IMpossible eM*We
- maria-tudo

- 9 de jun. de 2017
- 56 min de leitura
Atualizado: 25 de abr. de 2025

Postal Circular em Collage não colada composto há anos . . .
A flor-estrela já a encontrei enquanto tal, a criança encontrei-a de pé em contexto triste. Deitei-a, chamando o seu Olhar para Cima, em Baixo, Dentro,
em Encontro Consigo mesma
. . . nesse Encontro ReNasci
Aqui
sem precisar de partir
para . . .
. . . CHEGAR DE N*OVO
Em 16 Julho 2016, durante o meu típico período quase diário de recepção interna espontânea e sintonizada, tive a visão de um objecto cuja forma não podia identificar nem descrever com exactidão, apenas delinear, e foi o que fiz, desenhei-a, juntamente com um curto apontamento nos meus registos: tinha cor escura compacta, uma forma alongada na horizontal e ligeiramente curva, algo entre uma banana e um parapente.

Até então não tinha tido qualquer outra captação interna ou externa que lhe pudesse associar.Tal associação viria a ocorrer pela primeira vez meses depois, quando vi um trailer do filme Arrival, do qual não tinha conhecimento anterior. Mal vi este objecto, a associação foi imediata, mas o facto de no filme o mesmo estar disposto na vertical fez-me de algum modo pôr de lado a ideia, mas não o filme, que viria a estrear em Portugal em 10 Novembro 2016.

No dia 21 Novembro, atendendo ao chamado quando me foi possível, fui ver o filme, sozinha, como tinha de ser. A impressão associativa tinha permanecido latente em mim, mas só mais perto do final senti esse impacto específico, quando o objecto começa a virar, muito lentamente, e fica na horizontal . . . foi mesmo um crescendo avassalador vivido no meu próprio timing . . . um sensível reconhecimento de algo familiar, acrescido de tudo o mais que entretanto o filme me evocava e invocava. Tive a certeza de que era o mesmo objecto que tinha visto internamente meses atrás.
Eis um objecto que desde então me fala e me comove profundamente sem nada dizer, em tudo fundamental - no seu silêncio, leveza, movimento, estabilidade, proporção, postura . . . na sua Chegada. No acto de o contemplar e de aqui escrever sobre, o Coração e a Respiração entram em Convulsão . . . tenho de suspender a escrita e a mim mesma, também para secar a água que sobe e sai pelos olhos turvando-me a visão. A multi-ligação que este filme fez comigo permanece, como se nota desde então em peças dele incluídas no meu Círculo 10, em particular o seu tema sonoro principal, que escuto em casa durante horas a fio - graças a quem criou aquele vídeo de 10h - e está a tocar neste momento de escrita aqui. Os desdobramentos que continuam a emergir em torno dele parecem querer tocar todas os pontos que pediam para ser abordados a seguir, numa síntese que persiste em assumir o mesmo tipo de forma-linguagem circular-cíclica proposta no próprio filme. Caso não o tenhas visto, recomendo. Mas o que partilho nesta mensagem pode ser visto pré-pós-além filme.
Não, não é Sci-Fi, nem se limita ao tema mais aparente.
Prepara-te para ver a Realidade superar a dita ficção.
Imbuídas no eco sem-além-palavras, as minhas impressões ligadas a este filme sincronizam o meu background - na vocação-função linguística, estudante de línguas, graduação como tradutora e exercício desta actividade como profissional - com a exploração que fui fazendo depois via Internet, que vem reavivando e confirmando percepções que atravessam a minha existência em sucessivas etapas e simultâneas oitavas de uma compreensão trans-espaço-temporal gradualmente integrada à multidimensionalidade e Totalidade de Ser, pré-pós-além-terrestre.
Nessa exploração encontrei diversas interpretações quanto à forma e simbolismo do objecto tido como nave espacial - ovo, banana, lente de contacto, à qual acrescento o parapente pelo qual há muito já sentia uma atracção específica, na forma e no tipo de voo - que se cruzam e acrescem às minhas percepções visuais, nomeadamente neste fluxo IMpossible que Anuncia o N*OVO.




Averiguando o processo criativo que originou o filme, só no que diz respeito à escolha e OVOlução da forma deste objecto, já se pode sentir a Metamorfose equiparável a uma gestação . . . em bolha . . .


Fonte das imagens . . . identificando-se entrelinhas nas motivações criativas que evidenciam vários graus de Consciência em acção, algo que se sente em todo o filme, mas que neste objecto se sintetizaram neste monólito oval-elíptico-alongado, de superfície compacta, côncava numa das faces, da cor do carvão,
anunciado por banda sonora evocadora de sons de baleias,
e que invariavelmente se estabiliza suspenso a uns metros da Terra
- como quem faz questão de marcar uma Chegada de N*OVO,
convidando ao Contacto, sem o impor, nem o facilitar demasiado.
Quem se Apresenta assim? Que Linguagem é esta?
Que tipo de Escuta pede?
. . . ESCUTAR A FORMA ::
(O vídeo originalmente inserido aqui foi removido. O excerto nele
retratado encontra-se nos primeiros 15 minutos deste segmento completo)
É particularmente sensível que estas peças se me tenham apresentado somente no fluxo desta mensagem, sem que as tivesse visto antes.
É sensivelmente instrumental que a tradução-legendagem no segundo vídeo não reflicta a diferenciação, feita somente um pouco mais à frente por Krishnamurti, entre Ouvir e Escutar - Hearing e Listening, respectivamente - enquanto o primeiro vídeo, não legendado, já tinha entregue a Chave dessa diferenciação: a Atenção como Acção.
É instrumentalmente abrangente incluir nesta Escuta a visualização-audição do segmento completo - igualmente legendado em português e com duração de uma hora, de onde foi retirado o segundo vídeo - intitulado The Art of Listening, segmento que faz parte do conjunto integral de vídeos legendados desta profunda conversa, apresentada em 18 episódios temáticos, ordenadamente disponibilizados neste site, também recém encontrado. Não visualizei este conjunto, mas deixo-o como sugestão de visualização-audição em complemento posterior a esta mensagem.
É abrangentemente revelador a partir da actualidade do que ali é dito 45 anos atrás, que a incomunicação humana, muito além Babel em termos de idiomas, não foi resolvida pela tecnologia - vem antes sendo multiplicada por esta.
É reveladoramente consequente que, em Era da Informação, o que para a mente concreta pode já ser cognitivamente conhecido, para a consciência micro-cósmica humana pode ainda não ter sido INtegradamente Conhecido. Mente concreta [re]produz actividades. Consciência Age, com ou sem actividades.
É consequentemente proporcional que eu venha sentindo uma aguda e contínua necessidade de chamar a Atenção para o modelo de comunicação, que nunca esqueci desde que me foi apresentado na equivalente etapa de escolaridade dita obrigatória:

(imagem colhida na Internet)
Tendo presentes as duas audições, o modelo, e as considerações acima, podemos unir-nos na observação comum de que cada receptor ouve-lê-vê com a sua história, com os seus constituintes próprios a par das convenções externas adoptadas, que no conjunto se vêm chamando sistema de crenças individuais e colectivas, mas a que eu me refiro como códigos.
Porque no que diz respeito a dar à luz uma Linguagem Universal, o contributo que emerge de mim é INvocador do contributo emergente em cada um de nós. O que eu posso antecipar é o meu testemunho disso já INtegrado, retro e prospectivamente, enquanto agente auto-convocada do Plano Evolutivo Terrestre, Plano que cabe a cada um de nós Realizar em Auto-Revelação - INstância além da auto-descoberta e da auto-criação pessoal -
sem a qual a INdividuação não desagua na Consciência Oceânica que contém O Código Universal de Coesão dos códigos.
Ao longo dos anos de interacção e partilha, as propostas por mim veiculadas de ampliação e de penetração em áreas adormecidas e até calcificadas da consciência humana tendem a ser no mínimo resistidas, quando não combatidas, ou ignoradas, quando não descartadas. Em paralelo, foi-me dado observar que um tempo depois alguém vem dizer ou dá evidências de que se lembrou de mim em dada circunstância quando ouviu, viu, viveu algo que confirmou o que tinha sido veiculado por mim um tempo antes. Estes episódios de retorno são relevantes como pontos de confirmação para mim enquanto Emissor, mas o que de mais importante revelam é que nesse aparente intervalo de tempo nada foi realmente em vão do lado do Receptor, coisas aconteceram, o Espaço foi Semeado fora e Activado dentro, quer o consciente tenha aceitado ou negado, porque a Consciência Imanente em cada um contém O Código que faz com que cada um O ReConheça irreversivelmente, mesmo que ainda inconscientemente. Depois cada Semente segue o seu Desígnio. Unimo-nos no Destino que tivermos em comum dentro do Plano que todos abrange.
Ao longo dos anos de comunicação digital, também me foi dado observar quando alguém viu ou pegou em 1 peça por mim partilhada dentro de um determinado contexto e proposta de leitura (no sentido amplo de leitura), e a levou para outras direcções dissociadas, ora distorcendo-a ora devolvendo-a ao seu anterior sentido imediatista, redutor, compartimentado, que por si só não convidava a ver noutros ângulos - e a Ver esfericamente além ângulos - e portanto apenas confirmava e perpetuava o ponto médio do consciente colectivo na mesma Estação em que se encontra. Este fenómeno é amplamente constatável por aqueles de nós que sentem um IMperativo Transmissor, pelo que se torna vital ter em Atenção o Canal de Comunicação - uma das razões pela qual me mantenho desvinculada de interacções via redes sociais e grupos formais, enquanto vou deixando o mais claro possível em que pontos me Sintonizo com Irmãos e Irmãs de TransMissão, ao mesmo tempo que os deixo libertos de associações a mim que não sejam da sua vontade expressa. Simplesmente dito, vivo na Lei da Sincronia: quem eu vejo e quem me vê, está certo. No mais, quem me Conhece e quem me Sente, sabe que privilegio e honro contactos INtimistas, um traço que não deixa de transparecer em toda a minha comunicação, de-um-para-um ou de-um-para-todos, e se traduz em criar sintonia a partir do nível da Essência - um fluxo que tende a contornar os filtros da personalidade no que eles têm de dispersivo e atravessá-os no que eles têm de involutivo, nutrindo espontaneamente o que neles espelha Essência. Onde este tipo de INteracção não é possível, a tendência é para não haver interacção. Onde ela é possível, ela É e Age, além agenda.
Nas várias instâncias de comunicação interna e externa, um Canal de Comunicação que facilita a sintonização entre Emissor e Receptor é aquele Espaço de Receptividade qualitativa que por si só É Código, ao qual acresce o Referente que assim deixa de constituir fronteira, uma vez que passa a estar em fase com a Essência no outro, mesmo na sua forma Individuada.
Isto é observável no âmbito da longa e calorosa conversa entre os dois interlocutores acima que se desdobra nos seus 18 segmentos. Sem essa Receptividade-Escuta, estaríamos diante de descontinuidades geradoras de incomunicação, que não tem necessariamente a ver com [falta de] reciprocidade no sentido de dar resposta, mas tão somente com Saber Receber. Sem esta qualidade, a entrega coesiva da Mensagem não seria possível. Com esta qualidade, torna-se possível e nutridor ter uma comunicação rica e original voltada para o Encontro Evolutivo, que por natureza sintoniza acima da mera necessidade pessoal de emitir.
Em contraste, o que a tecnologia em geral e as redes sociais muito em particular vêm facilitando é um incentivo massivo a emitir continua e indiscriminadamente - não a Comunicar. Então, em vez de interlocutores, os destinatários a eleger são audiências. O melhor exemplo disto é o You-Tube, até pelo próprio nome, onde vem ficando praticamente impossível ver vídeos que não tenham publicidade embutida (fazendo da extenção Adblock uma bênção), ou solicitações de subscrição de canal escritas à frente dos vídeos ou verbalizadas, que em muitos casos se tornam mais desagradáveis do que a publicidade, visto serem uma opção evitável mas que o autor do canal escolhe ter. Ou seja, o fenómeno do chamado "mainstream" alastrou para as redes sociais. E quando o dono da rede social de eleição mundial dá evidências de aspirar a ser o dono da própria Internet, sem escrúpulos de comprar e/ou imitar outras redes e/ou seus conceitos, como quem aspira a ser o titular da matriz de comunicação a implantar mundialmente, estamos perante uma globalização com tendências totalitárias - não Totalidade de Ser expressa em uma Linguagem Universal.
Então, é um bálsamo gratificante para alguém como eu, observar e ReConhecer o Canal de Comunicação veiculado no filme Arrival para anunciar a proposta de uma Linguagem Universal, remetendo o habitual fluxo dispersivo dos meios tecnológicos existentes para 'ruído de fundo', e invocando silenciosamente uma Atenção Concentrada e Coordenada entre 12 pontos na Terra.
Também aqui é incluído o contraste, culminando quando uma facção militar terrestre provoca uma explosão dentro do objecto, sem o conhecimento dos interlocutores humanos Louise e Ian, em que a primeira reacção dos visitantes é proteger os dois humanos de serem atingidos pela explosão. Só depois, sem qualquer retaliação, se dá então a sua resposta (não reacção) na forma daquela impressionante viragem para a postura horizontal, sinalizando descontinuação no Canal de Comunicação Vertical, postura onde os humanos rapidamente lêem a mensagem de que os visitantes não mais facilitam a entrada dos humanos no seu espaço, mas, que não se vão embora, apenas se re-posicionam mais acima - Sintonização numa Oitava acima é a Escuta da Forma implicitamente proposta em toda a postura deles, na sua elegante e perene reverência à Paz.
Enquanto a Escuta da Forma estiver colada à terceira dimensão, o ser humano, nesse actual nível de consciência em média, só valida o que é compreensível até 3D, e tende a fechar os canais acima. É isso que as ciências tridimensionais fazem: buscam e oferecem uma compreensão no nível 3D daquilo que tem origem além 3D. Então, claro que estas ciências são limitadas e limitadoras, mas satisfazem o ser humano 3D, que valida essa compreensão sem a questionar, vendo na ciência o ponto mais avançado de compreensão, uma vez que delega nela o acto de questionar. Sim, esta ciência questiona, mas só valida o que pode ser comprovado dentro do seu próprio método de avaliação tridimensional. Então, dali a pouco a ciência descobre uma verdade que torna a verdade anterior obsoleta, ou pelo menos relativa, e aí o ser humano 3D passa a validar esta outra verdade. Isto é um processo sentido como seguro para o ser que estacionou a sua individuação no seu nível pessoal tridimensional, que ainda não se abriu ao contacto consciente com, e portanto não INtegrou, o seu nível transpessoal e multidimensional. Mas isto não quer dizer que as dimensões mais amplas, que este ser nega, não sejam uma Realidade no seu respectivo plano. Apenas quer dizer que o ser não tem acesso consciente a esse plano, e portanto necessita que tudo seja trazido ao plano tridimensional, uns na direcção físico-emocional-mental, outros na direcção mental-emocional-físico, e muitos fragmentadamente-oscilatoriamente-predominantemente num destes três corpos. Daí que tanto as emoções como os sentimentos mais subtis e profundos, assim como os sintomas e sinais que o corpo físico emite como consequência última da negação, sejam levados a um consultório externo para serem auscultados, diagnosticados, tratados por terceiros, terceiros que são instantaneamente validados pelo facto de se apresentarem ao lado das ciências correspondentes. Isto é o sistema fechado sobre si mesmo. Recusa a abertura de Canais Superiores.
E como a Vida é cúmplice com aqueles de nós que dão tudo de si pela causa da Vida na sua Infinitude, eis que mais um sensível filme, biográfico, surge à última hora a ilustrar este ponto.
O desafio que o Receptor 3D nos coloca é do tipo: "prova-me que isso é verdade". E então eu até posso provar, e apresento inúmeros exemplos pessoais e ilustrações, mas para o ser sentir e validar essas provas, ele precisa de as olhar a partir de um ponto de observação equivalente àquele a partir do qual elas estão acessíveis, e se o ser não estiver disposto a isso, ele vai apenas ficar no mesmo ponto onde está, a argumentar, a exigir provas, em vez de dar o passo que lhe permite ver - esse filme, The Man Who Knew Infinity, baseado na história real desse jovem indiano que veio a revelar-se um contributo impar, é o mais exacto que poderia ser para demonstrar o que digo aqui, pelo que me revi e me comovi ao vê-lo.
Dando eu o passo de ir ao encontro do outro que não está se abrindo ao que estou trazendo, mesmo tridimensionalmente, costumo ilustrar isto com um tipo de proposta de movimento do próprio corpo físico, sabendo que o corpo pode revelar coisas à mente: se tu e eu estivermos sentados à frente de um muro e eu me levantar para ver o que está para além do muro e depois te relatar o que vi, qualquer coisa que eu te disser é susceptível de ser questionável por ti, enquanto tu não te levantares e olhares por ti. E o que se verifica quando há grande resistência a ver, é que o ser prefere ficar sentado a argumentar do que simplesmente levantar-se e ver por si. E enquanto isso, confia no relato das ciências, ou das religiões, que lhe permitem continuar sentado e receber a informação pronta via televisão, ou outro meio de correspondente emissão.
Dito isto, ocorre-me este conjunto partilhado na segunda mensagem IMpossible de 9 Dez. 2015. Quando se apela ao Outro Ver, que envolve os sentidos internos a par dos externos, a visão eleva-se a Outra Oitava, e então eu posso sim ficar sentada, e a Tele-Visão é Outra.

State of the Art Home Tele-Vision,
streaming my constant Tele-News program,
broadcasted Live through channel WayShower
Remote Control Set to the HeArt of the Sun
Nota: Esta composição não foi montada para a foto ou para a mensagem. A imagem está colada ao centro do ecrã desde há uns anos, e antes dela esteve outra.
No dia seguinte a escrever este segmento, em trajecto de comboio de regresso a casa, uma senhora sentou-se ao meu lado e fez três telefonemas sobre uma tv de que queria desfazer-se. No primeiro contacto perguntou a uma pessoa se teria uma caixa de cartão para pôr a tv dentro junto ao lixo. No segundo perguntou a outra pessoa se estaria interessada na tv - "porque ela liga, mas não em todos os canais, está dessincronizada, precisa que alguém a regule". No terceiro voltou a falar com a primeira pessoa para actualizá-la de que a tv se destinaria àquela segunda pessoa que teria condições de a sintonizar, e assim já não iria para o lixo. Perante a sincronia, claramente não era para eu não-ouvir a conversa alheia - era para ouvir! A minha Atenção Sintonizou mal ouvi a palavra televisão. Então aqui está a multi-proposta. Se me puser a explicar, estrago.
Da tv para o Cinema, enquanto o cinema em geral tem um papel semelhante ao das ciências - ao trazer para a terceira dimensão elementos que não sejam da terceira dimensão, chamando-lhes ficção científica, cria um espaço seguro para os receptores tridimensionais se permitirem entrar momentaneamente noutros vectores de existência - o Outro Cinema e o Outro Ver Sabem muito bem distinguir o que é ficção do que não é. A diferença é que no ser humano 3D este Saber vai dar-se de forma inconsciente, enquanto que quem já está no processo de INtegração multidimensional passa a receber esse INput também de forma consciente. Mas todos nós estamos tendo as nossas Memórias Extra-Terrestres Activadas - Extra-Terrestres, não alienígenas - porque nós só temos origem terrestre nesta específica dimensão e encarnação humana, que é 1 parte de quem Somos. O Cinema, quando de qualidade, pode ser uma
preparação para a Estação Dimensional Seguinte da Consciência Terrestre Humana, que nos actualiza na Cidadania Galáctica - que só não consta no Cartão de Cidadão (ID) porque na actual Estação a humanidade ainda se coloca questionamentos básicos do tipo "Seremos os únicos no Universo?". Na Estação Seguinte, é só uma realidade normal - o cartão é só a metáfora do arcaísmo quando este meio é projectado para o futuro (quem melhor do que Leeloo para apresentar o multi-cartão!).
Mas, a mudança de Estação está longe de se reduzir a viagens interesteleares em veículos tecnologicamente avançados. Se recuarmos a 2001: A Space Odyssey (1968), tal conhecimento já lá estava - apesar de a informação e tecnologia ali retratadas nem serem ainda conhecidas na época. Interstellar (2014) também dá testemunho desse conhecimento, e vai além dessa tecnologia na brilhante aproximação física à simultaneidade espaço-temporal via Tesseracto.
"Space Programme" ?
"Science Fiction" ?
"Disclosure" ?
:: na HiperRealidade
A [minha] dimensão onírica e liminar é equivalente a um Tesseracto.
Quem INveste nessa dimensão de Si, sabe do que estou a falar. Diariamente faço anotações que me possibilitam depois Ler os meus códigos e narrativas sincronizadamente. A INformação não é oferecida de forma linear, porque não vem da nossa dimensão linear.
Não são "Eles". Somos Nós.
Quem faz o Disclosure de Si mesmo és Tu e Eu. Se queremos entrar em fase com a Família Galáctica, não há outro caminho senão o Shift-into-CapsLock como venho dizendo e ilustrando.
Naquela outra ilustração, directa e metafórica, não adianta continuar a analisar Estereogramas, para continuar sem ver as imagens neles ocultas.
Consegues imaginar um "Disclosure" de Estereogramas?
Podes tentar ir pelo estudo das técnicas, começando por dissecar a imagem gráfica para compreender como é feita, depois fazer exercícios com os olhos seguindo instruções, enfim, a via da aprendizagem aquisitiva via estudo e treino. Mas, a capacidade de Ver vai ter de Emergir de Ti. Mais do que um resultado experimental previsível ou controlado pelo "eu", isto acontece em consequência desse "eu" ir dizendo SIM às dimensões superiores e paralelas da existência. O Disclosure dá-se Verticalmente de Ti-para-ti como consequência do SIM Estável de ti-para-Ti. Então sim, "Eles" Chegam. Também. Ou melhor, Nós Chegamos para dentro do plano onde deixa de haver diferencial, e portanto o invisível se torna visível. Isto deveria dissolver a persistente noção 3D de que os humanos ficam onde estão e eles é que descem ao nível dos humanos - isto é o que o consciente 3D busca e está à espera de "ver" acontecer para então validar tudo o que entretanto remete para dentro da caixa Ficção Científica, à espera que a mesma ciência 3D apresente "provas" de que eles existem. E já agora, depende de que "eles" se esteja a falar. A Família Galáctica está de igual para igual connosco no plano em que Nós estamos vindo de Lá para Cá, de Cima para Baixo, de Dentro para Fora - Céu > Terra. Não o inverso - Terra > Céu. No inverso, ainda há "espaço" para outros "encontros" com outros "eles", sobre os quais não saberia o que dizer, apenas ficam FORA da minha Esfera, da minha Atenção, do meu INvestimento. Entre Céu e Terra dá-se o Encontro, que não é um 50%|50% metade Céu metade Terra, é um 100%|100%, e , um 0%|0%, Tudo-e-Nada em Um só. Não estou a dizer nada assim tão transcendente - basta olhar para as estrelas no céu com Olhos-Coração para compreender e sentir como é isto. E como os meios urbanos nos roubam isto por fora a troco de muitas luzes eléctricas, por dentro acontece-me ter os olhos fechados à noite deitada e por vezes ter visões do céu estrelado como se estivesse de olhos abertos a olhar para o céu. Outras visões ocorrem da mesma forma, umas mais breves outras mais prolongadas - por sinal muito parecido com a sensação óptica de ver relaxadamente as imagens ocultas nos Estereogramas.
Somos Nós que estamos a Chegar de N*OVO, mas não estamos a Vir para actualizar a terceira dimensão e permanecer numa terceira dimensão futurista - Lagartas aladas? Estamos a Vir para transcendê-la para 4D-5D, que é o Destino Seguinte da Consciência Terra-Humanidade - Borboletas. Tudo o que vemos ser tridimensionalmente apresentado como futurista, que põe os olhos 3D focados no progresso tecnológico e aponta para um futuro de trans-humanos feitos de misturas orgânicas e inorgânicas manipuladas por terceiros em trans-laboratórios e disponibilizadas em catálogo à escolha numa civilização robotizada é apenas representação externa, ainda tridimensional, da Real Evolução que é INterna, e portando Sublima e Subtiliza a Matéria, que é Sagrada, dentro das Leis da Estação seguinte que não são abrangidas pela terceira dimensão. Esta é a grande confusão que vejo desde sempre à minha volta e já produzia em mim impaciência e tédio antes de ter consciência do porquê, particularmente face aos infindáveis debates e discussões ET/OVNI/UFO. Mais uma vez, o que amei no filme Arrival é que ele transcende estes debates e toda a abordagem interestelar e coloca a perspectiva numa INstância mais madura. Para mim é um bálsamo para os Sentidos, porque torna Presente a qualidade Etérica INerente ao espaço físico, qualidade que constitui a minha primeira Esfera de Acção - Acção no HiperEspaço, poderia dizer - em que me sinto em Casa, que me faz sentir em Casa num Planeta, além confusão civilizacional.
Vivendo esse Plano Paralelo no âmbito da [minha] dimensão onírica lúcida, já vi imensas dessas naves interestelares no céu, por vezes estando simultaneamente a viver essa visão e a testemunhar-me a ter essa visão. Estou lá fisicamente, mas é outro tipo de fisicalidade, correspondente à dimensão onde elas se situam. Os nossos olhos têm a capacidade de as ver, mas essa capacidade permanece velada até estarmos preparados para ampliar a visão sem que isso cause danos nos nossos corpos físico-emocional-mental. Porque há sim um impacto interdimensional sentido nos corpos, e há sim um processo de adaptação gradual em curso, mas para aqueles de nós que têm estas Memórias D+, isto é sentido como uma recapitulação, mesmo ao nível físico.
Não o digo como quem leu ou ouviu falar, Vivo-o.
Vem a propósito partilhar um sonho-recapitulação meu que surgiu claramente para me dar uma confirmação tangível e transmissível da distinção Ver-ver no que diz respeito ao avistamento de naves: ocorreu há cerca de um ano e meio, quando a minha mãe foi operada às cataratas nos dois olhos; ao contrário dela, eu quis saber tudo acerca desse processo cirúrgico, perguntei ao médico e depois assisti a vídeos online que a retratam em detalhe; ficou então claro para mim que uma membrana danificada é removida e outra artificial é colocada, algo que me senti logo a invalidar como procedimento aplicado ao meu corpo; no dela, na prática, ela passou a ver com maior claridade, mas não alterou significativamente o seu grau de visão, tanto que manteve os óculos quase sem alteração na graduação; no breve sonho, estamos as duas numa estrada, em paisagem ampla e desobstruída, e de súbito eu vejo surgir no céu uma nave, seguida de outra, e de outra, e de outra . . . elas não chegaram, apenas se tornaram visíveis. Eu reajo com entusiasmo apontando e dizendo para ela "OLHA! estás a ver? OLHA! OLHA!" Mas ela não vê.
Esses Sonhos-recapitulações-paralelos D+ em que vivo o plano físico subtilizado vêm acontecendo gradualmente em anos recentes. No início sentia-me desajeitada nas manobras, tal e qual como quem está a (re)aprender a dominar o uso de um veículo, só que não há veículo, nem qualquer dispositivo, é o meu próprio corpo humano que Age e faz Agir outros corpos-formas-veículos, não como terceiros, mas como parte de mim, e não estou a falar do que chamam viagens astrais, nem de nada que tenha referencial anterior na minha vivência ou observação tridimensional. É uma Realidade singularmente inconfundível com qualquer aproximação teórica ou cinemática por mim vista. Simplesmente não é possível recriar aqui, soa a imitação, não corresponde, e Lá é sempre Original, irrepetível, inimitável - relendo isto agora, depois de ver o filme The Man Who Knew Infinity, evoco a parte em que a originalidade é comentada, sem que os académicos compreendam a sua Fonte.
Nas tentativas de representar essas HiperRealidades, entre as melhores que se encontram são aproximações do tipo do Tesseracto, que é uma representação tridimensionalmente perceptível de algo não tridimensional. E como o próprio Tesseracto também não é uma construção geométrica 3D, a sua visualização pode Activar Memórias D+. Noutros Sonhos e Visões INternas vi formas, entre elas certa vez uma que parecia ser um crop-circle, que depois pesquisei e pesquisei online, mas não adianta, nunca nunca encontro cá fora formas exactas do que vi dentro, incluindo naves. Não admira que o objecto Arrival tenha tido tal impacto em mim. Mas aí, não é que tenha sido uma correspondência de forma INterna com forma externa, não, essa visão do objecto foi antecipação-futuro do que estava a caminho, um vislumbre-código daquele objecto-código do filme em si, que teria particular relevância para mim, incluindo como comunicadora digital - na prática, Tesseracto em Acção. Não obstante o filme, ou os filmes, reforço que a forma específica daquele objecto tem um Fundamento HiperReal dentro de Mim, de Nós.
Assim vai ficando tangível que Geometria Sagrada não é uma teoria gráfica, é Viva. Na tela INterna surgem geometrias que correspondem a cada vector de Consciência que eu esteja a Viver. Nós somos Consciência na Forma, e a Forma tem Geometria INerente. Não era por acaso que sentia na escola uma atracção-vocação destacada para o desenho geométrico, para a simetria, para a precisão e exactidão, mas não sentia nem sinto a mínima atracção pelo cálculo matemático - isto também é abordado no filme The Man Who Knew Infinity, ele sim, um génio da matemática, mas o que temos em comum e borbulhou em mim foi perspicazmente observado pelo amigo académico britânico: paixão pela Forma, pelo Padrão. Para aquele jovem indiano, matemática era como uma Arte de Encontro com o Mistério da Vida, não um procedimento de cálculo linear, que para ele era um tédio. Posso entender bem este tédio, porque para mim é como se tudo o que é externamente técnico fosse supérfluo, porque é INerente. O meu próprio processo cognitivo não [cor]responde. Independentemente dos dons e da vocação-função de cada um aqui, fica evidente em que se traduz uma mente D+. Depois, o que se passa ali nesse filme é uma síntese externa entre ocidente e oriente, equivalente à síntese interna entre os dois hemisférios cerebrais. Mas ainda assim, a Mente D+, que é supra-cerebral, sente isso como um retrocesso, e o filme é exímio em demonstrar isso, deixando claro no final que o real contributo foi do hemisfério direito para o esquerdo, não o inverso.
Partilho a seguir alguns dos meus Sonhos-recapitulações-paralelos D+. Considero este um momento crítico nesta mensagem. Reflecti bastante antes de decidir partilhar estes registos lúcidos mais íntimos, sabendo que podem não ser recebidos na mesma Nota em que os Vivo e partilho, mas, dentro da devida reserva, prevalece o IMpulso de contribuir para ampliar e validar a abertura de Canais D+ nos demais:
Deslocar-me em voo de um ponto para outro ou sobrevoar regiões que tanto podem ser na Terra como não, mas não se identificam como sendo a Terra 3D, onde certa vez avistei junto a uma zona litoral um mamífero com dimensões e características não-terrestres, ao mesmo tempo que comandava telepaticamente um conjunto de pedras escuras semi rochas semi seixos a formarem uma figura humanoide, não robotizada, com vida e expressão anímica (sorrindo-me), como uma extensão de Mim mesma no Reino Mineral. -- Com cada Reino Terrestre sinto a comunhão correspondente, mas dá-se uma particular comunhão com este Reino. Costumo dizer espontaneamente "sou das pedras", mas não tem a ver com atracção selectiva por pedras e cristais pela sua radiação directa, é mais um Sentir a correspondência de que o Reino mais Denso na Terra é também o mais Denso no Céu, indicador de Estabilidade numa Oitava Subtil, um dos paradoxos SkyWalker, que dá sentido ao valor destacado que damos ao Diamante e ao Ouro, pelas suas qualidades únicas quer físicas quer simbólicas. Este tipo de voo pode assemelhar-se ao do parapente, na sensação física de elevação sem esforço, como uma ave que avança para fora da falésia e plana sem cair - um movimento que observo com frequência aqui nas gaivotas por perto e sinto como muito natural, celularmente familiar. Daí esta minha identificação instantânea com o parapente. Nunca pratiquei, mas estive muito perto disso quando por volta de 2006 fiz contacto com um praticante que poderia ter sido o meu transportador. Curiosamente, aprendi que nessa prática é preciso ter um certo peso físico, abaixo do qual não se consegue estabilizar bem o parapente, daí ele praticar natação para manter massa muscular, peso. Ainda bem que isto não se aplica a um corpo físico subtilizado, no qual gravidade e anti-gravidade estão em fase. Birds Know . . . Em contraste, tudo o que neste planeta produz diferenciais acentuados em função da gravidade sempre foi desfasado de mim, como constatei agudamente na única vez que andei numa montanha-russa. Chega a ser violento, ofensivo . . . não me atrai de forma alguma 'desafiar a gravidade' acentuando-a.
Andar-deslizar e fazer manobras tipo parkour ao longo de escadas e outras estruturas, a uns 15 centímetros afastada do solo e das outras superfícies. -- Este tipo de movimento pode assemelhar-se ao daquelas tábuas de skate em suspensão, mas, eu nunca pratiquei skate e afins, nem tenho experiência de desportos e práticas radicais de nenhum tipo, embora sinta memória física-celular de certos movimentos associáveis a desportos, como quem já os praticou.
Deslocar objectos físicos à distância - este acto demorou um pouco, e recordo com humor a expressão facial que fiz quando consegui.
Ser um ser humano a explicar a alguém como eu funciono enquanto nave de luz circular feita de substância luminosa não sólida, nave que está uns metros acima das nossas cabeças, e ao mesmo tempo ser a própria Nave como parte da minha fisicalidade. -- Daí que sinta a pilotagem como algo inato, não uma aprendizagem mecânica ou electrónica, mas também não posso dizer que é orgânica, é uma acção dos sentidos subtis, mais na linha telepática, mas também aqui em dinâmica com a matéria, outra Matéria, que também sou Eu. Este acto pode assemelhar-se à sensação dos jogos virtuais, que eu não jogo, nem tenho jeito nem paciência para jogar, como já pude constatar.
Correr sobre a água, que simultaneamente é rasa e profunda, porque em baixo dos meus pés na água está um grupo enorme de golfinhos que nadam a alta velocidade enquanto corro junto com eles à superfície sem ser possível 'pisá-los'. Este guardo com especial carinho, comoção, alegria entusiástica, gratidão, pela Dádiva que só esta Família me pode dar, neste caso vinda no momento e na forma exactos em termos da correspondência Acima-Abaixo que estava a necessitar.
Não é demais reforçar que, embora aconteçam durante o tempo de Sono, todos estes actos não são como sonhos, são tipo um Vou-Ali-já-volto, como visitas a planos paralelos D+, deixando registos activos na memória física-celular, sensações imanentes nos meus corpos subtis, não separados da Identidade desta maria. Num sentido, são tão reais como o acto físico de estar aqui sentada a escrever estas linhas. Noutro, são Mais Reais do que o acto físico de estar aqui sentada a escrever estas linhas.
Pode então surgir a interrogação:
Porque será que não fazem parte da minha vida vigil tridimensional?
O quê e quem é que em Nós pode subir e descer dimensionalmente?
O quê e quem é que em Nós pode viajar do ponto A ao ponto B,
desmaterializar-se e rematerializar-se num dado ponto? O quê e quem é que em Nós pode estar em dois lugares ao mesmo tempo? O que é teletransporte, telecinese, bilocação, viagem no tempo? Eu não sou sugestionada de fora para dentro porque não ando a estudar estes temas, mas costumo atrair a informação que confirma o que vivi ou ressoa dentro como Memórias em vias de voltarem a tornar-se conscientes.
Teletransporte, telecinese, bilocação, viagem no tempo e outras funções D+ são HiperRealidades que ocorrem a partir de Leis físicas que são normais a partir de 4D para 5D, não fazem parte da terceira dimensão, e como tal, quem as vive não está sob as Leis da terceira dimensão, quer esteja em estado vigil quer esteja em estado onírico. Vivê-las implica uma alternância interdimensional, mesmo que pareçam ocorrer na terceira dimensão. Tanto posso dizer que essas HiperRealidades que vivo no estado onírico são preparatórias para a mudança dimensional iminente na Terra, como posso dizer que já estou a vivê-las paralelamente como normais na dimensão correspondente. Quando estou Lá, embora em corpos subtilizados, a minha Identidade 3D também está Lá em Consciência - multidimensionalidade - e portanto também ainda sinto os diferenciais, sobretudo emocionalmente, mas com o avanço da recapitulação, cada vez é mais normal mesmo para a Consciência 3D. Isto reflecte-se bastante nos avistamentos de naves em estado onírico, que agora já acontecem com menor impacto nos corpos subtis, mas continuam a fazer emergir sentimentos sublimados, semelhantes aos que senti e sinto diante do objecto Arrival - esse objecto emana um efeito interdimensional.
No lado 3D, posso exemplificar de uma forma simples de entender o teletransporte, que também repercute para as outras três HiperRealidades: se escreveres uma lista aleatória de palavras ou números num processador de texto ou folha de cálculo e depois deres o comando para as ordenar por ordem alfabética-numérica, elas vão mudar de lugar diante dos teus olhos. É como mudar coordenadas, a ordem dos dados obtida é outra, e o local de destino também. As pessoas da área IT sabem melhor do que eu como o código funciona. E ainda que a área IT possibilite óptimas analogias nesta linha, tudo isso continua a ser tecnologia externa, ou seja, representações externas, dentro das Leis físicas aplicáveis à terceira dimensão, de Tecnologia INterna, cujas Leis físicas são outras. Tridimensionalmente, a minha relação com a tecnologia é do tipo orgânica, ou seja, o que espero dela é que funcione bem, como os órgãos no meu corpo. No caso do corpo, a Criação já tratou disso, eu só tenho de viver de acordo com a Matriz Original que me corresponde para que continue a funcionar bem. No caso da tecnologia criada pelo humano ela deve ser um facilitador da vida, não uma meta, deve libertar o humano o mais possível das funções repetitivas para o exercício das suas funções mais nobres enquanto co-criador do Infinito no finito - esta deve ser a Meta-física. No mais, tecnologia externa, enquanto tal, não tende a fascinar-me, e a sua sofisticação só faz sentido se for para reter o menos possível a minha atenção, de contrário entra no sector da minha impaciência, principalmente se implicar aprendizagens aquisitivas do tipo manual - sempre foi assim. Quanto a isso, a directriz que constatei em mim é muito simples: aprendo o que preciso, estudo o que não preciso mas me é exigido, e a prova é que esqueci e esqueço quase tudo o que estudei e estudo, não armazeno informação. O conhecimento em mim é do tipo Biblioteca Viva, ou seja, pelo meu consciente 3D nunca sei se sei nem o que sei, mas INternamente Sei que Sei-sei o que preciso de saber quando preciso realmente de saber, não equivale a possuir um banco de dados em memória, é um acesso directo, nunca separado de quem Sou na INtegralidade - como se pode observar na minha transmissão, toda ela emerge do que Vivo e do que Sou, nem consigo sequer conceber outra forma. Na mesma linha, nunca senti vocação para ensinar, pelo menos nos moldes comuns. Sinto grande reserva interior e criativa em utilizar conceitos específicos que sinta como externos a Mim, fazendo-o somente quando identifico neles um tipo de Universalidade Ressonante e Reverente que me permite fazer as minhas próprias re-associações sem lhes corromper a Nota Original, mas antes amplificando a sua abrangência a outros horizontes que me habitam - e volta-se a evocar aqui o filme The Man Who Knew Infinity, na parte já apontada sobre a Fonte da originalidade.
Voltando a Arrival, naquele objecto e naqueles seres há zero tecnologia externa. Eles são Consciência materializada numa Forma que fala por si mesma, e por isso pede Escuta INterior, mais do que qualquer técnica exterior para decifrar códigos gráficos.
Eis aqui a minha Tradução do Ponto-Chave a reter
quanto à proposta de Linguagem Universal:

Esta simbologia gráfica apresentada por aqueles seres não é a sua linguagem, é a sua resposta gráfica à abordagem gráfica humana. Então, é nesta Forma gráfica que são passados os Códigos para abrir a porta dimensional do tempo-espaço, necessária para que os humanos transitem para a Estação seguinte, onde as equações da vida mudam em função da passagem do tempo linear para o tempo cíclico. Louise corporificou esta transição de forma dramática na sua vida pessoal, em resultado da dinâmica íntima com esses seres, para poder compreender a sua Real Função junto a eles, que vieram solicitar uma ajuda que viria a ter consequências benignas na 'futura' realidade deles, em interdependência com consequências benignas na 'futura' realidade humana.
Este era afinal o objectivo da vinda deles, tão procurado e tão temido pelas forças militares e pelos povos do mundo, habituados à única abordagem dualista que conhecem de resolução - pela via do conflito. Então, da mesma maneira que uma forma gráfica serviu de ponte interdimensional, assim também o foco dado pelos humanos aos OVNI/UFO pode fazer destes uma ponte interdimensional, se os mesmos não se tornarem uma distracção ao verdadeiro Contacto, que invariavelmente é sempre INterno, como Louise descobriu quando o outro objecto menor de forma cilíndrica a veio buscar, sozinha. Lá dentro, ela sentiu agudamente nos seus corpos subtis os diferenciais dimensionais. Ali, o Canal de Comunicação purificou-se ao ponto da forma gráfica deixar de ser necessária. Passou a ser possível cada um falar na sua linguagem e ser entendido na linguagem do outro - eis a Fórmula da Linguagem Universal.
Como seria de esperar num Planeta a caminho da quarta para quinta dimensão, o paradoxo está presente quando, também na Linguagem, o factor Universal se traduz não na uniformização mas na personalização.
Não se trata de adoptar uma língua única ou inventar uma língua nova que todos vão aprender - como Luc Besson criou para o filme 5Th Element e Milla Jojovich teve de aprender para a personagem Leeloo. Muito pelo contrário. A unicidade situa-se na INdividuação, cujos códigos Ressoam n'O Código Universal de Coesão.
Se toda a humanidade estivesse em fase com Louise no estado em que ela se encontra dentro daquela câmara no objecto cilíndrico menor, não seria preciso recorrer à linguagem gráfica trazida pelos seres, que Louise foi instruída a aprender e ensinar difundidamente em todo o planeta, tendo por base a publicação de um livro que ela viria a escrever. Porque no actual estado de consciência da humanidade, o recurso gráfico ainda se aplica. Porém, aquele recurso gráfico específico tem uma Forma que intrinsecamente emana a Fórmula da Linguagem Universal que descrevi: o círculo constante reflecte O Código Universal de Coesão e as variáveis em torno do círculo reflectem os códigos que se formam a partir do Referente.

Em cima uma colectânea de várias transmissões.
Em baixo uma transmissão dramática feita de uma vez só.

As três imagens colhidas na Internet
Muitas análises são possíveis a partir de diferentes linhas de abordagem, e passei os olhos por algumas interessantes, outras rebuscadas, e outras conspirativas, mas não é minha função-competência ou proposta trazer a análise exaustiva desta linguagem gráfica ou mesmo do filme.
O que Sentes, o que Escutas ao olhar esta Forma?
Forma desenhada no Éter apenas pelo tempo necessário para IMprimir nele o seu Signo, e se dissolve em seguida. Forma impermanente. Signo Perene.
Forma que o humano 3D sente necessidade de reter visualmente, tangivelmente, tatuando-a na pele e na roupa (como pude ver online), mas não necessariamente se Abre à Sintonização INterna Transmutadora, como Louise se Abriu. Essa é a Proposta.
Neste ponto trago alguns paralelos na linha da expressão e função gráfica da Forma - aqui tudo se passa em estado vigil, mas não deixa de ser HiperRealidade:
Golfinhos e baleias comunicam com humanos via imagens acústicas, que contêm elementos do Referente humano, mas dispostos num Código que não visa o consciente 3D humano, e por isso INvoca a percepção D+ nos humanos. Passa-se exactamente o mesmo na minha comunicação INterna, de Mim para mim, que é altamente personalizada, ninguém mais a poderia entender, mas mesmo assim, há partes que compreendo instantaneamente e outras que pedem para ser decifradas, num processo profundamente INtegrador de refinamento da sintonia e dos códigos, que não poderia ocorrer por via externa, embora a via externa seja instrumentalmente convergente como Referente. Os elementos externos que se tornam Referente podem ser quaisquer uns que estejam no meu horizonte em cada momento, alguns dos quais são constantes (p.ex. números-código = com um determinado significado atribuído por mim própria), outros transitórios (p.ex. símbolos mahjong ou de cartas de baralho normal em alturas em que ande a jogar), sendo alguns verdadeiramente fenomenais - Humor Cósmico, como costumo dizer, que revela a INteligência em Nós que passa ao lado dos testes QI. Toda esta dinâmica e linguagem é comum à dos Sonhos, mas aqui acontece numa forma mais parecida com o Morse, em sequências de segmentos mais curtos - mais uma ponte com Interstellar.
Muita Arte é fruto desta dinâmica INterna, incluindo o conteúdo de muitos filmes, entre os quais os ditos Sci-Fi.
O projecto maria tudo tem na base do seu conceito criativo uma função integrativa quanto à dinâmica entre a Constante e as Variáveis: "Uso a forma como parte integrante e integradora do conteúdo, desconstruindo e remodelando funções de modo a religar o visível e o invisível, o tangível e o intangível, na Totalidade de Ser entre a Terra e o Céu." - in Círculo 1, Intro Essência.
Dou um exemplo que se passou comigo em ínicios de Março: sentei-me com uma folha A4 à frente e comecei a desenhar umas linhas sem nenhum desenho preconcebido. Preenchi toda a folha com formas diferentes em diferentes sectores, sem nenhum planeamento mas procurando ocupar todo o espaço da folha, no verso da qual tinha escrito uma afirmação. Como tinha apoiado a folha sobre um cartão canelado, a caneta tremia e as linhas saíam tremidas, o que parecia ter uma influência própria acrescida. No final, notei que o meu cérebro ficou num estado alterado, como se fosse perder os sentidos, numa sensação desconfortável que associei ao facto do conjunto ser na sua maior parte vazio de sentido para a parte do cérebro que neurologicamente processa essa função. Não foi um transe, foi um acto consciente, mas o que desenhei-escrevi não formou um conjunto coeso, foi como uma "colagem" onde constam alguns elementos que por si têm significado mas que ali foram reduzidos à função de significante. A Consciência não reconheceu ali um Código de Coesão, por isso o Referente tornou-se irrelevante. Este episódio revelou pela via do contraste como o efeito gráfico é real e pode ser usado de forma benigna ou não benigna. As chamadas línguas sagradas, como o Sânscrito, estão universalmente no lado benigno.
Nesta linha, ocorrem-me os gráficos de Radiestesia, alguns dos quais incluem elementos do Sânscrito. Tomei conhecimento desta prática no âmbito de um mini curso introdutório mas prático, no Brasil em 2002, e desde então passei a ter colado a cada aparelho eléctrico o gráfico que reduz a radiação EMF, e outros noutros locais, com funções específicas.
Poderia ter atalhado muito discurso e ilustração se tivesse dito tudo numa só palavra: Telepatia. Claro. Está implícita. Mas em vez de manter a percepção apenas no nível conceptualmente já assimilado pela mente cognitiva concreta, para a qual em muitos casos o conceito em si continua a ser uma abstracção, o meu IMpulso é o de abrir horizontes expandidos para dentro e para fora, proporcionando neste caso sentir como se chega à Telepatia, e compreender o quanto ela é íntima sem ser invasiva, própria da constituição cristalina para a qual nos encaminhamos, e que nos vai aproximar a seres terrestres e não terrestres que têm essa Função Activa. Basta olhar para o Reino Animal com este Olhar . . . onde os cetáceos se destacam nessa qualidade específica de comunicação consciente, individual e grupal.
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Escutar a Forma na HiperRealidade pede
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:: Tradução
Louise é linguista, não tradutora, mas constando do topo da lista nacional de tradutores, é enquanto tal que é procurada e escolhida para a função. Foi-me impossível não sentir identificação quanto à função, sendo que antes disso uma das primeiras cenas do filme mostra Louise começando a dar uma aula de linguística sobre a Língua Portuguesa. Decididamente este filme parecia de Encomenda a confirmar a função Tradutora desta não-tradutora que vos escreve.
A formação académica como tradutora surgiu sem planeamento, apenas tomei conhecimento do curso e pareceu-me um modo de dar direcção à minha já natural afinidade com idiomas. Desde criança, ao ouvi-los falados na tv, que em casa só tivemos numa fase adiantada da minha infância, sentia uma facilidade em compreender e falar apenas ao ouvir e ler as legendas sobretudo de filmes e séries, que em Portugal felizmente sempre foram transmitidos no idioma original. Aprendi pedaços de francês e inglês por mim mesma antes destes fazerem parte do ensino - francês a partir dos 10 anos e inglês a partir dos 12 anos – e foi nesses dois idiomas que me formei como tradutora, embora sinta facilidade noutros afins, e reparo que continuo a captar vocabulário noutros, quando há legendas ou traduções consecutivas mantendo o original e o PT. Idiomas estiveram sempre presentes no meu percurso, não como meta, mas como uma inclinação multilingue e internacional, apesar de ter viajado muito pouco.
Bem, isto não é um CV nem uma carta de apresentação (ou será que *é* ?!), é um fio de background que continua a ilustração conduzida nesta mensagem.
Soube rapidamente que traduzir idiomas não era o ponto, não me realizava, mas parecia que essa actividade tinha uma função subliminar paralela, era a mais próxima do outro acto de Traduzir que viria a emergir depois gradualmente de forma mais consciente. Mas como sempre, nada é em vão. Então, uma das curiosidades do curso era uma disciplina chamada Teoria da Tradução que me mobilizou em torno de certas questões pertinentes ao acto de Traduzir, visto que as estava a viver na prática. Por exemplo, havia certas questões que se colocavam somente com os professores nativos britânicos, dois dos quais me fizeram observações na mesma linha do tipo “Very good, but you shouldn’t copy.” Quando vi isto fiquei tipo “What?” Conversando com eles, pude perceber que tanto um como outro não consideraram possível que uma aluna mediana se saísse com certas propostas de retroversão (PT > EN) que usavam vocabulário aprendido noutros contextos e apresentados de forma original, portanto presumiram que copiei de algum lado. Seria vasto falar de todas as incoerências académicas.
Vários anos e outras voltas depois, quando comecei a traduzir livros, vim a ter problemas semelhantes com as editoras, porque algumas das minhas peças de tradução do inglês para o português começaram a não soar a um português de Portugal. Porque ao contrário do que dita a dita Teoria da Tradução, eu sempre tive como primeiro princípio a fidelidade ao autor, portanto escolhia sempre o termo e a construção mais próximos do original, não por falta de imaginação, articulação ou originalidade, mas porque o autor escolheu aquela maneira de dizer e não outra, e eu ali não sou autora nem editora, sou tradutora.
Num contexto paralelo, acresce referir que antes desta fase editorial, em todos os ambientes profissionais por que passei, que envolveram a actividade de tradução combinada a outras funções, desde especificações de brinquedos a especificações laboratoriais tive sempre o interesse e a oportunidade de averiguar directamente os objectos e procedimentos correspondentes ao vocabulário que tinha a traduzir, o que para mim era bem mais estimulante ao trocar o dicionário pelo campo de acção, e satisfazia a minha necessidade de exactidão.
A partir de certa altura, em que a precisão e exactidão assumiram outra Oitava no meu processo evolutivo, isso reflectiu-se agudamente numa absoluta necessidade de reflectir o autor na sua totalidade, livrando-o de qualquer vestígio meu ou de traços da cultura linguística portuguesa. Claro que aprendi a traduzir procurando correspondências entre a língua de partida e a língua de chegada, mas nessa altura começou a não fazer sentido para mim que uma obra escrita por um norte-americano dentro do seu contexto, aparecesse escrita em português com marcas linguísticas de cultura portuguesa, sendo que eu nunca traduzi obras de romance, portanto nunca se tratou de narrativas e diálogos.
Para além da minha questão com a fidelidade, isto ilustrou uma das mais polémicas questões ligadas à tradução que já tinha retido na tal Teoria da Tradução: a co-autoria do tradutor. Nenhuma editora aceita tal coisa, mas na prática é isso que é esperado de um tradutor, apesar da tradução passar a seguir pela mão de um revisor e a seguir de volta ao editor. Já tive oportunidade de escutar de uma autora portuguesa com quem comentei sobre isto que também ela não gostou da noção de co-autoria caso os seus livros fossem traduzidos para inglês.
Essa discussão permanece nos manuais da Teoria. Na prática, o que permanece em mim é o incómodo diante do que se perde do original ao traduzir. Tenho demasiado apreço pela autoria no sentido de tudo o que é original para poder continuar a fazer o que é considerado um bom trabalho de tradutora, que não é autora nem co-autora. Chega ao ponto de me sentir contrariada a traduzir o que eu própria escrevo em PT ou EN. Por vezes recuso-me, como já podes ter reparado ao encontrar pedaços de inglês na versão PT e vice-versa. Porque em certos casos, ou fica como foi escrito originalmente ou então é preferível não incluir se a opção restante é oferecer uma versão que não sinto ter a mesma genuinidade e ritmo criativos. E isto porque, em tudo o que faço, a forma é intrínseca ao conteúdo, não dá para dissociar.
Felizmente houve excepções: o livro mais volumoso que traduzi e que constituiu o maior desafio criativo em função do gozo de traduzir certas partes destacadas em que o autor exprimia uma originalidade fresquíssima, foi também o mais apreciado pela editora. Sei que o meu trabalho foi apreciado até certa altura, porque sem eu procurar fui procurada, mas um dia deixou de funcionar. Ainda o digo com uma certa comoção. E no dia em que fui às finanças fechar a minha actividade de tradutora, surpreendi-me ao sair de lá a verter lágrimas pela rua. Tinha terminado ali uma etapa da minha vida. E as condições em que terminou envolveram consequências que se estendem até hoje, seis anos depois.
Entretanto, no meu próprio fluxo digital actual, sou escritora-autora, tradutora, revisora, editora, e tudo o mais aqui incluído, pelo que todos os erros e acertos são legitimamente por minha conta. O resto logo se vê . . .
A minha posterior leitura da progressão que culminou nisso foi a de uma consequência prática da transição linguística que se operou dentro de mim no âmbito do meu processo evolutivo como um todo. Por aqui podemos sentir que estas coisas não são teóricas. Dá-se mesmo uma Transformação a todos os níveis, que não deixa espaço para hibridações.
Pensar, escrever, falar em cada idioma ou linguagem cria por si só universos singulares, com moldagem e ressonância dentro de seu próprio comprimento de onda. Este é um processo e um facto que todos experienciam em relação à linguagem, quer consciente quer inconscientemente, mas consequente. Em mim assim foi toda a minha vida, e ter tido a possibilidade de olhar para isso da perspectiva da concepção foi muito mais instrumental do que qualquer aprendizagem para me tornar uma tradutora de idiomas.
Em Louise também se operaram transformações irreversíveis durante o processo de estudo e tradução daquela linguagem gráfica. E esse processo fazia intrinsecamente parte da função que ela se viu assumir.
Para isso ela teve de passar primeiro pela fase mais linear do procedimento habitual aplicável na procura de estabelecer um canal que funcionasse nos dois sentidos, em que não deixou de usar o seu instinto e a sua intuição para improvisar, ao sentir e seguir a necessidade de contacto directo, de ver e ser vista sem defensividade e com confiança. Mas o tipo de resposta e proposta gráfica dos visitantes obrigou os humanos a questionarem e porem de lado os manuais de procedimento, começando pela percepção de que a tradicional imposição e prevalência do idioma inglês nas interações com outros povos não teria chances de se aplicar.
Isto dá-me a deixa para interpor o que na minha concepção realmente ocorreria numa situação de contacto Extraterrestre em termos de comunicação, e que põe a Tradução no nível supra-linguístico que ela assume em mim. Sincronicamente o meu olhar captou o seguinte comentário convergente com a minha concepção, dentro de uma página de análise do filme muitos meses atrás, após ter visto o filme:
“Who is the advanced race now? I think the Heptapods and the Aboriginal Elders would have no need for language to communicate - both share timeless universal wisdom.”
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Escutar a Forma na HiperRealidade pede
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:: Ressonância
"A primeira e mais importante Lei da Vibração"
- Dr. Masaru Emoto
"Na sua forma mais simples, ressonância é a troca de energia entre duas coisas."
- Gregg Braden
As duas peças acima, já conhecidas de muitos de nós, demonstram verdades centrais observáveis e comprováveis em 3D. Na primeira, constatamos que a Lei da Ressonância só é manifestável na forma física que contém Geometria condutora. Ressonância é Geometria. Geometria é rigor, é Lei, não deixa margens, não pertence ao âmbito das variáveis e das aproximações, e portanto não tem origem nem está sujeita a leis, crenças, opiniões humanas. Na segunda (imagem-link), constatamos a ressonância entre um emissor e um receptor sintonizados numa mesma frequência, ou nota, seja ela qual for. A mesma Lei está em acção nas duas apresentações, mas as duas combinadas permitem distinguir dois pontos:
Tornou-se comum o uso da palavra “ressonância” para significar mera concordância ou identificação pessoal a partir do sistema de crenças. Distinção: dois cubos equivalentes podem identificar-se mutuamente, mas por Lei não Ressoam. São só uma colagem, sobreposição, adesão pontual.
Por Lei é preciso que duas frequências afins se encontrem para haver Ressonância, mas esta pode ocorrer em qualquer oitava. Distinção: o facto de haver e de se falar e de se ouvir falar em Ressonância, só por si não é indicador de que se esteja perante um índice vibratório na oitava correspondente à Estação dimensional seguinte, que tem a sua Calibração própria, que pede para se Estabilizar aí, acima da oscilação entre oitavas. Estabilização não resulta de esforço, é consequência da sintonização predominante = INvestimento.
A peça de Gregg evoca dois factos significativos do meu lado:
Na linha imagem acústica, há cerca de dez anos tive uma experiência única de estar a dançar num espaço público e ver uma vasta ondulação de vibração vir na minha direcção, distribuída horizontalmente em todo o ambiente, mas parecendo destinar-se a mim, como se tivesse ocorrido uma sintonização espontânea - Ressonância - entre mim e a pessoa que estava por detrás da música . . . inesquecível desde então, a cena e a pessoa. "a wave travelling through space and across the room", indeed . . .
Quando era adolescente, tinha amigos que tocavam guitarra acústica, portanto fiquei familiarizada com o processo de afinação das cordas. Embora não tivesse esse conhecimento nem tocasse guitarra, aprendi a reconhecer a afinação correcta de cada corda pegando numa guitarra já afinada e tocando uma melodia que inventei usando apenas uma mão e todas as cordas, sem produzir notas musicais com o posicionamento de dedos na escala. Avançando anos, quando Alexandre era criança ganhou uma guitarra acústica de presente e teve aulas, pelo que tínhamos aqui em casa um pequeno aparelho que era um diapasão electrónico, assinalando numa sequência de luzes verde-vermelho a afinação-desafinação de cada corda, estabilizando ao centro quando estava no ponto correcto. Pude então testar a precisão do meu método, regulando primeiro as cordas pelo meu ouvido e depois confrontando com o aparelho. O resultado tendia a ser no ponto correcto, com alguma pequena variação numa ou noutra corda, sendo necessário apenas um ajuste mínimo.
Num mundo onde é tão raro encontrar seres com quem sinta Ressonância a partir da Essência sem que as camadas periféricas comprometam a união, este registo ficou para sempre a Ressoar em mim há uns 6-7 anos, numa compreensão profunda da razão de existirem seres com estas características, algumas das quais me habitam intimamente.
Sentidos apurados para mim não são paleta de virtudes humanas, são Instrumentos de Calibração INactos. Se assim vim, é porque assim Sou, e faz parte da Acção que Assumi ter neste mundo, que não é fruto de uma escolha humana, mas pré e pós humana. Como se pode depreender, a tendência é para sentir todo o tipo de dissonâncias de forma amplificada, aguda, chegando a ser dolorosamente insuportável. Porque vibro muito próximo à Minha Matriz Original, como quem corporifica o Diapasão. Numa escala, posso vibrar a Nota Original em oitavas adaptadas a cada situação, mas, não posso deixar de vibrar na Frequência que Me É INerente, que tem efeito Diapasão.
Vindo daqui, as verdades relativas só fazem sentido enquanto repercussões da Verdade Central. Em consequência, tendo a sentir uma agitação impaciente diante de proliferações laterais cujo ponto de partida e de destino não Ressoa nessa Verdade Central, algo que fica evidente para mim antecipadamente sem precisar de ouvir até ao fim, porque identificando a frequência equivale a receber uma imagem acústica do discurso inteiro, e ouvir até ao fim só confirma o antecipado, o que não nutre nenhuma das partes. É portanto natural que não INvista neste tipo de interacção no que ela tende a manter-se no mesmo ponto, mas inevitavelmente dê comigo a conduzir o fluxo para o nível seguinte. Quem capta esta condução pela via da personalidade tridimensional, pode senti-la como superioridade minha, quando na verdade está apenas a sentir o desconforto da sua descalibração face à Sua própria Nota Original, que Eu Espelho por detrás das suas camadas. Esse desconforto é o sinalizador necessário, mas o que tende a acontecer é a pessoa querer tirar do seu campo aquilo que causa o desconforto, causa essa que projecta em mim, adiando indefinidamente o Chamado à Matriz que o Diapasão Emite, independentemente de qualquer discurso verbal. É Imanente.
Como se pode depreender, isto não foi ao longo da vida um factor facilitador de integração social, até ter começado a tomar consciência humana de quem Sou em Consciência Cósmica. Não que isso tenha facilitado, mas desde aí a dissonância sentida vem se redimensionando para dentro do Serviço Planetário, em vez de ser gritada ou imposta por mim. Ainda assim, pode continuar a parecer um Grito, e pode continuar a parecer uma IMposição, com ou sem emissão directa. Mas só é Grito em proporção à distância gritante captada entre Essência e camadas periféricas, que faz aumentar o Volume Sonoro. Ou seja, é Grito quando há Grito INterno no outro, é IMposição, quando existe traço de imposição no outro - Espelho-espelho.
No processo de fusão do 'pequeno eu’ ao ‘Grande Eu’ rumo à Personalidade INtegrada, que elimina progressivamente qualquer deformação à Emissão do Diapasão, que possa esta maria não ser nem um obstáculo nem uma desculpa para justificar resistências ao Chamado Central que ocorre de Ti para ti, ainda que por meio de Mim-mim. O que Ressoa na Nota Origem-Destino, Emite a Lei, e como tal é incontornavelmente irreversível na Consciência. Podes negá-La para sempre, mas uma vez Escutada, nunca mais sentirás essa verdadeira Paz-Coesão enquanto A negares. Por acaso consegues interferir na formação de um raio-trovão ou de um arco-íris, ou no nascer ou pôr do Sol? O homem, enquanto consciência humana, pode até interferir em alguns ritmos do clima, mas não tem hipóteses de interferir nos Ritmos Cósmicos, a não ser a partir da sua própria Dimensão Cósmica, onde o livre-arbítrio se dissolve na Vontade Espiritual Una ao Plano e à Lei da Criação.
Entretanto, onde o contraste for instrumental ao processo de INtegração, pode ser útil recorrer a um contraste propositadamente radical para distinguir entre o que Ressoa na Nota Origem-Destino e o que ressoa apenas como troca de energia entre duas coisas em fase, ou neste caso, desfasadas: Jesus|Hitler. Podia dizer Cristo|Anti-Cristo. Não são precisas crenças para compreender, uso apenas dois modelos que a humanidade aponta e reconhece enquanto seres modelares que habitaram a Terra. O primeiro como corporificação da Consciência Cósmica (ou Crística) nos mundos criados, como Consumação da Aspiração do Baixo ao Alto e da descida do Alto ao Baixo, Fusão entre o pequeno e o Grande, entre a Natureza Humana e a Origem Cósmica, o Microcosmo e o Macrocosmo no âmbito da Natureza Holográfica da Existência, e como tal Ressoa Universalmente na Nota Origem-Destino de cada um de nós neste planeta. O segundo é tido como o oposto do primeiro, e ressoou em todos aqueles cuja consciência se encontrava estacionada naquela mesma baixa frequência, quer o soubessem quer não. Assim reza a História nesse episódio retratado no vídeo acima ocorrido em França nessa época, sob essa influência, mas sob uma condução discriminatória dos próprios franceses em relação a si mesmos. Este filme, que vi na totalidade online, surgiu no decorrer da composição desta mensagem.
Constata-se como a realidade externa reflecte a realidade interna nas várias escalas do microcosmo, e esse episódio real apontou um foco de luz sobre esse aspecto sombrio do [in]consciente colectivo francês, foco que continua a ser apontado, hoje por acções terroristas religioso-raciais. Do mesmo modo, a Alemanha, que tem carregado a sua carga de consequências nesse contexto, precisa libertar-se e ser libertada desse peso de um passado em que deu corpo a uma sombra no inconsciente colectivo planetário, reflectido em variados graus e formas noutras nações.
Nessa linha, desde há muito que vejo a Coreia do Norte como uma outra corporificação de uma outra sombra no inconsciente colectivo planetário. Para quem Vê e Sente a realidade planetária como um Todo, um Corpo, este núcleo é como um garrote na circulação. O problema não está no sangue, está na ferida-separação que impõe o garrote. Se há necessidade de uma tal fronteira, é porque existe uma séria assimetria na consciência humana planetária, gerada pela afirmação de um oposto face a um excesso na outra extremidade, observação e sentimento que faz incluir aqui todos os outros núcleos-nações que assumem esta função representativa dos extremos. Anos atrás, quando vi um documentário filmado na Coreia do Norte, uma parte de mim sentiu um alívio visual em olhar aquelas cidades com fachadas de prédios sem publicidade. Fazem lembrar a maior parte das paredes da minha casa - um “clean” em linguagem design de interiores (sem ter tido essa condução ou pretensão), que se combina ao Sentido MONO, e, "over-stimulation hurts!" Leio nisso um legítimo anseio Vertical de Serenidade na Horizontal, mas que ali se torna perverso porque não nasceu desse estado de consciência, foi imposto e perpetuado como uma falsa fachada. Do lado de cá dessa fronteira existe outra fachada, igualmente imposta e perpetuada, com a falsa noção de liberdade de escolha. Um regime ocidental de economia capitalista disfarçado de democracia não é assim tão diferente de um regime político totalitário mal-disfarçado de qualquer-outra-coisa na Coreia do Norte. Máscaras são máscaras, sejam elas bem-encaradas ou mal-encaradas, representam papéis no teatro planetário. É preciso Ir, Olhar, Agir a partir dos Bastidores.
Otherwise, there comes America, embodying a nation-archetype of the Warrior, wanting to catch all the bad guys all over the planet, and, matter of fact, off the planet as well. In and out, America sees everyone as potential invader or conqueror. No wonder it invests so much in the military industry. As a land which was invaded and conquered, it is originally understandable and well intended to feel invested in defense. But then, America turned into a repetition of the very perpetrators and the perpetuation of 1 self-assigned task in detriment of others. The same psychological phenomenon that occurs with individuals growing up: repeat and/or antagonize Parents.
Moving Forward: THANK YOU DEAR AMERICA for being our precious Alies in battles. But PLEASE DEAR AMERICA, it is time to put down the war axe. FACE YOURSELVES. No wonder the largest digital social network in the world was created there and named as it was. The whole world has had loving eyes on you for decades as the new model. Now it is your turn to turn eyes on YOURSELVES a*NEW.
Both North and South Americas are the YOUTH of the world.
You have had to put up with the old world, as your often abusive Parents.
You have had your time to rebel for it, as well as gain Awareness of the Wise part of this Heritage. Now it is time to GROW in MATURITY, not in size.
GOD BLESS AMERICA and THE WHOLE WORLD.
Que a ORDEM Comande o PROGRESSO como BANDEIRA DO MUNDO.
Que o IMPÉRIO DO ESPÍRITO seja o único GOVERNO CENTRAL. .
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Escutar a Forma na HiperRealidade pede
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:: Calibração
O paradigma dualista de que “se não estás comigo, estás contra mim” está na base da maior parte dos mal-entendidos, e este por sua vez tem a sua raiz na parte mais primitiva do cérebro, cérebro reptiliano, cuja função é assegurar a sobrevivência mais básica, cujo modo reactivo (distinto de responsivo) radicalmente dual é “fuga ou luta”. Esta parte não tem como produzir ou identificar a 3ª coisa, não foi feita para encontrar soluções a meio, não é da sua competência fazer síntese, para ela o paradoxo é lido como contradição, remetendo-o de volta à dualidade para poder fazer a escolha dual que melhor assegura a sobrevivência. O cérebro reptiliano não é um erro da Criação, é o comando neurológico que faz parte do nosso Instinto. Mas Instinto é mais do que cérebro reptiliano, tem competência para produzir em nós acções (não reações) automáticas inteligentes, que emanam da Sabedoria Celular da Entidade Física que somos enquanto corpo tridimensional físico-emocional-mental, agindo como um todo.
Quem sentir necessidade e interesse em aprofundar este estudo encontra muita literatura a respeito. Inclusive, um dos livros que traduzi no passado, com o sugestivo título What Every Body is Saying, e que em Portugal saiu, a meu ver, com o nada fiel e menos sugestivo título Verdade ou Mentira (que não foi a minha proposta de título), foi escrito por um ex-agente do FBI norte-americano, Joe Navarro, especialista em comportamento no âmbito da investigação criminal, que partilha o seu conhecimento e a sua experiência em ler linguagens não-verbais - linguagem corporal, comportamental – e que, como não poderia deixar de ser, começa por descrever os componentes do cérebro, focando o cérebro límbico (que inclui o reptiliano) como o autor de todos os comportamentos autênticos, visto que não são fruto do pensamento mas sim de um processamento inerente.
Numa nota paralela, vem aqui a propósito dizer que, por mais que por mim mesma não me sentisse motivada a comprar ou ler este e outros livros que traduzi, cada livro que traduzi acrescentou peças minuciosamente úteis à minha verdadeira Função de Tradutora, não como conhecimento adquirido, mas como gatilhos e confirmações de Saberes Inerentes, que assim puderam ser revelados e integrados no consciente por via da linguagem verbal.
Este é um dos livros que mais evoco (sem o consultar), não como recurso estratégico que me tenha dado vantagem analítica sobre os demais, ou como forma de me auto-policiar, mas no âmbito do meu contributo para tornar consciente nos demais os mecanismos automáticos inconscientes que geram padrões repetitivos, improdutivos, involutivos. É relevante esclarecer que contribuir para tornar consciente passa justamente por dissolver o auto-policiamento, que é apenas o “pequeno eu” elevado a polícia, não é Consciência tornando-se consciente, que só pode vir do “Grande Eu” = Eu Superior = Alma. Se este enquadramento mais Amplo fizesse parte do livro, talvez trouxesse o olhar de que uma sociedade só precisa de polícia porque ainda não é e enquanto não for Consciência tornada consciente, que na Estação dimensional seguinte é Consciência como Primeira Natureza Comportamental. Ficaria então clara a distinção entre um comando do “pequeno eu” auto-melhorado e/ou auto-policiado e um Comando do “Grande Eu” que dissolve o auto-policiamento dentro do processo INterno de alinhamento à Essência do Ser.
Então, o paradigma dualista, entendido na sua raiz mais primitiva, permite observar que toda a estrutura civilizacional como a conhecemos refecte esse mecanismo individual, seja ele mais ou menos policiado dentro e fora, que ainda está literalmente na base da maior parte do comportamento humano. É natural que uma humanidade que se identifica com o seu cérebro límbico e se revê na respectiva dualidade enquanto raça, se enquadre no planeta como sendo parte do Reino Animal. É natural que uma humanidade que ainda não se vê como Reino Humano, se sinta legitimada no topo da cadeia alimentar animal. Quem se propõe mudar para dieta vegetariana ou vegana a partir desse paradigma básico, tenderá a auto-policiar-se e a oscilar, encontrando argumentos para justificar o ponto onde prefere estacionar (distinto de Estabilizar). Ser vegetariano ou vegano não é uma opção de menu ao lado das outras opções omnívoras, com base em preferências gustativas, tipologias sanguíneas, regionalismos culturais, morais, religiosos, políticos ou o que for. Não é uma preferência. Não é uma dieta. É o estado inerente à Estação de Consciência em que um Ser se Estabilizou, e portanto reflecte-se em todo o modo de estar no planeta na relação com os reinos terrestres, que incluem a humanidade enquanto Reino Humano, que no fundo é uma reCalibração de volta a Si.
Trazendo de novo para o âmbito da comunicação, esta dualidade põe a escuta do Receptor sempre em termos de concordar ou discordar. Se há uma empatia inicial, ele tenderá a concordar ou a conduzir o diálogo na direcção da concórdia, se há antipatia inicial, ele tenderá a discordar ou a conduzir o diálogo na direcção da discórdia. Por vezes nem sequer é a questão empatia-antipatia pessoal, é apenas aquele mecanismo, ainda que hoje mais sofisticado pela educação, mas ainda a re-agir a partir do subconsciente, que em algum grau vê no emissor um potencial agressor, gerando uma defensividade e contestação, em vez do esvaziamento e da Escuta Activa inerentes ao Outro Comando.
O Outro Comando, que por Natureza é Central, é aquele que chama a Si todas as componentes humanas num Ser, que uma vez Activado, Aje no Ser, e Aje no Todo, consciente ou inconscientemente. Por isso disse na mensagem anterior que esta Acção está para além da Intenção, no sentido de que não é, nunca foi, nunca poderia ser, nem poderá ser um ‘tentar Ser’. É tão somente SER, e Sendo, Aje, como agente Calibrador, involuntariamente.
Alguns de nós andam por aí, e, quer queiram quer não, são Calibradores. E como a Acção Calibradora pode incomodar muito e até doer, antes de ser compreendida, aceite e integrada pelo que É, tende a causar um misto de Atracção-Repulsão. Poderia dizer que se resume aqui a história da minha interacção humana neste planeta, desde criança. Muito cedo senti na pele que havia à minha volta uma tendência para anular uma Força em mim, cuja Origem e Forma eu própria não tinha como compreender. Com o passar dos anos fui tendo registos espontâneos de como essa Força se manifestava em mim – alguns dos quais venho partilhando mais concentradamente nestas mensagens IMpossible. Mais uns anos e pude perceber, retrospectivamente e com outra maturidade, que tipo de IMpressão deixei por onde quer que passei, independentemente das minhas competências e incompetências, sucessos e insucessos, erros e acertos, aprovação e desaprovação . . . Mas, uma coisa não era, não é, indiferente – a minha Atenção. Onde e Como a minha Atenção se Foca, coisas acontecem. Distingo Atenção de Intenção, porque a primeira emerge do Código INterno, não passa por centros de decisão, apenas o SIM. É inerentemente Benigno. Daí:
Don’t mind my words, but mind Where and How I Am Looking at it.
Quando alguém vive há muito tempo, ou mesmo a maior parte da sua vida em estado descalibrado, todo o seu sistema ajustou-se a esse estado, ou dito de outra forma, passou a viver para compensar os desajustes face à Forma Original. Quando esse alguém é colocado no campo de Acção de um Calibrador, vão passar-se coisas que podem ser sentidas como não benignas, consoante o grau de descalibração. Ou seja, aquilo que em essência é um bem para aquela pessoa, no estado em que ela se encontra produz nela uma espécie de 'reacção adversa' ao contrário, como se o antídoto fosse o veneno, o ar puro intoxicasse, a Cura fosse a ameaça ao fim do seu problema de estimação, que por vezes é a sua base existencial. Mas não tem de ser.
Imagina que o teu carro tem a tensão dos pneus descalibrada há muito tempo. Todo o sistema, e a tua própria condução, foram-se adaptando a esse estado, com consequências no próprio consumo. Um dia dizem-te: “Olha, já reparaste que tens os pneus descalibrados? É por isso que sentes isto e aquilo . . .” Então levamos o carro ao posto, ajustamos o calibrador para os pneus do teu carro e recalibramos os pneus para a tensão correcta. Quando voltas a conduzir o carro, notas diferença a vários níveis, e não necessariamente isso é sentido como algo de bom, porque agora já estavas tão habituado, para não dizer viciado, a dar aqueles jeitinhos para compensar, que o facto de agora o carro possibilitar e pedir uma condução correcta, simétrica, tu tens dificuldade em corresponder, e precisas de um período de adaptação. Por seu lado, se as câmaras de ar dos pneus tiverem ressecado no estado descalibrado, ao receberem a tensão correcta podem até rebentar. Agora, passa na tua cabeça resistires ou revoltares-te contra os pneus, ou contra o calibrador, ou contra quem te alertou? Passa na tua cabeça actualizares a tensão dos pneus segundo uma calibração abaixo ou acima da que lhes corresponde? A resposta racional seria “não”, mas sabemos que em muitos casos é “sim”. E quando essa resistência ou revolta se perpetua, alguma coisa invariavelmente tende a rebentar.
Mas o Calibrador não vem para fazer crítica, seja ela elogiosa ou não-elogiosa. Onde te pareceu que te elogiei, estive apenas a salientar o que em ti emana Essência. Onde te pareceu que te critiquei negativamente, estive apenas a salientar o que em ti não emana Essência. A Tua Essência. Não é um movimento de te ajustar à minha pessoa. Senão, lá íamos nós dar mais umas voltas no carro com pneus descalibrados.
Quem diz pneus . . . agora cada um pode estender a metáfora às partes do carro que melhor ilustrarem o seu caso, mas parece-me que veículo é uma realidade física bem próxima a todos, principalmente tendo em conta os apaixonados por carros. Dizendo isto, acho que fica de lado qualquer ideia de frieza face ao que estou a descrever. E se me perguntares “Mas onde é que fica o Amor nisso tudo?”, respondo-te: "Isto É o Amor em Acção."
Poderíamos chamar Magia à Acção do Amor, mas soa a redundante, e potencialmente deturpante, dadas as associações dualistas à palavra Magia. O meu posicionamento em relação à Magia teve recentemente outro filme a ilustrá-lo - Dr. Strange. Foi-me sugerido por Alexandre, com advertência de filtro por ser um filme Marvel, mas depois de ver, disse-lhe eu: “Aquilo é mesmo assim, esse filme não tem palha” - para quem estava à espera de muita palha, o que se vê ali é bem próximo a certas esferas de realidade. Mas, o que me ficou como chave de todo o filme, e que destaquei no comentário seguinte para ele, está presente numa breve cena que passou somente no final de todos os créditos, que ele não viu, e ninguém viu no dia em que fui ver, e vi eu porque, como sempre, fiquei na sala de cinema até terminar a projecção. Nessa cena, Mordo vai atrás de Jonathan Pangborn e reverte a magia que tinha 'resolvido' - não Curado! - a paraplegia dele, dizendo-lhe em tom de justiceiro: “Há demasiados feiticeiros!” O que me fez elevar o estatuto dessa cena final, para além do facto de se deduzir que poucos a tenham visto, é ela confirmar o meu ponto de diferenciação: Magia é reversível | Transformação é irreversível.

Borboletas tomam a sua Decisão de responder afirmativamente ao Chamado de Transformação no seu Código Evolutivo, o que humanamente equivale a Entregar-Confiar o livre-arbítrio de volta à Criação para então ser Liberto. Nenhum mago tem o poder de reverter Borboletas em lagartas.
Sim, o meu pirilampo mágico continua lá ao lado do meu coração de feltro (mensagem IMpossible 9 Dez 2015), o que mantém lúdico e lúcido o adjectivo “mágico” como Ponto de Luz. Porque a Acção do Amor não tem origem nem autoria humana nem em forças invocadas por magia. Só podemos permitir, ou não permitir. Esta dupla têxtil reflecte o meu Sim, Quente e Ardente, a essa Acção, acima de qualquer outra. Não há lugar para frieza aqui.
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Escutar a Forma na HiperRealidade pede
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:: Auto-Liderança
É sensível observar a escolha de uma mulher-actriz nada focada em fama no mundo artístico-cinemático, para representar uma mulher-linguista seleccionada por estar no topo da lista nacional de tradutores e vir a ter um papel central na História planetária. Da mesma forma, é sensível ver outros personagens femininos, e respectivas mulheres-actrizes, protagonizarem a acção central de certos filmes recentes impregnados de certos elementos que podem passar despercebidos ao lado de outros de maior difusão cinemática, mas não deixam de exercer a sua Função. Poderia relembrar aqui Jupiter Ascending e mais recentemente Passengers.
Da minha parte, vou registando esses elementos como artefactos activadores da Memória Anímica que se vem Auto-Revelando em paralelos e sinais ao longo da vida. Um registo que vem aqui a propósito é a seguinte experiência narrada por uma querida amiga há mais de vinte anos que ficou desde então a Ecoar em mim: Tendo o pai dela um negócio de venda de motos aqui na região de Cascais, ela aprendeu cedo a conduzi-las, por vezes em trajectos mais longos a Lisboa para fazer recados para o pai. Ela explicou que nesses trajectos era comum acontecer, em locais onde se dava congestionamento, os motociclistas irem-se acumulando em fila à medida que aquele que tinha calhado ir mais à frente ia abrindo caminho por entre os carros que se iam desviando aos poucos para as lados até se formar um corredor mais amplo ao longo da estrada por onde os motociclistas que vinham atrás passavam com maior facilidade. Ela deu então testemunho da dificuldade e esforço acrescidos quando acontecia de ir ela à frente, por ter de manobrar muito para abrir o caminho, e que por isso existia um código implícito entre motociclistas de que outro passaria para a frente quando o anterior já tinha feito um percurso considerável, sabendo-se que estaria a ficar cansado.
Muitas vezes dei comigo a evocar esta narrativa ao me identificar com essa dificuldade acrescida de ir à frente a abrir caminho, principalmente quando, na ausência de tal código implícito, não só não via surgir outra pessoa para assumir esse lugar com esse sentido, como ainda me sentia apontada ou sabotada, como se ir à frente fosse um acto de auto-promoção ou de competição. O tipo de cansaço que sinto nisto nunca é decorrente de falta de energia, mas sim de falta de INvestimento convergente à minha volta em grau e sintonia comigo face ao que me Move. Acabo sempre por auto-reciclar esta sensação e sentimento na constatação de que o posto que ocupo é aquele que por Natureza constitutiva não posso deixar de ocupar, por mais que os reforços demorem a chegar. Ver nisso competição equivale a dizer que a parte frontal de um veículo compete com a sua traseira. Noutra analogia, equivale a dizer que a primeira mudança numa caixa de velocidades é superior às outras. Acho que a primeira lição que aprendi quando comecei as aulas práticas de condução foi que a primeira mudança é a que tem mais força e menos velocidade e a última é a que tem mais velocidade e menos força. O meu posto é predominantemente equivalente à primeira mudança – Áries - daí ser em certa medida um posto solitário, de onde não se olha para trás e não se vê ninguém à frente (dentro da analogia da estrada), sabendo que há outros em movimento, mas que sem o meu impulso o movimento não tem partida.
Mas acima de tudo, o que caracteriza INtrinsecamente o Posto que sinto ocupar não tem meramente a ver com força de arranque e sim com Soar o Código que Calibra Todo o Movimento.
Escrevi este segmento no dia seguinte a ter visto dois filmes de profundo significado para mim - A Quiet Passion e Queen of the Desert – ambos baseados na vida e obra de duas mulheres reais que desafiaram o seu tempo abrindo caminhos interiores e exteriores que viriam a inspirar gerações seguintes e a influenciar o curso da História, respectivamente. Duas Mulheres IMpossible, incluindo as actrizes que as representam nos filmes. No primeiro filme, uma escritora norte-americana que viveu no anonimato aos olhos do mundo, narra a sua própria história em vasta poesia que só viria a ser conhecida pelo mundo postumamente, revelando o quanto uma Mulher pode Amar e Casar interiormente permanecendo eternamente solteira. No segundo filme, uma vocacionada e independente exploradora inglesa que se aventura apaixonadamente no mundo árabe deixando a sua marca no destino de nações, narra também ela a sua história em diários escritos da qual fazem parte os homens que Amou e perdeu, também ela interiormente Casada e permanecendo eternamente solteira. No final ocorre um diálogo entre ela e dois homens relevantes no mundo árabe, que ela encerra dizendo-lhes que eles serão os próximos Reis, sem se basear em quaisquer evidências disso. Perante essa afirmação, um dos homens interroga-se sobre como ela sabe que eles irão ser os próximos Reis, ao que o outro homem responde e conclui com a afirmação que cito aqui como síntese do papel arquetípico da Mulher, que nunca exclui o Homem:
“She is the maker of Kings.”
No decorrer da escrita deste segmento da mensagem gerou-se um desdobramento numa direcção arquetípica paralela que poderá originar uma mensagem noutra linha temática, tendo aqui a ver com um aspecto que considerei igualmente sensível no filme Arrival, quando Ian refere no final que o que mais contou para ele em todo aquele processo de Contacto foi o facto de ter conhecido Louise, que deu início à relação dos dois como parte do enredo HiperReal vivido interiormente por Louise em tempo cíclico. Na verdade o ponto de partida para a criação deste filme foi uma mini história que punha em questão se uma pessoa mudaria o seu rumo caso soubesse o desfecho desse rumo. Louise soube e escolheu não mudar o rumo.
Aprendendo a Escutar a Forma na HiperRealidade,
Louise aprendeu a Escutar-Se.
:: ortnI*Intro

Esta mensagem foi iniciada em Março e concluída em 9 Junho 2017, com a sua edição final a estender-se pela madrugada do dia 10 até ao nascer do dia. Umas 4-5 horas de sono depois, voltando aqui após tomar um pequeno-almoço ao meio-dia para uma última leitura antes de a publicar, surgiu neste acordar uma noção de que faltava algo, originando agora esta Intro invertida no final, que pode ser lida no início ou no fim, mas em princípio só saberás isso quando chegares aqui. Na mesma circularidade, esta mensagem de alguma forma também conclui um ciclo ao unir-se à primeira mensagem IMpossible pela data, publicada em 9 Junho 2015. Enquanto a escrevia, já ia sentindo que faria sentido propor a re-leitura-visualização de todas elas em seguida (todas na secção Destaque no blogue), agora integrando as peças que a presente mensagem adicionou ao quadro.
A imagem acima estava noutro lugar na mensagem, mas neste acordar de hoje apercebo-me que afinal o lugar dela é aqui. Este é o tecido que usei para fazer o Fruto da Vida de Afonso, concluído em 13 Maio, assim como o de Alexandre, e ambos partilhados há poucos dias no respectivo Círculo 9. Como recortei três círculos a mais, na altura dei comigo a colocá-los sobre o tecido de forma a coincidirem no padrão. Não é difícil encontrá-los, mas dois ficaram mais visíveis e um mais invisível. Mal olhei, vieram os insights. Escutar a Forma nela multi-repercute em toda esta mensagem, em síntese:
Tudo o que está ajustado, Alinhado, Calibrado, em fase Ressonante, tende a desaparecer Oceanicamente numa INsólita dissolução Sólida, sem nunca perder a sua Identidade única. Desaparecer é Libertação para dentro de um Estado de Ardente Presença ausente. Naves também se ocultam assim nos céus, o que em si INvoca em nós esta qualidade D+. A nossa tridimensionalidade também se transcende em Multi-D, holograficamente entre o Microcosmo e o Macrocosmo. A síntese que emerge como a 3ª coisa além da dualidade, já existe oculta antes de se Auto-Revelar. E ao Revelar-se, mostra-nos Outro Estereograma da HiperRealidade que não é menos quente, menos texturada, menos colorida, assim como não faz de nós menos humanos mas genuinamente Mais Humanos.
Nessas breves horas de sono matinal, tive um sonho particularmente codificado que tem tudo a ver com a composição gráfica e conclusão desta mensagem, as Portas que ela [Me] Abre . . . numa sequência que foi deixada em aberto . . .
Enquanto revia o sonho no consciente vigil, começou a soar ao fundo a música Gravity, partilhada no 10, estabilizando-se na parte:
"This is Our Time to Shine".
Se ao longo desta mensagem sentiste pontos de encontro e pontos de desencontro, estes últimos são os pontos em que ainda não há Asas. Em mim? em ti? Não me cabe responder. É o tipo de resposta que se costuma obter retrospectivamente e prospectivamente pelos Frutos. Que Frutos? Frutos IMpossible, claro.
Os outros Frutos ficaram para trás, nos seus níveis correspondentes. Esta é uma diferenciação Vital. Frutos IMpossible não são visíveis em 2D-3D, não enquanto tal, mas sim enquanto indicadores de descontinuidade do investimento na Estação anterior. As mensagens IMpossible, a par de todo o fluxo partilhado transtemporalmente, vêm Anunciando criativamente, na medida em que é exteriorizável, em que se traduz isto por dentro e por fora, que basicamente se traduz em levar a Sério e em Estabilidade Rítmica D+, este Viver as Leis da Fisicalidade Subtil 4D-5D enquanto ainda se está na Fisicalidade 3D. Só se muda de uma realidade para outra realidade tornando-se a segunda realidade, que no caso de transição dimensional é HiperRealidade - Terra no Céu, Céu na Terra.
Isto não se dá como conseguimento tridimensional.
Isto dá-se como consequência do INvestimento na Estação seguinte.
INvestimento IMpossible tem Consequências IMpossible.
. . . na medida em que é exteriorizável . . .
Eis o ponto de Discernimento que coloco a mim mesma momento a momento nestes tempos de Auto-Revelação em modo "Disclosure". Então, também a este respeito a Vida me conduziu a uma peça onde a última frase Me sintetizou:
"Ela nunca se expõe, apenas se dispõe."
- Olga Roriz, in "Electra"
I m.
*eMWe*




