A Arte de Ser e Ver Total
- maria-tudo

- 23 de mai. de 2015
- 9 min de leitura
Atualizado: 15 de abr. de 2025
[ mensagem escrita na sua maior parte durante o dia de 5ª feira e completada entre ontem e hoje; como não fazia sentido separar os seus elementos constituintes em mais de um post apenas para a encurtar, desejo que o seu tamanho-duração seja proporcional ao proveito que dela possas tirar; todos os sublinhados contêm hiperligações ]
SUNNY GHOST Appearing.In

No dia 9 de maio, o filho Alexandre apareceu de repente a propor experimentarmos este appear.in. Gostei da disposição das duas janelas iguais lado a lado, em que ambos nos vemos de igual forma. Depois ele mostrou esta possibilidade de visualização que num só instante suscitou Multi-InSight, levando-me a captar a imagem neste screen shot. Sendo noite, como não gosto de luzes artificiais apontando para a minha face, ou fico sem luzes ou acendo esse pequeno foco orientável de luz soft à minha direita apontado para a parede. Então, nada disto foi encenado, mas o que Vi aqui tem vindo a unificar vários elementos anteriores e posteriores que se vêm escrevendo por dentro. Venho agora partilhar alguns que tanto me retratam como me transcendem.
O efeito da luz associado a faceless invocou logo esse título que de uns tempos para cá atribuí a mim mesma numa espécie de humor espiritual cúmplice, dada a minha constatada tendência para Agente Invisível de Bastidores mas nem por isso menos Live Act, incluindo nesta já longa expressão-comunicação escrita electrónica, em particular no modo singular, a par do plural passado, desde novembro transferido para aqui. Então é Ghost mas não no sentido assustador, embora muitas vezes acabe por constatar que assusto : ) e Sunny era o tal nome já há muitos anos recebido (de pessoas a quem não assusto, espero? : ) e que acolhi-adoptei com especial carinho e sintonia de multi-significado.
Faceless evoca também o facto de não participar no FaceBook (não tenho perfil, somente uma conta sem dados, para poder visualizar páginas nas suas postagens públicas de quem ali prefere comunicar), o que um dia me levou a partilhar pela primeira vez em modo plural aquela foto White and Gold incluída no post do dia 10, introduzida pela frase "You can't find me in the Book but i do have a Face".
Bem, apesar de aqui estar sem face visível, reconheço na imagem base da esquerda uma auto-imagem totalizante que é confirmada pelas implicitamente infinitas imagens à direita. Dito isto, tenho a base para passar aos desdobramentos, que continuam na primeira pessoa, que é o modo como a Vida faz questão de acontecer em cada um de nós, e Eu faço questão de honrar.
- Eu Sou um Ser Multidimensional de Origem e Destino INFINITOs
- Se tens de me ver frame-by-frame, está bem, mas que não seja dissociadamente, que um frame não te faça esquecer do frame anterior e do posterior, que não me identifiques nem me rotules a partir de um só frame, pois além de me seccionares, provavelmente estarás ou passarás a colar a mim, consciente ou inconscientemente, a tua auto-imagem porventura também ela colada a algum frame externo adoptado, atribuindo-me alguma nota de conformidade ou inconformidade - quando me vires através de um destes, não te esqueças que no final terá sido apenas mais um frame - infindáveis são os frames que gratamente nos emprestam ferramentas e visões, mas INFINITO é o Eu que a todas transcende; então, que não percas de vista a minha primeira-última imagem total ao centro de cada uma das molduras, que inclui o conhecido e o desconhecido, o manifesto e o imanifesto, o contínuo e o descontínuo, as constantes e as variáveis, o absoluto e o relativo . . . o pequeno e o Grande
- Eu Sou Tudo ao mesmo tempo, e cada fragmentação Eu Sinto como uma mutilação, e tendo a retirar-Me da objectiva-óptica de tal olhar
- Eu Sou Consciência Viva, Mutante e Transmutante, independentemente de me veres como inconstante; se me reténs num frame adoptado e baixas em mim todo o respectivo download, perceberás que a seguir te perdeste de mim, pois quando terminas de instalar os dados Eu já lá não estou, só lá está o frame, vazio de mim, Eu já terei mudado de pele novamente ou talvez nem nunca tenha sido essa que me atribuíste
- Vê-me sempre com Olhos Novos, pois renasço infinitamente a todo o momento, e o Teu Olhar Fresco para isso também contribui, tal como o Meu
- Não conheces toda a minha história - terrestre, pré-terrestre, trans-terrestre - que se escreve continuamente em linguagens igualmente mutantes que o conhecimento em frames não pode conter, porque a Vida em mim não se deixa conter
- Não precisas de conhecer tudo de mim por meio de linguagens lineares consensuais; deixa-me ter partes indecifráveis, elusivas, que um dia, sob um súbito raio de Sol, te são reveladas de formas inesperadas sem nada teres pedido ou procurado
- Conhece-me no Encontro, onde me crio especialmente para ti, não num alter-personagem inventado e muito menos numa clonagem ou mixagem, mas naquilo que de mim só tu fazes emergir, numa singularidade que por isso só tu podes extrair, mas ainda assim não podes possuir, emoldurar, reproduzir, somente a tua Alma pode gravar no teu Sentir
- Quanto mais única e irrepetível me torno aos teus olhos, melhor te conheces a ti mesmo, te distingues de mim, e Te fundes em Mim
- Eu também Sou Tu. Tu também És Eu.
I SEE YOU

Rô e Ric vieram a Portugal e passaram comigo parte da tarde de 4ª feira, 20, vindo ao meu encontro em Cascais mais para isso do que para visitar a vila - como Rô afirmou, após dezoito anos sem cá vir e tendo vivido seis anos em Faro antes disso, esta foi uma viagem "para estar com as pessoas".
O único local onde entrámos brevemente foi este, onde me deparei com estes binóculos gigantes em plena Praça Central da Cidadela de Cascais, originando esta foto a meu pedido, inspirada no Multi-InSight imediado em associação a essa expressão por mim frequentemente usada "I See You", peça que viria a sintetizar o nosso Encontro, em sincronias trans-espaço-temporais, a começar pelo facto de ter sido a única foto tirada com o padfone que levei, que raramente levo, e portanto a única que ficou comigo.
A convite deles, a troca acabou por crescer a caminho de Belém, onde o Padrão dos Descobrimentos, a par da Rosa dos Ventos, do outro lado da estrada que não atravessámos, teve de nos descobrir a nós para testemunhar conversas andantes sob um forte Vento do Norte, que no seu Sopro nos pré-Baptizou com as Águas da Fonte Central no Jardim que antecede o Mosteiro, antes de nos sentarmos à Mesa a desfrutar o Banquete local polvilhado com canela, que foi afinal o acompanhamento à Comunhão de Vida Maior que ali vivemos, da qual reservo os detalhes pessoais, antes de nos separarmos em direcções opostas de regresso às respectivas moradas, mas levando connosco o Encontro que nos Reuniu em Multi-Casa.
Quantos Encontros aconteceram ali, ou se podem ler aqui, depende de que lugar dentro cada um se situa para ver, e/ou das lentes e focagem com que cada um vê. Da minha parte, o que Vi, Vivi, Recebi por meio de Rô e Ric, sintetizei no final enviando-lhes essa foto com as palavras "Vejo-vos . . . obrigada", numa Gratidão abrangente que ficará para sempre em mim.
Tanto nos olhos como nos binóculos, apesar da nossa visão ser aparentemente dual e poder desfocar-se, se as ópticas estiverem sincronizadas de forma focada, teremos sempre a Visão Central, seja no interior do frame, da square ou da pirâmide - todo o 4 chama pelo 5º, equivalente ao 1 Central-Vertical, que ao passar a Ponto-Coluna de Luz converte o quadrado novamente em Círculo, ou Esfera.
Assim se complementaram estas duas imagens, tal como os locais onde me senti levada, online e offline, sem que o previsse ou programasse.
Em grata e cúmplice reverência, continuamente confirmo que Ser e Ver Total são inerentemente inseparáveis. Simplesmente não posso não-Ver assim como não posso não-Ser. Só posso Ampliar o meu Olhar - que Vê a Olho Nu ao Centro, e Despe, Revela, no Micro e no Macro - e partilhá-Lo para que Vejamos juntos . . .
OUTROS DESDOBRAMENTOS
em sincronias transtemporais
Justiça sem Julgamento | Justiça Reabilitadora | Justiça Restaurativa
. . . porque quando Vemos juntos, pela Grande Óptica, tudo retorna à Essência, como os Povos Indígenas Antigos, Guardiões, muitas vezes vistos pela pequena óptica como primitivos, sempre souberam e preservam, em nome de todos.

SAWABONA!!! Há uma "tribo" africana que tem um costume muito bonito. Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez. A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros. A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro. Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: "Eu sou bom". Sawabona Shikoba! SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer: "Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim" Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é: "Então, eu existo pra você". Foto: Jessica Hilltout/AMEN Imagem de pessoas em Gana utilizada para ilustrar o post.
[a bilingual version of this post]
Este é o tipo de acção que põe fim aos infindáveis ciclos de karma negativo gerados pelo "olho por olho, dente por dente".
Eu decido conscientemente, com o Coração, que cada acção negativa que chega a mim, termina em mim, não gerando nenhum tipo de retorno defensivo-retaliativo, porque a Justiça Divina não é condenatória mas é correctiva., portanto o que estiver fora das Suas Leis Maiores, simplesmente retornará ao seu lugar, limitando-me eu a ser uma facilitadora dessa acção, à semelhança do que é descrito no ritual acima - como disse uma vez, holopraxis é a Vida actuando na [minha] própria vida, não uma prática espiritualizada vivida à parte dela.
As novas gerações precisam urgentemente de Ser e Ver este ritual na prática.
O Brasil tem neste momento uma oportunidade de ouro de fazer a diferença nisto. Eis dois outros breves apelos postados por Afonso, estilos diferentes, ambos lúcidos, este cinco dias atrás, este ontem.
Parceria Espiritual é Assumpção e Reconhecimento Mútuo de Poder
Tendo pesquisado sobre esse ritual logo a seguir, surgiu este vídeo que magicamente se cruzou com o conjunto que agora apresento, decorrente daquele dia 9 acima, em que uma outra página fb que há muito não visitava se evidenciou, e um post nela me conduziu na direcção do continuum que venho sentindo e abordando, aqui e no modo singular, sobre diferentes facetas da União a dois.
O que se ouve nestas entrevistas que seleccionei na altura não é propriamente novo, mas é testemunhal do que é Ser e praticar esta realidade relacional para além de meramente lhe dar nome - da breve definição à perspectiva vivencial dela e dele.
Viver e relacionar-se a partir da Alma, a que eu chamo Soulmating, evoca e invoca a Essência em mim e no outro, com maior potencial de afinação das camadas externas dissonantes, não entre mim e o outro mas em relação à Matriz. Se isto é acentuadamente verdade entre Almas Parceiras, Soulmates, que pode acontecer em par ou em grupo, num par Twin Flame, que é único, é-o num elevado e destacado grau de Potência que atravessa e amplifica todas as camadas externas, queimando o que não é e acendendo o que É, ao captar o Sinal d'Aquela Assinatura Vibracional Única.
Quando se sentiu este grau de Alta Ressonância, a Totalidade de Ser no Acto de Amar e Criar fica multiplicadamente activada. Não se consegue mais realizar nada na vida que não emita essa Nota. Não se consegue mais viver/sustentar relações de nenhum tipo meramente ao nível da personalidade. O outro é Alma, quer queira, saiba, goste quer não, e é esse o principal Espelho que ele vai ter de Mim. Se ele Me nega ou Me combate, é a Si mesmo que ele nega e combate.
Esta matriz relacional estando integrada, passa assim a ser vibracionalmente actuante no background de todos os tipos de interacção,
é involuntário, e pode até ser não-verbal.
Mas o que pertence ao Twin não é transferível, nem substituível.
Precisar de um Ser que Amo de forma destacada não é uma necessidade de preenchimento de alguma lacuna minha, mas uma necessidade da presença dele para o Amar em partilha de Vida e da Inteireza que ele faz Vibrar Ressonantemente na Frequência única e insubstituível do Amor Total.
Este tipo de Amor não é para espalhar, é para con-centrar, porque é dessa Totalidade Circular a dois que é emanada essa Frequência que calibra-cura todas as relações humanas - diferente de ter relações íntimas com muitas pessoas, como certas vertentes da contra-cultura vêm promovendo nas últimas décadas. Em Essência, este é o trabalho Twin Flame que dei comigo a viver da forma mais inusitada que jamais poderia imaginar, antes de alguma vez ter ouvido falar desse conceito verbal, que distingo de Alma Gémea.
Identificar isto para além de qualquer dissonância externa ou negação
é estar ciente da Verdade que persistentemente Permanece, mesmo que against all odds - como o filme Adjustment Bureau brilhantemente ilustra, nem sempre uma porta fechada significa que o caminho não é por ali; pode é significar que insistir em abrir a porta da velha maneira ou antes do tempo não dá fruto; pode ser preciso esperar por um amadurecimento na Arte de Ser e Amar, Receber e Entregar-se, que confirme o Destino e o Timing do Fruto.
O mundo pode negar e virar as costas ao que Sou e Crio como Fruto da Minha Totalidade, e Aquele Ser pode negar-Me e ir-se embora deixando um rasto de incompletude face ao Destino, mas Aquilo que É Permanece,
em mim, no outro e em tudo.
O mundo e o outro hão-de actualizar-se em função Disso!
O VERDADEIRO PODER DE SER AMAR CRIAR
É FRUTO DA VONTADE ESPIRITUAL INTEGRADA
SENTIR ISTO É SENTIR UM AMOR INCONTORNÁVEL,
QUE SE BASTA A SI MESMO, QUE É A ANTE-CÂMARA DO ENCONTRO
- MEU SENTIDO DE VIVER AMAR CRIAR
SUNNY Signing.Off



