujos livros publicados não passaram das prateleiras da biblioteca universitária e dos familiares a quem ela mesma os ofereceu, a resposta desta foi "A writer must be read." Assimilada esta segunda afirmação, tão ressonante para ela como a anterior, o preço que ela pagou para continuar a escrever e ser lida sem se assumir como escritora perante o mundo, foi tornar-se escritora fantasma por detrás do professor escritor que veio a ser seu marido, assumindo este por inteiro a autoria de toda a obra literária que veio a ser premiada com o Prémio Nobel da Literatura. Dizia-lhe ele em privado que não havia nada de imoral no acto deles serem parceiros na escrita. E não haveria, se esse acto fosse levado ao mundo enquanto parceria. Mas tornou-se absolutamente imoral, e humilhante para ela, quando ele afirmou perante ela e terceiros "My wife doesn't write, thank God", e depois celebrou com ela dizendo "I won the Nobel Prize!" em vez de "We won the Nobel Prize!", sabendo ambos que quem tinha o Dom e gerava o processo criativo era ela.
Quando é impossível negar um Dom, porque isso significaria deixar de RESPIRAR, se escrever é a EXPIRAÇÃO e não há quem INSPIRE esse AR na Dádiva que É, directamente vinda de quem a RESPIRA, isto é contra o FLUXO da VIDA, e portanto denuncia uma interferência que tem de ter fim.
Nesta história, a entrega do Nobel ao marido foi o ponto final para esta mulher-esposa-escritora-fantasma, e para ele foi um literal final de vida. Nesse inesperado desfecho, a mulher-esposa assegurou que o marido nunca seria desonrado perante o público-audiência, enquanto a escritora-fantasma assegurou que os filhos soubessem por ela-mãe toda a verdade.
A meu ver, este seu duplo acto final consumou-a como King-Queen maker.
Antes disso, ela esteve a alimentar um sub-Rei ao manter-se uma sub-Rainha.
O 'sub' que ilustra uma sombra não confundível com Back*X*Stage.
Dons e Desígnio são para se cumprir. A fraqueza de carácter torna-se força resoluta quando emerge do interior o mandato que rompe a inércia e a complacência para trazer ao mundo o que só cada um pode trazer. Então que cada um se traga a Si e à sua Obra Integralmente ao Palco Terrestre, sem a Monstragem.


Detalhe (direita) em foto duplicada-espelhada de obra de artista local encontrada em 25 Set.
Porque se for para adiar o Desígnio e continuar a incluir em 'criar' tudo o que é 'invenção', 'inovação', 'reciclagem' na mesma linha de Monstragem, apenas coberta e emoldurada a 'ouro', a humanidade continuará na ilusão de mudança que é apenas e ainda remanejamento e melhoramento do velho. Os artefactos que são Ouro neste garimpo, permanecem sempre connosco na tela interna. Talvez por isso esta obra emoldure um espelho, que remete sempre para a Presença no presente, se dele fizermos um uso mais profundo, que nos Espelha de dentro para fora.
Se a humanidade tem de continuar a olhar para trás,
que seja para sentir o contraste em relação ao Futuro transtemporal
que traz dentro de Si.
Se ainda não sentiste esse Vislumbre Interno, começa por sentir onde e quando o teu acrescentar já não te Eleva, por mais que o multipliques, o inoves, o reinventes, o recicles para tentar compensar a ausência do Fogo que só podes receber da Fonte Interna. Se deixaste de o receber nesse ponto, é porque Ela está a Chamar-te no ponto seguinte. A humanidade inteira está sendo chamada à Estação seguinte. Uma humanidade ultra-eficiente, ultra-sofisticada, ultra-entretida na Estação anterior é aquela que vive de memórias do fogo-de-artifício. Porque sem o Olhar no Horizonte à frente, já não há como Celebrar a Vida nessa Estação.
O Ouro-Prata que lá existia, garimpei, guardei, trago Comigo.
Ainda lá pude ir a tempo, antes dos acréscimos superlativos se colarem.
Assim pude encantar-me por um ser, nos seus simples trajes de Verão,
t-shirt, bermudas, chinelos havaianas castanhos, sumindo na multidão, mas quando subia ao palco irradiava aquela Potência que chegava a dar apagão. Ele não precisou de acrescentar nada a Si nem fazer nada dirigido a mim para ter o efeito que teve sobre Mim. ISTO não é gradual, é INstantâneo. O que veio depois perdeu-se dISTO.
Entre os acréscimos superlativos, incluem-se as redes sociais que vieram impor o seu modelo em toda a interacção e comunicação humana, digital e não digital, facilitando por um lado a união, mas viciando por outro ao fazer de tudo uma acção de marketing e de todos marketeers, induzindo a humanidade numa auto-promoção e solicitação contínua de aprovação/desaprovação, adesão e subscrição em torno de perfis de auto-imagem projectada, como se toda a existência dependesse de estar ininterruptamente numa montra sob olhares externos, e toda a ligação se resumisse à adição e seguimento de perfis. Neste mundo digital e não digital, quem está em real Ligação comigo, sabe que não precisa da minha subscrição para ter a minha Atenção. O mesmo deve ocorrer no sentido inverso, já que não ofereço sequer a possibilidade de o meu fluxo se tornar um feed automático para ninguém. Tanto o uso deste recurso Web como o uso do correio electrónico no passado e do Whatsapp no presente são para mim prolongamentos de ligação pessoal, embora nem sempre tenham sido ou sejam entendidos e sentidos como tal. Nesses meios, a minha iniciativa retirou-se e retira-se de onde não há continuidade e reciprocidade, sem que isso nunca signifique de modo algum exclusão. No todo, trazemos a nossa Atenção e Presença onde somos movidos por Sintonização, e removemos essa Atenção e Presença de espaços físicos e digitais que não demonstram compromisso com a Aliança, misturando-a e contaminando-a com elementos incompatíveis cuja visualização auto-imposta acaba por ser um self-bulling, mesmo para aqueles de nós que transitam na vida sem se defender dela.
A Estação seguinte, que num intervalo de tempo raro e acto inédito te visitou no teu espaço de então para te entregar em mão a evocação-invocação de quem És, já não pode visitar-te no que em ti for Estação anterior. Porque uma coisa é visitar o que é anterior para o Semear com o N*OVO, outra coisa é participar no que é anterior e perceber que isso não fertiliza o Solo e torna estéril a Semente.
Que cada Semeador e Pioneiro se certifique de que habitar o seu Posto não é co-habitar com o que é anterior. Se te sentes só e sem chão perante a proposta de largar o anterior, apercebe-te de que continuar a aderir a lideranças externas familiares mas sujeitas a forças cegas que confundem Edge com precipício, Descida com queda, mais do que deixar-te sem chão pode deixar-te sem . . . Vida.
Não é preciso matar literalmente o pastor-líder insano nem deixar morrer o insano rebanho-seguidor, que nada sabem de Auto-Liderança ancorada na Consciência Universal. Mas é preciso INvestir nesta que nos Orienta Internamente para o Destino Individual que é também o Destino Oceânico . . . por vezes recorrendo a um inconfundível empurrão-confirmação daqueles que Sabem e nos Lêem por dentro, dissolvendo a nossa temporária confusão em Encontro além palavras . . . Synchronised Instant
Ao visualizar este excerto do filme The Big Blue (1988), quem tenha posto o foco no factor cativeiro, perdeu o INstante . . . Esse desvio de foco pode acontecer por falta de contexto, que no caso deste filme permitiria saber que este ser se conecta com esses seres além fronteiras, o que não o impede de os libertar de tais fronteiras onde isso se torna vital para algum deles. Fora do filme, ouvi este actor dizer em entrevista sobre este filme "what we did was Frankenstein", ao comparar o filme com o verdadeiro Jacques Mayol no qual foi inspirado. Mas dentro do filme, ele encarnou Jacques com uma pureza e profundidade que deram o carácter único e inimitável a este filme que se tornou icónico, e tem um acrescido significado único na minha história.
Chamo a atenção para este particular desvio de foco para assinalar outros de que me apercebo em relação ao que trago ao palco. Quando compus esse post no Google+ (acima o recorte em cor invertida), com um conteúdo que continua a fazer sentido, também neste ponto da mensagem, apercebi-me de reacções na direcção 'perfume', sendo que 'perfume' nem por um instante esteve no meu foco nessa composição, e há muito que deixou de estar em foco em qualquer horizonte meu, se é que alguma vez chegou a ser foco enquanto interesse e uso pessoal. E também não é o foco aqui e agora.
O que é relevante tomar consciência é que tal desvio de foco pode originar do universo conceptual-perceptivo e da vida de cada um, mas também pode originar de uma percepção colectiva do tipo 'download instantâneo' a partir de palavras e imagens, à semelhança do que faz um motor de busca. Quem pesquisa na internet já deve ter sentido a frustração perante as associações tendenciosas do motor de busca, com base em parâmetros de pesquisa individuais e colectivos. Pois é, humanos também vêm ficando com essa tendenciosa parametrização.
Nesse paralelo entre humano e máquina, as deduções deturpadas e respectivas conclusões tiradas e julgamentos atribuídos podem assumir proporções deterministas do tipo Monstragem projectada em nós. No âmbito do acesso à Internet, uma vez que usar uma ligação insegura pode deixar-nos vulneráveis, quando me coloco hipoteticamente numa posição de spyware sobre o meu próprio fluxo digital e electrónico, tenho a noção de que captar dissociadamente certos conteúdos que abro e outros que são abertos sem o meu consentimento pode conduzir a um estranho lugar de percepção, em termos do que se entenda que isso possa sequer definir-me. Dentro da Sincronia que me move, o que visualizo virtualmente não são apenas as preciosas Confirmações, são também as arenas que me corresponde garimpar e Semear, em paralelo com o que vem ao meu campo de visão e acção por via não virtual.
Evoco mais uma vez a fiel parceira Leeloo, ao rever-me desde sempre nesta sua dolorosa visualização de realidades não condizentes com ela, mas nem por isso menos realidades no planeta em que se encontra a viver e sobre o qual está a aprender, não apenas via tela digital mas via vida.
Portanto, afinidade está longe de ser um parâmetro fiável para quem adopte a pervertida função de espiar os outros a partir de 'bastidores' virtuais ou físicos bem sombrios. Na linha virtual junta-se a isso a minha visita a um site de cariz duvidoso mas que permite ver filmes gratuitamente e sem registo, e que abre janelas relâmpago a cada clique que faço, mesmo com o Ad-block ligado, janelas que fecho o mais rapidamente possível, mas mesmo assim algumas persistindo em background sem me dar conta, quando já estou a ver o filme em ecrã inteiro, e depois ao fechar tudo já levei uns sustos ao encontrar 'aquilo' ali. Muitas vezes me questionei sobre o uso de tal site, não pela coisa pirata que está implicada, pois no uso que faço de tudo nunca me sinto parasita nem violadora de direitos, mas porque tal site se sustenta no ar à custa de patrocínios dissonantes de mim e que desvirtuam a arte cinemática que me move ali. Então, como que em resposta, recentemente esse site foi retirado do ar, mas provavelmente devido a violação de direitos autorais, não devido aos patrocínios dissonantes e invasivos . . .
Ainda na linha de espionagem virtual, ao me deparar com certas coincidências (distintas da Sincronia que intuímos derivar da interacção entre as Almas no seu próprio Plano = BACKSTAGE) que levam mesmo a crer que haja espionagem, um tempo atrás comentava com Alexandre algo assim:
"Bem, já que espiam, é bom que aprendam alguma coisa com o que espiam,
então vamos ser bem claros nos conteúdos, os publicados e os não publicados."
Aos espiões físicos, virtuais, psíquicos, aqui fica, publicamente e generosamente, entregue o recado. Juntem-se à Aliança!
Aos que já nos visitam pela Porta de Serviço, renovadas Boas Vindas!
Noutra linha, ao usar filmes como reflexão ilustrativa, nunca estou calculisticamente a ter em conta a discutível intencionalidade dos seus criadores. Se isto é entendido pelo receptor como uma posição ingénua da minha parte, cabe a cada receptor decidir. Mas cabe a mim dizer, em auto-retrato em frente ao Espelho, que pureza de intenção, boa fé, confiança à partida no outro não devem ser confundidas com ingenuidade. Porque posso estar ciente das possíveis reacções ao que emito e faço sem que isso influencie ou contamine o meu posicionamento de partida. Assim como posso esperar sempre o melhor do outro, por mais que o outro não me tenha dado motivos para isso ou até tenha dado motivos contrários. Faço par com aquela personagem professora desempenhada por Michelle Pfeiffer no filme Dangerous Minds (1995) - onde sei que é para INvestir, dou nota máxima à partida, depois cabe ao outro mantê-la. Assim se move a Consciência que é Child-like em mim, em nós.
Em qualquer linha tendencialmente de desvio,
apenas porque podes fazê-lo,
não significa que devas fazê-lo.
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CAN is NOT a MUST
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Possibilidade não é VERDADE
VERDADE não é pessoal
Percepção não é ESSÊNCIA
ESSÊNCIA é VERDADE
VERDADE é ESSÊNCIA
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Se não concebemos sub-ESSÊNCIA,
porque haveremos de conceber sub-VERDADE?
Aquilo a que ouvimos chamar 'verdades relativas', ou 'a minha verdade' e 'a tua verdade', não deveria designar-se por VERDADE. Quando me afirmo embaixadora da VERDADE, refiro-me a esta que emana da ESSÊNCIA. Não faz sentido usar essa palavra, em maiúsculas ou minúsculas, para designar algo que seja menos do que ISSO. No 'sub', ela perde-se na dualidade e na polaridade, em infindáveis argumentações que se afastam do que É. Este é o Estreitamento, que na Estação anterior pode parecer perda, mas na Estação seguinte significa que deixou de haver brechas para a dispersão e o retrocesso.
Equivale ao Monólito em 2001 a Space Odyssey (1968) e em Arrival (2016).
Quando descobres que diante desse Monólito consegues sentir a Humanidade inteira no teu mais pequeno desvio e o que isso soma no TODO, e em vez de te sentires esmagado te sentes elevado nessa responsabilidade por cada acto, tornas-te IMpossível para aqueles que, ainda sem Verem o Monólito, já o contestam.
( pausa )
Toda a vez que ouço a afirmação "não há nada de errado nisso",
emerge em mim a interrogação "e há algo de certo nisso?"
A verdadeira Inofensividade não faz emergir uma nem outra.
Não gera desfasamentos, é intrinsecamente benigna.
É por isso que o elogio à Virtude é redundante,
mas a negação da Virtude é assinalada.
Dar nota máxima à partida não é oferecer um elogio ainda não merecido,
é Confirmar que a Virtude é um pré-requisito da Existência.
Crianças não precisam que se lhes ensine Virtude,
adultos é que precisam de assegurar que elas não a percam.
A maior parte da educação familiar, escolar, social tem sido poda + adição.
A Educação Integral reVivifica a Virtude inerente à Matriz da Criação.
A globalização roubou-nos o Extraordinário e substituiu-o pelo excêntrico.
A Universalização devolve-nos a Originalidade Una ao Desconhecido.
Para que ninguém duvide desta Universalidade, aqueles que vislumbram o que abre a passagem para a Estação seguinte, a que também chamamos Futuro, escrevem-no em superfícies transparentes, ora dando a palavra às paredes e pedras da calçada, ora IMprimindo em tudo e todos que se deixem atravessar por este trânsito rumo à Vida.

Encontrei esta escrita no vidro da Paragem de Santos, Lisboa,
onde aguardava o Eléctrico 28, sentido Prazeres,
em 30 Maio 2018. Tirei a foto alinhando O Futuro.
O Futuro
PASSA POR
EMPRESAS SOCIAIS
PRODUÇÃO NACIONAL ESSENCIAL
INVESTIGAÇÃO
EDUCAÇÃO SÁBIA
BEM ESTAR SOCIAL
GOVERNOS COM CONSELHO DE SÁBIOS
e CONSELHO CIENTÍFICO
Os Sábios estão a chegar e a reunir-se. Mais do que políticos, são Conselheiros.
Mais do que eleitos, são Auto-Convocados. As suas linhas de expressão e acção não são lineares, mas alinham-se num Prumo que ReDefine todas as linhas, as direitas e as tortas, as frouxas e as rígidas, as horizontais pela Vertical. Descem às Trevas e Revelam sob a Luz a Direcção FORWARD, sem a compulsão do combate mas com a Contundência da VERDADE.

Foi com especial entusiasmo e surpresa que encontrei esta nova escrita do mesmo autor já retratado este ano no meu Círculo 10, aqui em grande plano e em parede limpa, no lado Oeste da Estação de São Pedro, no dia 1 Novembro 2018. Enquanto me demorava a fotografar, entre as pessoas que passaram, um jovem de face serena fitou-me sem sequer olhar para o que eu estava a fotografar - seria ele?
WILL YOU LIVE YOUR LIFE SPENDING?
OR WILL YOU SPEND YOUR LIVE GIVING?
REDEFINE
Incluir o acto de DAR no acto de GASTAR não equivale a transformar o primeiro em consumismo doado, equivale antes a transformar o segundo em Dádiva de Si,
transformação que ReDefine então também todo o consumo segundo a Lei Única,
ou seja, Spend*X*Give, sem separação. Inclusão ainda aplicável ao actual sistema monetário alimentado pelo sistema de troca directa que ainda persiste na transição,
na pós transição desagua no FLUXO da VIDA como um TODO.
Lei Única não é sinónimo de "One size fits all", mas só ela cria verdadeira União.
Partilho o comentário que incluí na minha participação na consulta pública via Internet lançada neste Verão pela Comissão Europeia sobre a mudança sazonal de hora, que no meu sentir total se extingue neste princípio Universal:

Entre os resultados obtidos que se podem consultar na respectiva página, lê-se:
"The majority of all respondents (76%) stated that they have a negative experience with the switching from wintertime to summertime (and vice-versa)."
"The majority of all respondents (84%) are in favour of abolishing the biannual time switch."
E sabe-se que existem estudos que comprovam que a poupança de energia resultante desta mudança sazonal de hora, motivo que a originou, é apenas residual. Ainda assim Portugal decidiu manter a mudança de hora. Como na noite da mudança não tive esse facto presente, mas o relógio mudou automaticamente, passei todo o dia confusa, organicamente a funcionar no horário anterior. Quando me apercebi da razão da confusão, tive a comprovação não intencional do que todos sabemos e sentimos.
Consultam-nos, dão-nos os resultados, mas a nossa própria decisão, aqui em autêntica União, escapa-nos da mão. Nesta consulta unimo-nos na Lei Única Solar. O resto, é só economia baseada no comércio à custa de mercados nacionais tornados sombra para servir um mercado comum. Então, claro, que no comentário aproveitei para enviar esse outro recado implícito a respeito da bitola "One size fits all" na qual não reconheço União, mas em grande parte Monstragem de mercados. Porque se eu tenho de ir a outro país para encontrar os alimentos de melhor qualidade cultivados no solo do meu país, ou comprá-los aqui a qualidade inferior e/ou a preço superior como se fossem importados, ou só encontrar aqui esses alimentos cultivados noutros países, alguma coisa está fora do lugar. A Lei Única diz-nos de dentro para fora para nos alimentarmos a todos os níveis prioritariamente com o que provém do solo mais próximo. Isto não é xenofobia. Isto é Sentido de Ordem Interna.
Do outro lado de "One size fits all",
há quem aponte "Whatever works for you".
Então em que ficamos? Ou melhor, onde ficamos?

Exactamente um mês antes da mudança de hora, saí de casa no final da noite de 29
antes do amanhecer de 30 de Setembro, no único movimento para fora que me senti impulsionada a fazer, de caminhar só até à minha praia, sentindo por dentro que a celebração que diz respeito a mim também deve fazer o caminho até mim, não apenas esperar que seja eu a comparecer noutra praia. O que encontrei ao chegar à minha, talvez deixe para retro-contar em foto-síntese no 10. Aqui, trago somente esta das fotos que me surpreendeu em tudo, estando eu focada apenas em registar a estrada marginal excepcionalmente vazia e silenciosa, tendo o trânsito sido cortado nesse amanhecer para acolher o 'evento' IRONMAN Triathlon, o que eu só soube um instante antes de tirar esta foto, já de regresso a casa. Só ao olhá-la na tela do telemóvel senti o impacto dos dois elementos verticais capturados em paralelo apesar de não serem o foco da minha captura, e só em casa me apercebi do terceiro elemento ao centro, que não estava lá quando foquei e tirei a foto, mas foi abrangido devido ao delay da câmara e à velocidade do ciclista. O Sol Nascente, já testemunhado e registado momentos antes a partir de outro local sem que apresentasse esta verticalidade, aqui não deixou equívocos, ao fazer par com o semáforo em luz verde, e antecipar a entrada do homem ao centro.
Então onde ficamos? - Aí!
Esse é o Lugar e Direcção do Ser Humano.
Onde a Lei Única é que dá o Sinal para avançar.
Porque quando é a Lei a Mover, tornamo-nos arqueiro-arco-flecha, sem hesitações. Não como autómatos nem como marionetas, mas como Seres Integrados à nossa Consciência Interna, a única que realmente Sabe what works for us. Que não é um whatever no sentido random, nem "à vontade do freguês" moldada pelo marketing, mas é aquilo que melhor Serve o Todo, em nós. Uma Personalização que advém do Estreitamento na direcção do Um, eliminando todos os excessos e supérfluos.
Portanto, quando passei a afirmar:
Seja Feita a TUA Vontade em mim, e, Seja Feita a Minha Vontade em TI,
não estou a submeter-me nem a rebelar-me em relação à Vontade Superior,
estou Integradamente a Unir-me e Unida a ELA.
O que deu a primeira visibilidade a Akram Khan foi a combinação única dos seus Dons ligados à Dança com as influências artísticas que o motivaram na infância-adolescência. Mas o que o consagrou como Artista de incomparável prestígio é a genialidade impressa na sua Obra, que provém dessa incontornável e absolutamente singular União à sua Fonte Interna, Inspirando-o e Movendo-o na direcção que o realiza Servindo o Todo. "The audience are transfixed" - outra coisa não seria de esperar. Gratos somos. Sentiremos a falta dele em corpo no palco, mas a sua Obra continua.
Uma, senão a principal, causa de separação entre o humano e a sua Fonte, é a busca vs. abandono da busca dessa Fonte como estando fora de Si. Posso dar testemunho de que toda a abordagem na linha falar com Deus, deixou de funcionar, porque tem o efeito oposto. Não se pode unir o que já está e É Unido. Daí a Ligação à Água, desde a fonte ao oceano, ser Profunda e Universal além palavras. Assim, o Retorno à Essência é um movimento integrativo da consciência tridimensional para dentro da Consciência Cósmica Universal, Una ao Ser Total.
TUDO origina da Fonte Única, mas o que deturpa a Ligação é que a Matriz de Controlo está tão justapostamente colada à Matriz Original que, quem ainda transita na amnésia e foge do Diapasão, mas está tão bem ajustado ao actual sistema no seu business and pleasure as usual que vai tendo os sinais verdes que deseja, não percebe a diferença. Isso está presente no segundo sonho que partilhei, que apela ao Discernimento em progressivo refinamento. Não receies perder faculdades adaptativas ao sistema, INveste antes na Matriz que te devolve as Faculdades Originais perdidas pela poda + adição desse sistema.
Esta querida Nave Terra e sua Humanidade têm o Compromisso conjunto perante a Fonte Única de elevar os reinos materiais da forma densa à forma subtilizada, como parte do Processo Criativo Cósmico que origina toda a Forma. Realizamos esse Compromisso desde o Microcosmos ao Macrocosmos que habitamos e nos habita. Absolutamente nada fica de fora desse Compromisso. Não assumi-lo é viver na sub-vida. Sim, é possível ser feliz na sub-vida, mas é por isso que a felicidade não é o Dom Supremo ao qual estamos destinados enquanto Humanos. O que senti naquele primeiro sonho que descrevi acima não cabe em felicidade, e mais, senti-o no meio de uma infelicidade-tristeza causada por motivos reais, sentimento que não foi obliterado, mas sim redimensionado. O que prevaleceu foi a Pura Potência Agregadora da Essência que não deixa pontas soltas.
Em momentos de agudo sentimento de inadequação Aqui, por vezes pergunto-me se a humanidade terrestre é mesmo assim, se será sempre assim, com pontas soltas, pontos de fuga da sua própria Matriz. Aquele eterno perder-se para se encontrar. Mas ao mesmo tempo, emerge de imediato a noção de que este tipo de movimento errático tem os dias contados na Terra. Algo que no fundo todos Sabem no seu ÍNtimo, pela acentuada exteriorização dos extremos que assinalam o final desse Ciclo Masculino, a par de uma crescente interiorização rumo ao Centro que assinala o início do Ciclo Feminino.
Nesse processo, todas as Monstragens têm sido válidas enquanto contraste na consciência do que NÃO É Matricial. Mas tal consciencialização pela via do contraste acabou por inverter esse contraste em constante, com variáveis invertidas assimiladas como o modelo-padrão individual e colectivo a seguir. E assim se têm ocupado as 'artes' e afins nas suas contínuas revivals de etapas com prazo vencido, acrescentando mais do mesmo e menos do Mais, numa redundância instantânea que reduz a criação humana ao imitation game das linhas de produção que servem a outra Matriz que não a Original, remetendo a Arte para as margens da Cidadela.
É Função da Arte Sintetizar pelo ReEncontro ao Centro,
que repõe o que É Matricial no seu devido Lugar na Cidadela Humana
entre o Céu e a Terra


Versão stencil do nosso irmão escritor.
Integrei o azul d'outro. Acrescentei a INversão.
::
In a recent past i watched a movie from which i kept a very resonant message, delivered by a Child-Angel called Gabriel, that synchronically met me in this WayShower path where i find mySelf. I synthesised it in two lines:
Tell your own story. Don't let your story get in the way.
I could tell my story in a book and sell it to a publisher as fiction. That is what most so-called fiction, including sci-fi, is made of - real life stories embodied by characters.
I don't play a character, I play MySelf, so I become the Character.
So far, it seems like my story is not about seeking, visiting, inhabiting spiritual hot spots around the planet, but rather about creatively connecting the Dots from Home that help turn the whole planet Earth into the Bright Spot it was D-Signed to be.
The minute we entered a body as we stepped into this planet, we entered the Stage called Earth. But we never left our Cosmic BACKSTAGE. We just accepted the amnesia that was made part of this planet, so we could wake OurSelves up and fully embody Essence Here, on Back*X*Stage.
We acquire this bodily form at that first Look through the Window of Time into this finite Space. Then we step in through the narrow DOOR, and are born into this world of matter which matters as much as the immaterial realms behind it.
Ask every single particle in your body. And listen to the response.
Simply put, you are one Window away from who You Are as Total Being.
You just forgot to keep Looking through the Window, and then you were led or led yourself to believe that you're a long distance away, and that the only way back through is death. It's not.
So, right Now, reverse the Look to the BACKSTAGE
ReMember the Dots connecting into Our Original Matrix
Watch Us ReIgnite the Original Big Bang
"because that is how Life goes on. Like that."

LOVE
"So that's to be first and foremost"
Let Us add the plus accordingly
or not add at all
Welcome to
IMpossible Back*X*Stage
I m.







