IMpossible Tudo :: N*OVO
- maria-tudo

- 9 de dez. de 2016
- 41 min de leitura

Vida Iminente Eminente Imanente
em e além
R A D I O g r a f i a
E C O g r a f i a
O U R O g r a f i a
O V O g r a f i a
Imagem
não deturpada
mas há anos recortada
e esvaziada do seu anterior
contexto e conteúdo, à espera
de uma utilização que fosse
r e v e l a ç ã o de um
N * O V O
Conteúdo
Contudo, a Oval Visão é uma captação no Futuro
trazida ao Presente, em Viagem no Tempo, como um Auguro
aonde podemos ainda Ver de N*OVO com o Olhar da Criação
que INvestimento Fecunda e Move a nossa acção, em co-criação
G r a v i t a ç õ e s : V a r i a ç õ e s n o T e m p o e E s p a ç o

Space Seam, by Dave Chenell
:: (Pre)Intro
Ao 9º mês de gestação desta mensagem iniciada em Março e já composta na sua maior parte - em texto, imagens, vídeos - sinto visceralmente que partes dela ainda se encontram em processo de síntese, e que apressar a sua finalização e publicação, apenas por sentir a inevitável aproximação da data-número que vem marcando a sequência de mensagens "IMpossible", seria um parto prematuro desnecessário e esvaziador de sentido.
Porém, a data-número é sim e também visceralmente sentida como importante, provocando em mim este que pode ser visto como um primeiro Sinal de trabalho de parto, a lembrar que um Nascimento está próximo. Assim, neste preciso dia 9 de Dezembro de 2016, último dia 9 de um ano 9, em que celebro também o 2º aniversário da primeira divulgação deste WebSite & Blogue (por mim criado em Novembro de 2014), trago o Início e o Fim da mensagem, reservando tudo o que já existe dela ao Meio, Dentro.
Neste tempo restante de espera, seja qual for a sua duração, mas certamente sentido como uma contagem decrescente, que a espera transcenda a mensagem e seja convertida em Silencioso Tempo de Atenção ao N*OVO que todos estamos a Gerar em Conjunto, e que irá incontornavelmente Nascer, porque já Existe na Mente e no Corpo da Criação, com a qual somos co-criadores.
A mensagem integral irá também nascer aqui, ao Meio, neste mesmo corpo e data, não numa nova mensagem separada. Então, para todos os efeitos, esta mensagem (pré)nasce num Hoje transtemporal, assim como o N*OVO.
* * *
Há um Futuro por detrás, dentro, acima, além de todos os futuros
Sem o Nascimento DESTE, todos os outros são vazios de sentido
Com o Nascimento DESTE, todos os outros ReNascem para o Verdadeiro Sentido
Nas Esferas Guardiãs do N*OVO
O IMóvel Move-se
O INvisível Revela-se
O IMpossível Manifesta-se
:: Intro-Grafias
Viver em profunda e contínua intimidade com a Criação faz emergir em nós uma
Visão de Raio-X que se revela no espontâneo interesse por todos os processos criativos e na genuína comunhão com tudo o que neles identificamos como correspondente à Matriz Criativa, em contraste com o desfasamento instantâneo face ao que não Emana essa Essência. A mesma Visão que atravessa os componentes tende a aproximá-los à Unidade que lhes é Intrínseca, sempre que essa correspondência está Presente. É isto que me faz dar tanta relevância aos Bastidores de tudo o que exteriorizo. É isto que me faz expor por vezes em tão grande pormenor pessoal o que originou determinada peça ou conjunto, sabendo que em muitos casos é essa precisa descrição que contém a maior parte do que pede para ser transmitido. Isto é Desenhar Arcos e ser Movida por Arcos, na Alegre e Reverente Paixão pela Criação - pela VIDA.
Assim, conforme apresento e descrevo no Círculo 1, que é Intro a este WebSite e a todos os meus conteúdos, e venho relembrando nas mensagens desta sequência IMpossible, o processo criativo-generativo de tudo o que faço e que resulta na forma é parte integrante e integrativa dos conteúdos. No caso da escrita, que tende a surgir em articulação com outros elementos de composição, ela não é gerada de forma linearmente sequencial mas pede e pressupõe uma visualização sequencial dos conteúdos que vou publicando e na ordem e forma em que cada composição os dispõe - sem saltar componentes de texto, imagens, vídeos - para uma mais clara-abrangente-criativa compreensão, e igualmente porque são resultantes de uma sincronização transtemporal que se vai traduzindo nesses contínuos arcos, uns com e outros sem referenciação cruzada expressa. Então, embora esta seja a primeira mensagem escrita em português na sequência IMpossible, ela não só não é uma tradução nem repetição de nenhuma das anteriores, como conta com a pré-vizualização das anteriores, ainda que neste caso tenha sido gerada numa certa irmandade com a mensagem de 9 Setembro 2016. Tal como afirmo nessa, as duas cruzam e transcendem idiomas, cultura, geografia, de uma forma que traduz Unidade sem perda de Identidade. E esta é realmente uma mensagem em que o idioma assume também uma particularizada relação íntima e anímica com a forma e o conteúdo, porém sem qualquer sentido fronteiriço ou nacionalista, já que o que aqui é particularizado não tem outra finalidade senão o seu papel universalizante - é assim que sinto a Alma-Nação de Portugal: uma Identidade que se define pela sua Individuada Afirmação do Todo e pela sua Diluição no Todo - Sentimento Oceânico que me habita visceral e animicamente enquanto nascida aqui e não noutro lugar, ainda que este factor transcenda o espaço-tempo no que ele define a minha Identidade enquanto Ser Total.
( ( ( V a r i a ç õ e s n o E c o ) ) )
Num desdobramento, não planeado nem previsto, desse processo criativo-generativo, a recente adição da componente voz aos meus conteúdos apresentados no Círculo 10 vem tomando forma como que em resposta a incitações externas que gradualmente fazem cair o que não tem razão de ser e fazem emergir o que tem. Esta experiência de utilização do recurso de gravação áudio na comunicação interpessoal, desde há perto de dois anos, foi mudando a minha percepção da minha própria voz, cuja audição num passado remoto tendia a rejeitar. A proposta de Cameron de incluir a minha voz na apresentação do espectáculo Time & Tide em Lisboa - na sequência do seu insight de que seria consonante o texto dele ser lido por alguém local - teve um papel cúmplice e confirmador nisto. Escutar-me neste modo foi passando a fazer parte de Escutar-Me na minha Totalidade, tanto nas constantes como nas variáveis que cada pessoa e momento fazem emergir de mim. Numa instância seguinte, comecei também a utilizar um outro recurso de gravação áudio para registos meus a par dos que sempre fiz por escrito. Desde sempre fui sensível ao tom, ao timbre, ao ritmo, à vibração, ao volume de sons e vozes à minha volta, mais ainda em anos recentes, então passei a constatar também em mim mesma o que a voz pode acrescentar à VOZ, dando-lhe um corpo sonoro distinto. A par disto, é relevante especificar que no particular modo de diálogo áudio via Whatsapp encontrei espaço para sensíveis exteriorizações e escutas mútuas, em diferentes Oitavas, com as pausas e não-interrupções que na maioria dos diálogos em conversação directa, presencial ou em chamada, não são possíveis, ou não se verificam, e portanto enriquecendo assim a interacção com esta presença a mais que complementa a escrita nesse modo de comunicação digital, e vem agora complementar também a minha transmissão no meu espaço digital.
Então, há sim algo de N*OVO na Voz de si mesmo assim descoberta e revelada,
que não só não se mistura ao ruído que se vem impondo nos espaços, interiores e exteriores, digitais e não digitais - privando estes de uma Qualidade Espacial Etérica que não pode ser criada artificialmente por sons e vozes que não A Emanem inerentemente - como tem o potencial de Calibrar o Éter dos espaços, meus-teus-nossos-planetários, tal como o faz o Som do Mar, que Soa universalmente como um Silêncio falado, em Ondas e suas Marés, num Tempo-Espaço que Infine . . .
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Ainda assim, há paragens . . . incontáveis pausas . . . que esta mensagem muito em particular contém em abundância na sua tessitura. O áudio sobre paragens que gravei em duas tomadas em 14 Dezembro era um registo meu que não queria deixar escapar no momento sensível em que o estava a viver. E afinal, parecia já se destinar a ser partilhado, principalmente após o sonho que tive na noite de 18 Dezembro, que na singular linguagem codificada dos sonhos disse muito sobre o momento desta mensagem, 9 dias após a sua (pré)publicação em 9 Dezembro.
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Objectivamente, a presente mensagem foi iniciada pela adição em Março, ainda em bastidores, da mensagem que a impulsionou - Homenagem às Minhas Velhas Botas - à 'categoria' Rewind-to-Forward. Nos bastidores ela teria ficado até à conclusão da presente se eu não tivesse tido aquela evocação matinal que me fez publicá-la aqui em 15 Maio 2016. Faz-se então necessário neste ponto rever essa mensagem das "Velhas Botas", como autêntico e legítimo ponto de partida para Sentir o N*OVO.
:: Olhando o N*OVO que Olha para mim
. . . além ilusão óptica . . .

Como A c i m a Assim A b a i x o
Nesta foto de Janeiro 2013 estou a olhar para o filho mais novo, Afonso, que fotografa a mim ao lado do filho Alexandre (recortado) - ambos presentes, ambos INvisíveis,
assim como o N*OVO.
As "novas botas" nunca o foram. Até hoje nunca se ajustaram aos meus pés, nunca puderam tomar o lugar das anteriores em nenhum dos aspectos que descrevi. Nunca foram Um comigo, são apenas umas botas de uso parcial-ocasional. Assim, a minha busca não ficou por elas e, pouco depois, tendo recebido no meu aniversário um presente em dinheiro da madrinha - que poucos anos depois viria a dizer-me em sonho após a sua Partida que "Tudo é Espiritual" - comprei os meus queridos ténis cinzentos que se vêem nesta foto, que já tinha escolhido e experimentado há algum tempo na loja e já sentia como meus. Estes sim, sabem Tudo de Mim, de Cima para Baixo e de Baixo para Cima. Agora, decorridos uns sete anos de uso intensivo quase ininterrupto, também eles dão sinais de gastos, mas continuam a ser os portadores do Título. E pelo que tenho sondado, na minha carteira e no mercado, parece que não vai ser fácil encontrar os seus sucessores . . .
Podemos então (Re)Começar por aqui:
Que relação é esta que temos com objectos materiais - que podem ir desde a Natureza à Arte, passando por tudo o que é utilitário - que lhes atribui uma Qualidade imaterial a par ou acima das suas qualidades físicas?
Podemos dizer que tem a ver com o tal Valor Estimativo, esse conceito e forma de atribuição de Valor que faz tradicionalmente parte do senso comum. Mas o que está na raiz deste Valor, que o revela tão inerentemente parte da própria condição de Ser Humano, remete para aquilo a que chamei num áudio a Infinitude que a Vida Imprime num Ser Humano e em Tudo o que Existe, distinguindo Infinitude de quantidade infindável de tudo o que a humanidade gera, material e imaterial, dissociado desse Valor Qualitativo Integrado à Visão Central.
. . . não vai ser fácil encontrar os sucessores dos ténis Titulares, porque essa Estação da Consciência, na qual me venho estabilizando, estreita cada vez mais as minhas escolhas, no sentido de que o que o mundo tem a oferecer como novo situa-se numa Estação anterior, que o mundo está maioritariamente convencido que é a Estação Seguinte, e portanto, entre a sua vasta e confusa oferta
i-nova-dora, sinto grande dificuldade em encontrar o N*OVO. Na verdade, no presente compasso também não me sinto movida a procurá-lo. Sê-lO acciona o Garimpo Seguinte do Ouro Matricial, não por busca mas por sincronização via atracção magnética: alinho-me conscientemente com o Eixo da Vida, e a Vida traz-me aquilo que me corresponde ter-viver e/ou aquilo que me corresponde transmutar no e para o N*OVO. Esta não é a Estação da chamada Lei da Atracção - olhando a minha vida para trás e para a frente com esse Olhar, posso Ver que essa Estação não chegou a cativar-me, foi daquelas que só olhei pela janela do Comboio, porque a sinto contida nas Leis da Estação Seguinte, mais abrangentes e em Sintonia com a Memória Anímica que me Habita e o Serviço que tenho a prestar Aqui.
O que acabo de dizer não é nem um pouco uma teoria evolutiva, é a Realidade Viva que se vem estabilizando em muitos de nós, e que não pode ser olhada, avaliada, validada por redutoras lentes dissociadas e dissociativas, tais como: (1) sucesso profissional-financeiro linear; (2) equivalente felicidade facilit-ista e material-ista (= que ainda não conhece o Estado de Fluxo e Lucidez da Matéria) - só para citar dois parâmetros básicos que são os medidores psico-sociológicos mais propagados pela vertente dominante de uma sociedade prioritariamente promotora de cultura economicista. E se refiro tais parâmetros, tenho de distinguir também que a Lei Universal da Economia, como o nome indica, é pré-existente e transcendente ao sistema monetário dominante que a reduziu e moldou às leis menores que o servem, em vez de se construir com base nEla. E como já Vimos na mensagem IMpossible anterior até onde vai a ilusão óptica sobre a tão aclamada diversidade vista pela lente económica, talvez seja o caso de revelar que, se não me falha a memória, o conteúdo-contexto anterior à aplicação que dou aqui à imagem do "OVO", devolvendo-lhe a Dignidade Original, era um ténis de uma conhecida marca. Então, marcas à parte, continuo a caminhar com os ténis Titulares, cuja marca deixo igualmente de parte, mantendo para já em Vista o tal Valor Estimativo, para não o confundirmos com a actual dita fidelização, conceito que sinto como uma distorcida fidelidade, tendo por base que esta última, no seu sentido original, é consequência natural de um compromisso Essencial assumido e a primeira traduz-se em imposição. Dito desta forma, vai ficando claro também como os conceitos economicistas se infiltraram nas relações humanas ao ponto de se estabelecerem como o padrão. Em contraste, dentro dessa analogia mas sob a Visão do Eixo da Vida, eu sou Fiel a uma marca, assim como a uma pessoa, na mesma medida em que sou Fiel a quem Sou. Se uma marca me dá mostras de Valor Qualitativo em todas as instâncias do seu processo criativo e produtivo, sem excepção, incluindo sintonia estética comigo, tem a minha Fidelidade, mas se não apresenta esse Valor, tendo a retirar-me da cadeia de participação dessa marca, não apenas como consumidora final. Isto é um facto comprovável na minha vida, não é uma mera hipótese. Mas para aplicar esta segunda observação nos mesmos termos a uma pessoa, tenho de dizer que mesmo que ela não dê mostras de Valor Qualitativo na sua interacção comigo, a minha Fidelidade continua a estar vinculada ao meu compromisso com quem Sou e portanto ao meu compromisso com quem ela É, porque só assim posso INvocar nela esse Valor Qualitativo que em Essência é inerente tanto a ela como a mim. E como marcas e indústrias e tudo o mais que faz parte das sociedades humanas é realizado por pessoas individuais e colectivas, a N*OVA proposta é equacionarmos e praticarmos a nossa participação e não-participação à Luz da INvocação da Essência-Valor no outro, em vez da confirmação e perpetuação do des-Valor nele. No meu dia a dia isto traduz-se por não conseguir meramente virar costas a um projecto, marca, indústria, etc. sem tentar encontrar uma via onde seja possível, pelo menos, deixar uma Semente do N*OVO, deixando claro aquilo em que posso e aquilo em que não posso participar e INvestir.
Por esta razão, sou grata a todas as organizações ditas activistas por vigiarem e protegerem as pessoas e o planeta acima dos interesses corporativos, mas não posso estar ao lado delas enquanto forças que elegem alvos a combater. O meu papel, e gostaria que fosse cada vez mais o nosso papel, mais do que combater e mesmo des-investir, é INvestir no N*OVO, que vem antes de quaisquer esforços de sustentabilidade e empreendedorismo, tecnologia e inovação, crescimento e aumento da esperança-de-vida, mas que torna estes, e outros direccionamentos nesta linha, numa consequência resultante da passagem à Estação Seguinte da Consciência.


Em alturas diferentes no início deste ano, Afonso partilhou comigo estas fotos, sem apontar qualquer associação entre elas para além da que é auto-evidenciada - a slackline dele - mas enviando-me um comentário junto com a da esquerda: "ela gostou de estar ali", porque ela saía e regressava apesar do movimento oscilatório que ele causava, explicou. Escusado será dizer que ele também gosta de estar ali, inclusive deu-se ao trabalho de filmar e enviar-me vários percursos completos dele na slackline, porque eu mostrei interesse em ver.
O que vi, e sempre Vejo, é que onde o N*OVO já habita passam-se coisas que exibem paradoxo, simetria, equilíbrio, ousadia, o que não é o mesmo que dizer que onde alguma destas qualidades é evidenciada está necessariamente presente o N*OVO. Aquilo a que me refiro, e detecto em vibração, não acontece por aquisição, mas sim por Estação. Claro que mesmo quem já traz em si o N*OVO tem um Caminho a percorrer e uma Estabilidade a alcançar, Aqui, mas não consegue é permanecer noutro caminho que não esse, e se se afasta momentaneamente, a esse retorna, porque é esse que Chama, Ressoa, Alinha.
E nesta linha, no início deste ano ele comunicou-me que passou a uma alimentação vegetariana. E no início deste ano, eu passei de alimentação vegetariana a vegana, no sentido de que o já muito reduzido e selectivo consumo de ovos e lacticínios passou a zero. Na casa de lá, ninguém é vegetariano. Na casa de cá, eu passei a vegetariana há perto de oito anos e a última vez que ele veio e estivemos juntos presencialmente foi há quatro anos, altura em que ele escolheu o sandwich de frango quando comemos fora de casa, no episódio que relatei na mensagem IMpossible de 9 Dezembro 2015.
O processo é de cada um, mas o Caminho de Retorno é Um só.
Do lado pseudo ou parcial disto, o meu Coração contrai-se e o meu Olhar baixa-se ao Ver uma pessoa que pratica vegan-ismo e é simultaneamente a favor da pena de morte, é contra a tourada mas a favor do extermínio de jovens delinquentes. Sem entrar na particular e delicada complexidade pessoal que conduz a tais incongruências, sintetizo assim: assimetria de consciência.
Quando o processo não é Estabilizado a partir da Fonte na Vertical, pode haver variações de aquisição na Horizontal, mas não há mudança de Estação. É ainda um estágio pré ou inicial da crisálida, em que esta ainda está focada no que vai deixar ou deixou para trás. Aqui, assimetrias, incongruências, retrocessos, e julgamentos dualistas ainda são possíveis. Quando o Eixo da Vida se Estabiliza na Estação Seguinte, tais oscilações já não são susceptíveis de ocorrer. A escolha-preferência-gosto tridimencional correspondente à fisiologia e vibração desse estágio anterior cessa na metamorfose que se iniciou sem retorno, cujo destino, na própria forma, deixa de ter condições fisiológicas e vibracionais para viver e se alimentar nos moldes anteriores. O estágio que estou a apontar é posterior ao da chamada "dieta para a ascensão", onde se encontram variáveis também assimétricas. Um Ser não passa por uma tal transmutação apenas para mudar ou porque mudou a sua dieta. A mudança na dieta é apenas 1 das consequências, mas simbioticamente tem implicações em tudo. Porque uma população de Borboletas não tem outro movimento que não seja criar o ambiente do qual precisa para viver. Se eu afirmar que uma população de lagartas faz exactamente o mesmo, a actual devastação do planeta ilustra e esclarece a diferença verbal nessa afirmação e explica a insistência nesta analogia.

Um ano atrás foi assim que Afonso, a meu Ver, ilustrou intuitivamente o Caminho de Retorno à Essência, pela metamorfose em espiral desenhada da periferia para o centro, que no gesto criativo dele foi simplesmente desenhar e filmar uma mandala para me oferecer.

Um ano atrás, quando tinha o filho Alexandre de visita aqui, deu-se outra ilustração do lado pseudo ou parcial. Num trajecto a pé que fizemos aqui perto de casa, passámos por uma casa em remodelação onde ele reparou no muro sendo revestido de pedras a imitar de alguma forma um muro de pedra tradicional numa versão suposta-mente moderna. De imediato ele teve uma reacção de des-identificação e quase indignação face à sensação fake, dizendo que "ou o muro é de pedra ou não é".
O comentário foi espontâneo, sem qualquer base técnica da parte dele ou pré-referenciação da minha parte. Mas além do argumento em si ser auto-explicativo, fez de imediato ponte com uma observação minha face a uma abordagem idêntica na construção e reconstrução de casas nas tradicionais Aldeias de Xisto de Portugal, uma das quais pude sentir de perto com particular atenção e carinho ao participar num desses trabalhos preparatórios de reconstrução, mas onde pude também descobrir esse mesmo sentimento em mim perante a diferença entre casas feitas em tijolo e revestidas a xisto, e casas realmente feitas de xisto. Não é a mesma coisa. A vibração inerente é outra. O que nos faz captar a diferença não é algo que tenhamos aprendido. Nós identificamos a autenticidade porque, para a Essência que Somos, ela é inconfundível e insubstituível.
Alexandre traz o Padrão no Coração, quer queira quer não. A Luz, que só se viu nessa foto depois de tirada, em Belém em 11 Janeiro 2016, pareceu confirmá-lo.
E poucos dias após o aniversário dele em 21 Dezembro, acrescento aqui a constatação só agora feita de que este mesmo lado Este do Padrão contém São Francisco Xavier, que dá nome ao hospital onde Alexandre nasceu, situado no perímetro próximo a Belém. E Afonso, nascido no Brasil, não fica fora disto, nem mesmo do Padrão, apesar de não ter havido tal intenção.
É sempre reverente constatar estas captações extra que nos falam em língua universal, no respectivo local. É como se uma Genealogia além linear nos quisesse falar . . .
:: Á'R'v o r e
Eis porque em minha casa nunca fez sentido ter coisas só por ter, coisas em excesso, coisas redundantes, coisas conflitantes, coisas a imitar, coisas a substituir coisas que realmente queria ter ou as que tiveram o seu tempo de vida e não podem realmente ser substituídas. Coisas que não Vibram [com a minha] Alma. Ou seja, as coisas que entram cá em casa, ou já não são coisas ou deixam de ser coisas. As coisas que permanecem ou se tornam meras coisas, saem. Assim, o que tenho de vintage não veio por aquisição nem por identificação com esse estilo, veio mesmo por herança adoptiva e não planeada, de casa dos avós. Aquela casa e aqueles avós onde e com quem vivi muitas aventuras de infância significativas nas frequentes visitas e estadias. Móveis e peças que viram crescer a geração do meu pai e depois a minha, alguns dos quais tendo feito parte do meu imaginário, Abençoados pelo azulejo pintado à mão antes pendurado na casa deles e agora aqui à minha esquerda. Nada a ver com saudosismos ou com gostar de azulejos, ou andar a garimpar antiguidades na feira da ladra - não me lembro de ir lá nas últimas décadas. Isto quer dizer que sou contra a feira da ladra e afins? Não, de modo algum. Quer dizer é que ir lá à procura de um louceiro vintage não é a mesma coisa que ter trazido para casa um louceiro que foi dos meus avós, e apenas porque foi dos meus avós. Do outro lado disto, vejo pessoas que descartam móveis e objectos genuinamente antigos e até ligados à sua história, para depois irem à loja ou à feira comprar móveis e objectos no dito estilo antigo. Em última instância, quer dizer que não sou movida por tendências . Não obstante, se uma dita tendência se Sintoniza Comigo e se Sincroniza com uma necessidade-procura, não tem de ser rejeitada pelo mero facto de coincidir ser considerada tendência. Mas, decididamente, moda não é o meu fenómeno de Eleição. Não por minha definição categórica, mas pela forma condicionadora e dissociada do Valor com que se foi definindo. Hoje, até a própria tentativa de recuperação desse Valor virou tendência, num bem intencionado mas superlativo glamour como suposta excelência, mas que sob a lupa de um Garimpo Micro-Filtrante rapidamente se distingue de Consciência. Nem tudo o que reluz é Ouro.
De volta a casa, serão os móveis dos meus avós, velhos? Depende do que se considera velho. Havia e há partes em mau estado, mas foram integradas na própria alma do meu lar. Se há um elemento que é abundantemente característico neste prédio e nesta casa, e me cativa e honro e conservo até hoje numa comunhão elemental, é: madeira - esta sim, é por Definição Ouro. E quis o destino que fosse uma madeira incomum aqui, oriunda do Brasil - Pterodon emarginatus Vogel (Sucupira). Aqueles que optaram por pintá-la fazendo desaparecer toda a sua riqueza identitária e beleza textural entristeceram-me nessa perda. Porque dói mesmo. Uma Dor Essencial que não vem do mundo das ideias e das opiniões.
Vivemos tempos em que todos os dias se encontra junto ao lixo, mobiliário e peças em madeira maciça. Deduz-se que tudo foi trocado por móveis de design e confecção modernos, na sua maioria em MDF lacado ou laminado, que além de terem uma menor resistência e durabilidade, costumam conter compostos sintéticos prejudiciais à saúde. Mas acima de tudo evidencia-se o descaso para com a Matéria Natura nas madeiras rudemente mutiladas e descartadas, quando deveriam evocar a Floresta a cada escolha que lhe diz respeito, desde a micro à macro-decisão. Não?
Como não consigo separar nada dos seus elementos constituintes, seria vasto falar de todos os elementos dos reinos terrestres que o reino humano desrespeitosamente converte em mero recurso, aplicando os seus métodos de exploração e extracção com uma violência e prepotência que me agride e me insulta enquanto Corpo e Consciência. Desta vez falo da Entidade Floresta como um Todo e da Árvore como uma Unidade, e começo por fazer uma distinção fundamental no âmbito do Reino Vegetal: Floresta não é agricultura! Floresta não é recurso madeira!! Não se produz Floresta para consumo humano!!! Não se produz Floresta!!!! Não é porque uma empresa pratica uma indústria madeireira considerada sustentável do ponto de vista da reposição quantitativa, que ela está a ser Correcta do ponto de vista da Criação e seus Reinos na Terra. Uma única Árvore é uma ComUnidade, não é um mero tronco para ser convertido em uniformizada matéria-prima de construção, ou objecto urbano de decoração plantada aqui e cortada ali sem razão nem coração, como se de um produto fabricado se tratasse, apenas porque foi plantada pela mão do homem.
Quis muito encontrar o N*OVO aqui, empresa certamente tida como exemplar e detentora de mérito na presente conjuntura. Mas entre os vários vídeos, como este que a apresenta, cujos orrectos títulos e acções verdes
culminadas num Totem nativo parecem reflectir essa Vibração, o que encontrei foi ainda a versão optimizada de uma abordagem industrial que ainda não recupera nem invoca o Valor Matricial que se sente Emanar em todas as instâncias do processo criativo desta abordagem seguinte, que tal como a anterior também me surgiu sincronicamente à frente sem a procurar. Esta desencadeou a seguir várias outras visualizações nesta linha, nutrindo e evocando memórias de quem cresceu vendo um avô a fabricar manualmente as mais variadas peças em madeira.
“It’s more of an artist’s way of thinking through business.”
- Zui Hanafusa
Impossível seguir esta abordagem numa população de 7 mil milhões! - dirá um certo senso comum. Será? Ou será antes que tal observação provém do senso comum que ainda olha o colectivo humano sem considerar o Indivíduo, da mesma forma que olha a plantação de árvores sem considerar a Árvore?
Sob o Meu Olhar, Humanidade é mais do que colectivo humano.
Sob o Meu Olhar, Floresta é mais do que plantação de árvores.
Sob o Meu Olhar, Humanidade é Floresta, Árvore é Indivíduo.
Sob o Meu Olhar, és Indivíduo, um Ser Total entre Terra e Céu.
Vejo os Meus e os Teus Direitos e Deveres Humanos
à Luz dos Meus e dos Teus Direitos e Deveres Cósmicos.
Não Me separo. Não Te separo. Não Me separes. Não Te separes.
Não Me reduzo. Não Te reduzo. Não Me reduzas. Não Te reduzas.
Separação e redução<>inflacção são a desculpa que te mantém
preso à justificação e justificado na prisão,
alimentado pela distracção e distraído pela alimentação,
impotente face à Real Tarefa e irRealmente atarefado face à impotência
Integração e Totalidade são a Ignição que Te Move e Faz Mover
mesmo estando aparentemente parado

Relógio do forno encastrado da cozinha cá de casa. Comprado em 1993, preferimos o painel mecânico ao electrónico. Há muitos anos que uso o forno sem precisar mexer nestes comandos, e há poucos dias notei que o relógio parou de vez nesta sugestiva hora, apesar do mesmo continuar a funcionar. Neste dia 28.Dez.2016, data em que adiciono aqui a foto ao texto já antes escrito, quis fotografar apenas a hora para partilhar com Alexandre nessa mesma hora de hoje, no nosso continuum de instantânea troca de sincronia e simetria horária-numérica. Ao fotografar, percebi o quanto cada elemento aqui a par da hora-número no relógio diz e já dizia, transtemporalmente, do Forno na Cozinha ao Centro da Casa.
Quem disse que tens de te preo-ocupar com 7 mil milhões?
Por acaso tens de te pre-ocupar com os milhões de células do teu corpo?
Não. Mas precisas de estar ciente delas para que elas se mantenham todas, sem excepção, a funcionar de acordo com a Matriz Original e seu Potencial. Negar uma só que seja é enviar a todas um precedente de disfunção. Não! Nunca confirmes a disfunção. Isto é o que a maioria da medicina moderna faz ao diagnosticar, mas como não sabe Curar, =INvocar a Auto-Cura no próprio, limitando-se a tratar enquanto agente externo e apenas com o uso de agentes externos, o que ela entrega a uma pessoa, já fragilizada por uma disfunção e totalmente identificada e dependente da abordagem externa, é a confirmação da disfunção, sem uma Solução garantida. Então, como se sabe, muitas e muitas vezes o diagnóstico é a sentença final, e muitas pessoas morrem de diagnóstico, não de doença. Elas sentem-se impotentes.
Não! Nunca confirmes a disfunção. Emite sempre o Som que Chama tudo e todos ao Plano Cósmico Original da Criação, dentro-fora. Fazes isto em ti mesmo e estás a repercuti-lo no Multiverso.
Eis a versão completa da SÍNTESE via Edit enviada por e-mail a Alexandre, que incluía o Edit extra no final, num humor cúmplice multi-D de bastidores entre ele e eu, e que excluí quando da partilha no 10.
Hisao Hanafusa sabe do que estou a falar, e portanto a sua abordagem impossível vira IMpossible, ou ele não se teria mudado para Nova Iorque.
Ele e o filho sabem usar a tecnologia sem ferir a Genealogia.
Indivíduos vêem o Unitário na ComUnidade, vêem o Cosmos na Terra e a Terra no Cosmos. O meu avô também devia saber, ao construir a mesa de madeira em volta do tronco da árvore que ficava no meio do seu quintal, que depois levou a minha avó a adaptar uma toalha de mesa recortando-lhe um círculo ao centro e uma abertura lateral.
No tempo dos meus avós, e em boa parte do meu, não se falava em Reciclagem, mas praticava-se instintivamente, e criativamente, a Lei Natural da Economia, que neste âmbito viria a ser traduzida pelos 3 'R':
R e d u z i r > R e u t i l i z a r > R e c i c l a r
cuja Ordem Natural de prioridade é esta, mas se inverteu, justificando e perpetuando assim os moldes quantitativos em que a actual economia e cultura predominantes se fundaram.
Restabelecer a Ordem equivale a deixar entrar a Arte em todos os processos criativos, que os remete para um Reduzir qualitativo, em nada redutor ou exterminador, mas que efectivamente reduz e traduz a quantidade infindável numa Riqueza e Abundância que não se misturam à prática do lucro, da produção de excedente, da acumulação, mas antes habitam a Esfera da Precisão, Exactidão, Justa Medida da Próxima Oitava. Aqui, tudo tenderá a ser unitário, singular, edição única, feito à medida e por encomenda, apenas quando e o quanto necessário. Nada parecido com a indústria das linhas de montagem reprodutoras. Muito parecido com o que já conhecemos na geração dos meus avós - antes da chegada do conceito descartável e da implantação desmedida do pronto a vestir - mas agora noutra Oitava Criativa equiparável ao modo instantâneo como as coisas acontecem no mundo onírico. A Estação Seguinte, a Próxima Oitava é o que muitos de nós já vêm vivendo, na sua forma mais avançada e contrastante em Sonho Lúcido, bem cientes de estar a viver uma Realidade Paralela à espera de Nascer Aqui.
Por falar em espera e em 'R' #1 - em finais de Setembro Afonso partilhou este poema gráfico (a palavra "LIXO" escrita com a palavra "LUXO") de
alguém com apelido familiar mas não de família (genealógica). Deu-se então aquele familiar impulso Edit e respondi-lhe assim do traço para baixo:

Por falar em espera e em 'R' #2 - enquanto não Nasce Aqui por inteiro, e para que Nasça Aqui por Inteiro, podemos encontrar um outro sentido para a inversão da Ordem. Na verdade aquele que faz mais sentido e é o mais esquecido, ou adiado, mas cujo código todos trazemos, conforme Afonso desenhou naquela mandala-espiral:


Um ano atrás Alexandre viu o smart graffiti e aprontou-se a fotografar. No mesmo instante, eu vi ambos e aprontei-me a fotografar, enquanto lhe dizia em bom humor:
"Começa por ti!"
Ele sentiu a Bi-INversão
e gostou. Instantâneo Next Level traz a foto e o discurso para Casa,
antes de sequer pensar em partilhas Insta-whatever.
É o que a Á'R'v o r e e a Genealogia além linear querem Testemunhar.
:: Pensa Dentro e Fora da caixa
. . . mas esvazia a caixa


Em Janeiro 2012 encontrei esta composição numa parede ao caminhar no Paredão de Cascais, e partilhei-a com todos no mesmo dia com o título Meditation Box. A meio do mesmo ano o filho Afonso partilhou comigo este seu desenho digital que de imediato associei à imagem anterior, e partilhei-o com todos no mesmo dia com o título Meditation Box II, sem lhes acrescentar mais escrita.
Num paralelo transtemporal, de tanto ouvir falar em "pensar fora da caixa" e de tanto constatar o que realmente ocorre, resumi nestas 4 observações:
1 - pensar dentro da caixa sobre a caixa
2 - pensar fora da caixa sobre a caixa
3 - pensar dentro da caixa sobre o que é de fora de caixa
4 - pensar fora da caixa sobre o que é de fora da caixa
Reflectir sobre cada uma faz emergir leituras e desdobramentos mais ou menos lineares, mas para já proponho passar directo para essa que poderá ser a 5ª Leitura, de Síntese, que ambas as imagens e seus títulos de então já sugeriam, e o título deste tópico aponta. Porque se constata facilmente e recorrentemente que quanto mais queres livrar-te da caixa, mais a caixa te persegue e ressurge de outra forma com aparência do novo. Porque és levado a pensar que a caixa é o velho e o "fora da caixa" é o novo, e num sentido é, mas enquanto na perspectiva linear esse novo é apenas o resultado do mais recente remanejamento do velho - conhecido e promovido como i-nova-ção - na perspectiva não linear o N*OVO tanto pode estar no dito velho como no dito novo, e quando esvazias a caixa não estás nem dentro da caixa, nem fora da caixa, nem em função da caixa, estás para além da caixa. Só então a caixa pode desaparecer, e sem qualquer esforço da tua parte, mas com toda a tua Presença de Espírito. Então, dar-se à Luz e dar-se ao Luxo é Um.
:: Do "novo rico" ao N*OVO LUX*O
Em 2013, Afonso, na altura com 15 anos, partilhou essa filmagem dele a desenhar o Aston Martin One-77 como parte de um trabalho escolar. Desconhecia o interesse dele neste carro em particular, e um tempo depois encontrei esse sensível documentário sobre este mesmo modelo (é relevante visualizá-lo neste ponto para compreender o que digo a seguir), e partilhei-o com ele e depois até com duas ou três outras pessoas de sensibilidade afim. Os dois juntos ficaram para mim como ilustração na 3ª Dimensão daquilo que venho relembrando e descrevendo como parte da 4ª/5ª, Aqui mesmo, no planeta Terra. E por isso, possuir esta criação de 1 milhão, que na actual dimensão costuma ser para o "rico" e para o "novo rico", não é a aspiração. Até porque este conceito de veículo, enquanto veículo e enquanto produto fabricado, contém componentes que não fazem parte da Estação Seguinte, daí estar a apresentá-lo como ilustração-da-3ª-Dimensão.
O N*OVO LUX*O é criar com esta Arte-Visão, não como um target,
mas como a única forma inerentemente possível de gerar Vida na Matéria.
Divina Proporção, Precisão, Exactidão, Simetria são a ciência da Arte-Criação que artistas e designers e todos aqueles de nós que vivem em comunhão com a Matriz Criativa trazem activo de fábrica, como primeira natureza. A Natureza pode parecer que se repete, mas tu sabes que não encontras dois iguais em nenhum dos seus Reinos. Então, 77 ainda é uma edição limitada de fabricação humana, mas One Invoca a Unicidade em que estes criadores exemplarmente INvestiram de uma ponta à outra do processo criativo, sem se permitirem um único desvio ao Plano Original. Para isso contaram com o investimento baseado na Confiança e Fidelidade dos futuros donos que fizeram a encomenda adiantada antes mesmo de verem um protótipo final. Aqui sim, sinto a energia monetária Vibrar no Valor.
Isto não é bem a mesma coisa que Crowdfunding, pois não? Neste, além de todos quererem ver um protótipo adiantado, ninguém investe um milhão em projecto algum, quanto mais alguns milhares, centenas, dezenas ou unidades - não, não me enganei na construção da frase, é isto mesmo que quero dizer.
Contrariando a frase popular, eu costumava dizer:
O que eu crio não é para quem pode, é para quem Quer!
Queres? Então estou certa de que irás redimensionar as tuas prioridades, porque Sabes que eu não consigo baixar o Valor para equiparar o que crio à tua preferência de comprar múltiplos itens fabricados em série pelo mesmo preço de uma peça única e irrepetível. Em vez disso, prefiro oferecer-ta e preservar-lhe assim o Valor Original. Ainda assim, continua a ser preciso que a Queiras.
O que eu crio não pede tanto um investimento material
quanto pede um INvestimento imaterial: Atenção Sintonizada.
Uma Atenção que Serve a todos, incluindo-me
É como eu disse numa mensagem anterior:
Don't mind my words, but mind where I Am Looking at.
Dito de outra forma, e em carinhoso humor, o que eu crio não é para [entreter] distraídos, ou seja, É para [con-centrar] distraídos.
E, portanto, pode Nutrir e Unir os Atentos.
Evocando a Geometria Sagrada que dá rosto a este WebSite, digo agora:
O Fruto da Vida destina-se àquele que Quer na Oitava Seguinte.
Em 2012, quando criei as Bolsas de Harmonização, aqui no Círculo 3, um dos mini-círculos no interior de todas elas continha uma moeda de 1 Euro não circulada, todas compradas para essa finalidade e manuseadas por mim com luvas. Segundo o feedback recebido, as pessoas "achavam graça" a este pormenor. Havia uma brochura a descrever a peça no espaço de exposição, onde era explicado o porquê dessa moeda ali, e no seu estado mais puro possível: Harmonizar a energia monetária.
Então, mais importante do que vender, Eu Quero Curar o Valor.
Atribuir valor monetário sem Curar o Valor mantém o investimento na Estação anterior, no supermercado, não no One 77 ou no Comboio que leva à Estação Seguinte. De outra forma, eu INvisto no One 77 fazendo compras no supermercado segundo a mesma Ordem de Valor com que se compra um One 77. Então, também o supermercado pode mudar, e muda, de Estação, pelo menos para mim. Perante um ambiente que não me corresponde vibracionalmente, a equação é sempre a mesma: retiro-me da participação nos processos totais envolvidos nesse ambiente, e/ou, mantenho-a mas em instância Next Level. Esta tem sido a minha acção e a minha proposta de acção.
Porque na Estação Seguinte, Tu és o One [77],
não por fabricação mas por Metamorfose.
Então agora pergunto: INvestirias 1 Milhão em Ti, adiantadamente?
A VIDA INvestiu Vários, ao Criar-Te.
És Inestimável. Assim como o INvestimento.
Eu não tenho outra opção senão Espelhar a Criação no meu processo de criação. E Espelhar a Criação não é imitação nem apropriação, é Emanação.
Então, do lado pseudo disto, se algum dia considerares investir num projecto que te seja apresentado como sendo equiparável à Criação para tua actual ou futura salvação ou protecção, ou como sendo VIDA na Estação Seguinte, fazendo-te crer que é uma síntese disto . . .


Foto de mim em Fevereiro 2009 Recorte feito por mim anos atrás
Sunny Ghost vs. Alter-Ghost in the . . .
. . . deixa-te Guiar pela Verdade que Ecoará de dentro de Ti,
lembrando-te de que Fonte vens e de que Substância és feita.
"Everything they told you was a lie.
They did not save your life, they stole it."

No mundo das lâmpadas, continuo a dizer que esta é a mais esperta que já me foi
apresentada, há já perto de oito anos: movida pela Força de Vontade que a faz ligar-se à Fonte, conservando a Chama Ardente, dentro, ainda que transparente.
E aqui vale acrescentar: sem se fazer passar por outra coisa que não lâmpada, apesar dos upgrades humanóides . . .
Enquanto isso, no mundo dos humanos, há quem faça a ligação à Terra . . .
:: Aqua-Lama-Lab BR
Nessa ligação, em essência cruzo-me com Marina em territórios comuns, literal e simbolicamente, sem este tipo de hardcore. A minha ida para o Brasil e toda a vivência lá entre Dezembro 1996 e Julho 2002 não teve esta orientação, mas em certa altura possibilitou uma experiência que faz uma certa ponte com esta.
Em 2000 passei pelo meu já citado trabalho de psicoterapia holística num compacto de cerca de três meses, em que trabalhei intensivamente as heranças de mãe e de pai e as minhas construções em cima delas, através do físico, emocional, mental, conscientemente sob o Olhar do Eu Superior e guiada pela minha terapeuta que era muito mais do que isso. Ainda nesse ano quis participar numa outra proposta dela de trabalho terapêutico grupal de fim de semana em Paraty, na estação do ano que proporcionava as condições necessárias no terreno. Eis a experiência singularmente marcante.
O primeiro desafio, a pedir um compasso de tempo de preparo face ao desconhecido e ao desconforto, era entrar literalmente num mar de lama numa das extremidades de uma praia da região. Lama espessa que não permitia sequer entrar caminhando, era preciso arrastar-me sobre ela, dentro dela, através dela, e permanecer nela. Ficando Um com ela, sentia-lhe a textura macia, tépida, movediça quer pelos meus movimentos quer pelos movimentos dos seus invisíveis habitantes caranguejos (siris) à minha volta. Pessoalmente não sentia muito o que trabalhar ali, tendo acabado de sair de um processo iniciador e libertador, mas estava a ter uma inusitada comunhão com a Terra no seu aspecto mais directamente denso, densidade que não sentia pertencer-me nem à qual sentia pertencer, mesmo antes do meu anterior trabalho. Ficou claro para mim, durante e depois, que estava ali a viver aquela experiência numa dimensão muito própria, algo distinta da intenção original desta proposta. Após o período de tempo proposto para ali permanecer, quando cada um entendia que era tempo de sair, saía, da mesma forma que tinha entrado, a única possível ali, arrastando-se para fora da lama. Caminhava-se então em silêncio ao longo do areal da praia na direcção da extremidade oposta, observando-se e sentindo-se tanto a areia como a água do mar a ficarem progressivamente mais claras, limpas. Nessa caminhada aconteceu o que me ficou como o registo central desta experiência: ao caminhar, a espessa lama agarrada ao meu corpo desprendia-se de mim e caía no chão em placas compactas, num movimento e eco que está registado na minha memória em slow-motion. Testemunhava-me nessa libertação sem esforço, após uma densa comunhão consentida. O corpo ia ficando mais leve, ia conseguindo ver de novo a minha pele, até que finalmente entrei no mar, limpo, e lavei a restante lama.
Ao longo de todo o processo havia uma alegria curiosa e participativa que vivificava a Criança interior a par daquele Sorriso vindo do Eu Maior que a Testemunhava. Não foi uma vivência pesada. Foi uma vivência ilustrativa. Assim transito nos processos terrenos. Ainda que me debata, ao sentir-me presa nos movimentos, não combato os elementos nem fujo deles. O que não me pertence, cai por si, não tem como se agarrar a mim. Isto é assim especialmente após esse trabalho holístico iniciador, pelo que este outro trabalho aconteceu na altura em que pôde ser esse referencial para mim. A lama da herança existencial é reciclada nessa comunhão consentida, e devolvida ao seu próprio território em gratidão mútua.
A mulher que caminhou ao meu lado, minha conhecida, chorou profundamente todo o tempo. Podia intuir de onde lhe vinha essa água, dor. Sentia-a mais leve quando nos lavámos da lama no mar limpo. Ainda levámos restos de lama para o quarto partilhado entre quatro mulheres, na estalagem que hospedou o grupo. O duche ficou acastanhado nesse dia, e para nós foi um alegre banho ritual. Depois reunimo-nos todos, reflectimos, escrevemos, celebrámos.
No dia seguinte, outra experiência na água, desta vez, na piscina.
Cada um escolheu uma mãe entre o grupo, e esta deu-nos à luz, num misto de parto aquático e baptismo iniciático. Está tudo Vivo dentro de mim. Esta é a primeira vez que estou a descrevê-la detalhadamente por escrito, e a partilhá-la desta forma não endereçada.
Cerca de um ano e meio depois, período em que residi na cidade de São Paulo já só com os filhos, estava de regresso a Portugal, com eles, em resultado daquela que foi a decisão mais difícil da minha vida: sentia-me chamada à casa de origem humana na Terra; separar-me dos filhos não era uma opção; separá-los do pai foi uma dor do tamanho do oceano que separa os dois continentes, e os dois países que integram a nossa história.
Julho 2002. Oceano atravessado por via aérea com bilhete só de ida, aterragem na terra PT, choque cultural invertido após três anos de ausência.
:: Estações

Estação Terminal do Cais do Sodré, Lisboa, 7 Agosto 2016, maria
Fiz questão de esperar que o ponteiro das horas e o ponteiro dos minutos se unissem no 12
Outras travessias, internas e externas, me aguardavam dentro deste retorno, sentindo-me eu numa pele muito diferente daquela com que tinha saído de cá, e apercebendo-me desde logo que o sentido de pertença se tinha alterado em mim para sempre. Entendia agora nos corpos, em Consciência, o conceito de "cidadã do mundo". Ainda assim, não me sentia definida por ele. Venho entendendo melhor porquê, à medida que vou recuperando a minha Memória de Cidadania Cósmica - Human Star indeed. Nada a ver com stardom|estrelato. Tudo a ver com Movimentos Gravíticos Verticais gerando estações espaço-temporais Horizontais, em correspondência com Estações de Consciência Multidimensional.
O que acontece quando se desembarca numa Estação Terminal precedida de um longo túnel? Talvez um último olhar para trás, para o túnel, seguido de um olhar para a frente, para o desconhecido . . .


Estação Terminal do Rossio, Lisboa, 21 Dezembro 2015, maria
Para quem atravessou este túnel diariamente incontáveis vezes nesta vida,
esta estação foi tanto de desembarque como de embarque. Mas neste dia ela não foi nem de embarque nem de desembarque. Neste dia ela assumiu esse estatuto não linear de Multi-Estação.
No linear, era o 20º aniversário de Alexandre, passado em Portugal em tour por Lisboa, e sem ninguém planear demos connosco de visita à estação, peculiarmente deserta. Sem bilhetes para abrir a passagem, tivemos uma autorização informal mas muito especial, quando o porteiro compreendeu que não fomos ali para embarcar, mas tínhamos de ir às gares, especialmente as duas laterais extremas onde se encontram as duas colecções em painéis de azulejos ao longo das mesmas. A dos painéis circulares era há muito minha conhecida, mas a outra não, e esta muito me surpreendeu por não ter memória dela e parecer impossível estar a vê-la pela primeira vez. Fotografámos as duas colecções integralmente, mas numa pesquisa Internet posterior encontrei-as melhor retratadas neste site. Colocando o foco nesta segunda, fiquei a saber que ela tem praticamente a idade do Alexandre, sendo que depois de 1992 eu já não frequentava esta estação, e a minha Estação Terminal do lado de Lisboa tinha passado a ser a do Cais do Sodré. Então eu só venho a conhecer, e em detalhe, esta colecção, 20 anos depois, no preciso 20º aniversário de Alexandre.
Um ano depois, estou aqui a partilhar este Olhar Editando agora a pergunta acima:
O que Aconteceu quando se Desembarca numa Estação Terminal precedida de um Longo Túnel e se Encontra uma tal Colecção de 13 Painéis?
No que diz respeito a mim e Alexandre, sei que o que nos impulsionou a esta visita não foi de todo um acaso, foi por Encomenda. Poucos dias depois uma mensagem código interna colocou-me lá, mostrando-me uma direcção paradoxal do Desconhecido, do meu Destino a partir do meu Posto PT.
Numa altura em que Portugal em geral e Lisboa em particular viraram hot spot turístico internacional, como excepção dentro do recente enquadramento europeu considerado unsafe, ao ponto de chegar a ser impossível circular normalmente a pé na cidade sem ser impedido por pessoas em massa frenetica e ruidosamente querendo cumprir roteiros turísticos, fazendo emergir uma correspondente faceta de oferta anfitriã tendencialmente focada em business, é preciso que mais de nós do lado de cá mantenham a fidelidade e a lucidez focadas no que realmente este Afluxo significa. Então, talvez a geografia portuguesa, ainda concentrada na sua capital, precise mesmo de ser globalmente re-testemunhada na sua História neste final de Ciclo, mas que mantenhamos nós, aqui, a serena moderação que Emana a Temperança que temos a Oferecer enquanto Anfitriões e Guardiões de uma Paz que um mundo confuso e ferido e fugido da guerra, bélica e não bélica, busca cegamente sem saber ao que vem . . . Que não sejamos nós, aqui, a distrair um mundo já tão distraído e entretido. Quem vem ao Centro é para se ConCentrar.
Que não haja também confusões linguísticas, para que o olhar de fora se alinhe à Essência Geradora do Idioma. Meu conselho é o mesmo que recebi um dia da querida professora britânica Sally nos meus tempos de Cambridge School Lisbon, onde concluí o grau First Certificate in English atribuído pelo British Council Lisbon, em princípios da década de 1980. Nunca o escrevi senão aqui e agora: "If you're going to learn some bad [language] habits, don't learn the American's." Não era preciso ela dizer que não havia qualquer discriminação ou nacionalismo neste conselho. Nunca o esqueci porque fez uma Ressonância intemporal com a tessitura da minha vocação-função linguística, e de tudo em mim, no fundo: Fidelidade à Origem, Precisão, Exactidão, Pureza, com flexibilidade para evoluir mas sem desvirtuar ou distorcer. É assim que espero que, por esta altura, a família BR, e já agora a terra PT, entenda onde me situo, e porque para mim quaisquer tentativas forçadas de união que corrompem Valores Essenciais são [como] des-acordos ortográficos.
De volta à Multi-Estação, como se pode ver, aquele site é prolífico em ilustrações pertinentes, inclusive em pontes visuais com componentes nesta mensagem. A primeira Colecção de Painéis mais antiga também diz coisas pertinentes para o momento actual, se Olhada na linha Brexit.
Transversalmente, nunca me refiro a retornos ao passado, refiro-me acima de tudo à recuperação de Identidade e Soberania no Sentido da Assumpção da Função e Responsabilidade desta e de cada Alma-Nação no Mundo, como a segunda Colecção Evoca e INvoca . . .
. . . Próxima Estação . . .
. . . Próximo Veículo . . .
. . . Próxima . . . . . . . . .
:: Potência na 8TAVA Lusa
De tanto que o vejo ser retratado, por luso-habitantes e mundi-visitantes, em 23 Abril escrevi-o na pesquisa para ver o que me saía.
Bastaram estas linhas. Para o Multi-Leitor deste lado e desse lado, está Tudo aqui. Por isso, é tão tentador deixar apenas este recorte sem nada acrescentar como é instrumentalmente irresistível partir dele para viagens paralelas que o tornam Real para além de ícone histórico-cultural.
A Meu Ver, o Verdadeiro Eléctrico 28 tem como Potencial a Chave de Ignição da Potência a ser Iniciada para a Resolução de realidades planetárias trans-histórico-culturais, colocando o Viajante nos Trilhos que ligam Origem e Destino, uns pelo Caminho Longo, outros pelo Caminho Curto, de Baixo para Cima, de Cima para Baixo.
Para quem partiu da Estrela, e observa a partir da Estrela, o Caminho é incontornavelmente e contemplativamente o Curto. E porque é Curto, é também mais ConCentrado. Aqui se junta uma minoria que veio para Evocar e Invocar a Memória Cósmica da Futura-Nova-Terra, começando por Imprimi-la no Éter, Acção Essencial para a sua Materialização.
Olhando o Caminho Longo por esta análoga perspectiva, tanto vejo a comutação vida-e-morte iniciada e atravessada pelos seus muitos temperos - daí ter início na Estação do Potencial, onde se verifica maior congestionamento - como a Comunhão Vida-e-Morte, onde a dualidade Prazer-e-Dor é transcendida diante do Cosmos Eterno, Estação da Potência, onde se verifica pouca afluência.
Porém, a presente humanidade parece não se aperceber dessa diferença, talvez porque a Energia dispensada para a Terra aumentou, e todos se sentem mais potencializados. Mas há uma distinção a ser Vista e Sentida por todos e cada um.
Em Agosto de 2014 traduzi assim essa minha recorrente percepção:
Um caso complexo e desconcertante é uma pessoa que emite ondas de vibração alta vindas da ALMA, mas que se tornam dissonantes-assimétricas-dispersivas no modo de operar, desfasamento que impede a POTÊNCIA de ser iniciada nos níveis para os quais ELA se DESTINAEndFragment
Para mim isto equivale a ver essa pessoa gastar incessantemente a Potência Destinada a algo Maior do que ela, mas que depende dela, em repetidas voltas ao carrossel lisboeta, desfrutando apenas dos prazeres do percurso e evadindo-se da Morte de si, para Si, que a põe em Contacto com a Grande Obra que veio Realizar. O carrossel lisboeta é o falso Eléctrico 28, o percurso que faz esquecer o Verdadeiro Destino que lhe dá o nome. O indicador de que a pessoa está no circuito retentivo da comutação vida-e-morte, é o medo da morte. Quando ela conhece o Circuito Evolutivo da Comunhão Vida-e-Morte, não só o medo da morte desaparece como todo o tipo de medo entra em dissolução, começando pelo medo da Dor. Quando a dualidade ( 2 ) do Caminho Longo é transcendida, o Infinito ( 8 ) torna o Caminho Curto, onde nunca perdes de vista a Estrela e és continuamente visitado pela Graça.
Talvez seja preciso criar um Borboletário junto ao Cemitério dos Prazeres, para Evocar e Invocar a única Morte necessária
e o Verdadeiro Eléctrico 28.
Quem olha o símbolo Carris para além do logótipo, pode ver uma pista.
O luso-habitante precisa de responder à pergunta:
- Que Eléctrico 28 me corresponde apanhar?
Porque entre o 2 e o 8 há um Trajecto Secreto que não pode ser encontrado no site da Carris nem em roteiros turísticos. E só pode ser Evocado e Invocado nos mundi-visitantes por luso-navegantes já Cientes do Seu Posto no Globo. Estes podem ser encontrados em Pontos Precisos ao longo do Trajecto, mas não se anunciam enquanto tal, são mais como Agentes Secretos em Missão IMpossible, ao Serviço de Sua Majestade, a VIDA.
A imagem seguinte dá uma primeira panorâmica do Ttrajecto.
Clicando nela, é possível percorrê-lo aqui em detalhe, Eestação a Eestação, com descrição bilingue PT/EN.
. . . quando era criança, o dia anual de visita ao cemitério era para mim dia de festa e alegria, de reunião e passeio familiar, de flores, cores, aromas . . .
e sobretudo de muito Mistério . . . talvez para mim já fosse o Borboletário . . .
. . . talvez por isso há quem fuja e se esconda desta maria,
mas cante a uma distância segura fazendo-a sorrir:
And I know she'll be the Death of me . . . And she'll always get the Best of me . . . ( . . . )
I can't feel my face when I'm with you But I love it
. . . poixx, a Vida não desiste de transformar o Potencial em Potência,
e a Potência em Amor de Serviço à Vida,
mas não dá é para Celebrar Plenamente a Vida,
enquanto houver Morte evadida e Vida invadida . . .
. . . não uses a maria como desculpa . . .
ELA QUER A FESTA TOTAL
NUNCA LHE BASTOU O PARCIAL
A PAZ SÓ É REAL SE FOR UNIVERSAL
O AMOR SÓ É UNIVERSAL SE FOR ENDEREÇADO
POTENTE NÃO É UM ESTADO LATENTE, É FOGO ARDENTE
NEGADO, TORNOU-SE DORMENTE
ACORDADO, TORNA-SE URGENTE

No momento em que ia tirar esta foto, abrangendo o Jardim da Estrela que adentrei e a Basílica da Estrela que também adentrei, o Eléctrico 28 apareceu da esquerda para a direita. Apressei-me a incluí-lo e capturei-o na tela exactamente centrado com o Portão, mas com o delay da câmara resultou assim.
Parece que apareceu a mostrar e a confirmar como age e onde se concentra
a Potência na 8TAVA Lusa . . .
Lá, regressei a casa. Aqui, nomeio a foto: Estrela Tudo
Foto que sintetizou o meu trajecto no Eléctrico 28, que realizei em 28.09.2016, dia em que fez um intenso calor. Decidi fazer o trajecto total, entrando no Martim Moniz e saindo junto ao Cemitério dos Prazeres, com intenção prévia de visitar este.
Passei 1h lá dentro a caminhar no silêncio das ruas vazias daquela que parece uma cidade miniatura, com suas casas apalaçadas de arquitectura elaborada e escultura inspirada, nomes ilustres, nomes comuns, artistas, heróis do fogo, muitas árvores, aves cantando, aromas natura, tudo evocando e confirmando as sensações registadas na infância, que combinam com o nome dado ao Cemitério. Olhei então para o céu e vi subir um balão cor de rosa. Porventura escapou da mão de uma criança . . .
ou levou a criança consigo . . . A Vida é Perfeita.

De volta à paragem do Eléctrico 28, encontro esta versão graffiti da mesma síntese, noutro ângulo, e a incluir os Prazeres . . . A Vida tem Arte. Apanhei o primeiro que saiu no sentido inverso, com intenção de a seguir fazer o trajecto curto.
Mas não cheguei a ir até à Graça. Saí e fiquei-me pela Estrela Tudo . . .
. . . a Graça deve ter vindo comigo. Grata.
:: Ponto de Encontro
Dominic Miller, Meeting Point (na Sérvia)
Madredeus, O Paraíso
aldeia tradicional, centro de Portugal
aldeia urbana, Lisboa, Portugal
O Paraíso na Terra é a Síntese que Nasce por uma Via que tem Autoria no que em Ti não se deixa conter, porque te Contém.
O Ponto de Encontro na Próxima Página do Livro da Vida não é aquisição, não é adição, não é inovação, não é imitação, não é colagem, não é glamour, não é progresso nem retrocesso tecnológico, não é passados nem futuros.
O Futuro não é um retorno ao passado nem um avanço futurista.
Resgatar Valores não passa por retomar meios arcaicos de funcionar
nem adoptar meios tecnológicos supressores da Matriz Original da Vida.
O Futuro passa invariavelmente por um Retorno à Essência.
Somente deste Foco Central pode Nascer a N*OVA Civilização,
aquela que quisermos desenhar dentro da Geometria Sagrada da Criação,
tenha ela face tradicional ou moderna, rural ou urbana.
Nenhuma destas ou outras faces, só por si, Anuncia ou Manifesta o N*OVO.
N*OVO tem nada a ver com idade, com o tempo na sua linearidade,
com inovação em sua última novidade.
Reconheço-O a partir de uma Ressonância com a Fonte do SER em mim,
na Instância que transporta e implanta as Memórias do Futuro.
É o que Me Acende, que Caminha comigo, que tende a plenificar-me por alinhamento ao PLANO Acima, que Pulsa nas minhas Células Abaixo.
Enraizamento? A que Solo te referes? Terrestre? Celeste?
Depende em que Solo se Caminha e Semeia . . . Como Acima, Assim Abaixo.
Por acaso o Cristo encarnou num Homem por engano no Planeta Terra?
Enganou-se na entrega da Mensagem ou exagerou no Exemplo deixado?
Ou será que Ele veio Aqui Plantar as Sementes IMpossible
correspondentes a essa Estação Seguinte?
É caso para Questionar e Redimensionar a observação sobre o [des]enraizamento, se ele se refere ao investimento no anterior, para que não se torne também ela uma desculpa para a retenção na anterior Estação da Consciência, Humana e Terrestre.
Sabias que um golfinho pode morrer se receber anestesia geral?
Ele precisa de estar consciente para poder respirar. A respiração não é uma função automática nele. Humanos que meditam, conhecem a importância e função da respiração consciente como Ligação à Fonte. A Criação enganou-se ou esqueceu-se? Ou terá antes trazido Aqui um ser Ultra-Consciente disfarçado de mamífero no Reino Animal para avivar a nossa Memória? Qual é o mistério entre cetáceos e humanos?
N*OVO está para além de qualquer equação dual na linha velho vs. novo,
mas com certeza tem a ver com não disfarçar uma coisa com outra para dar ou manter uma nova ou velha aparência que não Emana correspondente Vibração. Portanto, passa por assumir 100% cada opção, dando prioridade àquela que Eleva a Vibração, porque desta forma Vibras, em ti e no Éter, uma Nota Real Coerente. E de Oitava mudas somente quando se dá em ti a mudança de Estação de Consciência, decorrente de te Estabilizares do lado de cá no Ponto ao qual Aspiras, por Contacto assíduo Contigo do lado de Lá.
Então o Lá vira Cá.
É para Cá que estamos sendo Chamados.
É do lado de Cá que venho mostrando a O U R O g r a f i a .
É do/ao lado de Cá que estou trazendo a O V O g r a f i a .
Mas o Garimpo quotidiano de onde se extrai o Ouro sagrado da Lama não menos sagrada que subjaz a toda a civilização terrestre, e a digestão contínua de onde sai a Tradução disso em linguagem comunicável por vias como esta, vem estreitando a malha da peneira para membrana micro-filtrante, processador ambulante, micro-mutante. Assim me sinto.
Nada a ver com voluntária dádiva pensante, mas simplesmente com o Consciente Exercício desta inVoluntária Constante.
Um Exercício multidimensional e multidisciplinar que vai demolindo fronteiras limitadoras e edificando Mundos gerados por Passos dados no vazio que assim criam o Território Fértil onde nada mais pode brotar senão o N*OVO. As anteriores tácticas militares, económicas, políticas, sociais, legislativas, tecnológicas, activistas de combate-defesa-controlo-repressão-incentivo e tudo o mais que mantém a humanidade na Estação anterior dissociada do seu Destino Evolutivo dentro da Consciência Universal, dissolve-se nesta auto-selectiva Micro-Tecelagem Matricial por Gravitação. Quando o SOL Central Chama, todas as Chamas Acesas convergem, os Códigos internos são activados e a Acção do PLANO Estabiliza-se. Este é o Ponto de Viragem da Ampulheta, que Quebra o resto da casca e Revela o N*OVO que Confirma e Transcende a mensagem.
Nutre este Horizonte na Tua Visão e no Teu Coração, e não permitas que nenhuma outra emissão perturbe esta Transmissão Imanente.
:: Sentidos
À Luz da Arte de Ser Total, sou movida por Sincronia e Síntese, Magnetizada pela Verdade Maior que remete cada partícula de vida para a Essência Vivificante e a redimensiona em torno dessa Fonte Ígnea.
Este é o Ponto de Partida e de Convergência Universal de todo o motor criativo. Arte e Artistas Encontram-se aqui na sua Real Tarefa.
Reúno aqui aqueles que desta vez se entrelaçaram no fluxo desta mensagem, concentrando elementos que dinamizam a criação numa direcção multiFACEtada afim, convidando a explorar horizontes desconhecidos e paralelos que abrem portas dimensionais, dentro-fora, estabelecendo e transcendendo territórios comuns atravessados por Sentidos Totais.
Visualiza os dois primeiros vídeos em simultâneo, desligando o som num deles,
ou em ambos . . .
V a r i a ç õ e s n o T e m p o e E s p a ç o
E x p r e s s o S l o w - M o t i o n
G i l b e r t o G i l , Br a s i l
M a r i n a A b r a m o v i c , S é r v i a
A l e x a n d r e O r i o n , B r a s i l
A l e x a n d r e F a r t o = V h i l s , P o r t u g a l
Há um Futuro por detrás, dentro, acima, além de todos os futuros
Sem o Nascimento DESTE, todos os outros são vazios de sentido
Com o Nascimento DESTE, todos os outros ReNascem para o Verdadeiro Sentido
:: Seguindo os Sinais

Postal Circular # 39 (collage de 6 peças incluindo "OUSADIA") 2014
Frase no verso do postal: PROIBIDO? OUSA crescer em todos os sentidos. Pergunta à Árvore . . .
PROHIBITED? DARE to grow in every way. Ask the Tree . . .
Este foi o único Postal Circular que vendi até hoje.
Devo dizer que os primeiros 36 criados em 2012 nunca foram expostos ao público para além do vídeo que os retrata na totalidade e ilustra este segmento criativo apresentado no Círculo 7. Pouco tempo após a sua criação ficou claro para mim que não iria pôr esse primeiro conjunto à venda.
Este Postal fez parte dos 12 criados em 2014 para a loja The Real Thing.
Alegrou-me que tenha sido este o escolhido
- parece ser um Bom Sinal!
O B R I G R A T A !
m.






